21/09/2017
TRABALHAREI, TRABALHAREI, TRABALHAREI
“Um dia virá em que todos saberão o porquê de tudo isso, por que tanto sofrimento e não haverá mais mistérios. Mas enquanto esperamos, é preciso viver. É preciso trabalhar, somente trabalhar. É outono, logo o inverno chegará e a neve cobrirá tudo e eu trabalharei, trabalharei, trabalharei..”.
Essa fala de Irma, personagem de Analu Prestes montagem histórica do Teatro Oficina de ‘As Três Irmãs’, de Tchekhov, dirigida por José Celso Martinez Côrrea, continua atual. Tão necessária que faz parte do texto de NADA, que, apesar de ter como base os textos curtos ‘O Canto do Cisne’ e ‘Malefícios do Tabaco’, também pinça trechos de ‘A Gaivota’, ‘Tio Vânia’ e ‘As Três Irmãs’, todos do autor russo.
Em NADA, Analu Prestes é às vezes Irma e quase todo o tempo Vassil Vassílitch, um velho ator que não quer voltar para casa e encarar a sua solidão. As memórias de Vassil, Nikítuchka, Irma, Helena, Analu, Clarisse Derzié Luz e Gilberto Gawronski se costuram neste espetáculo que homenageia o fazer teatral. Analu, Clarisse e Gilberto seguiram o mote de Tchekhov e montaram a peça sem patrocínio para homenagear o fazer teatral e as suas memórias e histórias de vida e de cena.
Aguardamos vocês para a última semana de NADA em cartaz no Rio – sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 19h30, no Teatro Laura Alvim – Av. Vieira Souto, 176, Ipanema, com ingressos promocionais a R$ 10, cada.
Venham todos!
Foto de cena de ‘As Três Irmãs’ (1986), de E. Tavares;
Foto de cena de NADA (2017), de Ricardo Brajterman.
TRABALHAREI, TRABALHAREI, TRABALHAREI
“Um dia virá em que todos saberão o porquê de tudo isso, por que tanto sofrimento e não haverá mais mistérios. Mas enquanto esperamos, é preciso viver. É preciso trabalhar, somente trabalhar. É outono, logo o inverno chegará e a neve cobrirá tudo e eu trabalharei, trabalharei, trabalharei..”.
Essa fala de Irma, personagem de Analu Prestes montagem histórica do Teatro Oficina de ‘As Três Irmãs’, de Tchekhov, dirigida por José Celso Martinez Côrrea, continua atual. Tão necessária que faz parte do texto de NADA, que, apesar de ter como base os textos curtos ‘O Canto do Cisne’ e ‘Malefícios do Tabaco’, também pinça trechos de ‘A Gaivota’, ‘Tio Vânia’ e ‘As Três Irmãs’, todos do autor russo.
Em NADA, Analu Prestes é às vezes Irma e quase todo o tempo Vassil Vassílitch, um velho ator que não quer voltar para casa e encarar a sua solidão. As memórias de Vassil, Nikítuchka, Irma, Helena, Analu, Clarisse Derzié Luz e Gilberto Gawronski se costuram neste espetáculo que homenageia o fazer teatral. Analu, Clarisse e Gilberto seguiram o mote de Tchekhov e montaram a peça sem patrocínio para homenagear o fazer teatral e as suas memórias e histórias de vida e de cena.
Aguardamos vocês para a última semana de NADA em cartaz no Rio – sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 19h30, no Teatro Laura Alvim – Av. Vieira Souto, 176, Ipanema, com ingressos promocionais a R$ 10, cada.
Venham todos! Somente até 24 de setembro!
Foto de cena de ‘As Três Irmãs’ (1986), de E. Tavares;
Foto de cena de NADA (2017), de Ricardo Brajterman.