Lucca Maia

Lucca Maia Divulgando conteúdo sobre Realidade Virtual

Conheça cinco ferramentas que vão te ajudar com o seu negócio na internetOs últimos anos têm sido decisivos para o merca...
08/07/2022

Conheça cinco ferramentas que vão te ajudar com o seu negócio na internet

Os últimos anos têm sido decisivos para o mercado digital. Com um crescimento em alta velocidade, é muito difícil encontrar um consumidor que já não tenha vivido uma experiência on-line. Seja você um dentista, estilista, contador ou dono de uma loja ou empresa, para atender mais clientes e crescer dentro do seu negócio é indispensável investir no mundo digital, criar conteúdo, oferecer suporte, contato ágil e outras facilidades.

Existem diferentes maneiras de enxergar o mercado digital e adaptar suas soluções para o contexto de uma empresa. O investimento em softwares e no marketing digital são duas alternativas interessantes, que deixaram de ser um diferencial para se tornar uma necessidade que influencia diretamente no sucesso de um negócio.

A integração no mercado digital deve partir de uma análise do contexto e das particularidades de cada profissão. Por exemplo, empresas de serviços podem investir em marketing digital como ferramenta para divulgar seus serviços, enquanto por outro lado, as empresas de operações comerciais podem alavancar suas vendas a partir de ferramentas digitais para vender produtos digitais ou físicos pela internet.

Para os inexperientes na área não é preciso começar do zero. Hoje em dia existe uma série de ferramentas para facilitar esse tipo de tarefa e ajudar empreendedores a divulgar ou vender seus serviços e produtos pela internet.

Canva

Se você tem pouca experiência com design, a Canva pode ser uma alternativa muito útil a programas de edição de imagens e apresentações como Power Point e Photoshop, mas as utilidades da plataforma vão até edição de vídeos e criação de websites.

Sem a necessidade de baixar um programa é possível trabalhar em designs para redes sociais, apresentações, cartazes, cartões, revistas, memorando e diversos de outros formatos com milhares de templates editáveis. É uma plataforma focada em imagens.


Manycontent

Se você quer facilitar todo o processo de criação de conteúdo, a startup brasileira Manycontent têm uma tecnologia inovadora respeitada a nível internacional, que diferentemente do Canva é uma plataforma para criar escrever textos e imagens de forma automática. A Inteligência Artificial da plataforma é capaz de criar postagens para diversos segmentos em vários formatos diferentes.

A Manycontent é sucesso entre donos de pequenas e médias empresas, prestadores de serviços e influenciadores, pois oferece a possibilidade de aprovar, negar ou editar conteúdos e todo conteúdo criado é único e exclusivo, já que é produzido a partir de dados colhidos previamente no cadastro. Conforme o usuário aprova, nega ou edita os conteúdos, os dados são utilizados para melhorar a experiência do usuário e melhorar a eficiência do conteúdo a partir da inteligência artificial.

Na plataforma também é possível programar postagens no Instagram, Facebook, Twitter e outras redes sociais, já que a startup é parceira oficial das principais empresas do setor.


Buzzsumo

BuzzSumo é uma ferramenta muito poderosa para identificar o conteúdo que mais engaja nas redes sociais sobre um determinado assunto. A dinâmica é bastante simples: digite o tópico que deseja analisar na barra de pesquisa, e o app retornará o conteúdo mais compartilhado e separado das principais redes sociais.

Para tornar sua busca mais intensa, o BuzzSumo permite filtrar seus resultados por data, dialeto, país, domínio e tipo de conteúdo. Além da pesquisa também oferece um painel de tendências em tempo real que também pode ser filtrado por tópicos como negócios, tecnologia, notícias, divertimento, vídeos e personalização. Pode ser uma ferramenta poderosa para quem quer manter as redes sociais atualizada com assuntos em alta.

Ao analisar os conteúdos mais comuns, é possível identificar correlações entre palavras-chave, tipo de dialeto, títulos, descrições, profundidade, entre outras informações que podem ajudar a gerar ou otimizar o conteúdo do conteúdo com base em dados de fidelidade atualizados em tempo real.

Keyword

A Keyword.io é uma ferramenta que ajuda a descobrir quais são as palavras e termos que as pessoas estão digitando nos principais mecanismos de busca (Google, YouTube, Bing, Amazon e App Store). Usar os resultados do Google AutoComplete para gerar centenas de sugestões de palavras longas.Ela utiliza os resultados do Google Autocomplete para gerar centenas de sugestões de palavras long-tail.

Para otimizar a busca, é possível adicionar palavras-chave negativas e, assim, filtrar termos que não agregam valor a essa análise. Outro recurso interessante é a lista de perguntas, o que significa que a ferramenta consegue identificar quais são as dúvidas mais frequentes sobre determinado tema, dessa maneira empreendedores podem criar soluções e conteúdos mostrando essas soluções para atrair clientes, além de benefícios para o marketing e SEO.


Google Analytics

O Google Analytics é a ferramenta gratuita mais usada pelos profissionais de mercadologia digital. Seu principal objetivo é monitorar o tráfego de um site, e-commerce ou aplicativo. Dentro da plataforma é possível analisar relatórios e também customizar as barras de ferramentas de acordo com as necessidades do seu negócio. Além dos dados de experiência do usuário, eles também fornecem informações sobre os públicos-alvo do Google, como idade, s**o, interesses, afinidade e setor.

Como será o wifi do futuro?Sistema de conexão sem fio surgiu no mercado em 1997 e permite a comunicação entre dispositiv...
06/07/2022

Como será o wifi do futuro?

Sistema de conexão sem fio surgiu no mercado em 1997 e permite a comunicação entre dispositivos eletrônicos em uma determinada área para acessar a internet

"Com licença, você pode me dar a senha do wifi?" Se você nunca fez ou se nunca lhe fizeram essa pergunta, é porque você vive literalmente desconectado.

O Wi-Fi, WiFi ou simplesmente wifi surgiu no mercado em 1997. É um sistema de conexão sem fio, dentro de uma determinada área, entre dispositivos eletrônicos, para acessar a internet.

O wifi é baseado no IEEE 802.11, um grupo de protocolos sem fio criado pelo Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos, uma associação mundial dedicada à padronização e desenvolvimento em áreas técnicas.

Ao longo de 25 anos, o wifi teve um impacto profundo na forma como as sociedades se conectam.

"O maior impacto do wifi foi o acesso equitativo à internet. Imagine se o mundo tivesse se desenvolvido apenas com telefones celulares ou satélite. Só os ricos poderiam pagar", explica Sujit Dey, diretor do Centro de Comunicações Sem Fio da Universidade de San Diego (USD), nos Estados Unidos.

O wifi é acessível porque é baseado em um espectro sem licença.

"Isso significa que ninguém o controla, mas também significa que a qualidade do serviço às vezes é ruim. Mas, por ser um espectro sem limites, desde que você tenha as redes a cabo, a parte wifi é gratuita. Isso democratiza o acesso. Sem wifi, milhões e milhões de pessoas não teriam nenhum tipo de acesso à internet", diz Dey.

Mas o wifi também gera um efeito econômico. "São vários bilhões de dólares por ano. É um impacto fenomenal. É enorme o impacto da conectividade na vida das pessoas", diz Dorothy Stanley, da Associação de Padrões do Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos (IEEE SA).

Segundo estimativas da organização sem fins lucrativos Wi-Fi Alliance, que é dona da marca wifi, ao longo de 2022, quase 18 bilhões de dispositivos habilitados estarão em uso.
O valor econômico global do wifi é estimado em US$ 3,3 trilhões (R$ 17,6 trilhões) em 2021. Em 2025, espera-se que esse valor atinja US$ 4,9 trilhões (R$ 26,1 trilhões), segundo um estudo.

O wifi também elevou as exigências por conexões mais eficientes, confiáveis e seguras, em cenários híbridos ou de trabalho remoto, de sistemas complexos de conectividade em casa e nas empresas, e da internet das coisas.

Em um mundo cada vez mais conectado, nos perguntamos: qual será o futuro da conectividade? O que virá depois do wifi?

Evolução
É importante lembrar que, embora o wifi tenha se tornado onipresente no mundo desenvolvido nas últimas duas décadas, ainda existem muitos lugares do planeta sem essa tecnologia e sem acesso à internet.

Por exemplo, estima-se que 244 milhões de pessoas na América Latina (ou um terço da população) não tenham acesso à internet, de acordo com um estudo de 2021 do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Microsoft.

Mas, depois da pandemia de covid-19, a conectividade ganhou impulso, Muitas novidades tecnológicas por parte de governos e organizações ajudaram a levar conectividade a áreas remotas.

"O wifi não é a solução para tudo, mas é uma parte importante da solução geral", diz Stanley.

A especialista lista exemplos em áreas remotas da Índia e do Canadá onde foram implementados sistemas mistos de conectividade com satélites, fibra ótica e sem fio. A Cidade do México recebeu em 2021 o Recorde Mundial do Guinness como cidade mais conectada do mundo, com 21,5 mil pontos gratuitos de internet.

Desde o lançamento do wifi, os padrões evoluíram continuamente, melhorando a velocidade, acrescentando novos recursos ou tecnologias e um novo nome de identificação.

O 802.11ax, ou Wi-Fi 6, é a atualização mais recente, lançada em 2021. Esse padrão oferece velocidade ultrarrápida de 9,6 gigabit por segundo (Gbps) e suporta bandas de frequência de 2,4 gigahertz (GHz), 5 GHz e 6 GHz e canais amplos (80, 160 MHz), entre outros recursos.
Mas ele ainda não está amplamente disponível no mercado.

Os engenheiros já estão trabalhando no próximo passo, o 802.11be ou Wi-Fi 7, com recursos aprimorados que prometem ser "um marco importante", de acordo com um relatório do grupo de trabalho de junho de 2022.

Tudo parece indicar que não há limites para o wifi.

"Ainda não encontramos [limite], e a projeção é que haverá um crescimento de dez vezes na demanda por fontes wifi nos próximos dez anos", diz Stanley.
"Nosso objetivo é focar em maior alcance, desempenho e continuar a compatibilidade com versões anteriores, porque queremos que as pessoas usem seus dispositivos que já compraram."

Os avanços no wifi não apenas melhoram a velocidade, como também permitem que muitos dispositivos se conectem ao mesmo tempo e mantenham essa velocidade.

"Mais pessoas querem usar vários tipos de dispositivos. Não é apenas o telefone, é o relógio, óculos, etc. Haverá cada vez mais dispositivos conectados. Por isso, o wifi continua se atualizando", diz Dey.

Alternativas ao wifi
Embora o wifi ainda tenha muito espaço para crescer e seja a tecnologia mais estável para conectividade, existem algumas alternativas que podem complementá-lo ou talvez até substituí-lo no futuro.

"O 5G está chegando à maioria dos países da Europa, Estados Unidos e América Latina. O problema é que a maioria das implantações de 5G foi baseada em 4G. Portanto, levará alguns anos para haver uma verdadeira implementação de 5G", diz Sujit Dey.

Até o final de 2026, o 5G deverá responder por cerca de 43% dos pacotes de assinatura na América Latina, de acordo com um estudo da Ericsson. Mas os custos costumam ser mais altos.

"Muitas pessoas em diferentes demografias não conseguem pagar um plano 5G, então o wifi ainda é a alternativa mais barata. Mas, é claro, você não pode tirar o wifi de casa, então, os planos 5G precisarão ser acessíveis", diz Dey.

Existe também a possibilidade de transmissão de dados através da luz.

O professor de Comunicações Móveis Harald Haas, da Universidade de Edimburgo, na Escócia, cunhou o termo Li-Fi em 2011, uma tecnologia que usa luzes LED para transmitir dados.

O Li-Fi pode fornecer acesso à Internet cem vezes mais rápido que o wifi tradicional, com velocidades de até 1 gigabit por segundo (Gbps).
A desvantagem dos roteadores wifi tradicionais é que vários dispositivos no mesmo espaço podem interferir uns nos outros. Já o Li-Fi pode usar várias luzes em uma residência sem interferência, diz seu criador.

Para Dey, esse tipo de tecnologia é muito eficaz para ambientes internos, mas exige um custo adicional de infraestrutura. Por isso, não é uma alternativa barata.

"Imagine um escritório onde você tem que colocar os refletores certos. Existem algumas vantagens em termos de velocidade e nível de conectividade, mas há as desvantagens de exigir nova infraestrutura em termos gerais", diz.

Existe também a conectividade com satélites. Empresas como a Starlink, do bilionário Elon Musk, oferecem serviço de internet de banda larga via satélite de alta velocidade em locais remotos e rurais por um plano mensal de US$ 110 (R$ 585) com um custo único de equipamentos de US$ 599 (R$ 3,2 mil).

"O Starlink é uma adição inovadora ao nosso portfólio de conectividade. Acho que ela tem o potencial de aumentar a implantação de satélites existentes e tornar essa tecnologia talvez mais acessível e difundida", diz Stanley.
No entanto, a comunicação via satélite tem uma latência alta, isso significa que o atraso é maior que o do wifi ou do celular.

"Para mitigar esse problema, algumas empresas têm satélites de órbita mais baixa e têm menos problemas de atraso. Agora, eles estão tentando integrar satélite e wifi", diz Dey.

"Se essa integração for bem-sucedida nos próximos anos, não serão apenas poucas pessoas que poderão fazer as coisas remotamente. Muito mais pessoas conseguirão também, porque haverá conectividade wifi", diz.

Dey também destaca o projeto do Google com balões e os de outras empresas com drones.

"Acho que a melhor conexão será por via aérea, porque o custo da infraestrutura é muito menor", afirma.

"Você pode acessar áreas onde não existe fibra ótica, especialmente em países subdesenvolvidos que desejam se tornar mais desenvolvidos."

É claro que existem várias tecnologias que estão sendo testadas e serão usadas no futuro para se conectar.

"Não existe uma tecnologia que abranja tudo. Há tanta demanda por conectividade que precisamos pegar todas as peças, juntar os produtos e trazê-los ao mercado para atender às necessidades das pessoas em todos os lugares", diz Stanley. "Nossa visão para o futuro é que todos estejam conectados."

Para Dey, o cenário da conectividade mudará completamente nos próximos dez a 20 anos, e é por isso que "a conectividade deve ser um direito inato nesta incursão na era moderna. "Não podemos fazer nada de forma construtiva sem conectividade", conclui.

Uma inteligência artificial mais inteligente e pronta para apoiar boas decisõesO escritor Isaac Asimov se tornou famoso ...
01/07/2022

Uma inteligência artificial mais inteligente e pronta para apoiar boas decisões

O escritor Isaac Asimov se tornou famoso por seus livros de ficção científica que exploram mundos e cenários hipotéticos onde humanos e robôs inteligentes conviviam graças às três leis da robótica criadas em suas histórias. Com elas, nenhuma máquina poderia ferir uma pessoa, desobedecê-la ou não proteger sua existência. Apesar de toda a aceleração digital nos últimos anos, a sociedade ainda está longe dessa visão futurística. Mas isso não significa que não esteja caminhando para tal. Em 2022, as soluções de inteligência artificial começam a se destacar por serem inteligentes – e prontas para apoiarem e embasarem as melhores decisões de pessoas e empresas.

Neste ano, por exemplo, praticamente metade (48%) dos CIOs (gerentes de TI), em todo o mundo admitiu que já implantou ou planeja implantar tecnologias de inteligência artificial e de machine learning, segundo levantamento realizado pelo Gartner. Além disso, o mercado global de soluções dessa área deve movimentar US$ 62,5 bilhões em 2022, um crescimento expressivo de 21,3% em relação a 2021. As categorias mais visadas por esse conceito são gestão do conhecimento, veículos autônomos, espaços de trabalhos digitais e crowdsourcing de dados.

As pesquisas reforçam que as tecnologias de IA estão em evidência em todo o mundo. Entretanto, é preciso reconhecer que não se tratam de novidades nas organizações. Pelo contrário, diversos projetos já foram desenvolvidos em várias regiões do planeta com resultados promissores – inclusive como forma de combate à pandemia de covid-19. No Brasil, por exemplo, um levantamento da IDC em 2021 já mostrava que um quarto das corporações no país já possuía uma solução desse tipo em suas estruturas, ainda que de forma tímida. Por que, então, esse tipo de tecnologia é apontado somente agora como principal tendência?

Dois pontos ajudam a compreender esse movimento. O primeiro deles diz respeito à própria maturidade da tecnologia. Como citado, já existem projetos em andamento capazes de fornecer insumos sobre o real potencial da inteligência artificial, e claro, como melhorá-la a partir disso. É um ciclo natural no setor de inovação: as soluções são lançadas ao mercado, seu uso apresenta pontos de melhoria a partir da experiência de seus usuários e ajustes são feitos, garantindo ferramentas mais eficientes e com mais recursos no futuro. Em 2022, esse conceito está em plena maturidade após se desenvolver de forma exponencial e ganhar espaço com a aceleração digital provocada pelo novo coronavírus.

Isso leva ao segundo tópico: a inteligência artificial está realmente inteligente. Os modelos preditivos e padrões criados pelas melhores ferramentas de IA são capazes de entregar bem mais do que um compilado de dados para o profissional tomar sua decisão. Hoje, esses recursos oferecem contextos, insights, informações complementares, dados históricos e projeções de diversos indicadores para os próximos anos em uma mesma “embalagem”. Isto é, o gestor já recebe em mãos todos os insumos para definir sua estratégia de negócio de acordo com os objetivos da organização. Tudo o que ele precisa colocar é justamente a capacidade criativa para formular as melhores medidas a serem tomadas.

Como se vê, a inteligência artificial só não é capaz de tomar sozinha as melhores decisões para as empresas e profissionais – ainda. Mas já há inteligência suficiente para identificar os melhores dados, e principalmente, traçar os melhores indicadores para cada segmento e/ou objetivo. Podemos ainda estar longe do mundo idealizado por Asimov, mas certamente demos o primeiro passo para isso este ano. A convivência entre humanos e robôs inteligentes já começou.

Tecnologia gaúcha promete mudar mercado de depilação definitiva no BrasilCom a atriz Mariana Rios como embaixadora, o la...
30/06/2022

Tecnologia gaúcha promete mudar mercado de depilação definitiva no Brasil

Com a atriz Mariana Rios como embaixadora, o laser Hakon apresenta resultados imediatos e atende pessoas de todos fototipos de pele

Sem dúvida, os brasileiros estão entre os mais vaidosos e preocupados com a sua estética no mundo. Em um recente estudo do instituto GfK, da Alemanha, o Brasil ficou em segundo lugar no ranking dos que mais gastam tempo em cuidados com a aparência, em comparação com outros 22 países.

Outros dados apontam que o mercado da estética está expoente no país. De acordo informações da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) esse setor, mesmo com a pandemia, cresceu em 5,8% e deve continuar em crescimento em 2022. Já informações da Euromonitor International sinalizam que 54% dos brasileiros utilizam os serviços de salões de beleza ou barbearias com frequência, sendo que 43% dos entrevistados se consideram super vaidosos.

Neste cenário de grandes cuidados com a aparência, uma empresa gaúcha está inovando no ramo da estética. A Medical San lançou o primeiro equipamento de epilação definitiva a laser 4D no Brasil. O aparelho é usado para remoção de pelos por completo, desde a raiz, mais profunda que a depilação. Também evidencia um clareamento da pele nas áreas de aplicação, sendo considerado um avanço em relação às tecnologias anteriores.

O equipamento foi desenvolvido a partir de estudos clínicos, iniciados em janeiro de 2020, com profissionais das áreas de Pesquisa e Desenvolvimento, Usabilidade, Fisioterapia e Estética. Nesse ensaio, 80 pessoas de todos os fototipos de pele e pelo foram atendidas, com o intuito de gerar confiança, segurança e garantia de resultado ao mercado.

Acompanhe mais informações sobre as tecnologias de ponta na área da estética nas redes sociais Instagram e Facebook da Medical San

Com laser produzido no parque tecnológico da Universidade do Vale do Taquari (Tecnovates), em Lajeado, a tecnologia está adequada aos padrões de produção de equipamentos mais complexos e sofisticados exigidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Foi inspirada em produtos israelenses, que são referência mundial, e pode ser operada por profissionais nas áreas da estética e da dermatologia.

– A proposta do Hakon atinge de forma mais efetiva todas as profundidades do pelo, gerando maior resultado em menos tempo. Em duas a três sessões, pode chegar em até 90% a diminuição definitiva dos pelos – enfatiza o CEO do Grupo Medical San, Mauro dos Santos Filho.

O Hakon é um laser de epilação cujo aplicador possui 40 milhões de disparos. Conta com dois modos de aplicação: o pontual, com disparos singulares, e a varredura, que, ao manter o botão pressionado, efetua cinco disparos por segundo. A tecnologia tem uma tela intuitiva com sistema aberto e adaptável para todos os fototipos de pele.

Mariana Rios é embaixadora da empresa

Para representar os cuidados com a estética e a beleza, a atriz e apresentadora Mariana Rios foi escolhida como embaixadora da Medical San. Com uma imagem alinhada à cultura da empresa, o convite ocorreu devido aos seus atributos relacionados à credibilidade, à simpatia e ao empreendedorismo, bem como ser uma usuária das tecnologias do Medical San.

– Tem tanta gente e tanta coisa que nos inspiram ao longo da vida, no nosso dia a dia. Fiquei muito feliz quando fiquei sabendo que a Medical San se inspira em mim, me tem como sinônimo de inspiração. É uma empresa que eu super confio, é a empresa líder em equipamentos de estética. Quero contar para vocês que vem muita novidade por aí, aguardem – celebra Mariana.

Conforme reforça o CEO da empresa, a parceria com a artista é essencial pelo valor perceptível agregado à marca, tanto para o grupo, quanto para seus parceiros e clientes.

28/06/2022

O empreendedorismo estratégico na era digital
O empreendedorismo na era digital deve ser estratégico desde o surgimento do escopo do negócio. Saiba mais!

O empreendedorismo na era digital deve ser estratégico desde o surgimento do escopo do negócio, haja vista, a volatilidade do mercado e seus diversos fatores.

O empreendedorismo estratégico na era digital
É comum que o empreendedor abdique da administração estratégica da sua empresa para focar no operacional. Entretanto, embora seja comum, esse fluxo é amplamente contraproducente.

Os estudos de mercado otimizam a gestão
Ao focar em um negócio de maneira administrativa, a gestão da empresa otimiza o seu tempo e seus recursos; já que é possível otimizar o fluxo operacional e administrar os demais fatores que implicam a análise de mercado, ao passo que a empresa atenda o cliente em sua integralidade.

Por isso, independentemente do segmento de atuação do empreendedor, é necessário o investimento em tecnologia e o direcionamento estratégico da gestão desde o início. Dessa forma, uma empresa pode crescer e evitar a sua obsolescência. Os estudos de mercado devem ser feitos por todas as empresas; já que é necessário acompanhar os fatores externos e a volatilidade da economia.

O poder aquisitivo e o desejo de compra do cliente
Uma vez que são fatores que impactam diretamente o poder aquisitivo do cliente final, ao passo que a concorrência impacta o desejo de compra do público-alvo da marca. Por isso, estudar o mercado faz parte do fluxo administrativo de todas as empresas, e não somente de uma empresa de maior porte.

O empreendedor que estuda o mercado entende de maneira estratégica a necessidade de direcionar o seu produto, o que pode elevar o seu potencial de sucesso. Assim sendo, a empresa cresce de forma exponencial através do diferencial competitivo que é criado a partir dos investimentos estratégicos e tecnológicos.

Escalabilidade e o direcionamento de recursos
A gestão deve ser administrativa para o empreendedor, de modo que ele possa direcionar seus recursos e crescer de forma escalável, ao passo que a inovação seja parte das práticas estudadas durante o processo administrativo do negócio.

Dessa forma, o empreendedor destaca a sua marca e atende o seu cliente de maneira direta e indireta, amparando os fluxos internos e entregando os seus valores através de um ciclo intangível de melhorias contínuas.

A administração deve ser acompanhada por todas as empresas
Por isso, a administração de uma empresa deve ser feita de maneira acompanhada, adaptada e customizada por todos os segmentos empresariais; de modo que o cliente não seja negligenciado em nenhuma etapa do processo de compra para que a empresa ganhe valor no mercado de modo orgânico.

ERA DO NFT: NANDO REIS LANÇA CARTEIRA DIGITALDando continuidade edição de comemoração de 22 anos do álbum “Para Quando o...
23/06/2022

ERA DO NFT: NANDO REIS LANÇA CARTEIRA DIGITAL

Dando continuidade edição de comemoração de 22 anos do álbum “Para Quando o Arco-íris Encontrar o Pote de Ouro”, Nando Reis lança carteira digital com NFTs e programa de recompensas

O projeto elaborado e planejado pelo Board Executivo Multidisciplinar do Selo Relicário Produções, formado pelo próprio artista em conjunto com Vania Passos, Diogo Damascena e Marcelo Rodrigues, tem como objetivo criar um marketplace onde os fãs podem elevar a sua experiência que já vivem diretamente com o artista através das músicas, mas que agora poderão criar valor econômico a essa relação afetiva.

Tecnologias como blockchain e NFTs vêm mudando a forma com que pessoas consomem arte e, sempre antenado com as tendências do mundo digital, Nando Reis está lançando uma Digital Wallet, ou Carteira Digital em português. A Carteira, pioneira no Brasil, dará acesso aos fãs do Nando à um novo universo de conteúdos exclusivos, presentes, colecionáveis, oportunidades de interação com o músico e muitas outras surpresas que estão por vir. A Carteira inclui um programa de recompensas tokenizado onde fãs podem ganhar “Nandos” por atividades como curtir uma música no Spotify e trocar por recompensas como ingressos VIP para um show, por exemplo.
Para o Nando, essa é uma forma de usar o que há de mais moderno em tecnologia para estar mais próximo de seus fãs e retribuir tantos anos de carinho, dedicação e fidelidade.
A Carteira digital vem como parte do projeto de relançamento do álbum “Para Quando o Arco-Íris Encontrar o Pote de Ouro” que conta com uma edição comemorativa em vinil, remixada por Jack Endino e outra versão em CD / plataformas digitais que contém faixas extras, demos e uma regravação de “Hey Babe!”, com a participação de e um documentário repleto de materiais de arquivo e histórias sobre o processo de criação do disco.

A transformação digital tem mais a ver com pessoas do que com computadoresJá faz alguns anos que o termo “transformação ...
22/06/2022

A transformação digital tem mais a ver com pessoas do que com computadores

Já faz alguns anos que o termo “transformação digital” se tornou relevante para todo tipo de negócio. Falar sobre isso significa falar sobre o mundo virtual, a internet, as redes sociais e os equipamentos eletrônicos que precisamos para acessar tudo isso.

Vamos a um exercício de observação: vá até uma lotérica no quinto dia útil de qualquer mês e veja se há uma fila para pagar as contas. Observe quem são essas pessoas na fila. Aposto que, na maioria das vezes, grande parte delas são idosos. Justamente uma das fatias da população com maior dificuldade de inclusão digital. Seria, então, coincidência que essas pessoas estão ali em vez de pagar as contas por aplicativos? Ou será que, para eles, é difícil mudar velhos hábitos e entender o novo?

Esse é um bom exemplo para podemos perceber que a transformação digital ocorreu nessa área — as contas digitais existem e conquistaram milhões —, mas, ao mesmo tempo, não ocorreu para todos. As pessoas na fila da lotérica não foram impactadas por essa transformação, ou, ao menos, não profundamente.

Vale dizer que a dificuldade para se adaptar não é exclusiva dos mais velhos. Qualquer um pode encontrar obstáculos ao tentar uma nova tecnologia. Quando os jornalistas mudaram da máquina de escrever para os computadores, por exemplo, não foi uma troca fácil. Quando se tornou possível pesquisar as coisas pela internet, muita gente ainda recorria aos livros e dicionários físicos, pois não confiavam ou não se sentiam confortáveis para tirar suas dúvidas online.

Lembro-me que, para alguns dos meus clientes em meados dos anos 2000, uma notícia impressa, por exemplo, tinha muito mais valor que uma notícia online. De alguma maneira, o papel transmite mais credibilidade, tinha um valor documental.

Fazendo essa reflexão atualmente, muitas empresas já realizam seus processos contratuais por meio de assinaturas digitais, mas ainda há trâmites jurídicos que só podem ser realizados com a assinatura à mão ou até pessoas que simplesmente se sentem mais seguras assinando um documento físico.

O fato é que toda mudança gera desconfiança em algum nível, e parece que nós somos programados para rejeitar automaticamente o diferente. Logo vem o pensamento: “se estava funcionando até agora, para que mudar?”. Quem se atém a essa linha de raciocínio acaba não enxergando as vantagens da tecnologia e vai ficando para trás.

E é de suma importância que as transformações digitais, ao serem aplicadas, transponham esse obstáculo e convençam as pessoas ao menos a tentarem. Até porque, em algum momento, não haverá alternativa.

Algumas áreas conseguiram com mais facilidade que outras. Pedir comida por aplicativo, por exemplo, é uma facilidade amplamente aceita pela população. Por outro lado, ainda há um número enorme de pessoas que ligam para marcar consultas, mesmo quando há possibilidade de marcar pelo app ou site.

A diferença fundamental entre esses grupos é que, no primeiro, a transformação digital aconteceu com maior profundidade; e, no segundo, apenas a ferramenta foi entregue, sem a mudança necessária na mentalidade dos usuários. Tanto da parte das empresas, quanto da parte dos clientes.

Deter os recursos tecnológicos é fundamental, mas ainda mais importante é que eles sejam usados de forma coletiva e que seus benefícios fiquem evidentes para as pessoas. Para isso, as pessoas precisam compreender profundamente o que são essas ferramentas, para que servem, suas vantagens e porque elas deveriam aprender a usá-las.

Quando as pessoas de fato entendem tudo isso, há a inclusão digital, que é essencial para uma verdadeira transformação digital. Tanto que, neste momento, há uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que torna a inclusão digital um direito fundamental do cidadão. Esse é o nível de importância do digital em nossas vidas atualmente. Por que seria diferente no mercado de trabalho?

Portanto, antes de contratar programas e comprar equipamentos de ponta, as empresas precisam analisar a equipe e entender se a inclusão digital existe, de fato, naquele ambiente. Se não existir, o primeiro passo é fazer essa mudança, seja por meio de treinamentos, seja por cursos, seja por outro tipo de apoio.

Apenas com uma inclusão digital completa a transformação digital é possível. E não se trata de conversa fiada; como pudemos ver, o afastamento das pessoas do mindset digital é uma realidade concreta. O desenvolvimento tecnológico depende, também, das pessoas. É nosso papel, como desenvolvedores e aplicadores das inovações, ensinar e guiar a sociedade para o futuro.

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