13/08/2026
O Pew Research Center publicou um levantamento apontando que quase 6 em cada 10 mulheres jovens obtêm informações sobre saúde e bem-estar com influenciadores.
Lido rápido, parece um alerta sobre desinformação. Lido com calma, é um mapa de percurso. Ninguém decide ignorar orientação profissional. O que acontece é que a primeira dúvida sobre um sintoma ou um procedimento aparece muito antes da consulta, e ela é levada para onde a resposta chega rápido, em linguagem que não exige tradução.
O consultório continua sendo o destino. Só que ele deixou de ser a primeira parada. Para a indústria farmacêutica e para marcas de saúde, a decisão não é se vale competir com criadores de conteúdo. É se a informação correta vai estar disponível naquele momento inicial ou se o espaço vai continuar sendo ocupado por quem chegou antes.
E aqui existe uma oportunidade que ainda passa despercebida por boa parte do setor: explorar frentes menos tradicionais de marketing, como marketing de influência e parcerias com criadores, para ocupar esse espaço com informação de qualidade e presença de marca, em vez de deixá-lo livre para quem falar primeiro, nem sempre com precisão.
Se esse é um desafio da sua marca hoje, chama a gente no direct.
Fonte: Pew Research Center, julho de 2026