PV- São Bento. Huambo

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22/01/2026
18/01/2026

Saudações Fraternais...

Com o Coral dos Casais Jovens da Fraternidade Capuchinha São Leopoldo Mandič

Por Dom LeviO PADRE QUE FRACASSOU. O Padre de um pequeno vilarejo chegou à igreja animado e motivado para realizar mais ...
11/01/2026

Por Dom Levi

O PADRE QUE FRACASSOU.
O Padre de um pequeno vilarejo chegou à igreja animado e motivado para realizar mais uma missa vespertina. A hora passava e o povo não chegava.
Depois de 15 minutos de atraso, entraram três crianças, depois de 20 minutos entraram dois jovens. Então o padre resolveu começar a missa com os cinco irmãos.
No decorrer da missa, entrou um casal que se sentou nos últimos bancos da igreja.
Quando o padre fazia a Homilia, entrou mais um senhor, meio sujo, com uma corda na mão.
Desapontado e sem entender o porquê da fraca participação dos fiéis, o padre conduziu a missa animado e pregou com dedicação e zelo.
Quando voltava para a casa foi assaltado e espancado por dois ladrões que levaram a sua pasta onde estavam sua Bíblia e outros pertences de valor.
Chegando na casa paroquial, fazendo os curativos das feridas, ele descreveu aquele dia como:
1) o dia mais triste da sua vida,
2) o dia mais fracassado do seu ministério,
3) o dia mais infrutífero da sua carreira.
Após cinco anos, o padre resolveu compartilhar essa história com a igreja.
Quando ele terminava de contar a história, um casal de grande destaque naquela paróquia interrompeu-o e disse:
- Padre, o casal da história que se sentou no fundo éramos nós.
Estávamos à beira da separação em função de vários problemas e desentendimentos que havia no nosso lar. Naquela noite, decidimos por fim ao nosso casamento, mas, primeiro, decidimos vir à igreja para deixarmos as nossas alianças e depois cada um seguiria o seu caminho. Entretanto, desistimos da separação depois de ouvirmos sua homilia, naquela mesma noite. Como consequência, hoje, estamos aqui com o lar e a família restaurados.
Enquanto o casal falava, um dos empresários mais bem sucedidos que ajudava no sustento daquela igreja acenava, pedindo para falar e ao lhe ser dada a oportunidade disse:
- Padre, eu sou aquele senhor que entrou meio sujo com uma corda na mão.
- Eu estava à beira da falência, perdido nas dr**as, minha esposa e meus filhos tinham ido embora de casa por conta das minhas agressões. Naquela noite tentei suicidar-me, só que a corda arrebentou. Então decidi comprar outra. Quando me pus a caminho para comprar uma outra corda, vi a igreja aberta, decidi entrar mesmo sujo com a corda na mão.
- Naquela noite, a sua homilia perfurou o meu coração e saí daqui com ânimo para viver. Hoje estou livre das dr**as, minha família voltou para casa e me tornei o maior empresário do vilarejo.
Lá na porta da entrada da sacristia, o Diácono gritou:
- Padre, eu fui um daqueles ladrões que o assaltaram. O outro morreu naquela mesma noite, quando realizávamos o segundo assalto.
Naquela sua pasta, havia uma Bíblia. Eu passei a lê-la sempre que acordava pela manhã. Depois de tanto ler, resolvi participar dessa igreja.
O Padre ficou em choque e começou a chorar junto com os fiéis.
Afinal aquela noite que ele considerava como uma noite de fracasso foi uma noite muito produtiva.
MORAL DA HISTÓRIA
1- Exerça o seu chamado (trabalho/missão) com dedicação e zelo independente do número de participantes.
2- Dê o seu melhor todos os dias, pois a cada dia você é um instrumento do bem para a vida de alguém.
3- Nos piores dias da sua vida você ainda pode ser benção na vida de alguém.
4- O dia que você considera como o dia mais infrutífero da sua vida na terra, na verdade é o dia mais produtivo no mundo espiritual.
5- Deus usa as circunstâncias ruins da vida para produzir grandes vitórias.
6- Nunca diga:" hoje Deus não fez nada", só pelo fato de seus olhos nada enxergarem!

07/01/2026

ET LABORA #

*OBRAS NO SALÃO PAROQUIAL DE SÃO BENTO AVANÇAM COM APOIO DOS DEVOTOS DE SÃO JOSÉ*

*São Bento, [data]* — O Salão Paroquial da Comunidade de São Bento está a ganhar nova vida graças ao gesto solidário do *Grupo dos Devotos de São José*, que tomou a iniciativa de financiar e acompanhar as obras de reabilitação do espaço.

As intervenções em curso incluem a renovação do piso, melhorias na iluminação, pintura das paredes e reforço da estrutura, com vista a tornar o salão mais acolhedor para as formações, encontros comunitários e demais atividades pastorais.

O gesto dos Devotos de São José é um exemplo de fé traduzida em ação concreta, inspirando toda a comunidade paroquial. A dedicação do grupo mostra que, com união e espírito de serviço, é possível fortalecer a Igreja também pelos gestos práticos.

A Paróquia de São Bento louva esta atitude e *incentiva outros grupos, movimentos e fiéis a seguirem o exemplo*, apoiando obras e iniciativas que valorizam o património comunitário e o bem comum.

*"São José, homem justo e trabalhador, continua a ensinar-nos que servir é construir!"* — destacou um membro do grupo.

*Unidos na fé, cresçamos também em solidariedade!*

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Queres que formate isso como cartaz ou imagem de divulgação?

07/01/2026

Agradeça a cada dia pelos benefícios que recebes

12/10/2025

*_Foi de Partir o Coração e cair em Lágrimas este gesto_*
‎A igreja está em obras. O chão coberto de poeira. Mas, antes da missa começar, @⁨Frei Abreu⁩ Frei Abreu Cuvingua pegou na vassoura e começou a varrer…
‎Não por vaidade, mas por amor.
‎Porque quem ama a Igreja não se importa com o pó — limpa, serve e sorri.

‎Neste gesto simples, Frei Abreu recorda-nos que a verdadeira fé não se prega apenas no altar, prega-se também com as mãos, com o esforço, com o coração disposto a servir. ❤️

‎🕊️ A nossa casa de oração está em reconstrução, irmão Vem e ajudae a construir a casa do Senhor!
‎E como Frei Abreu nos ensina, é juntos que levantamos o templo e a fé.
‎Quem puder colaborar, que o faça com amor.
‎📩 IBAN:0006.0000.5375.3409.3013.3
‎*Paróquia de São Bento-Huambo*

‎✨ Quando o amor fala mais alto que o pó, não há poeira alguma que nos adoeça e ofusque! ✨


30/09/2025

Gllagher: reformar a ONU para promover a paz, o desenvolvimento e os direitos humanos
Na Assembleia Geral das Nações Unidas pelo 80º aniversário de sua instituição, o secretário para as Relações com os Estados e as Organizações Internacionais relembra a necessidade de trabalhar pela paz através do desarmamento, do respeito ao direito humanitário e da superação da crise do multilateralismo. Ele reafirma a dignidade da pessoa, o cuidado com a criação e os riscos da IA, esperando que a diplomacia e o diálogo levem a um cessar-fogo nas áreas de conflito.

Edoardo Giribaldi – Vatican News

Tal como já fizera o Papa Leão XIV no início do seu pontificado, também o discurso do arcebispo Paul Richard Gallagher, secretário para as Relações com os Estados e as Organizações Internacionais, na Assembleia Geral da ONU, por ocasião do 80º aniversário de sua instituição, começa com um apelo à paz, objetivo para o qual devem convergir os esforços da comunidade internacional, chamada a se adaptar a um mundo “transformado” e marcado por “ameaças emergentes”. Da Ucrânia ao Oriente Médio, do Sudão à República Democrática do Congo e a outros cenários de conflito, o caminho indicado continua sendo o do diálogo, do multilateralismo e do desarmamento. Neste contexto “conturbado”, a Santa Sé reitera a necessidade de colocar no centro a “dignidade da pessoa humana”, protegendo o direito à vida, enfrentando a crise climática — causa de desigualdades que afetam particularmente migrantes e refugiadosConstruir a paz
O arcebispo enfoca a paz: não simplesmente a “ausência de conflito” ou equilíbrio entre adversários, mas um valor enraizado no “respeito mútuo”, “ativo e envolvente”, como já afirmado pelo Papa Leão XIV. Para construí-la, é necessário rejeitar o “ódio” e a “vingança”, favorecendo, em vez disso, o “diálogo e a reconciliação”. Valores que pertencem ao coração da diplomacia e que a comunidade internacional é chamada a promover com gestos concretos. Nesse sentido, a Santa Sé renovou a proposta de um fundo global, alimentado em parte pelas despesas militares, para erradicar a pobreza e a fome, promover o desenvolvimento sustentável e enfrentar as mudanças climáticas.

Assembleia Geral das Nações Unidas
Assembleia Geral das Nações Unidas
Parar a proliferação nuclear
O silêncio das armas, sublinhou Gallagher, passa pela “construção da confiança”. Neste contexto, contrasta a corrida ao rearmamento, que gera “novas ameaças” e “exacerba os medos”. O valor vertiginoso dos gastos militares globais — 2,72 trilhões de dólares em 2024 — perpetua “ciclos de violência e divisão”, subtraindo recursos dos pobres e vulneráveis. O desarmamento não é um cálculo político, mas um “imperativo moral”. É preocupante, portanto, que vários Estados estejam retirando seus compromissos dos tratados internacionais. Um alarme que envolve, em primeiro lugar, as ogivas nucleares: os estoques devem ser reduzidos e a modernização dos arsenais interrompida. Os dados disponíveis indicam que existem mais de 12.000 ogivas no mundo, “com uma potência explosiva total de 1,5 gigatons, equivalente a mais de 100.000 bombas do tipo lançada sobre Hiroshima”. E, inspirando-se no 80º aniversário dos bombardeios que atingiram a cidade japonesa, juntamente com Nagasaki, em 1945, Gallagher afirma que não há dúvida de que “um mundo livre de armas nucleares é necessário e possível”.

Respeitar o direito internacional humanitário
Outro “pilar” da paz é o respeito ao direito internacional humanitário. Sua violação — com ataques a civis, hospitais, escolas e locais de culto — constitui um “grave crime de guerra”. A isso se soma o uso da fome como arma. O pessoal militar, lembrou Gallagher, é “totalmente responsável” por suas ações, que não podem ser justificadas pela obediência às ordens. Em contextos de guerra, atuam também numerosos operadores humanitários, cuja missão é marcada por imensos desafios: ameaças à segurança, escassez de recursos, acesso limitado ao socorro.

Promover a liberdade
A Santa Sé também fez referência à liberdade de pensamento, consciência e religião. Mais de 360 milhões de cristãos vivem hoje em áreas de “forte perseguição ou discriminação”, configurando o cristianismo como “o grupo religioso mais perseguido do mundo”. Nenhum Estado ou sociedade - advertiu -, deve obrigar a agir contra a própria consciência. Central neste contexto é o diálogo inter-religioso: não uma mera troca de ideias, mas “um caminho compartilhado rumo ao respeito mútuo, à justiça e à paz”. Um compromisso urgente em um mundo marcado por extremismos, polarizações e conflitos muitas vezes alimentados por incompreensões. A Santa Sé, lembrou Gallagher, está na linha de frente também comemorando os 60 anos da Declaração conciliar sobre as relações com as religiões não cristãs, Nostra Aetate.

Preservar a dignidade humana
Todos os esforços da comunidade internacional devem colocar ao centro “a dignidade da pessoa”. Garantir os bens essenciais significa também defender o direito à vida, “desde

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