MidiaCruzada

MidiaCruzada Mídia Cruzada ou Crossmedia vem do inglês,significa “cruzar” ou “atravessar” a mídia. Planejamento de mídia Online e Offline é nosso Business Intelligence

Soluções Pensadas para você. Aqui a gente pensa fora da caixa
Quebramos a cabeça: pensamos, refletimos,
analisamos, pesquisamos, planejamos, testamos e não paramos até encontrar a solução perfeita para nossos clientes. Afinal, nosso maior objetivo é construir resultados para eles continuarem indo além.

Não, você não vende camisetas.Hoje no Shopping com minha esposa, ela ficou mega animada com viu a camiseta preta da foto...
13/05/2016

Não, você não vende camisetas.

Hoje no Shopping com minha esposa, ela ficou mega animada com viu a camiseta preta da foto abaixo.

É uma camiseta normal, preta. Algodão. Sem marca. Tudo para ser uma commodity, difícil e vender mais caro, não é?

Mas essa camiseta tinha algo diferente. Tinha uma frase em inglês “Orgulho de quem sou. Eu sou legal”. E várias pessoas olhavam não somente aquela camiseta, como várias outras com frases engraçadas ou de afirmação.

E bati uma foto dela e compartilho aqui, junto com a lição que podemos todos usar em nosso marketing.

O que isso tem a ver com você?

Essa loja não vende camisetas. Eles vendem algo muito mais valioso. Algo que todos precisamos, todos.

Eles vendem “validação”.

Seu cliente tem um jeito de pensar e olhar o mundo. Quando você deixa de vender somente um produto, e começa a vender um objeto de expressão que valida o jeito que ele pensa e ajuda ele a mostrar isso para o mundo exterior... aí sim, você esta no caminho certo.

A Harley Davidson não vende motos. Ela vende acesso um estilo de vida, aonde qualquer contador que passa a semana trabalhando atrás de uma mesa, quietinho, pode colocar uma jaqueta de couro e fazer pescoços virarem com o barulho do seu motor.

A Louis Vuitton não vende bolsas femininas. Ela vende o sorriso na cara das suas amigas, ou olhar de respeito (quase inveja) quando você entra em um lugar novo.

A Nike não vende tênis. Ela vende a sensação de você ser um atleta celebridade profissional, ao usar a mesma tecnologia que eles usam.

Quanto menos você vender o material físico do seu produto, e mais você oferecer uma validação da personalidade (algo totalmente intangível) através do seu produto… mais as pessoas estarão dispostas a pagar por ela.

E você? O que vende?

Quando você consegue adicionar personalidade ao que você vende, seja ele um curso, um serviço, um produto ou uma experiência… se ela tiver traços de personalidade que validem a personalidade que seu cliente sonha em ter.. bingo. Você esta no caminho certo.

Por isso lembre-se…Não. Você não vende (só) camisetas.

E você? Como pode adicionar personalidade ao seu produto?

Marque abaixo seu amigo que precisa ler este artigo

O que é bom deve ser dividido compartilhado

Como criar uma fanpage do zeroCriar uma fanpage de sucesso não é tão fácil quanto parece. Não basta apenas acessar uma r...
20/04/2016

Como criar uma fanpage do zero
Criar uma fanpage de sucesso não é tão fácil quanto parece. Não basta apenas acessar uma rede social qualquer e estruturar a página naquele ambiente digital.
Saiba mais com as nossas 10 dicas; http://www.midiacruzada.com/blog/31-como-criar-fanpage.html

O FUTURO DA MÍDIA ONLINETodos os dias empresas estão discutindo quais as melhores estratégias digitais para elevar suas ...
17/03/2016

O FUTURO DA MÍDIA ONLINE
Todos os dias empresas estão discutindo quais as melhores estratégias digitais para elevar suas vendas aumentar a audiência do seu site, o número de seguidores de sua Rede Social ou comentarem mais em seus blogs corporativos..

Dentre as estratégias digitais que as marcas buscam, mídia online e Redes Sociais estão entre as preferidas para atrair a audiência aos seus canais. Redes Sociais atraem audiência qualif**ada, enquanto mídia online atinge a massa. Será que essa teoria é real? É difícil cravar uma resposta para afirmar se isso é uma verdade absoluta, depende do mercado em que a marca está atuando.

Para algumas marcas em alguns segmentos se consegue um excelente resultado com a m´dia online outros com as redes sociais. E Qual é o segredo? Redes Sociais é preciso saber que o que as pessoas querem nas redes. Na minha opinião, relacionamento é a chave do sucesso nas redes.

Mas qual será o futuro dessas mídias? O banner vai morrer? Redes sociais vão substituir os sites corporativos? O YouTube vai substituir a TV? As rádios online vão substituir o rádio do carro? Eu não apostaria nisso, em 1950 disseram que a TV ia "matar" o rádio, não aconteceu até agora.

Primeiro passo para um exercício de futurologia é deixar de lado esse pensamento de que uma mídia vai matar a outra. Não vai.Em época de e-books, os livros venderam 10% a mais, os discos de vinil estão voltando com força e camisetas retrô de futebol viraram a nova mania entre as torcidas. Pronto, há sempre os tradicionais que querem o que estão acostumados. Segundo ponto, pensar nas evoluções das mídias. A tecnologia, pilar importante para o sucesso desses canais, está cada vez mais avançada, logo, vamos usar a nosso favor!!! O banner pode não dar mais o resultado de antes, mas e o DHTML com vídeo? Só fazer um post no Facebook pode não dar resultado, mas e o Social Game?

Para um terceiro e importante passo é pensar cada vez mais no “neo consumidor” e em todo o seu potencial de consumo, indicação, recomendação e críticas. Hoje, querendo a marca ou não, as pessoas estão construindo ou destruindo as marcas. 66% das pessoas comentam sobre uma compra nas redes. Uma compra positiva impacta 10, 20 pessoas. Uma negativa 100, 200 pessoas. Imagina na Inglaterra, onde 50% dos acessos a web vem do Facebook o que isso representa para uma marca? Compreendido isso, vamos entender a fundo o que, como, onde e por que as pessoas se relacionam com uma marca ou por que interagem com um banner.

A internet está ai. Cada dia mais presente na vida das pessoas. Se você como marca quer se relacionar com essas pessoas, esteja atento para a Internet. Se você não está, seu concorrente está.

Como uma publicação pessoal no Facebook sacudiu a indústria de alimentos do Canadá e que lições tirar dessa históriaFern...
16/03/2016

Como uma publicação pessoal no Facebook sacudiu a indústria de alimentos do Canadá e que lições tirar dessa história

Fernandez publicou, em 23 de fevereiro, a foto de um pote de catchup da marca French's. Elogiou seu sabor e comentou que o produto era livre de conservantes. Mas, mais importante, ressaltou que se tratava de um catchup fabricado com tomates cultivados por agricultores canadenses, citando que a Heinz, marca mais conhecida do segmento, havia fechado sua fábrica na cidade de Leamington, deixando 740 pessoas desempregadas. Brian concluiu seu post dando um singelo adeus à marca que antes consumia:

"Bye. Bye. Heinz."
O relato de Brian tomou rumos inesperados para alguém que não possuía uma rede expressiva de contatos online: em apenas três dias, seu post recebeu mais de 102 mil compartilhamentos no Facebook e inspirou diversas campanhas online de boicote aos produtos da Heinz. A repercussão nas redes sociais também fez com que sua postagem chamasse a atenção da mídia: até o presente momento, mais de 200 jornais, sites e blogs reverberaram a história. O resultado foi um impacto imediato nas vendas da French's: os estoques do seu catchup simplesmente acabaram em diversos supermercados canadenses.

A história de Brian, que já tem sido reconhecido nas ruas de sua cidade como "the ketchup guy", acaba por valer algumas reflexões a respeito de toda a repercussão catalisada pelas mídias sociais:

1. A capacidade de influenciar independe de números quantitativos.
A rede de contatos de Fernandez no Facebook é constituída por pouco mais de 400 pessoas; se dependesse só desses números, ele jamais seria considerado um influenciador. Porém, graças à relevância dos conteúdos que compartilhou, criou uma mensagem que se alastrou feito fogo em palha seca nas mídias sociais.

2. A criação de um conteúdo relevante passa por uma boa pesquisa de informações
Em entrevista que concedeu ao jornal National Post, Brian comentou que, ao encontrar catchups da marca French’s - muito mais conhecida por suas mostardas - em um supermercado, ficou curioso e decidiu fazer uma pesquisa na internet a fim de saber se valeria experimentar a novidade, já que sempre comprava catchups da Heinz. Foi aí que descobriu que a Heinz havia fechado sua fábrica em Leamington, no interior de Ontario, desempregando 740 pessoas. E que a French's assumiu posteriormente essa mesma fábrica, produzindo seus catchups com tomates cultivados no Canadá. Se Brian não tivesse feito essa pesquisa, não teria se deparado com estas informações nem escrito o post que acabou por ganhar repercussão mundial.

3. Na era das mídias sociais, pessoas consideram mais a voz de um consumidor do que de corporações ou instituições tradicionais
A notícia de que a French's começou a produzir catchups feitos com tomates canadenses foi veiculada em janeiro deste ano e anunciada tanto na mídia como no site da empresa. No entanto, só teve impacto real nas vendas graças a um post no Facebook publicado por um consumidor comum.

4. Toda empresa precisa ter uma estratégia de comunicação digital para gerenciamento de crises
Não foi uma matéria de TV ou reportagem de revista que fez com que fosse deflagrada por todo o Canadá uma campanha de boicote aos produtos da marca Heinz. Foi a internet, com seu poder de disseminação viral, que tem causado prejuízos sérios à imagem da Heinz no país.

O pior é que o problema não foi de falta de tempo para planejar ações. Afinal, a fábrica da Heinz em Leamington, inaugurada em 1909, foi fechada em junho de 2014. E, enquanto o prejuízo em redes sociais se alastra desde o final de fevereiro, até agora nem o site da marca nem sua fanpage canadense se manifestaram. Foi o prefeito de Leamington, John Paterson, que precisou declarar que, apesar de ter descontinuado sua produção de catchups, a Heinz ainda ajuda a manter cerca de 400 empregos na cidade através da fabricação de outros itens da marca, como vinagre, suco de tomate e molho de macarrão.

É difícil entender como uma marca do porte da Heinz não se preocupou em sequer colocar em prática algum plano de gerenciamento de crises. E justamente no Canadá, país no qual está presente há 105 anos e que apresenta o segundo maior consumo per capita de catchups no mundo.

5. Monitoramento online é o mínimo que uma empresa precisa fazer na internet
Não, uma empresa não precisa estar em todas as redes sociais criando perfis oficiais em sites e aplicativos como LinkedIn, Snapchat, Twitter ou Facebook. Suas estratégias em mídias sociais dependerão do seu ramo de atuação, do público-alvo de suas marcas e serviços e da adequação de acordo com a sua missão e valores corporativos. Porém, em um cenário no qual seus clientes e consumidores em potencial participam ativamente da grande conversa de mesa de bar das redes sociais, compartilhando críticas, sugestões e elogios referentes aos produtos e marcas que consomem, é cada vez mais importante aproveitar todo esse manancial de informações, especialmente nestes tempos de big data.

Uma marca como a Heinz, que está bombando negativamente no boca a boca online, precisava no mínimo acompanhar as repercussões do post de Brian e dar uma resposta às campanhas online de boicote dos seus produtos, em vez de se omitir esperando que surjam espontaneamente manifestações como a do prefeito de Leamington.

Mídia é também a arte de questionarHoje vamos falar de mídia online. O mau uso da internet em planejamentos de mídia onl...
14/03/2016

Mídia é também a arte de questionar

Hoje vamos falar de mídia online. O mau uso da internet em planejamentos de mídia online pode frustrar anunciantes de primeira viagem.

Ao escolher a mídia online como parte do business plan do nosso cliente, temos que ter cuidado.

Alguns quesitos como métricas e segmentação são oferecidos no mundo online e podem e devem ser usados, porém com moderação!

Não são poucos os casos de clientes que ao se “animarem” com a segmentação da mídia online, esquecem o todo.

Não é porque tenho problemas de peso que só me interesso por conteúdo relacionado a saúde, eu também faço compras online, acompanho meu extrato do banco, escuto música e vejo vídeos no youtube.

Outro erro frequente é a questão de métricas, novamente, veja o todo e não só o parcial.

Em mídia online de que vale levar um milhão de visitantes ao site do cliente e não gerar conversões?

Average time e páginas vistas por usuários devem ser levados em conta nas análises via Google Analytics.

Não acredite em tudo que ouve, um bom plano de mídia online se faz com alcance e frequência, criatividade e por que não um pouco de ousadia.

Criatividade ao negociar mídia online, sim isso é possível

Horário comercial é horário premium na internet, porém após as 18:00 h, é provável que você conquiste maiores conversões já que encontramos um internauta mais relaxado em sua navegação. Tudo depende do que você tem a oferecer e a quem…

Vamos testar, ousar e criar, aprendemos com os varejistas, grandes negociadores de mídia online. Eles testam absolutamente tudo, pois precisam pulverizar suas ofertas.

Um consumidor disposto a investir pode estar em qualquer lugar da web (sem esquecer de que o ROI é o “Rei”).

É comum ouvir também que clientes querem estar onde a concorrência está, se você meu cliente tem bala na agulha pra brigar, vamos em frente…

Caso contrário, vamos inovar, vamos impactar esse mesmo usuário em um canal não tão óbvio para seu produto, mas que tenha afinidade com o target proposto e você verá sua campanha deslanchar.

A gente conversa com amigos, faz pesquisas ainda que minimalistas, o que é óbvio pra nos profissionais de marketing pode não ser, justamente pra quem mais importa, o seu consumidor.

11/03/2016

A PUBLICIDADE EM TEMPOS DE CRISE ECONOMICA
Há vários comportamentos conhecidos, mas o mais tradicional é o do chamado “pé no freio”, onde tudo é suspenso e tudo deixa de ser feito em nome da economia que, julga-se, seja necessária neste momento.
Creio que todo vem acompanhando as notícias sobre o atual panorama político e econômico do nosso país e, desde já, deixo claro que nosso objetivo neste texto não é expor nossa opinião sobre isso; portanto, segurem suas pedras. Em tempos de uma visível e emergente crise econômica, nos perguntamos: é hora das empresas investirem em publicidade ou de tirar o pé do acelerador?
A situação não é das mais animadoras, temos que admitir; no entanto, há muitas variáveis a serem consideradas ao analisar o investimento (ou não) em publicidade por parte das empresas. O momento, apesar de difícil, pode se apresentar como uma boa oportunidade de se destacar no mercado. Apresentando diferenciais e sabendo exatamente onde e como investir, a empresa, com a “crise” (e não sem ela), pode se estabelecer diante dos consumidores.
Há diversas mídias que podem ser analisadas e consideradas neste momento. É preciso dosar, de forma cuidadosa, o custo de investimento em cada mídia e o seu possível retorno. Ainda, é válido ressaltar que pode ser, sim, um bom momento para se aplicar em publicidade; no entanto, se faz necessário analisar cada passo a ser dado.
Por outro lado, há quem seja mais cauteloso e prefira se resguardar nesse momento. Quem opta por esse lado, precisa estar ciente de que ao mesmo tempo em que está poupando, está correndo o risco de cair no esquecimento na hora da escolha dos consumidores. Estamos cientes de que, na crise, a publicidade, geralmente, é a primeira verba a ser cortada.
É aí que entra o papel de uma empresa de publicidade séria e confiável. É essa empresa especializada e preparada que, junto com você, analisará quais são as melhores apostas para investir. É ela que criará a sua comunicação, transmitindo com clareza e de forma objetiva a sua informação. É este empresa que apresentará um plano de mídia com orçamentos de bons fornecedores, garantindo a qualidade da sua comunicação. Resumindo: é ela que poderá, com maior exatidão e excelência, abrir oportunidades de negócio em tempos de crise.
Desta forma f**ará mais fácil para a sua empresa ver uma oportunidade mesmo na adversidade. Agora, está em suas mãos: você pode passar a crise no escuro ou se tornar a marca lembrada pelo seu consumidor… e aí, o que vai ser?

03/03/2016

A Publicidade e o Planejamento de Mídia

Quando pensamos em publicidade é fácil imaginar um grupo de pessoas criativas, reunidas em torno de uma mesa, fazendo desenhos e escrevendo, procurando pelo tão esperado insight que renderá uma campanha digna de prêmios.

O que nem sempre imaginamos é que, por trás dos insights e das boas ideias, não existem apenas os profissionais da criação. E que a publicidade, de maneira alguma, se restringe às funções do diretor de arte e do redator. Ela vai muito além.

Parte desse grande processo da publicidade é o chamado Planejamento de Mídia. E mais do que importante, ele é fundamental para o sucesso de qualquer campanha de comunicação.

O que é o Planejamento de Mídia?

Planejamento está relacionado com a elaboração de estratégias para alcançar determinado objetivo. O Planejamento de Mídia, por sua vez, prevê a utilização dessas estratégias para escolher os melhores meios e os melhores veículos para divulgação de uma campanha publicitária.

Escolher a mídia certa ajuda a economizar

A realidade é que todo mundo prefere ver sua campanha veiculada em todas as mídias, nos horários mais nobres e durante um período grande o suficiente para a mensagem marcar presença. Acontece que isso é praticamente impossível. Primeiro, porque veicular campanhas custa caro. E na maioria das vezes, não temos tanto dinheiro para investir. Segundo, porque o excesso de propaganda pode prejudicar tanto quanto sua ausência.

A solução, então, é escolher a mídia certa. E é aí que entra o papel do Planejamento de Mídia. Um bom plano de mídia evita gastos desnecessários com mídias que para sua marca não são tão relevantes. E também vai indicar quais são as mídias essenciais para divulgação da sua campanha.

Com quantas pessoas queremos falar?

A primeira pergunta que devemos fazer para iniciar o plano de mídia. Ela ajuda a definir as dimensões do público alvo de sua marca. Trata-se do alcance ou da cobertura necessária para sua campanha. Por exemplo, a campanha será divulgada no Brasil? Em que região? Vai ser no sudeste? Em Belo Horizonte?

Quantas vezes o público precisa estabelecer contato com sua marca?

Aqui tratamos da frequência de divulgação da campanha. E a pergunta é bem simples: quantas vezes ao dia a campanha será veiculada? Quais são os melhores horários para atingir o público alvo?

Por quanto tempo o público precisa estabelecer este contato com sua marca?

Por fim, definimos a continuidade da campanha. Trata-se do período de tempo que ela deverá permanecer em circulação para garantir sua efetividade. Uma semana? Um mês? Um trimestre?

O Plano de Mídia gira, basicamente, em torno dessas três perguntas. E elas, por sua vez, dependem do público alvo da marca. É para ele que vamos nos dirigir, então são seus hábitos de consumo midiático que devemos levar em consideração. Por exemplo, de nada adianta veicular um comercial de TV às 20 horas se o público alvo da sua marca assiste TV às 9 horas. Ou então, não adianta adotar o jornal X, se o público da sua marca prefere o jornal Y. E assim vai.

Então, você já sabe: Planejamento de Mídia e Criação devem andar sempre juntos. Uma boa ideia depende de criatividade. Mas a criatividade não resolve se não alcançar quem realmente importa. Por isso, f**a a dica para você que quer o sucesso da sua campanha.

Neste caminho a Midia Cruzada pode te ajudar....

21/01/2016

POR QUE USAR INBOUND MARKETING NO SETOR EDUCACIONAL?
Listamos aqui algumas das principais vantagens de você
ter uma estratégia de Inbound Marketing bem estruturada:
1) Maior assertividade na hora de captar alunos, pois o Inbound Marketing atinge a pessoa certa, no momento certo, isto é, quando ela está procurando por seus serviços educacionais;
2) Posicionamento e visibilidade para sua marca por meio dos conteúdos de alto valor e a escalabilidade da estratégia;
3) Equipe de vendas focada no fechamento de matrículas, pois todo o processo de atração, conversão e fidelização é feito pelo marketing;
4) Relacionamento com o cliente f**a fortalecido, pois você demonstra estar preocupado não só com as conversões, mas com a geração de valor para o seu público
5) Retorno sobre o investimento (ROI) muito maior do que as estratégias de outbound marketing ou marketing tradicional.
6) Fluxo constante de leads qualif**adas, já que seus conteúdos f**am à disposição de qualquer pessoa, a qualquer momento;
7) Resultados completamente mensuráveis, o que permite
maior agilidade no momento de mudar as estratégias, diversif**ar os conteúdos e gerar ainda mais valor para sua instituição de ensino;
8) Aumento no número de matrículas, uma vez que candidatos bem informados tomam suas decisões com mais certeza e agilidade;
9) Credibilidade e confiança no mercado, devido ao conhecimento que você compartilha

Vantagens não faltam para que você comece a usar o Inbound Marketing hoje mesmo, mas não precisa se desfazer das suas estratégias atuais

INBOUND + OUTBOUND: UMA DUPLA DE SUCESSO
Não é porque o Inbound Marketing está invadindo o
setor educacional que você deve deixar as estratégias
de Marketing que já utiliza de lado, afinal seu público já
está acostumado a ver sua marca por aí em outros meios
e você já vêm obtendo resultados com estas estratégias.
O negócio aqui é aliar essas duas vertentes do Marketing
para alavancar de vez suas matrículas e engajar seu
público como nunca.

EXPANDA A CONSCIÊNCIA SOBRE A SUA MARCA
Se você já possui uma boa reputação no seu mercado, leve essa impressão positiva para o ambiente online e expanda a visibilidade da sua marca para outras localidades.
Colete depoimentos dos seus alunos e exalunos e divulgue no seu site; vá em busca de cases de sucesso de ex-alunos e mostre como sua instituição de ensino mudou a vida deles; crie conteúdo de valor para que mais e mais pessoas compartilhem e
contribuem para aumentar o alcance das suas estratégias de Marketing.
AUMENTE SEU NÚMERO DE ALUNOS
A concorrência no setor educacional é enorme e você sabe disso, então aproveite o potencial do Inbound Marketing para
aumentar ainda mais o número de alunos da sua instituição. Pode ser que nem todo mundo passe pelos locais onde estão seus outdoors, nem todo mundo ouça a rádio onde você anuncia, mas, certamente, seu público está online e atento a conteúdos que realmente fazem a diferença.
PERSONALIZE SEUS RELACIONAMENTOS
Cada pessoa tem suas próprias características, dificuldades, problemas, necessidades, desejos e ambições. Mas segmentar o Outbound Marketing a esse ponto é praticamente impossível devido ao custo, o que coloca o Inbound Marketing como uma opção atrativa para que você crie relacionamentos únicos com suas leads, alunos e ex-alunos.
É com o Inbound que você constrói uma
consciência maior de quem é o seu aluno
e do que ele precisa, portanto colete os
dados online, defina suas personas e utilize
esse conhecimento para explorar ainda mais
seu Outbound e seu Inbound Marketing em
favor da sua instituição de ensino

23/11/2015

Enfim, Como fazer Marketing de Conteúdo

A expressão “Marketing de Conteúdo” surgiu justamente pela percepção do mercado a respeito das novas demandas do consumidor. Era preciso pensar e colocar em prática formas melhores de aproximação e de criação de fidelidade, porque as velhas estratégias, sozinhas, já não estavam satisfazendo. O consumidor, imerso na cibercultura, queria algo a mais.

Sendo assim, apesar de algumas marcas já empreenderem táticas dignas do que hoje chamamos de Marketing de Conteúdo antes do nome ser criado, o termo e as discussões sobre o conceito exato começaram com o pessoal da Junta 42, que depois formou o Content Marketing Institute.

De acordo com os criadores da expressão, portanto, Marketing de Conteúdo é, em resumo: Criar e distribuir, através de diversos canais de comunicação, conteúdo relevante e valioso como forma de atrair, conquistar e envolver um público-alvo.

Dito isso, vamos deixar claro 5 pressupostos fundamentais do Marketing de Conteúdo:

Fazer Marketing de Conteúdo é transformar a sua marca em uma fonte de conhecimento relevante para o consumidor.
Fazer Marketing de Conteúdo é conhecer onde o seu público procura INFORMAÇÃO e estar lá com o que ele precisa.
Fazer Marketing de Conteúdo é compreender que os consumidores nunca foram nem estão preocupados ou interessados em sua marca. Eles estão preocupados com as suas próprias vontades e objetivos de vida. Mas se você providenciar para este consumidor tudo o que ele precisa para alcançar estes desejos, então ele pode começar a prestar atenção em você.
Fazer Marketing de Conteúdo é estar presente no processo de compra do consumidor de forma a oferecer exatamente o que ele precisa saber em cada etapa de sua decisão.
Fazer Marketing de Conteúdo é construir um relacionamento confiável com o consumidor inclusive no pós-compra, para que ele saiba que a sua marca é o melhor lugar para recorrer quando for necessário resolver um problema ou no caso de surgir algum novo interesse.

Sabendo disso, vamos partir para tudo o que o Marketing de Conteúdo NÃO é:

Marketing de Conteúdo NÃO está restrito ao online. Apesar da expressão ter surgido e ganhado força na era da internet, as estratégias de Marketing de Conteúdo devem englobar todo e qualquer canal de comunicação que sirva para engajar e atrair o consumidor. Ou seja, é possível fazer Marketing de Conteúdo com revistas impressas, no marketing direto, com televisão etc.
Fazer Marketing de Conteúdo NÃO é só produzir material interessante aleatório. Engloba planejamento estratégico, criação e distribuição de conteúdo, além do estabelecimento de métricas para todos os estágios do processo de compra.
Marketing de Conteúdo não acaba na geração de leads de qualidade. Apesar de se preocupar em conhecer e atender a estes leads, o Marketing de Conteúdo vai mais além e chega até aos serviços de atendimento ao consumidor. Por exemplo, como pensar em conteúdo relevante que transcenda o “Manual de Funcionamento” ou as “Perguntas Frequentes”?

Este último tópico nos leva ao INBOUND MARKETING

06/11/2015

AFINAL O QUE É INBOUND MARLETING?
A definição de Inbound Marketing que merece a citação (e que mais fez sentido para mim) pode ser considerado qualquer tática de marketing que se baseia em ganhar o interesse das pessoas ao invés de comprá-lo.
Muitas das definições vistas por aí falam que o Inbound Marketing tem como pilar três vertentes: SEO, conteúdo e mídias sociais. Limitar o Inbound Marketing a três pilares é o pior que se pode fazer. O limite do Inbound Marketing, na maioria dos casos, é sua criatividade.
Como funciona o Inbound Marketing
Um dos princípios do Inbound Marketing é transformar estranhos em leads, leads em clientes e clientes em divulgadores. Para este grande desafio existe uma metodologia específ**a:
Há três itens que torna o Inbound Marketing o tipo de marketing que as pessoas amam:
1. Lugar
2. Tempo
3. Conteúdo
Quando entregamos o conteúdo certo, no momento certo e no lugar certo, as pessoas recebem muito melhor a informação. Quando você recebe um e-mail de uma marca que você nem ao menos visitou o site, você geralmente deleta ou envia para o spam. Seria completamente diferente se você pesquisasse no Google sobre tipos de pisada, para comprar um tênis de corrida, e aí encontrasse um e-book gratuito em uma loja online sobre o assunto. Cinco dias após baixar o e-book, você recebe um e-mail perguntando o que você achou do conteúdo divulgado, e ainda no e-mail você também recebe uma dica, em forma de infográfico, sobre os tipos de pisadas e os tênis recomendados para cada uma delas.
Para fazer isso é preciso compreender – e trabalhar – cinco princípios importantes:
Marketing de Conteúdo: é preciso produzir conteúdos que sejam direcionados para as pessoas certas. Para isso é preciso definir as pessoas que irão comprar de você e que tipo de conteúdo ela consome, como e onde ela consome esse conteúdo.
Ciclo de compra: ao definir seu público alvo é preciso criar um ciclo de compra para cada uma delas. Para fazer com que estranhos se tornem clientes é necessário entender que cada um deles passa por um processo até concluir a compra. Entender esse ciclo e interagir com ele no status que ele se encontra é essencial para que ele avance no chamado “funil de conversão”.
Personalização: quanto mais você sabe sobre os seus leads, mais você consegue interagir com eles no momento certo e com o conteúdo que eles realmente gostariam de receber, tratando cada um de maneira individual sobre os seus anseios e questionamentos quanto ao seu produto ou serviço.
Multicanais: Interagir com pessoas nos momentos certos é saber que essa interação pode vir de vários lugares. O usuário de internet hoje passa bastante tempo no Facebook, procura diariamente no Google, lê blogs de seu interesse, etc. É importante entender quais os canais necessários para alcançar as pessoas certas e gerar os leads certos.
Integração: para o planejamento sair “redondo” é necessária uma integração de tudo isso. Todo conteúdo divulgado precisa ser mensurado e analisado com precisão para que a personalização seja mais eficiente.

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