Transparência Mangueira

Transparência Mangueira Transparencia não é favor é obrigação. Não praticamos difamação, boato ou ataque pessoal; praticamos fiscalização baseada em evidências.

O Coletivo Transparência Mangueira é um espaço destinado a promover uma nova cultura institucional na Estação Primeira de Mangueira, baseada na rotina da clareza, do acesso à informação e da formação cidadã. A página Transparência Mangueira é um espaço público de participação popular, controle social e defesa do direito à verdade administrativa na Estação Primeira de Mangueira. Somos um coletivo c

ívico independente, formado por mangueirenses, sócios, componentes, torcedores, pesquisadores e cidadãos comprometidos com a democracia interna, a integridade institucional e a preservação da Mangueira como patrimônio cultural, histórico, político e social do povo brasileiro. Atuamos como observatório de governança e fiscalização cidadã, sem vinculação partidária ou alinhamento a grupos internos, orientados exclusivamente por dados, documentos, fundamentos legais e princípios republicanos. Nossa atuação parte do entendimento de que a informação produzida por uma instituição que administra patrimônio simbólico, recursos públicos, incentivos culturais e receitas próprias não pertence a dirigentes ou grupos circunstanciais, mas à comunidade que sustenta, constrói e legitima a escola ao longo de quase um século de história. Defendemos a transparência como regra e o sigilo como exceção, o cumprimento rigoroso do Estatuto Social, da Constituição Federal e das legislações aplicáveis ao fomento cultural, bem como a segregação de funções, a impessoalidade administrativa e a prevenção de conflitos de interesse. Esta página existe para tornar compreensível o que muitas vezes é deliberadamente opaco, traduzindo relatórios, contratos, prestações de contas, fluxos financeiros e decisões administrativas em linguagem acessível, sem abrir mão do rigor técnico. Publicamos análises fundamentadas, pedidos formais de esclarecimento, notas técnicas e documentos de interesse público, sempre com responsabilidade, proteção de dados pessoais e compromisso ético com as fontes. A Transparência Mangueira nasce da convicção de que a grandeza cultural da Estação Primeira exige excelência administrativa à mesma altura. Silenciar a Mangueira é negar sua história de luta, democracia e enfrentamento. Tornar a Mangueira transparente é honrar seu legado, fortalecer sua legitimidade e garantir que ela continue servindo à sua comunidade, e não a interesses privados. Aqui, a Mangueira fala com documentos, memória, responsabilidade e verdade.

🚨 URGENTE ‼️‼️ COMEÇAMOS A RECEBER A DOCUMENTAÇÃO DOS R$ 10 MILHÕES DO AMAPÁ ‼️ O Coletivo Transparência Mangueira começ...
20/08/2026

🚨 URGENTE ‼️‼️ COMEÇAMOS A RECEBER A DOCUMENTAÇÃO DOS R$ 10 MILHÕES DO AMAPÁ ‼️

O Coletivo Transparência Mangueira começou a receber documentos referentes ao Termo de Fomento de R$ 10 milhões firmado entre a SECULT/AP e a Estação Primeira de Mangueira. O processo analisado pela Procuradoria-Geral do Estado continha 316 páginas.

Já estamos na leitura, lauda por lauda.

O primeiro documento analisado, o Parecer Jurídico nº 285/2025-GAB/PGE, não deu uma aprovação simples: a celebração foi condicionada ao cumprimento de diligências.

Entre os pontos levantados pela PGE estão: metas não mensuráveis, Plano de Trabalho ainda não devidamente aprovado, justificativa insuficiente para a inexigibilidade de chamamento público, necessidade de comprovar preços de mercado e ausência, naquele momento, do Comitê Gestor responsável pelo monitoramento.

essas diligências foram cumpridas antes da assinatura e da liberação dos recursos?

É isso que vamos verificar.

R$ 10 milhões em dinheiro público exigem transparência.

Transparência Mangueira

Os documentos reunidos pelo Coletivo Transparência Mangueira revelam uma operação que precisa ser explicada com clareza....
19/08/2026

Os documentos reunidos pelo Coletivo Transparência Mangueira revelam uma operação que precisa ser explicada com clareza. No âmbito do Termo de Fomento: 959526/2024 no valor de R$ 1.500.000,00.

O Instituto Mangueira Esperança aparece, em material próprio, apresentando a chamada “BATERIA DO INSTITUTO” como um de seus núcleos artísticos e formativos, composto por jovens, moradores da comunidade.

Depois, no Contrato nº 39/2025, a Estação Primeira de Mangueira surge como CONTRATANTE e o Instituto Mangueira Esperança como CONTRATADO para prestar serviço de “Banda/Grupo local – Abertura/Culminância das ações formativas” dentro do projeto Oficinas Carnavalescas da Mangueira. O contrato estabelece pagamento de R$ 41.916,66, referente a três apresentações.

A nota fiscal confirma a operação. O Instituto é o prestador; a Mangueira, o tomador. São registrados 3 serviços, pelo valor unitário de R$ 13.972,22, totalizando R$ 41.916,66 em pagamento efetuados.

Há outro detalhe que merece atenção: na própria NFS-e aparecem Banco Santander, agência 4360, além da chave PIX [email protected] — endereço eletrônico vinculado ao domínio da própria Mangueira — como informação para pagamento ao Instituto.

É aqui que surge a pergunta central!

Se quem realizou as apresentações foi, na prática, a Bateria de Mangueira, por que a escola contratou o Instituto em vez de remunerar diretamente os ritmistas envolvidos?

Os documentos demonstram a contratação e o faturamento ao Instituto. Por isso questionamos eles foram remunerados? Quanto foi pago? Exatamente o que estava previsto? Onde estão os comprovantes individuais dos pagamentos realizados pelo Instituto no âmbito destas 3 apresentações?

Se liga presidentas: Ritmista é artista. Ritmista é trabalhador. Ritmista é ser humano.

Quem sustenta o ritmo da Mangueira merece respeito, valorização, transparência e remuneração. Basta de vacilação!

16/08/2026

A atual gestão da Mangueira iniciou a disputa de samba-enredo sem apresentar previamente um edital com as regras do concurso. O Coletivo Transparência Mangueira cobrou do presidente do Conselho Deliberativo e Fiscal, João Carlos, a publicação de um documento que garantisse segurança, transparência e credibilidade aos compositores. Fomos ignorados.

A resposta veio de forma silenciosa: apenas 10 sambas foram inscritos neste ano.

Em 2022, último concurso antes do início da gestão Guanayra Firmino, foram 55 obras inscritas, reunindo 198 compositores. Em 2027, são apenas 10 sambas e 55 compositores. Uma redução de 81,8% nas obras e de 72,2% no número de compositores.

Às vésperas do centenário, a Mangueira aparece na última posição entre as escolas que realizam concurso próprio:

Portela 34
Imperatriz 28
Beija-Flor 23
Viradouro 19
Salgueiro 18
Tijuca 16
Mocidade 15
Vila Isabel 14
Mangueira 10

O Tuiuti encomendou. Ainda faltam os números da Grande Rio e da União de Maricá. Mas a baixa adesão não é o único problema.

A diretoria anunciou seis etapas, contando a final. Em 1º de agosto, dez sambas começaram a disputa e quatro foram eliminados. No dia 8, mais três foram cortados. Em 15 de agosto, deveriam se apresentar cinco obras, mas uma parceria desistiu. Quatro foram à quadra e mais uma foi eliminada.

Restaram apenas três sambas — e ainda há três noites previstas: 22 e 29 de agosto e 5 de setembro.

A matemática expõe a falta de planejamento: se houver corte no dia 22, restarão apenas dois sambas e a final será dia 29? Se não houver, teremos uma noite sem eliminação. E, se a tradição de uma final com três obras for mantida, as mesmas três parcerias poderão atravessar todas as etapas restantes. Melhor de 3?

Anunciaram seis noites de disputa para um concurso que começou com apenas dez sambas e chegou às três últimas datas com somente três obras.

Não faltou apenas samba. Faltou planejamento. Faltou transparência. E, principalmente, faltou credibilidade.

O Coletivo Transparência Mangueira protocolou junto à Ouvidoria Geral do Município de Maricá pedido de acesso à document...
15/08/2026

O Coletivo Transparência Mangueira protocolou junto à Ouvidoria Geral do Município de Maricá pedido de acesso à documentação referente ao período em que Edvaldo Vicente Gomes Junior, o Junior Mangueira, matrícula nº 114511, ocupou o cargo de Subsecretário do Gabinete do Prefeito de Maricá, entre fevereiro de 2025 e março de 2026.

O requerimento solicita 13 conjuntos documentais, entre eles: processo administrativo da nomeação; documentos de posse e exercício; ficha funcional; atribuições do cargo; lotação e unidade de exercício; remunerações e vantagens recebidas; registros de frequência; agenda institucional e compromissos oficiais; relatórios de atividades, metas e entregas; documentos produzidos ou assinados no exercício da função; processos administrativos em que houve atuação funcional; viagens, diárias e utilização de recursos públicos; e documentação relativa à exoneração.

Junior Mangueira foi exonerado do cargo de subsecretário após pedido de informações deste mesmo Coletivo Transparência Mangueira, realizada no dia 25 de março, deste ano. Após pedido do Coletivo Transparência Mangueira da certidão trânsito migratório a polícia federal, está optou por realizar operação na cidade de Maricá e os desdobramentos ainda desconhecemos.

Junior teve sua exoneração publicada em diário oficial no dia 13 de abril de 2026, com data retroativa a partir de 01 de abril. Junior apesar da exoneração em Maricá segundo informações da imprensa por se tornar oposição a presidente Guanayra Firmino dos Santos, continua como Vice-presidente Social. Vai entender.

Junior indicou ainda Angeli Miranda presidente da Associação de Moradores que segundo moradores se faz seus olhos e ouvidos, só decide após sua autorização. Junior e Guanayra podem ter é tratado em conflito segundo nossa apuração, após ela passar a costurar o nome de seu filho Diego Firmino para a sua sucessão o que irritou Edvaldo, que já anunciava ser o próximo presidente.

Guanayra para se reeleger contou com apoio de Junior, peça fundamental na costura política para garantir chapa única, única hipótese possível para que a atual presidente permanecesse no poder.

Mangueira: Dez Notas 10! Clique no link e confira:
14/08/2026

Mangueira: Dez Notas 10!

Clique no link e confira:

Xande de Pilares, Karinah Gustavo Clarão, Gilson Bernini, Beto Savanna e Felipe Mussili Crédito foto: Divulgação

A Presidência da Estação Primeira de Mangueira publicou Nota Oficial afirmando que soube da retirada do Samba nº 03 “por...
14/08/2026

A Presidência da Estação Primeira de Mangueira publicou Nota Oficial afirmando que soube da retirada do Samba nº 03 “por meio das redes sociais”. Sobre essa premissa construiu o lamento, a crítica à “forma como a retirada foi conduzida” e uma lição sobre ética nas comunicações institucionais.

Horas depois, Gilson Bernini, compositor com seis sambas vencedores na Verde e Rosa, afirmou publicamente que a presidenta havia sido comunicada antes, por e-mail e mensagem; que respondeu; que o diretor de Carnaval foi informado no grupo do concurso; e que a torcida só soube depois.

Mas há três contradições que não dependem de versões. Basta colocar os documentos lado a lado.

A primeira: a Nota Oficial afirma que Karinah participou da decisão de retirada. O comunicado da parceria diz expressamente o contrário: Karinah não aderiu e defendia a continuidade do samba. Onde os compositores escreveram “pela maioria dos integrantes”, a Presidência escreveu “exclusivamente pela própria parceria”.

A segunda: a própria gestão afirma manter “um canal direto de diálogo com todas as parcerias e seus compositores”. Se o canal foi utilizado, cai a alegação de desconhecimento. Se não funcionou, a própria nota revela a fragilidade do mecanismo criado para garantir “comunicação, transparência e alinhamento”.

A terceira: a nota repudia “qualquer tentativa de atribuir à agremiação a responsabilidade do fato ocorrido”. Mas ninguém havia feito essa acusação. A parceria, ao contrário, declarou que não exporia publicamente suas razões.

Uma gestão que não consegue reproduzir corretamente cinco parágrafos publicados pede que confiemos em sua leitura de contratos, balancetes e prestações de contas de recursos públicos.

E há algo ainda mais grave: o documento não foi assinado por uma dirigente. Foi assinado pelo Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.

Quando a palavra oficial da escola é publicamente contestada por um compositor da própria casa, o desgaste não recai apenas sobre quem escreveu a nota. Recai sobre uma instituição centenária construída pela Comunidade de Mangueira.

Basta de amadorismo!

🥁💔 QUANDO O SAMBA DESISTE DA DISPUTA, É PORQUE A DISPUTA DESISTIU DO SAMBA.Xande de Pilares não é um iniciante que perde...
12/08/2026

🥁💔 QUANDO O SAMBA DESISTE DA DISPUTA, É PORQUE A DISPUTA DESISTIU DO SAMBA.

Xande de Pilares não é um iniciante que perdeu a paciência. É um dos maiores cantores e compositores do Brasil.

Gilson Bernini não é um aventureiro. É seis vezes vencedor da disputa de samba-enredo da Mangueira: 2000, 2001, 2003, 2004, 2006 e 2009. Mais de quarenta anos de samba, gravado por Zeca Pagodinho, Caetano Veloso e Jorge Aragão.

Gustavo Clarão não é um estranho. Venceu diversas disputas na Viradouro e levantou a quadra da Mangueira como campeão em 1993 e 2009.

Eles vieram com amor. Vieram com história. Vieram cantar Oyá. 🌪️

O samba deles foi o primeiro a subir ao palco. Classificou em todas as eliminatórias. Era apontado como favorito.

E foi embora.

Uma parceria desse tamanho não abandona uma disputa que está vencendo. Abandona uma disputa em que não confia.

Sem edital. Sem critérios escritos. Sem comissão julgadora independente. Sem regra de impedimento para quem tem vínculo com a direção. Pelo QUARTO ano seguido. ⚠️

E os números contam o resto: apenas 10 sambas inscritos em 2027. O PIOR ano da história da Mangueira. A média histórica é de 24 obras por disputa. Em 2022 foram 52.

Os compositores não sumiram. Eles foram embora. Um a um. E agora, até os que ficaram e venceram etapas… desistem no meio do caminho.

Quando Bernini, seis vezes campeão, sai pela porta… quem a gestão imagina que vai entrar? 🚪

A Mangueira não está perdendo sambas. Está perdendo a confiança de quem a construiu.

O Coletivo Transparência Mangueira protocolou em MAIO a proposta de edital completo: regras escritas, julgamento público, impedimentos, recursos, apoio a compositores da comunidade. Até hoje: silêncio.

Nenhum presidente é maior que a Mangueira. Nenhuma diretoria é dona do nosso samba.

Pablo Brandão
Coletivo Transparência Mangueira

O Coletivo Transparência Mangueira reuniu, em ordem cronológica, documentos públicos sobre a locação de instrumentos mus...
11/08/2026

O Coletivo Transparência Mangueira reuniu, em ordem cronológica, documentos públicos sobre a locação de instrumentos musicais do projeto “Oficinas Carnavalescas da Mangueira”, executado pelo Termo de Fomento nº 959526/2024, no valor global de R$ 1,5 milhão.

A memória de cálculo do contrato registra 25 violões utilizados por 12 meses. Para fins de orçamento, isso foi convertido em 300 “meses de locação” — 25 alunos × 12 meses = 300. A proposta vencedora, apresentada pela Dias Moreira Serviços de Construções e Reformas Ltda., fixou R$ 550,00 por unidade, totalizando R$ 165 mil.

Outras duas propostas integram a pesquisa de preços. A BATS | Aluguel de instrumentos por assinatura apresentou R$ 650,00 por unidade, total de R$ 195 mil. Já a Movie Cia Estudio informou R$ 700,00 como “valor diário” e total de R$ 210 mil. Se “valor diário” fosse aplicado literalmente a 300 unidades durante 30 dias, o resultado seria R$ 6,3 milhões.

Visitamos o site da batsss.co e observamos preços muito abaixo do informado. Entramos em contato com a empresa via Whatsapp: (21) 97169-7849 que nos informou que não trabalham com licitações públicas. Será que a gestão Guanayra Firmino dos Santos teria a coragem de produzir documentos falsos?

O Contrato nº 34/2025 foi assinado em 13/10/2025. Em 17/10/2025 foi emitida a fatura de locação nº 00030, de R$ 165 mil, e o Transferegov registra, na mesma data, o pagamento integral à empresa vencedora.

A empresa vencedora Dias Moreira, inscrita no CNPJ n° 46.263.839/0001-15, tem como principal atividade a construção de edifícios, está localizada na Rua Visconde de Niterói, 298 - Mangueira. Sua proprietária é Áurea Cristina Moreira Rubem, prima da presidenta da Mangueira, secretária da Quadra, funcionária da Faetec Mangueira tendo múltiplas funções como a venda de fantasias das Alas da Escola e dos Compositores.

Depois de iniciar a transferência da sede da Estação Primeira para a Rua Vereador Erany José da Silva, 972 no Complexo do Caramujo, em Niterói. Em tese, ter falsificado documentação de empresa privada para forjar falsa concorrência em licitação, contratar empresa da prima para alugar e não comprar 25 violões do que mais seria capaz a gestão Guanayra Firmino dos Santos?

09/08/2026

O DIRETOR DE CARNAVAL NÃO COLOCA A MANGUEIRA ENTRE AS FAVORITAS. E VOCÊ? 🟢🩷

Quando o próprio Diretor de Carnaval da Mangueira evita apontar sua escola entre as favoritas ao título, a resposta merece atenção.

Ainda mais quando estamos falando da Estação Primeira de Mangueira às vésperas do CENTENÁRIO.

A atual gestão caminha para seu 5º ano. Até agora, qual foi o grande enredo? O samba antológico? O desfile inesquecível que ficará para a história da Nação Mangueirense?

Para 2027, os sinais já preocupam.

A escolha de Oyá frustrou parte dos mangueirenses que esperava uma homenagem a Beth Carvalho e trouxe, para muitos, sensação de déjà-vu diante da recorrência desse universo nos carnavais recentes.

E a disputa de samba?

Apenas 10 obras inscritas e cerca de 55 compositores participantes. Em 2022, eram mais de 180.

Manu da Cuíca, Bira Show, Rodrigo Pinho e Lacyr da Mangueira estão entre os nomes que ficaram fora da disputa.

Menos compositores significam também menos interpretações, caminhos melódicos e possibilidades poéticas para desenvolver o enredo.

E tudo isso acontece enquanto a administração precisa responder a questionamentos muito mais amplos sobre sua gestão: despesas e contratações realizadas com recursos públicos, informações oficiais sobre o endereço institucional da escola e denúncias que precisam ser devidamente esclarecidas pelos responsáveis e, quando cabível, investigadas pelas autoridades competentes.

O problema, portanto, não é simplesmente o Diretor de Carnaval deixar de dizer que a Mangueira é favorita.

O problema é o contexto.

Cinco anos de gestão.
Centenário chegando.
Recursos disponíveis.
Safra de samba esvaziada.
Questionamentos administrativos acumulados.

E nem quem dirige o Carnaval parece disposto a cravar a Mangueira entre as favoritas.

Não queremos bravata.

Queremos saber:

QUAL É O PROJETO PARA DEVOLVER À MANGUEIRA O PROTAGONISMO QUE SUA HISTÓRIA EXIGE?

Porque da Estação Primeira de Mangueira não se espera apenas “um bom carnaval”.

Da Mangueira se espera MANGUEIRA.

🎥 Vídeo: reprodução
Original: CARNAVALESCO | Escolas de Samba
📌 Análise e texto: Coletivo

Endereço

Rua Visconde De Niterói, Mangueira
Rio De Janeiro, RJ

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