Transparência Mangueira

Transparência Mangueira Não praticamos difamação, boato ou ataque pessoal; praticamos fiscalização baseada em evidências.

A Transparência Mangueira é um espaço concebido como um campo de aprendizagem coletiva, destinado a promover uma nova cultura institucional na Estação Primeira de Mangueira, baseada na rotina da clareza, do acesso à informação e da formação cidadã. A página Transparência Mangueira é um espaço público de participação popular, controle social e defesa do direito à verdade administrativa na Estação P

rimeira de Mangueira. Somos um coletivo cívico independente, formado por mangueirenses, sócios, componentes, torcedores, pesquisadores e cidadãos comprometidos com a democracia interna, a integridade institucional e a preservação da Mangueira como patrimônio cultural, histórico, político e social do povo brasileiro. Atuamos como observatório de governança e fiscalização cidadã, sem vinculação partidária ou alinhamento a grupos internos, orientados exclusivamente por dados, documentos, fundamentos legais e princípios republicanos. Nossa atuação parte do entendimento de que a informação produzida por uma instituição que administra patrimônio simbólico, recursos públicos, incentivos culturais e receitas próprias não pertence a dirigentes ou grupos circunstanciais, mas à comunidade que sustenta, constrói e legitima a escola ao longo de quase um século de história. Defendemos a transparência como regra e o sigilo como exceção, o cumprimento rigoroso do Estatuto Social, da Constituição Federal e das legislações aplicáveis ao fomento cultural, bem como a segregação de funções, a impessoalidade administrativa e a prevenção de conflitos de interesse. Esta página existe para tornar compreensível o que muitas vezes é deliberadamente opaco, traduzindo relatórios, contratos, prestações de contas, fluxos financeiros e decisões administrativas em linguagem acessível, sem abrir mão do rigor técnico. Publicamos análises fundamentadas, pedidos formais de esclarecimento, notas técnicas e documentos de interesse público, sempre com responsabilidade, proteção de dados pessoais e compromisso ético com as fontes. A Transparência Mangueira nasce da convicção de que a grandeza cultural da Estação Primeira exige excelência administrativa à mesma altura. Silenciar a Mangueira é negar sua história de luta, democracia e enfrentamento. Tornar a Mangueira transparente é honrar seu legado, fortalecer sua legitimidade e garantir que ela continue servindo à sua comunidade, e não a interesses privados. Aqui, a Mangueira fala com documentos, memória, responsabilidade e verdade.

17/05/2026

A prisão do carnavalesco da Mangueira do Amanhã, Leonardo Soares, conforme divulgado pela página Fofoca Carnaval, em operação policial que investiga uma quadrilha especializada em roubos a casas de luxo na Zona Sul do Rio de Janeiro, reforça um debate que o Coletivo Transparência Mangueira faz há meses: a urgente necessidade de implementação de uma política séria de compliance, integridade e governança institucional na Estação Primeira.

É fundamental registrar que os fatos investigados dizem respeito exclusivamente à esfera individual da pessoa física do investigado, não possuindo relação com os quase 40 anos de história, atuação cultural e trabalho social da Mangueira do Amanhã. Porém, episódios desta natureza inevitavelmente produzem impactos reputacionais na instituição.

A ausência de mecanismos internos de integridade, prevenção de riscos, controle ético e canais independentes de denúncia é responsabilidade da atual gestão presidida por Guanayra Firmino dos Santos, que há três anos não adota medidas estruturantes capazes de reduzir vulnerabilidades administrativas, éticas e institucionais.

Uma política efetiva de compliance exigiria maior rigor sobre conflitos de interesse, critérios de contratação, gestão de recursos públicos, conduta ética de dirigentes e prevenção de práticas incompatíveis com a moralidade administrativa e a transparência.

Também ampliaria os mecanismos de fiscalização sobre contratos sem assinatura, tomadas de preço com empresas de situação cadastral irregular, documentos inconsistentes, nomeações de familiares em projetos financiados com recursos públicos e demais denúncias já tornadas públicas.

Uma Ouvidoria independente, um Conselho de Ética autônomo e um programa permanente de compliance poderiam proteger a instituição, seus trabalhadores, profissionais do barracão e a comunidade mangueirense de crises éticas e institucionais.

Nós, do Coletivo Transparência Mangueira, não temos dúvidas de que uma Política de Compliance é urgente para a Estação Primeira de Mangueira. Contudo, entendemos que a atual gestão perdeu as condições morais, éticas e polí

A negação da realidade virou método. Diante de denúncias objetivas, com valores, contratos e indícios documentais, a res...
15/05/2026

A negação da realidade virou método. Diante de denúncias objetivas, com valores, contratos e indícios documentais, a resposta é sempre a mesma: silêncio, vitimização ou tentativa de inverter o debate. Quando se pergunta sobre van de R$ 80 mil, computadores por R$ 84 mil e câmeras por R$ 96 mil, ninguém explica. Quando se questiona contratação de familiares, a resposta não é transparência: é acusação. Quando se aponta que a memória de mulheres negras pode ter sido prejudicada por uma execução irregular, tentam transformar cobrança pública em ataque pessoal.

Mangueira não é propriedade privada. Mangueira não é escudo para silêncio administrativo. Mangueira não pode ser usada como fantasia para esconder contrato mal explicado, projeto não entregue e CNPJ ameaçado pela inadimplência.

Quem não deve, explica. Quem respeita o povo, presta contas. Quem administra recurso público, abre documentos. O resto é teatro.

Fora Guanayra. Impeachment já. A Mangueira exige verdade, respeito e gestão séria.

“Amigo é coisa pra se guardar…”E foi assim durante algum tempo. 1️⃣ Abraços. Sorrisos. Fotos lado a lado. Defesa pública...
12/05/2026

“Amigo é coisa pra se guardar…”

E foi assim durante algum tempo.

1️⃣ Abraços. Sorrisos. Fotos lado a lado. Defesa pública. Aliança estratégica. União política. Confiança absoluta. Junior Mangueira e Guanayra Firmino pareciam inseparáveis.

2️⃣ Nos bastidores da Estação Primeira de Mangueira, eram apresentados como parceiros de caminhada, aliados de gestão e companheiros de projeto político. Uma amizade “sem limites”.

3️⃣ Foram além da amizade e viraram sócios no mesmo negócio. Júnior garantiu a reeleição de Guanayra e ela a ele prometeu a presidência, a partir de 2029. Venderam a ideia de unanimidade absoluta, como se não existisse divergência, oposição ou qualquer possibilidade de construção democrática dentro da escola.

4️⃣ A narrativa da “chapa única” foi transformada em símbolo de força e estabilidade, quando, na prática, servia também para consolidar poder, controlar estruturas internas e afastar vozes críticas.

5️⃣ Em nome dessa unidade artificial, alianças foram costuradas, interesses foram acomodados e a ilusão de consenso passou a ser utilizada como ferramenta política.

6️⃣ Mas eis que a própria história resolveu atravessar a avenida.

7️⃣ Segundo matéria publicada pelo site Tempo Real, Junior teria atuado, ao lado de um ex-diretor da escola, na criação de perfis utilizados para atacar a gestão de Guanayra nas redes sociais. As páginas já vinham causando tensão interna antes mesmo do carnaval.

8️⃣ A presidenta respondeu publicamente, afirmou que levará o caso à Justiça e declarou que todos os responsáveis pelas acusações serão responsabilizados.

9️⃣ Júnior e Guanayra formaram uma aliança que impediu diversas pré-candidaturas. Júnior seria o Vice-presidente. Foi denunciado e Moacyr pediu auxílio e recebeu. A sentença: Júnior não poderá ser, não tem 4 anos de sócios. Quem tentou sair candidato pela oposição foi convidado a se retirar um a um. No final quem insistiu teve os seus direitos políticos mangueirense SEQUESTRADOS pela ação dos dois grandes amigos.

1️⃣0️⃣ Essa amizade que permitiu que uma presidente que sequer balanço de gestão continuasse. O golpismo é fruto do desvio de caráter de quem os comete.

A Controladoria-Geral da União reclassificou como denúncia uma manifestação apresentada pelo Coletivo Transparência Mang...
12/05/2026

A Controladoria-Geral da União reclassificou como denúncia uma manifestação apresentada pelo Coletivo Transparência Mangueira, inicialmente registrada como pedido de acesso à informação, envolvendo a reunião realizada em Brasília, em 18 de março de 2026, entre Marcelo Freixo, então presidente da Embratur, Guanayra Firmino dos Santos, presidenta da Estação Primeira de Mangueira, e o empresário, Armando de Brito Antunes Lito do Nascimento, vice-presidente financeiro da agremiação.

O caso trata de questões sensíveis de interesse público: transparência de agenda oficial, possível conflito de interesses, deveres de cautela institucional e execução de recursos federais vinculados ao Termo de Fomento nº 941311/2023, no valor de R$ 1,14 milhão, destinado ao projeto “Estação Primeira de Mangueira: Ancestralidade, Memória e o Poder Feminino em sua história”.

A reclassif**ação não representa condenação ou conclusão definitiva de irregularidade, mas indica que os elementos apresentados foram considerados compatíveis com matéria de possível apuração administrativa. O projeto citado já é objeto de questionamentos sobre execução, contratos, pagamentos, notas fiscais, comprovação documental, metas culturais e prestação de contas.

Em outra frente, a Comissão de Ética do Ministério da Saúde também analisa denúncia envolvendo Guanayra Firmino dos Santos, servidora pública federal, diante de possível incompatibilidade entre sua jornada funcional de 40 horas semanais e sua atuação pública e continuada à frente da Mangueira.

Para o Coletivo Transparência Mangueira, fiscalizar não é atacar a escola. É proteger sua história, sua memória, sua democracia interna e o patrimônio cultural construído pela comunidade mangueirense ao longo de quase um século.

As denúncias são baseadas em documentos, registros públicos, sistemas oficiais, pedidos de acesso à informação, processos administrativos e demais elementos verificáveis. Cabe agora aos órgãos competentes apurar os fatos com rigor, transparência e responsabilidade institucional.

25 violões por R$ 165 mil reais. Este foi o valor pago pela gestão Guanayra Firmino dos Santos, pasmem pelo aluguel de 2...
11/05/2026

25 violões por R$ 165 mil reais. Este foi o valor pago pela gestão Guanayra Firmino dos Santos, pasmem pelo aluguel de 25 violões.

Em matéria do toda o contrato firmado com a empresa Dias Moreira Construções é percorrido, desde a licitação até os pagamentos.

Não há Nota Fiscal há uma fatura utilizada como instrumento fiscal. A empresa .co segundo os documentos teria enviado proposta para a licitação, quando entramos em contato informaram não participar de licitações. O que provoca a interrogação: O documento é falsif**ado?

São questões que a gestão Guanayra Firmino dos Santos precisa responder a Nação Mangueirense.

A não execução das Oficinas Culturais pelo Instituto Mangueira Esperança, instituição criada a partir dosonho dos direto...
09/05/2026

A não execução das Oficinas Culturais pelo Instituto Mangueira Esperança, instituição criada a partir do
sonho dos diretores da Escola de Samba da Estação Primeira de Mangueira. Conforme texto publicado no sítio eletrônico: mangueiraesperanca.com.br

O Instituto Mangueira Esperança trata-se neste sentido de uma instituição que atua como apoio da Mangueira na execução de projetos. Mas para todos os efeitos possuem distinção jurídica e administrativa distintas.

O Instituto Mangueira Esperança captou através da Lei Rouanet, o valor de R$ 1.789.000,00 destinados q realização do projeto Oficinas Culturais na Mangueira que deveriam beneficiar 1.000 mil moradores da comunidade da Mangueira entre crianças, adolescentes e jovens.

No planejamento do projeto, foi destinado o valor de R$ 300 mil reais para aquisição e fornecimento de lanches diários aos participantes das oficinas, a empresa vencedora foi a Zion Lito Comércio de Alimentos, empresa de propriedade de Armando Lito, Vice-presidente Financeiro da Mangueira.

A não execução destes recursos em comunidade de baixa renda, majoritariamente composta por pessoas negras, em tese, configura reprodução da lógica estrutural ra***ta?

29/04/2026

Essa é Dona Silvia, mora no Morro de Mangueira há 65 anos, desde quando nasceu, ela tem 11 netos e 3 bisnetos. Teve 3 filhos e 2 filhas, o seu primeiro filho nasceu quando ela tinha 15 anos, o eu primeiro neto quando só tinha 33 anos. Aos 62 anos foi bisavó.

Dona Silvia ainda trabalha e quando pode f**a com seus netos, para que suas filhas ou noras possam trabalhar. Ela ficou sabendo das denúncias de irregularidades na execução do Projeto Oficinas Culturais na Mangueira, fruto do Pronac 233873, ficou indignada que a empresa do Vice-presidente Financeiro da Mangueira o senhor Armando Lito tenha recebido R$ 300 mil reais para fornecer lanches o que não foi realizado porque o Projeto Oficinas Culturais na Mangueira, jamais existiu.
Dona Silvia ficou indignada quando soube que foram enviadas fotos de um outro projeto chamado Oficinas Carnavalescas da Mangueira, fruto de emenda parlamentar do Deputado Federal Washington Quaquá do PT, como comprovação de realização das Oficinas Culturais. Os dois projetos juntos somados totalizaram R$ 3,2 milhões de reais.
Dona Silvia ficou incrédula quando divulgaram que o Oficinas Carnavalescas foi executado pelas coxas e que a empresa da sobrinha da presidente ganhou licitação de R$ 165 mil reais pelo aluguel de 25 violões.
Ela votou no Lula e no PT todas as eleições. Mas ficou chocada ao saber que o Marcelo Freixo que trouxe R$ 10 milhões do Amapá junto com o senador Davi Alcolumbre para o Carnaval 2026, soube das denúncias e fez de conta que não existem.
Ficou mais indignada com Quaquá que recebeu seu voto para Deputado Federal e também nada fala. Para ela virou tudo farinha do mesmo s**o.
Dona Silvia está se divertindo com a derrota de Lula e o seu indicado Messias ao STF. Dona Silvia não vota mais no PT e agora participa do grupo do zap. Dona Silvia está rindo da esquerda e da derrota que eles sofreram. Quem abraça ladrão merece morrer afogado.

23/03/2018

Sua voz maior, o intérprete Ciganerey, deixa hoje os microfones da Mangueira e não seguirá como a Verde e Rosa em 2019.

21/03/2018

O Projeto Comunidade Verde e Rosa em Ação realizará cursos de capacitação voltados qualif**ação profissional em dança, música, beleza, entre outros.

19/02/2018

Aposta do presidente Chiquinho da Mangueira para 2016, Leandro tornou-se a grande revelação ao vir do acesso e no seu primeiro ano conquistar um título no grupo especial para a Mangueira após quatorze anos.

06/01/2018

HOTEL OFICIAL DA MANGUEIRA
Com pacotes a partir de R$ 1.392, por pessoa, em apartamento duplo, o programa inclui hospedagem de quatro noites, convite para feijoada oficial da Mangueira (open bar e open food) e convite para um baile de carnaval. Todas as atrações serão oferecidas dentro do hotel.
Além disso, os hóspedes poderão desfrutar de todo o conforto da maior rede de resorts do país, aproveitando as facilidades do espaço, como a sauna e a charmosa piscina. Para ter acesso ao desconto especial, basta acessar o site www.vilagale.com e, ao fazer as reservas para o carnaval no Rio de Janeiro, digitar o Promocode MANGUEIRA. O desconto de 15% é válido somente para hospedagens, durante este período, no Vila Galé Rio de Janeiro.

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Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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