NISP

NISP Entidade que visa promover pesquisas e estudos a fim de produzir conhecimento para aprimoramento do m

23/09/2026

Se apresentar como policial sem ser não é apenas uma fraude contra uma vítima.

É utilizar a aparência, os símbolos e a autoridade de uma instituição pública para conquistar uma confiança que não lhe pertence.

O cidadão para, entrega seus documentos e obedece porque acredita estar diante de um agente legítimo do Estado. Quando essa confiança é usada por criminosos, o dano ultrapassa aquela ocorrência.

A legislação brasileira prevê crimes como usurpação de função pública, falsa identidade e, em determinadas situações, uso indevido de símbolos públicos. Mas a discussão vai além das penas previstas em lei.

Porque existe um patrimônio que não pode ser facilmente recuperado: a confiança da população no policial que realmente está ali para protegê-la.

Quando alguém veste a identidade de um policial para cometer crimes, não engana apenas uma pessoa. Também coloca em risco a credibilidade de toda uma instituição.

E você, já tinha parado para pensar nesse impacto?

22/09/2026

Seu CPF pode estar sendo usado por golpistas sem que você saiba.

Existem formas simples de aumentar a proteção dos seus dados e verificar se alguém já está usando seu nome indevidamente.

🔴 Consulte a RedeSim para impedir que empresas sejam abertas ou incluam seu CPF como sócio sem autorização.

🔴 Use o Registrato para verificar contas bancárias, empréstimos e outros vínculos financeiros que você não reconhece.

🔴 Consulte o Cadastro Pré para identificar linhas de celular pré-pagas cadastradas no seu CPF.

E atenção: não clique em links suspeitos, não envie documentos ou fotos para desconhecidos, desconfie até de mensagens de pessoas conhecidas e nunca faça pagamentos ou transferências sem confirmar o destinatário.

Os golpes estão cada vez mais convincentes. A melhor defesa ainda é a prevenção.

Compartilhe este vídeo com alguém que precisa saber disso.

Por:

21/09/2026

Os Estados Unidos estão ampliando a forma de combate ao crime organizado latino-americano.

Organizações como PCC e Comando Vermelho passaram a ser classificadas pelo governo americano como organizações terroristas estrangeiras.

A mudança não ficou apenas no campo jurídico.

Desde setembro de 2025, operações americanas contra o narcotráfico no Caribe e no Pacífico já resultaram na destruição de dezenas de embarcações e em centenas de mortes, segundo levantamentos divulgados pela imprensa.

Agora, segundo fontes ouvidas pela CNN, o Pentágono prepara a transferência de drones MQ-9 Reaper para o Comando Sul, responsável pelas operações americanas na América Latina e no Caribe.

O MQ-9 é utilizado para inteligência, vigilância e reconhecimento, mas também pode realizar ataques com armamentos de precisão.

A questão que se coloca é: estamos diante de uma mudança definitiva na estratégia americana contra as organizações criminosas da América Latina?

E, principalmente, o que essa nova postura pode representar para o Brasil?

18/09/2026

Toda ação gera uma reação.

Em uma abordagem policial, o agente não pode simplesmente esperar que uma ameaça se concretize para então agir. Quando um indivíduo reage, avança ou adota uma atitude que pode colocar em risco a integridade física do policial, cada segundo pode ser decisivo.

Neste caso, as câmeras corporais registraram a abordagem, a reação do indivíduo e a resposta do policial diante da situação.

A pergunta é: até onde um policial deve esperar para reagir quando sua própria integridade física pode estar em risco?

17/09/2026

Fechar um hospital de custódia pode parecer uma solução.

Mas o que acontece no dia seguinte?

Quem precisa de tratamento continua precisando de tratamento. Quem apresenta risco continua precisando de acompanhamento adequado. E a sociedade continua precisando de respostas.

A discussão não deveria ser simplesmente entre “internar” ou “libertar”.

Deveria ser: qual estrutura garante tratamento, acompanhamento, direitos, segurança e reinserção social quando possível?

Se uma instituição é inadequada, reforme.
Se há violações, fiscalize.
Se a internação não é mais necessária, desinterne.

Mas substituir uma estrutura sem garantir que a alternativa tenha capacidade suficiente também precisa ser discutido.

Porque fechar portas é uma medida. Cuidar do que acontece depois é a verdadeira política pública.

E você: o que deveria acontecer com os pacientes que ainda precisam de internação psiquiátrica forense?

16/09/2026

Existe uma pergunta que quase ninguém faz:

E se parte das estruturas criadas para combater a miséria também passasse a depender da existência dela?

O problema não é ajudar quem está nas ruas. Pelo contrário: assistência social, tratamento, recuperação de vínculos, oportunidades e acolhimento são fundamentais.

A questão é outra: **qual é o resultado final dessa ajuda?**

Quantas pessoas deixaram as ruas?
Quantas conseguiram superar a dependência?
Quantas recuperaram a autonomia?
Quantas deixaram de precisar daquela assistência?

O livro *A Máfia dos Mendigos*, de Yago Martins, provoca justamente esse debate ao questionar quando a ajuda deixa de ser um caminho para a autonomia e passa a apenas administrar a miséria.

E existe ainda outro elemento: onde há concentração de vulnerabilidade e dependência química, também pode surgir espaço para o crime organizado.

Combater a miséria não deveria significar simplesmente manter pessoas sobrevivendo nas ruas.

Deveria significar criar condições para que elas não precisem mais estar lá.

**A pergunta é incômoda: quem ganha quando a miséria nunca acaba?**

15/09/2026

Quanto vale uma vida?

No Pará, o frentista Márcio Sérgio Pinheiro Soares, de 54 anos, foi assassinado durante o trabalho. Segundo as informações do caso, o criminoso levou R$ 94.

Noventa e quatro reais.

Um trabalhador saiu de casa para cumprir seu turno e não voltou para a família.

O valor levado pode ser contado em dinheiro. O valor de uma vida, não.

O caso também levanta uma discussão importante sobre a lógica econômica do crime: quando alguém avalia o benefício de cometer um delito diante do risco de ser identificado, preso e responsabilizado, qual é a percepção que está sendo criada sobre o custo de cometer um crime?

Não se trata apenas dos R$ 94.

Trata-se de segurança, impunidade, prevenção, investigação e, principalmente, da vida de quem trabalha e espera simplesmente voltar para casa.

Uma vida não pode ser reduzida ao valor que alguém conseguiu roubar.

14/09/2026

Uma polícia patrulha. A outra investiga. Só no Brasil?

O NISP analisou os modelos policiais de Alemanha, Itália, França, Espanha e Portugal — e encontrou uma diferença importante: em grande parte desses países, as funções de patrulhamento, prevenção e investigação estão integradas dentro das próprias estruturas policiais.

O que isso significa para o Brasil? E quais experiências internacionais poderiam contribuir para o debate sobre a organização das nossas polícias?

Leia o artigo completo do NISP. O link está nos Stories e no destaque “Artigos”.

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