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Rede Alenquer 18
11/06/2020

Rede Alenquer 18

Nesses tempos de pandemia e de incertezas em nossas vidas, pedimos a nação brasileira que renove sua fé, respeitando as medidas de distanciamento

Nós só vamos superar esses desafios de uma forma: juntos!

Por Randolfe Rodrigues (Senador-REDE)O  Brasil se aproxima das 40 mil vítimas decorrentes do novo Coronavírus e a tendên...
09/06/2020

Por Randolfe Rodrigues (Senador-REDE)

O Brasil se aproxima das 40 mil vítimas decorrentes do novo Coronavírus e a tendência é que este número aumente diante da ineficiência do governo Bolsonaro para lidar com a pandemia. Precisamos concentrar esforços e recursos para o enfrentamento ao Coronavírus e uma das medidas fundamentais seria o adiamento das eleições municipais previstas para outubro.

Apresentamos proposta de emenda constitucional que adia para dezembro o pleito, respeitando o prazo de vigência dos mandatos atuais e datas de posse dos novos eleitos. Também defendemos o uso dos recursos do fundo eleitoral para aplicação nas ações de enfrentamento à epidemia. A prioridade deve ser salvar vidas!

18/05/2020

Documentos enviados ao MPF mostram falhas que podem ter deixado de fora pessoas que tinham direito ao Auxílio Emergencial de R$ 600. Segunda parcela começa a ser paga nesta segunda-feira (18).

18/05/2020

O relatório mais recente da OMS (Organização Mundial da Saúde) informou que o número de casos do novo coronavírus confirmados oficialmente ao redor do mundo subiu para 4.525.497. Os dados foram compilados com informações recebidas pela organização até

18/05/2020

Dificuldade para conseguir auxílio emergencial, que levou a filas na Caixa, é um dos efeitos da desigualdade digital

15/05/2020
15/05/2020

A segunda etapa da terceira fase vai de 18 de maio até 5 de junho. Nela serão incluídos professores de escolas públicas e privadas e adultos de 55 a 59 anos de idade.

12/05/2020

por 8 anos e vivi como um ser invisível.

O psicólogo Social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são “seres invisíveis, sem nome”.

Em sua dissertação de mestrado, pela USP, publicada em 2008, conseguiu comprovar a existência da “invisibilidade pública”, ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: “Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode signif**ar um sopro de vida, um sinal da própria existência”, explica o pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. “Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão”, diz.

Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga.. E encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora.

Como é que você teve essa ideia?

Fernando Braga da Costa – Meu orientador desde a graduação, o professor José Moura Gonçalves Filho, sugeriu aos alunos, como uma das provas de avaliação, que a gente se engajasse numa tarefa proletária. Uma forma de atividade profissional que não exigisse qualif**ação técnica nem acadêmica. Então, basicamente, profissões das classes pobres.

Com que objetivo?

A função do meu mestrado era compreender e analisar a condição de trabalho deles (os garis), e a maneira como eles estão inseridos na cena pública. Ou seja, estudar a condição moral e psicológica a qual eles estão sujeitos dentro da sociedade. Outro nível de investigação, que vai ser priorizado agora no doutorado, é analisar e verif**ar as barreiras e as aberturas que se operam no encontro do psicólogo social com os garis. Que barreiras são essas, que aberturas são essas, e como se dá a aproximação?

Quando você começou a trabalhar, os garis notaram que se tratava de um estudante fazendo pesquisa?

Eu vesti um uniforme que era todo vermelho, boné, camisa e tal. Chegando lá eu tinha a expectativa de me apresentar como novo funcionário, recém-contratado pela USP pra varrer rua com eles. Mas, os garis sacaram logo, entretanto nada me disseram. Existe uma coisa típica dos garis: são pessoas vindas do Nordeste, negros ou mulatos em geral. Eu sou branquelo, mas isso talvez não seja o diferencial, porque muitos garis ali são brancos também. Você tem uma série de fatores que são ainda mais determinantes, como a maneira de falarmos, o modo de a gente olhar ou de posicionar o nosso corpo, a maneira como gesticulamos. Os garis conseguem definir essa diferenças com algumas frases que são simplesmente formidáveis.

Dê um exemplo?

Nós estávamos varrendo e, em determinado momento, comecei a papear com um dos garis. De repente, ele viu um sujeito de 35 ou 40 anos de idade, subindo a rua a pé, muito bem arrumado com uma pastinha de couro na mão. O sujeito passou pela gente e não nos cumprimentou, o que é comum nessas situações. O gari, sem se referir claramente ao homem que acabara de passar, virou-se pra mim e começou a falar: “É Fernando, quando o sujeito vem andando você logo sabe se o cabra é do dinheiro ou não. Porque peão anda macio, quase não faz barulho. Já o pessoal da outra classe você só ouve o toc-toc dos passos. E quando a gente está esperando o trem logo percebe também: o peão f**a todo encolhidinho olhando pra baixo. Eles não. Ficam com olhar só por cima de toda a peãozada, segurando a pastinha na mão.”

Quanto tempo depois eles falaram sobre essa percepção de que você era diferente?

Isso não precisou nem ser comentado, porque os fatos no primeiro dia de trabalho já deixaram muito claro que eles sabiam que eu não era um gari. Fui tratado de uma forma completamente diferente. Os garis são carregados na caçamba da caminhonete junto com as ferramentas. É como se eles fossem ferramentas também. Eles não deixaram eu viajar na caçamba, quiseram que eu fosse na cabine. Tive de insistir muito para poder viajar com eles na caçamba. Chegando no lugar de trabalho, continuaram me tratando diferente. As vassouras eram todas muito velhas. A única vassoura nova já estava reservada para mim. Não me deixaram usar a pá e a enxada, porque era um serviço mais pesado. Eles fizeram questão de que eu trabalhasse só com a vassoura e, mesmo assim, num lugar mais limpinho, e isso tudo foi dando a dimensão de que os garis sabiam que eu não tinha a mesma origem socioeconômica deles.

Fonte: Google

12/05/2020

| Uma situação de desespero e recorrente principalmente na região Norte. O escalpelamento foi tema de reportagem feita por Paula Laboissière.

O trabalho, contando sobre a reconstituição do couro cabeludo de mulheres vítimas de acidentes com barcos recebeu o Prêmio de Jornalismo da Sociedade Brasileira de
Cirurgia Plástica em 2012.

Leia: https://bit.ly/2WBj8aU

11/05/2020

A Rede se solidariza com os familiares, amigos e vizinhanças dos que foram colhidos pela Covid-19. São 10 mil vidas que importam muito, que eram amadas pelos seus, são perdas doloridas para quem as cercava e também para nosso país como um todo. Cada morte nos derrota, nos expõe à fragilidade de nossos sistemas de saúde, onde médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagens, socorristas, motoristas de ambulância, zeladores, recepcionistas, ascensoristas, maqueiros e todos os demais do apoio à saúde, lutam sem as condições e proteção as suas vidas.
Muitos morreram em meio à tragédia e desamparo do colapso dos sistemas de saúde. Faltou leito, faltou respirador, faltou remédio e nos seus corpos, faltou ar.
O mundo ficou sabendo da pandemia no final de dezembro, mas o governo federal ficou negando a gravidade e até a existência da pandemia e não liderou uma preparação do país para enfrentá-la. O ministro que tomou a frente dos trabalhos e passou a cumprir as determinações técnicas e científ**as da OMS foi solapado em seus esforços e demitido. O presidente até hoje, quando temos 10 mil mortos, escolhe f**ar zombando da agonia que antecede a morte por essa doença e da dor dos que perdem entes queridos.
Mas o país não esquecerá esses 10 mil brasileiros e a Rede espera que só sejam esses, que os recursos cheguem aos hospitais, que os servidores da saúde tenham equipamentos de proteção, que os leitos existam, que as filas para respirar acabem, que nos curemos todos, como indivíduos e como nação.

11/05/2020

TSE autoriza convenção partidaria de forma virtual em 2020.

s recomendações de isolamento social vão impactar as eleições 2020. Na última semana, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou o uso da plataforma virtual para fins de realização de convenção partidária previstas para ocorrer no periodo pré-eleitoral, como forma de prevenção à pandemia de Covid-19.

https://www.facebook.com/493416060696750/posts/3069218439783153/

11/05/2020

Endereço

Alenquer
Alenquer, PA
68200-000

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