30/09/2026
A primeira visita à escola acontece no celular do pai.
Antes de mandar o primeiro “oi”, a família já passou por lá: buscou o nome, viu as fotos, rolou o perfil. O anúncio leva o pai até essa vitrine. Se ela parou em 2022, o anúncio pagou para mostrar isso.
De setembro a dezembro a escola m***a a campanha do ano que vem. Os seis pontos, na ordem em que a família vê, para conferir antes da verba:
1. Horário, telefone e endereço no Google. O horário é o deste ano? O telefone é o que alguém atende? O endereço leva ao portão certo?
2. As avaliações recentes. Elas têm resposta da escola? Avaliação sem resposta diz mais que a nota.
3. As fotos. São deste ano? Foto antiga conta que a escola parou no ano em que ela foi tirada.
4. O perfil. Os últimos posts mostram um dia de aula, ou só data comemorativa e fachada?
5. A promessa, em uma frase. Ela é a mesma na bio, no Google e no site? Três frases diferentes são três escolas.
6. O caminho para marcar a visita. Está escrito onde a família procura? Quantos toques até marcar?
A nossa parte: já aprovamos criativo de matrícula pela foto mais bonita da turma. Hoje a pergunta vem antes da foto: quem clicar no anúncio vai encontrar a mesma escola que ele mostrou? Se a vitrine desmente o anúncio, a família acredita na vitrine.
O anúncio traz o pai até a porta. A vitrine decide se ele entra.
Salva esse post e passa para quem cuida das redes da escola.