Libertha Digital Agência de Marketing

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A Fanta acabou de fazer uma mudança que, à primeira vista, pode parecer apenas criativa.Mas existe uma decisão estratégi...
26/08/2026

A Fanta acabou de fazer uma mudança que, à primeira vista, pode parecer apenas criativa.

Mas existe uma decisão estratégica muito maior por trás dela.

Depois de passar os últimos Halloweens se associando a personagens conhecidos do terror, a marca decidiu começar a construir personagens, histórias e um universo próprios.

E isso me fez pensar numa diferença importante:

uma coisa é acessar relevância.
Outra é construir relevância.

Porque campanhas acabam.
Contratos terminam.
Trends passam.
Algoritmos mudam.

Mas alguns ativos permanecem.

Uma linguagem reconhecível.
Uma identidade.
Uma experiência.
Uma história.
Uma ocasião em que as pessoas naturalmente lembram de você.

É aí que marketing começa a deixar de ser apenas geração de atenção e passa também a ser construção de memória.

E talvez essa seja a parte mais interessante do movimento da Fanta.

Ela não está simplesmente tentando criar monstros.

Está tentando construir uma associação:

Halloween → Fanta.

Obviamente, uma empresa pequena ou média não precisa criar um universo de entretenimento.

Mas pode fazer uma pergunta muito parecida:

o que estamos construindo hoje que continuará pertencendo à nossa marca depois que esta campanha acabar?

Porque mídia pode comprar visibilidade.

Parcerias podem acelerar crescimento.

Influenciadores podem apresentar sua empresa para novas pessoas.

Mas marca forte começa a surgir quando existe alguma coisa que o mercado reconhece e pensa:

“isso é deles.”

E aí f**a a pergunta:

quanto da relevância da sua empresa é realmente dela — e quanto ainda está sendo alugado?

Algumas das coisas mais importantes que a paternidade me ensinou não têm nada a ver com negócios.E, ao mesmo tempo, acab...
22/08/2026

Algumas das coisas mais importantes que a paternidade me ensinou não têm nada a ver com negócios.

E, ao mesmo tempo, acabaram mudando profundamente a forma como eu trabalho, lidero e enxergo as pessoas.

Aprendi que nem tudo acontece no nosso tempo.
Que presença vale mais do que discurso.
Que explicar não signif**a necessariamente ser entendido.
Que exemplo ensina mais do que cobrança.
Que pequenas evoluções também merecem ser comemoradas.
Que errar faz parte de aprender.
E que as pessoas crescem melhor quando encontram segurança para tentar, perguntar e melhorar.

Não signif**a que eu tenha aprendido todas essas coisas perfeitamente.

Continuo aprendendo todos os dias — como pai e como empresário.

Mas talvez essa tenha sido uma das maiores mudanças que a paternidade trouxe para mim:

**o futuro deixou de ser apenas sobre onde eu quero chegar e passou a ser também sobre quem eu quero ser enquanto chego lá.**

Eu continuo querendo crescer. Quero prosperar. Quero construir coisas grandes.

Só que hoje entendo ainda mais que nenhuma empresa existe sem gente.

E, no fim das contas, talvez algumas das melhores lições sobre negócios sejam justamente aquelas que aprendemos primeiro sobre pessoas. ❤

Se você também é pai ou mãe, quero muito saber:

**o que a paternidade ou a maternidade ensinou para você que acabou mudando também a sua forma de trabalhar ou de enxergar a vida?**

Seu cliente não decide apenas com lógica.Ele compara. Busca segurança. Se apoia em referências. Interpreta preço dentro ...
18/08/2026

Seu cliente não decide apenas com lógica.

Ele compara. Busca segurança. Se apoia em referências. Interpreta preço dentro de um contexto. Tenta evitar arrependimento. E, muitas vezes, nem percebe o quanto tudo isso influencia a própria decisão.

É justamente por isso que entender comportamento do consumidor é tão importante para qualquer empresa.

Não para “enganar o cérebro”.

Não para manipular.

Mas para comunicar melhor, reduzir dúvidas, construir confiança e criar experiências que façam mais sentido para as pessoas.

No fim, marketing não é só sobre chamar atenção.

É também sobre entender como alguém percebe valor, risco, familiaridade, confiança e memória antes, durante e depois de uma compra.

E pequenos detalhes podem mudar decisões muito maiores do que parecem.

Salve este carrossel para voltar a essas 5 ideias quando estiver pensando na próxima campanha, oferta ou experiência da sua empresa.

E me conta: qual desses comportamentos você mais percebe nos seus próprios clientes?

Entrar em um marketplace parece simples.Criar a conta. Subir os produtos. Ajustar os preços. Começar a vender.Mas a deci...
14/08/2026

Entrar em um marketplace parece simples.

Criar a conta. Subir os produtos. Ajustar os preços. Começar a vender.

Mas a decisão de estar no Mercado Livre, Shopee, Amazon ou Shein deveria começar muito antes disso.

Porque vender mais não signif**a, necessariamente, ganhar mais.

Taxas, impostos, logística, descontos, mídia, devoluções e operação podem transformar um canal que parece promissor em um problema de margem.

E é por isso que a pergunta mais importante não é:

“Qual marketplace vende mais?”

É:

“Em qual deles a matemática, o público e a operação do meu negócio continuam fazendo sentido?”

Cada plataforma tem uma dinâmica diferente. Cada produto reage de uma forma. E nem todo catálogo precisa estar em todo lugar.

Às vezes, a melhor estratégia não é entrar em quatro marketplaces.

É escolher um, testar poucos produtos, medir o resultado e só depois escalar.

Porque marketplace é canal de venda.

**Não é estratégia por si só.**

Salve este carrossel antes de escolher seu próximo canal — e envie para alguém que está pensando em começar a vender em marketplaces.

Eu quero crescer. E quero crescer muito.Quero ver a Libertha indo cada vez mais longe, fazer trabalhos maiores, conquist...
10/08/2026

Eu quero crescer. E quero crescer muito.

Quero ver a Libertha indo cada vez mais longe, fazer trabalhos maiores, conquistar novos clientes, prosperar e proporcionar coisas boas para as pessoas que caminham comigo.

Não tenho vergonha nenhuma dessa ambição.

Mas, quanto mais o tempo passa, mais eu penso naquilo que eu não quero precisar perder para chegar lá.

Minha família.
Minha fé.
Minha humanidade.
Minha capacidade de olhar para o outro e lembrar que ele também está lutando por alguma coisa.

Eu tenho orgulho do que já construímos. Muito.

Mas nenhuma conquista me torna melhor do que o empresário que está começando agora, do que o concorrente que está tentando pagar as contas ou do que alguém que talvez esteja lutando apenas para sustentar quem ama.

No fim, talvez a régua esteja errada mesmo.

Talvez sucesso não seja fazer a vida parecer grande para os outros.

Talvez seja construir alguma coisa grande sem precisar se tornar pequeno por dentro.

Eu ainda estou aprendendo isso.

E talvez nunca pare de aprender.

Se essa reflexão encontrou alguma coisa aí dentro de você, envie este post para alguém que também está tentando vencer sem esquecer aquilo que realmente importa.

Tem dia que eu termino de trabalhar com a sensação de que deixei a vida passar.E tem dia que eu paro para viver… mas min...
06/08/2026

Tem dia que eu termino de trabalhar com a sensação de que deixei a vida passar.
E tem dia que eu paro para viver… mas minha cabeça continua presa no trabalho.

Parece que a gente está sempre escolhendo de qual culpa vai sofrer.
Eu e meu irmão ainda estamos tentando aprender a lidar com isso.

Porque o trabalho importa.
O sustento importa.
Construir uma empresa, pagar as contas e cuidar do futuro também são formas de amar.

Mas a gente precisa tomar cuidado para não entregar tudo para quem ama… menos a nossa presença.

A empresa sempre terá mais uma mensagem, uma reunião, uma entrega ou um problema esperando.

Mas nossos pais envelhecem.
Nossos filhos crescem.
Nosso corpo cobra.
E alguns momentos não voltam quando a agenda finalmente melhora.

O CNPJ é importante.
Só não pode ser a única parte da nossa vida que recebe o melhor do nosso tempo, da nossa energia e da nossa atenção.

A vida passa rápido demais para ser vivida apenas nos intervalos do trabalho.

Envie este post para alguém que trabalha tanto por quem ama… que talvez precise se lembrar de estar com quem ama.

500 seguidores podem valer mais do que 500 mil.Não porque uma audiência pequena seja sempre melhor.E nem porque os grand...
02/08/2026

500 seguidores podem valer mais do que 500 mil.

Não porque uma audiência pequena seja sempre melhor.

E nem porque os grandes influenciadores perderam sua importância.

Mas porque alcance e influência não são exatamente a mesma coisa.

Um grande criador pode colocar uma marca diante de milhões de pessoas.

Um pequeno criador pode falar com poucas centenas — mas ser ouvido como alguém próximo, confiável e verdadeiro.

E o marketing está começando a olhar para essa diferença com mais atenção.

Durante muito tempo, a pergunta principal foi:

“Quantas pessoas seguem você?”

Agora, outra pergunta se torna cada vez mais importante:

“Quando você fala, alguém acredita?”

As plataformas também mudaram esse jogo.

Hoje, um conteúdo não f**a restrito apenas aos seguidores de quem publicou. Ele pode ser testado e distribuído para pessoas que nunca tiveram contato com aquele perfil.

Isso diminui o peso do tamanho da conta e aumenta o peso da mensagem, da identif**ação e da capacidade de gerar confiança.

Talvez, por isso, algumas empresas estejam procurando influenciadores longe demais.

Enquanto ignoram pessoas que já carregam uma relação verdadeira com a marca:

o cliente que recomenda espontaneamente;

o funcionário que conhece sua história por dentro;

o especialista que respeita o trabalho realizado;

e a pessoa comum que sabe contar uma experiência real.

A pergunta não precisa ser apenas:

“Quem podemos contratar para falar de nós?”

Talvez a pergunta mais inteligente seja:

“Quem já acredita no que fazemos e merece ter sua voz amplif**ada?”

Porque o próximo grande influenciador da sua marca talvez não seja famoso.

Talvez seja apenas alguém verdadeiro, com uma boa história para contar e algumas centenas de pessoas realmente dispostas a escutar.

Envie este post para alguém que ainda confunde influência com número de seguidores.

Siga a Libertha para pensar negócios e crescimento com mais estratégia.

29/07/2026

Outro dia, eu recebi um comentário irônico sobre uma coisa que a gente estava construindo.

Na hora, deu vontade de responder.

De explicar tudo.
De mostrar o que ninguém viu.
De provar que aquela pessoa estava errada.

Mas depois eu percebi uma coisa:

quando você constrói para provar alguma coisa a quem torceu contra, essa pessoa continua influenciando o seu caminho.

Você aceita projetos para mostrar que consegue.

Cresce para provar que venceu.

Compara sua história com a de quem feriu você.

E, sem perceber, começa a construir a própria vida olhando para trás.

Eu sei que críticas, rejeições e injustiças machucam.

Às vezes, essa dor até se transforma em combustível.

Mas existe uma diferença importante:

a dor pode ajudar você a sair do lugar. Ela só não pode escolher a direção.

Depois que minha filha nasceu, muita coisa mudou em mim.

Eu comecei a pensar menos em vencer discussões e mais no exemplo que quero deixar.

Menos em provar que alguém estava errado e mais em construir algo de que ela possa se orgulhar um dia.

E isso também mudou a forma como eu enxergo a Libertha.

O nosso sucesso não precisa ser uma resposta para quem torceu contra nós.

Ele precisa ser uma entrega para quem acredita, para os clientes que permanecem, para a nossa equipe, para a nossa família e para todos os negócios que ainda podemos ajudar.

Resultado pode até calar uma provocação.

Mas só o propósito é capaz de construir um futuro.

A melhor resposta não é fazer alguém admitir que estava errado.

É chegar a um ponto em que a opinião dessa pessoa já não decide mais nada em você.

Envie este vídeo para alguém que precisa parar de construir olhando para trás.

25/07/2026

A gente costuma associar luxo a ter mais.

Mais opções.
Mais tecnologia.
Mais recursos.
Mais exclusividade.

Mas o relatório Horizontes 2026, da Fundação Dom Cabral em parceria com a Be Intelligence, apresenta uma reflexão que muda completamente essa lógica:

em uma vida cada vez mais acelerada, o tempo se tornou um dos nossos recursos mais valiosos.

E isso tem tudo a ver com marketing e experiência do cliente.

Porque toda empresa cobra dois preços:

o dinheiro que o cliente paga
e o tempo que ele precisa gastar para conseguir o que deseja.

Tempo esperando uma resposta.
Tempo tentando entender uma proposta confusa.
Tempo repetindo informações.
Tempo enfrentando burocracias que não deveriam existir.

Muitas empresas tentam parecer premium acrescentando etapas, possibilidades e elementos à experiência.

Mas talvez o verdadeiro premium esteja no caminho contrário:

simplif**ar, orientar, facilitar e resolver.

Às vezes, o cliente não troca sua empresa porque encontrou alguém mais barato.

Ele troca porque encontrou alguém mais simples, mais claro e mais fácil de lidar.

Por isso, f**a uma pergunta para todo empresário:

em quais momentos a sua empresa devolve tempo ao cliente — e em quais momentos ela rouba esse tempo?

Talvez o marketing mais inteligente não seja aquele que promete entregar mais coisas.

Seja aquele que demonstra mais respeito pela vida de quem compra.

Porque luxo não é apenas fazer o cliente sentir que recebeu mais.

É fazer ele sentir que recuperou um pouco da própria vida.

Envie este vídeo para alguém que precisa repensar a experiência que está oferecendo.

Nem todo cliente que paga vale a pena.Essa é uma das verdades mais difíceis de aceitar dentro de uma empresa.Porque, no ...
21/07/2026

Nem todo cliente que paga vale a pena.

Essa é uma das verdades mais difíceis de aceitar dentro de uma empresa.

Porque, no começo, parece uma conquista.

Entrou dinheiro.
Fechou contrato.
Aumentou o faturamento.
A equipe comemorou.

Mas só depois aparece o custo real.

O retrabalho.
As exceções.
As urgências fora do combinado.
A margem que desaparece.
A equipe que se desgasta.
O padrão que começa a cair.
A energia que deixa de ir para os projetos certos.

O cliente errado é perigoso justamente porque ele também paga.

E quando o dinheiro entra, muita empresa demora para perceber que aquela venda pode estar comprando problema.

Tem cliente que aumenta o faturamento, mas destrói a margem.

Tem cliente que ocupa a equipe, mas não gera evolução.

Tem cliente que força exceções até transformar o padrão em bagunça.

Tem cliente que parece oportunidade, mas ensina sua empresa a trabalhar do jeito errado.

Por isso, uma empresa madura não pergunta apenas:

“como vender mais?”

Ela também precisa perguntar:

“que tipo de cliente fortalece o negócio que queremos construir?”

Porque crescer não é aceitar todo dinheiro que aparece.

Crescer também é aprender quais clientes combinam com sua entrega, respeitam seus processos, valorizam seu trabalho e ajudam sua empresa a construir um futuro mais saudável.

No fim, não é sobre ter mais clientes.

É sobre ter os clientes certos.

Envie este post para um empresário que precisa refletir sobre isso.

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Brodowski, SP
14340-000

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