16/06/2026
Você provavelmente conhece a Levi’s pelas roupas. Mas talvez não saiba que a marca também dá nome a um estádio nos Estados Unidos: o Levi’s Stadium, na Califórnia.
Durante a Copa do Mundo FIFA 2026, esse estádio precisou seguir uma regra da FIFA chamada “clean stadium”. De forma resumida, é uma regra que limita a exposição de marcas que não são patrocinadoras oficiais do evento. Por isso, nomes comerciais, logos e sinalizações de empresas precisam ser removidos ou cobertos durante os jogos.
Foi aí que a Levi’s deu uma aula de branding.
A marca cobriu o seu logo no estádio, mas usou um formato que lembrava a sua tradicional Batwing, aquele símbolo clássico associado à Levi’s. Ou seja: o nome não apareceu. O logo não apareceu. Mas todo mundo entendeu que era Levi’s. E é aqui que entra a diferença entre ter uma marca e construir branding.
Quando a comunicação é bem construída, a empresa começa a ser reconhecida por cores, formas, linguagem, estilo, posicionamento e até por pequenos detalhes.
Esse é o poder de um branding forte: fazer a marca continuar presente, mesmo quando ela não pode aparecer do jeito óbvio.