24/02/2022
• O QUE É
A reserva de emergência é um valor equivalente a determinado número de meses do seu custo de vida guardado em uma aplicação segura, conservada e de fácil retirada para momentos de necessidade ou diferentes imprevistos.
• QUANTO É E COMO FAZER A RESERVA DE EMERGÊNCIA
Inicialmente, entenda que esse não é um recurso financeiro que você precisa levantar da noite para o dia. Você pode construí-la juntando aos poucos, mês a mês e com um regime de economia bem definido.
O primeiro passo é organizar as suas finanças, quitar as dívidas e ter pleno controle do seu planejamento financeiro pessoal. Uma vez que você sabe o quanto ganha e o quanto gasta, f**a mais fácil saber como economizar para montar a reserva de emergência.
Para realizar o cálculo do tamanho da sua reserva de emergência ideal, basta considerar o total das suas despesas essenciais fixas e multiplicar por um número X de meses de acordo com as suas características.
Os especialistas recomendam que a reserva de emergência seja composta por valores correspondentes entre 6 a 18 meses do seu custo de vida atual, considerando as despesas básicas.
Exemplo: se suas despesas fixas (contas da casa, supermercado, alimentação, transporte, saúde, entre outras) somam R$2,5 mil por mês, portanto, sua reserva de emergência deverá ser de, ao menos, R$15 mil.
• AONDE INVESTIR
Por fim, uma vez que você definiu de quanto deve ser a sua reserva de emergência, é importante saber onde investí-la.
Inicialmente, é importante que o dinheiro da reserva de emergência esteja aplicado em um local diferente do dinheiro da sua conta-corrente, aquela que você usa para pagar as contas e despesas do dia a dia. Além disso, esse é um tipo de investimento que não visa os ganhos extraordinários.
A reserva de emergência deve priorizar a liquidez e não a rentabilidade como critério de onde investir.
O intuito da reserva de emergência é estar disponível para resgate imediato em situações de necessidade. Desse modo, o ideal é que esse dinheiro esteja em aplicações de elevada liquidez (facilidade de saque) e conservadoras. Resumindo:
1. Liquidez;
2. Baixo custo;
3. Segurança;
4. Baixa volatilidade.