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10 métricas de crescimento para empresas SaaS que você precisa acompanharCom um controle, é possível criar condições pro...
19/11/2019

10 métricas de crescimento para empresas SaaS que você precisa acompanhar

Com um controle, é possível criar condições propícias para crescimento acelerado. Pensando nisso, separamos as principais métricas SaaS.

Você já sabe que acompanhar os resultados obtidos é essencial para o sucesso de qualquer serviço ou produto.

Quando falamos de empresas SaaS, essa mensuração se torna ainda mais indispensável. Afinal, a sustentabilidade de negócios desse setor é diretamente ligada à retenção de clientes, o que depende de sua satisfação.

Dito isso, de nada adianta observar e interpretar métricas sem considerar sua relevância para suas operações.

Isso quer dizer que, em qualquer tipo de negócio, existem dados que podem gerar insights valiosos e outros com signif**ado vazio. Os últimos são chamados de métricas de vaidade.

Então, quais as métricas de crescimento para SaaS você deve realmente dedicar sua atenção? Para responder essa pergunta, elaboramos este artigo. Nele, vamos nos aprofundar nesses 10 indicadores:

Lead Velocity Rate
Lead Conversion Rate
Monthly Recurring Revenue
Churn Rate
Average Revenue per User
Lifetime Value
Customer Acquisition Cost
Quick Ratio
Expansion Revenue
Net Promoter Score
Acompanhe!

1. Lead Velocity Rate (LVR)
A geração de leads qualif**ados é uma das atividades mais influentes no sucesso comercial. Isso porque, ao lidar com prospects em uma etapa avançada da jornada do consumidor, você maximiza as chances de conversão e evita o desperdício de abordar pessoas que não tenham qualquer interesse na sua solução.

Nesse sentido, é vital trabalhar em estratégias para acelerar a geração de leads qualif**ados. Lead Velocity Rate (LVR) é a métrica utilizada para medir esse progresso. A ideia é medir o crescimento da geração de leads qualif**ados em um mês e comparar com um período anterior.

Se medido mensalmente, o LVR pode gerar insights precisos sobre o crescimento do negócio em termos de receita e aquisição de clientes. Trata-se, portanto, de um mecanismo eficiente para um acompanhamento em tempo real da performance do time de vendas.

Para calcular o Lead Velocity Rate, siga esses passos:

encontre a diferença entre os leads gerados no mês atual e no anterior;
divida o valor pelo número de leads gerados no mês atual;
multiplique o resultado por 100.

2. Lead Conversion Rate (LCR)
Tão importante quanto o volume de leads gerados é a eficiência em sua conversão. Um lead convertido é aquele que passa por toda a jornada do consumidor e toma a decisão de compra. Em outras palavras, trata-se simplesmente do contato que se transforma em cliente.

O Lead Conversion Rate é o indicador que mede a taxa de conversão dos leads. Sendo assim, essa métrica é presença constante em avaliações de vendedores e análises sobre a efetividade da estratégia utilizada. Independentemente do número de leads passados ao time de vendas, seu objetivo é sempre converter a maior quantidade possível.

Para que o Lead Conversion Rate seja utilizado com excelência, é fundamental que a gestão entenda os fatores internos e externos da empresa. Dessa forma, é possível determinar, sem achismos, se a taxa é satisfatória ou se é preciso tomar ações para sua otimização.

Por exemplo, um programa que adote um modelo freemium — serviço gratuito que monetiza por meio de assinaturas premium — pode contar com um LCR inferior a outro que ofereça um período de uso grátis. Isso não signif**a, contudo, que não se possa investir em estratégias para aumentar o número de assinantes premium.

Para calcular o Lead Conversion Rate, siga essas etapas:

descubra o número de novos clientes em um período;
descubra o número de leads gerados no mesmo período;
divida o primeiro valor pelo segundo;
multiplique o resultado por 100.

3. Monthly Recurring Revenue (MRR)
A maioria das empresas SaaS opera sob um modelo cuja receita é gerada, majoritariamente, por assinaturas. Caso os clientes estejam satisfeitos, eles renovam a assinatura e mantêm a estabilidade da renda mensal do empreendimento. Assim, é gerada a receita recorrente.

O indicador Monthly Recurring Revenue, que pode ser traduzido como Receita Recorrente Mensal, mede o valor recebido a cada mês por conta dessas renovações de assinatura. É crucial entender que isso é diferente da receita líquida, que representa o valor que é de fato recebido no mês.

Para entender, imagine que um determinado período apresenta um crescimento signif**ativo em novas assinaturas. O lucro gerado por essas vendas é, certamente, incluído no cálculo da receita líquida, mas não no Monthly Recurring Revenue.

Para calcular o MRR, basta seguir a seguinte fórmula:

MRR = número de clientes x valor médio recebido deles.
Se você quiser calcular a receita recorrente anual, basta multiplicar o valor encontrado com a fórmula por doze.

4. Churn Rate
Entre as métricas de crescimento para SaaS, a Churn Rate chama atenção por calcular um movimento de diminuição. O objetivo é entender o número de clientes ou assinantes perdidos em um determinado espaço de tempo. Tal compreensão é essencial para o planejamento do negócio a curto e médio prazos.

É claro que é impossível reter todos os clientes. Eventualmente, alguns vão deixar de utilizar o serviço por inúmeras razões diferentes. Com isso em mente, muitos gestores acreditam que o simples fato de repor os assinantes perdidos é suficiente para manter a sustentabilidade do negócio.

O problema é que uma Churn Rate alta é apenas a ponta do iceberg. Afinal, se as pessoas estão deixando de usar um programa, isso signif**a que ele está falhando em entregar ao público o que ele espera. Isso gera feedbacks negativos dos usuários, o que cria um obstáculo na aquisição de novos consumidores.

Para calcular a Churn Rate, siga os passos apresentados a seguir:

descubra o número de clientes perdidos em um período;
divida o valor pelo número de clientes existentes no início do mesmo período;
multiplique o resultado por 100.

5. Average Revenue per User (ARPU)
O Average Revenue per User diz respeito à receita média obtida por usuário do programa. Trata-se de uma métrica importantíssima, especialmente para startups em busca de escalar o negócio.

A compreensão do valor gerado à empresa por cada cliente ativo permite à gestão calcular estrategicamente o investimento em questões como suporte e atendimento ao usuário. Isso porque, se o ARPU é baixo demais, uma simples ligação de suporte pode gerar um custo superior ao lucro que é gerado pelo cliente.

Sendo assim, o Average Revenue Per User é, também, essencial na precif**ação do serviço. É vital que o valor seja superior ao custo médio de retenção por cliente, ou a sustentabilidade do negócio está com os dias contados.

Além do planejamento estratégico, esse indicador otimiza o seu entendimento sobre as preferências do consumidor. Se os planos mais caros do seu serviço contarem com uma adesão maior, por exemplo, isso será refletido por uma maximização da receita média por usuário.

Para calcular o ARPU, basta dividir o Monthly Recurring Revenue pelo número de clientes ativos.

6. Lifetime Value (LTV)
Se você tem em seu horizonte a busca por relacionamentos mais duradouros com os clientes, essa métrica é de valor inestimável. O Lifetime Value (LTV) trata do valor previsto que um cliente gastará com o seu produto durante toda a relação. Daí vem o nome “Lifetime”, inglês para “tempo de vida”.

Com o cálculo do LTV, é possível elaborar um orçamento mais inteligente e atrelado à real situação da empresa.

Afinal, sabendo o tamanho da receita gerada por apenas um consumidor, você pode decidir quanto está disposto a gastar para sua aquisição e retenção, sempre se mantendo acima da linha de equilíbrio entre gastos e faturamento.

Por isso, é essencial que o cálculo do Lifetime Value seja acompanhado por outra métrica, que prevê o custo de aquisição por cliente. Falaremos dela no próximo tópico. Antes, vamos entender como é realizado o cálculo do LTV:

calcule a Churn Rate;
calcule o Average Revenue per User;
divida o segundo valor pelo primeiro.

7. Customer Acquisition Cost (CAC)
Durante a leitura do último tópico, você já teve uma noção da importância de entender o Customer Acquisition Cost, que nada mais é que o custo de aquisição por cliente. Em outras palavras, esse indicador mede a quantia de dinheiro que sua empresa precisa investir para convencer o consumidor a realizar uma compra.

Como todo negócio, para sobreviver, precisa fazer mais dinheiro do que gastar, é fundamental que o valor indicado por essa métrica seja inferior ao LTV. Portanto, o uso do CAC determina exatamente qual é o teto de gastos que você pode atingir na busca por novos clientes.

Portanto, todo tipo de investimento nesse sentido deve ser levado em consideração, tanto os relacionados ao marketing quanto os ligados às vendas.

Sendo assim, o cálculo do CAC é estruturado de forma bem simples. Basta somar todos os custos direcionados aos departamentos de marketing e vendas e, depois, dividir o valor obtido pelo número de novos clientes adquiridos.

8. Quick Ratio
Dada a Churn Rate do negócio, com que segurança uma empresa SaaS pode aumentar a própria receita? A resposta para essa pergunta é obtida com o cálculo do Quick Ratio. A métrica é utilizada para medir e indicar a eficiência no crescimento do negócio.

Para realizar o cálculo, é preciso ter em mãos dados relacionados ao MRR, que é a receita recorrente mensal do seu negócio. Então, basta dividir o valor referente a novas fontes de MRR pela porcentagem de MRR perdido no mesmo período.

9. Expansion Revenue
O Expansion Revenue, termo que pode ser traduzido como Expansão de Receita, é um indicador essencial para uma empresa que busca elevar a renda gerada pelos clientes já existentes. Como as empresas SaaS geralmente trabalham com planos que podem ser melhorados, o Expansion Revenue é fundamental.

Um cliente pode, por exemplo, iniciar o uso do serviço por meio de um plano básico, naturalmente mais barato que as opções premium. Dessa forma, ele já está incluído no seu cálculo mensal de receita recorrente. Porém, a opção de upgrade abre uma via interessante para o empreendimento.

É que, ao optar por um plano superior, o cliente aumenta a receita que ele gera ao negócio. Sendo assim, muitas empresas focam em estimular esse upgrade como forma de compensar a perda de outros consumidores. Para calcular o Expansion Revenue, basta somar o valor adicional gerado pelos upgrades de assinaturas.

10. Net Promoter Score (NPS)
A perda de clientes é um problema enfrentado por todo tipo de companhia, independentemente de seu tamanho ou segmento. Para evitar que isso se torne um problema grande demais, é preciso identif**ar o quanto antes os motivos que estão levando os clientes a abandonar o serviço.

Com isso em mente, f**a fácil entender a importância de medir frequentemente a satisfação dos seus consumidores, concorda? É isso que busca o Net Promoter Score. Ao contrário dos demais indicadores apresentados neste texto, o NPS não se baseia exclusivamente em cálculos matemáticos.

Trata-se de uma metodologia divulgada para o mundo em 2003, por meio de um artigo publicado na Harvard Business Review. A ideia é, a partir de uma simples e definitiva pergunta, entender o nível de contentamento dos consumidores de qualquer produto ou serviço.

A questão é: “Em uma escala de 0 a 10, o quanto você recomendaria a empresa X a um amigo ou colega?” Ao reunir um número signif**ante de respostas, é possível separar os clientes em três grupos.

Os que responderam entre 0 e 6 são considerados detratores, ou seja, estão insatisfeitos com a solução. Aqueles que escolheram um número entre 7 e 8 são chamados de neutros. Eles consideram o serviço satisfatório, mas não vão além disso. Já os promotores, que marcaram 9 ou 10, são clientes absolutamente leais.

A partir desses insights, é possível elaborar e executar uma estratégia para resgatar os detratores, estimular os neutros e manter a experiência positiva dos promotores.

As métricas de crescimento para SaaS são as ferramentas que possibilitam uma gestão inteligente, baseada em números. Dessa forma, os gestores encontram maior facilidade para tomar decisões que sejam, de fato, eficientes para o desenvolvimento saudável da empresa.

19/11/2019

Evento em parceira com a ESPM acontece no dia 21 de novembro

Os 12 tipos de conteúdos proibidos pelos Google Ads e as boas práticas para sua promoçãoGoogle, o conhecido mecanismo de...
19/11/2019

Os 12 tipos de conteúdos proibidos pelos Google Ads e as boas práticas para sua promoção

Google, o conhecido mecanismo de busca, tem uma política de conteúdo proibido bastante rígida. Embora sua lista seja extensa, existem aqueles que conseguem trabalhar bem e alcançar bons resultados. Fique conosco e veja quais marcas estão obtendo sucesso na internet, mesmo trabalhando com produtos ou serviços proibidos pelo Google Ads.

Não importa onde a sua empresa está, se ela não estiver presente no ambiente online, simplesmente perderá oportunidades de negócios.

Quando consideramos a presença na web, automaticamente pensamos no Google. Esse gigante da tecnologia oferece infinitas opções para alcançar clientes potenciais, incluindo o recurso Google Ads.

Os anúncios noGoogle Ads permitem que empresas de diferentes tamanhos e setores promovam seus produtos ou serviços no motor de busca. Mas atenção: para que o anúncio seja veiculado, é essencial que o assunto abordado não pertença à lista de tópicos proibidos pela empresa.

Você tem alguma ideia de qual conteúdo é proibido nos Ads? Nesse post você encontrará informações atualizadas sobre o assunto e, assim, evitará surpresas.

O que o Google proíbe na internet?
A ideia de que a internet é uma terra sem lei termina assim que se conhece a política restritiva do Google.

Se, por um lado, os profissionais de marketing respiram aliviados sabendo que podem divulgar sua marca na internet, por outro, estão constantemente procurando maneiras de otimizar a experiência com o Google Ads. Essa busca é ainda mais expressiva quando envolve, de alguma forma, empresas que trabalham com conteúdo proibido nos Ads.

É possível criar anúncios sem que o Google bloqueie ou qualifique cliques e impressões como inválidos? As suas regras são bastante rígidas, mas existem situações especiais em cada caso de conteúdo proibido.

De forma geral, o Google não permite a inclusão de anúncios em páginas ou sites que considere polêmicos, controversos ou perigosos. Isso porque ele visa proteger as pessoas de situações desconfortáveis ​​ou que geram qualquer tipo de desconforto. Inclusive, busca reprimir páginas que incentivem a discriminação (pessoas ou grupos), violência, assédio, bullying.

Outro fator importante é que o maior site de busca do mundo quer que seus usuários tenham uma experiência incrível ao clicar em um anúncio, por isso, exige que a página de destino tenha alguns recursos, incluindo: ser útil, funcional, intuitiva (fácil de usar) e com conteúdo acessível.

Agora que você conhece as razões fundamentais pelas quais o Google inibe a inclusão de anúncios em determinadas páginas ou sites, saiba em detalhes as políticas de conteúdo proibido.

Guia do Google Ads
Powered by Rock Convert
Quais são as políticas de conteúdo proibido nos Ads?
Os anúncios têm várias políticas restritivas. A seguir, explicamos quais são os 12 principais tipos de conteúdo proibidos.

1. Conteúdo adulto
A maneira como o conteúdo adulto é interpretado varia de acordo com cada país e cultura. No entanto, todos os editores devem respeitar os requisitos de conteúdo. Isso promove e garante um ambiente de publicidade mais confiável, seguro e saudável.

Uma pergunta muito comum é: como sei se devo colocar o código de anúncio no conteúdo? Bem, essa tarefa é bem simples. Se você não gostaria de ver uma criança de cinco anos encontrando o conteúdo, ou teria vergonha se seus colegas de trabalho encontrassem a página, então você não deveria direcioná-la como propaganda.

2. Temas adultos veiculados em conteúdo familiar
Anúncios com temas adultos (assuntos vulgares, violência e s**o) não podem ser colocados em páginas ou sites que pareçam ideais para todos os tipos de público.

3. Dr**as e seu uso recreativo
Os anúncios do Google também não podem ser incluídos em páginas que vendem ou incentivam o uso de dr**as recreativas. Isso inclui a difusão de substâncias que alteram o estado mental e/ou têm caráter alucinógeno, como metanfetaminas, co***na, maconha, dr**as sintéticas legalizadas, entre outros.

Também não é permitido veicular anúncios em páginas que vendam ou disseminem produtos comercializados que facilitem o uso dessas substâncias, ou que instruam o leitor sobre a produção, aquisição e seu uso.

4. Bebidas alcoólicas e tabaco
Páginas que difundem cervejas, bebidas destiladas, licores, bem como sites que promovem tabaco e produtos relacionados não podem anunciar no Google.

5. Jogos de apostas
As páginas que promovem apostas com dinheiro ou qualquer outra atividade recreativa que envolva o ganho de valores econômicos não podem incluir anúncios no site de busca.

6. Cuidados médicos
Quando o assunto é medicamentos e seu consumo, o Google é extremamente cuidadoso.

É proibida a inclusão de anúncios em páginas que divulguem a venda online de medicamentos controlados, suplementos proibidos e produtos farmacêuticos.

7. Conteúdo hacker, cracker e pirataria
O conteúdo desse tipo de página fornece aos usuários instruções, dicas e até mesmo materiais para acessar e falsif**ar softwares, sites e páginas.

Assim, os anúncios são expressamente proibidos em páginas que estimulam atividades de hackers e/ou crackers de qualquer tipo.

8. Páginas que oferecem programas de remuneração
Colocar anúncios do Google em páginas que prometem compensação ou pagamentos pode causar muita dor de cabeça porque, quando identif**ada, a prática é penalizada, qualif**ando os cliques e impressões como inválidos.

Os anúncios não podem ser colocados em páginas que visam direcionar o tráfego, fornecer ou disseminar materiais que informem sobre a implementação desses serviços.

9. Conteúdo falso
Google está em uma guerra eterna contra conteúdo falso, por isso, os anúncios não podem ser veiculados em páginas que emitem declarações falsas, que enganam o público ou omitem informações importantes sobre seu conteúdo e objetivos na internet.

10. Temas desagradáveis
É proibida a inclusão de anúncios do Google em páginas com conteúdo que promova ódio, violência ou intimidação contra pessoas com base na sua raça, religião, etnia, s**o, idade e condição de veterano de guerra.

11. Conteúdo violento e armas
Não é permitido incluir anúncios em páginas que mostram acidentes, imagens com sangue e demais conteúdos sensíveis.

Sobre as armas: páginas que vendem são intermediárias na compra ou promovem a venda de armas e acessórios não podem inserir anúncios do Google.

Essa política também inibe a inclusão de anúncios em páginas que vendem fogos de artifício.

12. Incentivo ao comportamento fraudulento e temáticas ilegais
O Google valoriza a justiça e a honestidade. Por essa razão, é totalmente contra a realização ou estímulo de condutas fraudulentas, como a criação e venda de documentos falsos.

Também não permite anúncios em sites que vendam e distribuam trabalhos acadêmicos, informações para aprovação em estudos antidoping, entre outras situações que promovam crimes.

Embora a lista de conteúdo proibido seja um pouco extensa, é possível trabalhar alguns pontos. Mas tenha cuidado! O Google faz revisões contínuas com o objetivo de impedir a exploração de seus usuários.

Caso ele verifique que algo está errado, pode limitar a exibição dos seus anúncios ou, na pior das hipóteses, bloquear sua conta. Portanto, é essencial promover produtos proibidos corretamente e com cuidado para evitar situações como as mencionadas anteriormente.

O que fazer e o que não fazer para promover produtos proibidos?
Quando se trata de promover produtos considerados proibidos nas redes sociais e mídias online, todo cuidado é pouco.

Atenção! Não estamos falando de situações criminais, mas de produtos ou serviços regulares que são proibidos de serem veiculados ​​em canais digitais.

Para promover produtos ou serviços regulares, mas proibidos, é essencial seguir algumas dicas. Veja quais são elas a seguir!

Respeite as regras
Não teste o conteúdo. Pode ser que você publique por engano, mas logo em seguida será certamente excluído. Se você não respeitar as regras e publicar, é provável que a rede acabe sancionando sua marca.

Use termos apropriados
Você identificou que o produto ou serviço que está tentando vender é considerado proibido, mas quer arriscar e anunciá-lo? Pelo menos tente não usar termos proibidos.

No caso de anúncios relacionados a criptomoedas, evite usar palavras como “empréstimos”. Use opções mais seguras, como blockchain.

Copie links seguros
Se você considera importante promover uma publicação e vinculá-la ao seu conteúdo, tenha cuidado para não levar o usuário a um local proibido.

Ao direcionar o público para uma página questionável, o Google pode identif**ar e aplicar penalidades à marca.

Faça transmissões ao vivo
Transmissões ao vivo no Facebook têm sido a solução para promover produtos ou serviços proibidos indiretamente.

Você pode usar transmissões ao vivo para apresentar sua equipe de trabalho, falar sobre assuntos relacionados, responder a perguntas, entre outros.

Respeito e confiança em primeiro lugar
É importante considerar que a reputação da marca está em jogo. Portanto, mantenha a responsabilidade social corporativa em vigor, publique conteúdo legítimo e confiável.

Contrate influenciadores digitais
Por meio das recomendações dos influenciadores digitais, é possível atingir um excelente público sem ter que publicar conteúdo de risco.

Além das dicas mencionadas, você pode promover esse tipo de produto ou serviço considerando o elemento visual, organizando eventos, realizando pesquisas e tomando conhecimento da legislação dos produtos que você vende.

3 marcas de sucesso que direcionam seus anúncios corretamente
De acordo com o que falamos até agora, consideramos que é totalmente possível direcionar anúncios de produtos ou serviços proibidos. E aqui você tem a dose de coragem que faltava! Veja três exemplos de marcas de sucesso.

1. Budweiser
Esta marca tem mais de 15 milhões de fãs no Facebook. Embora não seja possível distribuir o produto diretamente, obteve sucesso adicionando suas condições nas publicações.

Eles fazem isso compartilhando imagens interessantes na comunicação com seu público e celebrando ocasiões especiais.

exemplo de postagem no facebook da budweiser
2. E-Cigs
Não é possível anunciar em páginas que vendem ou promovem a compra de ci****os eletrônicos, mas parece que a E-Cigs continua com uma forte presença nas redes sociais.

A marca consegue se manter ativa por meio de publicações de materiais ou artigos relevantes, hashtags, compartilhamento de histórias de sucesso com seus seguidores etc.

exemplo de propaganda da marca E-Cig
Fonte: Agora Pulse
3. Tinder
O Tinder usa o marketing de influenciadores para se aproximar de seu público, responde aos seguidores e usa material audiovisual para permanecer ativo e notável nas redes sociais.

Embora ele não possa anunciar seu serviço e, assim, promovê-lo entre seus seguidores, obteve um resultado fantástico mantendo essa posição.

exemplo de post no instagram do Tinder Brasil
É visível que o sucesso de uma marca depende de sua capacidade de promover seus produtos de forma ef**az.

15/11/2019

Com uma concorrência notória, as empresas buscam alternativas com o marketing digital para se manter no mercado e estabelecer relacionamento a partir de expansão de sua imagem.

SimilarWeb: como usar a ferramenta de análise de sites e concorrênciaSimilarWeb é uma ferramenta de análise de sites, qu...
15/11/2019

SimilarWeb: como usar a ferramenta de análise de sites e concorrência

SimilarWeb é uma ferramenta de análise de sites, que ajuda a conhecer o mercado e monitorar concorrentes. Classif**ação na busca, número de visitas e origens de tráfego são algumas informações que você pode coletar na ferramenta. Agora, saiba mais sobre a SimilarWeb e como ela pode ajudar o seu negócio.

Acompanhar os passos da concorrência já faz parte das suas estratégias de marketing?

Se ainda não, é bom começar a olhar ao redor e perceber que os concorrentes estão por aí, talvez com estratégias mais eficientes que as suas, talvez até levando seus clientes embora. E você nem está notando!

Mas não queremos que você se desespere, ok? Estamos aqui para ajudar você a monitorar a concorrência na web, o que pode trazer insights não só para o Marketing Digital, mas também para as estratégias de negócio em geral. E, para isso, trouxemos uma dica de ferramenta ideal: a SimilarWeb.

SimilarWeb é uma das ferramentas mais conhecidas para analisar sites, acompanhar a concorrência e saber que posição a sua marca ocupa no mercado.

Agora, então, você vai saber tudo sobre essa ferramenta:

O que é SimilarWeb?
Quais informações você pode monitorar na SimilarWeb?
Como usar a SimilarWeb?
Para que serve a SimilarWeb?
Quanto custa a SimilarWeb?
Acompanhe!


O que é SimilarWeb?
SimilarWeb é uma ferramenta de análise de sites e aplicativos. Segundo a própria empresa, a missão da SimilarWeb é “fornecer inteligência de mercado global e multiplataforma para entender, monitorar e crescer o seu market share digital”.

Para isso, a ferramenta fornece um recurso de busca de sites e aplicativos: basta digitar uma URL ou um app móvel, que a plataforma busca os dados deles. Tanto na versão gratuita quanto na versão paga, você recebe um relatório bastante completo sobre o site ou aplicativo pesquisado.

Portanto, se você estava buscando uma forma de saber dados sobre os seus concorrentes, aqui está a solução!

A SimilarWeb traz métricas de posição no ranking da busca (ou ranking de uso, no caso dos aplicativos), número de visitas, taxa de rejeição, origens de tráfego, entre outros dados que podem ser valiosos para as suas estratégias. Além disso, é possível colocar esses dados lado a lado com as suas métricas, para comparar o desempenho de duas marcas.

A SimilarWeb funciona em um site, acessível em www.similarweb.com, ou seja, não é preciso instalar qualquer programa no seu computador.


Quais informações você pode monitorar na SimilarWeb?
A seguir, conheça quais são as informações que os relatórios da SimilarWeb trazem e que você pode explorar nas suas análises.

Primeiramente, quando você pede para analisar um site, estes são os dados apresentados:

ranking do site em relação ao tráfego (global, por país e por categoria);
total de visitas nos últimos 6 meses;
duração média da visita;
páginas por visita;
taxa de rejeição do site;
percentual de visitantes por país;
origens do tráfego (direto, referência, busca, social, e-mail, anúncios display);
sites de referência e sites de destino;
palavras-chave de busca (orgânicas e pagas);
redes sociais de origem de tráfego;
perfil do público visitante (categorias de interesse, outros sites acessados);
concorrentes e sites similares (por assunto e por classif**ação nos resultados da busca).
Já quando você analisa um aplicativo, estas são as métricas que os relatórios apresentam:

ranking de uso do aplicativo (global, por país e por categoria);
ranking de classif**ação no Google Play ou na App Store (global, por país e por categoria);
perfil do público (categorias e aplicativos usados pelos usuários do app);
origens de tráfego (direto, referência, busca, social, e-mail, anúncios display);
palavras-chave de busca na web;
origens de tráfego dentro da loja (busca na loja, página do desenvolvedor, wishlist etc.);
palavras-chave de busca dentro da loja;
aplicativos similares.
Vale destacar que essas informações estão disponíveis tanto na versão gratuita quanto na paga. Porém, na SimilarWeb PRO, você recebe dados mais completos, enquanto os relatórios gratuitos têm limitações, como a apresentação apenas das cinco principais palavras-chave de busca (para acessar mais, é preciso adquirir um plano pago).


Como usar a SimilarWeb?
A seguir, vamos mostrar um pequeno tutorial de como começar a usar a ferramenta e explorar suas principais funcionalidades.

Ao abrir o site da SimilarWeb, você já tem um gostinho do que a ferramenta oferece: a tela mostra um mapa visual dos principais sites de determinados mercados, como notícias, viagens ou bancos, bem como as informações de tráfego e market share de cada um.

Mas vamos ao que interessa para o seu negócio. Na tela inicial, você já pode ver uma barra de busca no canto superior esquerdo, ao lado da marca SimilarWeb. Ali, você pode digitar qualquer site ou aplicativo que queira analisar.

como usar a ferramenta similarweb
Experimente digitar o site da sua empresa. Em seguida, você vai receber um relatório sobre o seu site. Na versão paga, você tem também a opção de fazer o Download (botão no canto superior à direita).

Nos resultados, você vai ver todas as informações que citamos anteriormente: classif**ação no ranking, total de visitas, origens do tráfego etc. Ao final do relatório, você pode identif**ar quais são os sites concorrentes e similares ao seu e, então, partir para a análise da concorrência.

Clique sobre qualquer site que apareça entre os concorrentes e saiba todos os dados. Outra opção é usar a funcionalidade de comparação, cujo botão f**a disponível ao lado do nome do site.

análise do site da rock content na similarweb
Ao clicar no botão Comparar, a plataforma já sugere alguns sites concorrentes. Ou você pode digitar diretamente a página que quiser analisar.

Ao escolher um site, a SimilarWeb apresenta um relatório comparativo entre os dois sites, mas com informações resumidas: apenas a classif**ação, a visão geral do tráfego e as origens das visitas. Para obter a comparação completa, é preciso aderir ao SimilarWeb PRO.

comparação de domínio na similarweb
A SimilarWeb ainda oferece a opção de instalar uma extensão no Google Chrome. Ela permite visualizar dados dos sites à medida que você navega pela internet.

Se entrou em uma página e quer saber mais sobre ela, clique no botão da extensão no navegador, que ele vai mostrar um resumo dos dados de ranking, tráfego, origem de acessos, entre outros.

Quer mais detalhes? Basta clicar no botão “More insights” para ver os dados completos na plataforma da SimilarWeb.

análise de site na similarweb

Para que serve a SimilarWeb?
Que a SimilarWeb é uma ferramenta de análise de sites e aplicativos, você já sabe. Mas como isso pode ajudar o seu negócio?

Vamos ver agora como você pode explorar a SimilarWeb de olho nas suas estratégias de marketing.

Entender o seu negócio
Antes de olhar para fora, a SimilarWeb ajuda a entender o seu próprio negócio. Na pesquisa da plataforma, você pode digitar o seu site ou aplicativo e visualizar as suas métricas.

Você já sabe qual é a classif**ação do seu site no ranking da busca? Quem são seus concorrentes na pesquisa do Google? De quais canais vêm os seus visitantes? E quais são as principais palavras-chave que eles usam para chegar às suas páginas?

Essas questões podem ser respondidas pela SimilarWeb e ajudam a identif**ar a posição que você ocupa no mercado. Além disso, também serve para perceber pontos que você pode fortalecer nas suas estratégias. Por exemplo: se você quer trazer visitantes do LinkedIn, mas essa métrica está baixa, é hora de analisar como está a sua atuação nessa rede social.

Sim, a maior parte dessas informações pode ser encontrada no Google Analytics ou no Google Search Console. Mas aqui você tem um dashboard com dados visuais sobre o seu negócio. Além disso, você pode compará-los com os concorrentes em apenas alguns cliques.

Analisar a concorrência e fazer benchmarking
O mais interessante da plataforma SimilarWeb são as informações sobre os concorrentes. Todas as métricas que você pode ver sobre o seu próprio site também estão disponíveis sobre os sites da concorrência. Isso é valioso para as suas estratégias!

De olho nos concorrentes, você pode identif**ar como está a atuação deles na web e nas redes sociais. Além de acompanhar a sua posição em relação a eles, você também pode identif**ar oportunidades e ameaças do mercado e se inspirar com ações que deram certo ou aprender com o que deu errado para os concorrentes.

Se o desempenho está muito acima do seu site, acenda o alerta e analise o que você pode fazer para melhorar. Afinal, vocês concorrem pela atenção do mesmo público, e se eles avançarem muito, você f**a para trás e perde potenciais clientes.

Além disso, você também pode fazer benchmarking ao monitorar sites que não concorram com você, mas sejam referências no seu setor. Digamos que você se inspire nas ações de uma empresa na Europa. Ela não atrai os mesmos clientes que a sua marca, que está no Brasil, mas pode gerar ideias de conteúdos e palavras-chave que você pode usar nas suas estratégias.

Melhorar estratégias de marketing de conteúdo
De maneira prática, o que você pode fazer com as informações que coletar sobre os concorrentes na SimilarWeb? Elas devem ser aplicadas nas suas estratégias para gerar resultados efetivos.

Você pode analisar, por exemplo, quais redes sociais geram mais tráfego para o concorrente.

A sua marca já está lá marcando presença? O que ele está fazendo por lá para gerar tantos visitantes? Faça uma análise mais aprofundada das estratégias de redes sociais e use como inspiração para melhorar a sua atuação.

análise de concorrência das redes sociais
Outra maneira de usar a SimilarWeb para analisar a concorrência é verif**ar as palavras-chave do concorrente e usar nas suas estratégias de SEO. Os termos mais populares podem ser usados no Marketing de Conteúdo para publicar artigos no blog que atraiam o público do concorrente.

Analise também quais sites criam backlinks para os seus concorrentes para identif**ar oportunidades de link building. Você pode entrar em contato com os administradores desses sites e propor guest posts ou parcerias de co-marketing, de maneira que gerem backlinks para você também e atraiam um novo público.

Endereço

Angra Dos Reis, RJ
23906445

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