MIKE STIVE

MIKE STIVE Informações políticas

20/08/2026

Essa é a *minha primeira candidatura*. E eu sei o tamanho do desafio que aceitei.

São cerca de *1.100 candidatos para apenas 70 vagas em São Paulo*. Tem deputado buscando a reeleição, candidatos com enorme visibilidade e campanhas milionárias.

A minha não é uma delas.

Mas eu tenho algo que dinheiro nenhum compra de uma hora para outra: *uma história construída com trabalho, seriedade e dedicação ao serviço público.*

E tenho uma meta: *100 MIL VOTOS.*

Para chegar lá, eu não preciso apenas de eleitores. *Preciso de pessoas verdadeiramente engajadas.*

Seu voto é fundamental. O voto da sua família também. E quero pedir mais: *seja um multiplicador do 1174.*

E mesmo que você não more em São Paulo, pode fazer parte disso. Compartilhe, fale com amigos, parentes e colegas que moram aqui.

Especialmente se você trabalha ou acredita em um *trânsito mais seguro*, ajude essa bandeira a chegar ao Congresso.

É minha primeira eleição.
Mas são *30 anos de serviço público.*

Tenho muito a aprender na política, e muito a contribuir com o Brasil.

🎯 *100 mil votos. Vamos construir isso juntos.*

Em São Paulo, *Julyver Modesto, Deputado Federal, 1174.*

*Envie este vídeo para alguém de São Paulo.*

17/08/2026

Lula vai dizer que o filho não é dele?

*QUANDO A NARRATIVA POLÍTICA BATE DE FRENTE COM AS IMAGENS*Mais uma vez, um episódio envolvendo a Polícia Militar de São...
15/08/2026

*QUANDO A NARRATIVA POLÍTICA BATE DE FRENTE COM AS IMAGENS*

Mais uma vez, um episódio envolvendo a Polícia Militar de São Paulo demonstra como é fundamental separar fato, narrativa política e evidência.

O candidato ao Governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), veio a público relatar que seu motorista teria sido perseguido e abordado de maneira truculenta por policiais militares, chegando a mencionar uma perseguição de aproximadamente 40 minutos e agentes portando fuzis.

A gravidade de uma denúncia dessa natureza exige, evidentemente, investigação séria. E foi justamente isso que ocorreu.

Segundo informações divulgadas pela Polícia Militar, aproximadamente 40 câmeras de segurança instaladas ao longo do trajeto foram analisadas. A apuração preliminar não encontrou indícios de abordagem ao veículo ou de interação entre os policiais e integrantes da equipe de Haddad. Também foram analisados dados de geolocalização das viaturas, que não confirmaram a narrativa apresentada inicialmente.

É aqui que precisamos fazer uma análise técnica e racional.

Uma acusação pública não pode se transformar automaticamente em condenação pública. Antes de acusar policiais de truculência, perseguição ou abuso de autoridade, é necessário apresentar provas capazes de sustentar essas acusações.

A Polícia Militar de São Paulo, instituição que diariamente coloca seus homens e mulheres nas ruas para enfrentar criminosos, precisa ser respeitada enquanto instituição de Estado. Isso não signif**a defender eventual policial que cometa uma irregularidade. Pelo contrário: policial que erra deve responder pelos seus atos.

Mas também signif**a não aceitar que uma instituição inteira seja colocada sob suspeita com base exclusivamente em uma narrativa política que, até o momento, não encontrou correspondência nas imagens analisadas pela própria investigação oficial.

E existe uma questão ainda mais importante: estamos falando de um candidato ao Governo de São Paulo. Portanto, qualquer denúncia envolvendo uma instituição policial precisa ser tratada com extrema responsabilidade, justamente para impedir que a segurança pública seja transformada em instrumento de disputa eleitoral.

É legítimo que Fernando Haddad peça esclarecimentos. É legítimo que todas as testemunhas sejam ouvidas. A própria apuração continua em andamento e poderá avançar caso apareçam novos elementos.

O que não é legítimo é transformar uma versão ainda não comprovada em verdade absoluta e, a partir dela, tentar construir uma narrativa de perseguição política contra adversários.

A Polícia Militar merece investigação quando houver denúncia, mas também merece reconhecimento quando as evidências demonstram que seus policiais não cometeram aquilo que lhes foi atribuído.

E, neste caso, até o momento, as imagens analisadas não sustentam a acusação de uma abordagem truculenta como inicialmente apresentada.

Isso deveria servir de lição para todos os lados do espectro político: em uma democracia séria, não se julga pela narrativa; julga-se pelas provas.

A Polícia Militar de São Paulo deve continuar fazendo aquilo que dela se espera: trabalhar, proteger a população, cumprir a lei e prestar contas quando necessário.

E cabe à sociedade ter o mesmo compromisso com os fatos.

Narrativa política passa. Imagem, prova e investigação permanecem.

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14/08/2026

Por Felipe Campos:
Pelas imagens que nós mostramos, eu não vi essa abordagem “ostensiva” que Fernando Haddad descreveu.
O carro chega, ele desembarca normalmente, o motorista segue, a viatura passa e, naquele trecho exibido, tudo parece acontecer sem qualquer confronto ou abordagem fora do comum.
Por isso eu questionei: onde está a perseguição? Onde estão os 40 minutos de acompanhamento que foram relatados?
Se existem outras imagens, bodycams ou registros que comprovem essa versão, que sejam apresentados. É simples.
Agora, usar esse episódio para levantar suspeitas sobre a Polícia Militar ou transformar uma ronda em possível intimidação política, sem mostrar as provas completas, pra mim é precipitado.
Ainda mais em ano eleitoral, quando qualquer episódio pode rapidamente virar munição política.
Eu quero ver os fatos, as imagens completas e a explicação oficial.
Porque, como eu sempre digo: antes da narrativa, vêm as provas.

*A VALORIZAÇÃO DA SEGURANÇA PÚBLICA NÃO PODE SER APENAS UM DISCURSO DE CAMPANHA*Nos últimos anos, a categoria da Seguran...
01/08/2026

*A VALORIZAÇÃO DA SEGURANÇA PÚBLICA NÃO PODE SER APENAS UM DISCURSO DE CAMPANHA*

Nos últimos anos, a categoria da Segurança Pública alimentou uma expectativa legítima de que haveria uma mudança signif**ativa na valorização dos seus profissionais. O aumento da representatividade de integrantes das forças de segurança nos cargos eletivos e as promessas apresentadas durante o período eleitoral fizeram muitos acreditarem que esse seria um novo momento para policiais e demais servidores da área.

Entretanto, ao analisar o cenário atual, percebe-se que grande parte da categoria ainda demonstra insatisfação. As discussões em grupos e redes sociais refletem um sentimento de frustração diante da percepção de que diversas promessas não se traduziram, na prática, em uma valorização compatível com a importância da atividade policial.

É importante reconhecer que governar exige equilíbrio entre inúmeras demandas da sociedade, limitações orçamentárias e decisões políticas. No entanto, isso não elimina a responsabilidade de cumprir compromissos assumidos com aqueles que acreditaram em um projeto de governo baseado na valorização da Segurança Pública.

Outro ponto que merece reflexão é a força política da categoria. Muitos policiais entendem que, durante as eleições, a Segurança Pública ocupa posição de destaque nos discursos dos candidatos. Porém, após o processo eleitoral, cresce a sensação de que as pautas da categoria perdem espaço diante de outras prioridades da administração pública.

Independentemente de posicionamentos políticos ou ideológicos, a valorização dos profissionais da Segurança Pública deve ser tratada como política de Estado, e não como promessa de campanha. Salários dignos, plano de carreira estruturado, melhores condições de trabalho e reconhecimento institucional não representam privilégios, mas investimentos na qualidade do serviço prestado à população.

A maior lição desse momento talvez seja a necessidade de uma participação cada vez mais consciente da categoria na vida pública. Acompanhar mandatos, cobrar resultados, fiscalizar promessas e avaliar o desempenho dos representantes eleitos são atitudes essenciais para fortalecer a democracia e garantir que os compromissos assumidos não permaneçam apenas no discurso.

No fim, governos passam, mandatos terminam e eleições se renovam. O que permanece é a necessidade permanente de valorização daqueles que diariamente colocam suas vidas em risco para proteger a sociedade. Essa pauta deve estar acima de partidos, interesses eleitorais ou conveniências políticas.

20/07/2026

A cada dia que passa, mais policiais deixam a Polícia Militar. Exonerações, pedidos de reserva e um efetivo cada vez menor. Mas, pelo visto, existe um Estado de São Paulo paralelo...

"MELHORAMOS A CARREIRA POLICIAL." 🤨
Ass.: André do Prado ✅

É difícil entender como alguém que pretende representar São Paulo no Senado consegue fazer uma afirmação dessas.

Enquanto policiais pedem exoneração por falta de perspectiva, a valorização profissional continua sendo uma promessa distante. Ainda assim, a narrativa é de que "melhorou".

F**a a pergunta: melhorou para quem? Porque, para quem veste a farda a realidade parece contar uma história bem diferente.

Antes de repetir discursos prontos em rede nacional, talvez fosse importante ouvir quem está na linha de frente e conhecer a realidade da Segurança Pública paulista.

27/06/2026

Covardia e perseguição política no Paraná.

27/06/2026

Covardia e perseguição política no Paraná.

Parabéns, estão conseguindo despertar minha melhor versão para lutar pelos meus ideais e revolucionar a história do Paraná.

Alguns motivos de tantos esforços para me excluir mesmo eu já nem estando mais na ativa da PMPR: tentar me desestabilizar, tentar impedir que eu use o nome Tenente Hélio, tentar me tornar inelegível por ser excluído de cargo público e tentar intimidar os policiais que por ventura vierem a me apoiar.

Mais motivos:

Coronel Hudson quer ser deputado e me vê como ameaça.

Coronel Jefferson quer se manter no cargo de Comandante Geral e inclusive já declarou abertamente apoio ao candidato escolhido por Ratinho Júnior, enquanto eu estou na coligação que apoia Sérgio Moro como pré-candidato a governador.

Muito triste e revoltante tudo isso. Entrei nessa caminhada para lutar pelo povo do Paraná e mesmo depois de já ter aberto mão da minha carreira sólida como Oficial da PM vou ter que f**ar perdendo tempo com procedimento administrativo enquanto poderia estar pensando em ideias para melhorar a vida da população.

Queria que todos esses esforços fossem direcionados para benfeitorias para os profissionais de segurança pública e para a população. Com certeza teríamos melhorado muito.

No futuro que eu sonho, os praças BM e PM serão valorizados e os bons oficiais vão estar blindados de interferência política e focarão seus esforços na qualidade do trabalho e no bem estar da população.

O CRIME ORGANIZADO E A INFILTRAÇÃO SILENCIOSA NO BRASILHá alguns dias eu discutia sobre esse novo problema que o Brasil ...
27/06/2026

O CRIME ORGANIZADO E A INFILTRAÇÃO SILENCIOSA NO BRASIL

Há alguns dias eu discutia sobre esse novo problema que o Brasil enfrenta: a expansão silenciosa do crime organizado em praticamente todas as áreas da sociedade. E isso me fez pensar... quem pode garantir que, de alguma forma, nunca contribuiu indiretamente para fortalecer organizações como o Primeiro Comando da Capital?

A padaria onde compramos o pão, o mercado onde fazemos compras, o posto de gasolina onde abastecemos, empresas de transporte, imóveis, eventos, negócios aparentemente comuns... tudo pode estar interligado.

O crime organizado deixou de atuar apenas nas margens e passou a ocupar espaços no centro da economia, infiltrando-se em setores legais, lavando dinheiro, financiando operações e ampliando sua influência.

Hoje, em muitos casos, o cidadão comum pode, sem saber, estar inserido nessa engrenagem.

O cenário é crítico. O Brasil vive um momento delicado, em que facções expandem poder econômico, territorial e influência social, aproveitando falhas estruturais do Estado, corrupção e a fragilidade no combate à criminalidade organizada.

A sensação é de que essa rede se tornou tão ampla e complexa que, em algum momento, quase todos podem ter cruzado, direta ou indiretamente, com ela.

O grande desafio não é apenas combater o crime com força, mas compreender sua capacidade de adaptação, infiltração e crescimento dentro da própria estrutura social e econômica do país.

REFLEXÃO FINAL:
Se o crime organizado conseguiu se infiltrar de forma tão profunda na sociedade, a pergunta que f**a não é apenas como combater, mas sim: até que ponto conseguimos reconhecer sua presença no nosso dia a dia?
Porque, muitas vezes, o maior perigo não está naquilo que vemos, mas naquilo que se tornou tão comum que já não conseguimos perceber.

Att: Marcus Vinicius

Endereço

Birigui, SP

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