10/03/2026
Aproveitando que este período reacende as conversas sobre igualdade de gênero e valorização da mulher, compartilho um dos momentos profissionais mais marcantes que vivi no final do ano passado: subir ao palco do DiaTipo SP ao lado de e .lleticia , duas companheiras que admiro profundamente e com quem tenho o privilégio de caminhar junto.
Naquele momento, Ana, com sua sensibilidade tão própria, fez um discurso potente em defesa da memória gráfica viva que pulsa em Belo Horizonte e, a pedido do nosso companheiro Matias, “soltou a cachorrada”. Mas sua fala foi muito além de uma provocação sobre o saber-fazer com as mãos. Foi também sobre a força de quem insiste em imprimir no presente aquilo que, durante séculos, foi território quase exclusivo dos homens.
Desde 2022, o coletivo .grafica vem rompendo esse padrão com coragem e sensibilidade. Ana, ao lado de companheiras como e , não apenas abre caminhos para que outras mulheres se sintam confiantes nesse ofício. Elas fazem algo ainda mais bonito, convidam outras a subir ao mesmo palco. Um gesto simples, mas profundamente transformador.
Afinal, a igualdade que importa não é apenas a que se diz. É a que se pratica, lado a lado. ✨