Tripplo Comunicação

Tripplo Comunicação Buscamos as melhores soluções para os nossos clientes. Temos três vezes mais energia. Somos a Tri Afinal, estímulo não nos falta. Somos a Tripplo.

NOSSA RECEITA: Originalidade, energia, disposição extra e trabalho com foco no cliente. NOSSO PROCESSO: Planejamento estratégico, soluções criativas e comprometimento. Um projeto bem resolvido é fruto de um processo que envolve pesquisa, imersão e um plano de trabalho detalhado. NOSSA CRENÇA: O design não tem uma função apenas estética, mas também econômica. Ele valoriza a imagem do cliente, aumenta o valor dos produtos ou serviços, ajuda a vender e a ampliar o relacionamento com o público.

É assim que buscamos as melhores soluções para as demandas dos nossos clientes.

Durante muito tempo, representamos a jornada do consumidor como uma sequência relativamente organizada: descoberta, cons...
04/09/2026

Durante muito tempo, representamos a jornada do consumidor como uma sequência relativamente organizada: descoberta, consideração e compra.

Os dados mais recentes apresentados pelo Think with Google mostram um comportamento bem menos previsível. As pessoas transitam entre Busca, YouTube, redes sociais, sites e diferentes fontes de informação enquanto formam suas preferências e tomam decisões.

No Brasil, 87% dos consumidores usam Google e/ou YouTube diariamente. As duas plataformas estão presentes em 84% das jornadas nas quais uma nova marca, produto ou varejista é descoberto. Ao mesmo tempo, 86% dizem estar abertos a experimentar novas marcas enquanto utilizam a Pesquisa.

A IA adiciona mais uma mudança a esse processo. As buscas feitas no Modo IA já são, em média, três vezes mais longas, indicando pesquisas mais exploratórias e conversacionais.

Para as empresas, esses dados ajudam a entender por que olhar apenas para o momento da conversão oferece uma visão incompleta da jornada. Parte importante da decisão acontece enquanto o consumidor ainda está descobrindo possibilidades, ampliando seu repertório e formando preferências.

Fonte: Think with Google, “Como adaptar sua estratégia ao ritmo do consumidor turbinado”, abril de 2026. Leia o estudo do Think with Google

Quando pensamos em preferência de marca, é fácil imaginar que o consumidor analisa todas as opções disponíveis e escolhe...
03/09/2026

Quando pensamos em preferência de marca, é fácil imaginar que o consumidor analisa todas as opções disponíveis e escolhe aquela de que mais gosta.

Na prática, uma marca precisa superar uma etapa anterior: ser lembrada.

O conceito de disponibilidade mental, desenvolvido nos estudos de Byron Sharp e Jenni Romaniuk no Ehrenberg-Bass Institute, ajuda a explicar isso. Uma marca tem maior disponibilidade mental quando consegue vir à memória com facilidade em diferentes situações de compra.

Isso muda bastante a forma de pensar comunicação e construção de marca. Se uma empresa aparece apenas quando quer vender, ela deixa de ser relevante para o consumidor.

Por isso, saber o que comunicar, em qual contexto, com qual frequência e como explorar a identidade gráfica faz a diferença. A comunicação contínua ajuda o consumidor a criar associações e aumenta a possibilidade de a empresa ser lembrada quando uma necessidade surgir.

Quando fechamos mais um mês de campanha, é claro que olhamos para leads, conversões, custo por aquisição e outras métric...
28/08/2026

Quando fechamos mais um mês de campanha, é claro que olhamos para leads, conversões, custo por aquisição e outras métricas de performance. Mas esses números, sozinhos, dizem pouco sobre o que realmente aconteceu.

Por isso, a primeira pergunta não é simplesmente: “Quantos leads tivemos?”

Queremos entender o que os resultados revelam sobre o comportamento do público. Quais buscas levaram as pessoas até a marca? Quais mensagens despertaram mais interesse? O que aconteceu depois do clique? Quais páginas foram mais acessadas? Em que momento as pessoas abandonaram a jornada? Quais foram as principais fricções encontradas pelo caminho?

Também precisamos entender o impacto que a campanha gerou para além da conversão imediata. Mais pessoas passaram a procurar pela marca? O tráfego direto cresceu? Houve aumento no interesse por determinados produtos ou serviços? A campanha conseguiu alcançar e movimentar o público que realmente importava?

É por isso que, no fechamento do mês, cruzamos informações das campanhas com dados do site e outros indicadores disponíveis. O dashboard mostra o que aconteceu. Mas o trabalho de análise começa quando tentamos entender por que aconteceu e o que podemos aprender para o próximo mês.

Otimizar uma campanha não é apenas buscar um CPL menor. É compreender melhor o comportamento do consumidor para tomar decisões melhores.

Uma campanha pode performar bem e as matrículas continuarem ruins.Isso acontece porque os indicadores de mídia mostram a...
27/08/2026

Uma campanha pode performar bem e as matrículas continuarem ruins.

Isso acontece porque os indicadores de mídia mostram apenas uma parte do processo.

A campanha pode alcançar o público planejado, gerar tráfego, manter um bom custo por lead e entregar o volume esperado de contatos. Ainda assim, quando olhamos para as matrículas, o resultado pode não acompanhar essa evolução.

Nesse caso, continuar otimizando apenas a mídia pode significar procurar o problema no lugar errado.

Os leads podem não ter o perfil esperado. O atendimento pode estar demorando. A proposta da instituição pode não estar clara o suficiente para sustentar a escolha. O candidato pode entrar em uma comparação baseada principalmente em preço ou simplesmente deixar de ser acompanhado depois dos primeiros contatos.

Por isso, analisar uma campanha educacional exige olhar além das métricas primárias da mídia e entender o contexto em que elas estão inseridas.

Quantos leads avançam? Onde eles param? Quais objeções aparecem? Quanto tempo o atendimento demora? Por que candidatos interessados não continuam a jornada?

Quando as campanhas performam e as matrículas não acompanham, os dados da mídia continuam importantes. Mas o diagnóstico precisa avançar para entender o que acontece com o candidato depois que a campanha faz a parte dela.

A Lei de Goodhart ficou conhecida por uma formulação simples: quando uma medida se transforma em meta, ela tende a deixa...
26/08/2026

A Lei de Goodhart ficou conhecida por uma formulação simples: quando uma medida se transforma em meta, ela tende a deixar de ser uma boa medida.

Isso acontece porque, quando uma equipe passa a ser cobrada por um indicador específico, suas decisões naturalmente começam a favorecer aquele número. Se a meta é aumentar o tráfego, busca mais acessos. Se é gerar leads, aumenta o volume de cadastros. Se é reduzir o custo por lead, procura maneiras de encontrar contatos mais baratos.

O problema aparece quando melhorar o indicador deixa de significar melhorar o negócio.

Uma campanha pode reduzir bastante o custo por lead e, ao mesmo tempo, trazer contatos com menor potencial de compra. O tráfego pode crescer enquanto o número de oportunidades permanece igual. A conversão de uma landing page pode aumentar depois de retirar campos importantes do formulário, mas vendas passa a receber menos informações para qualificar os contatos.

O indicador analisado isoladamente melhorou. O resultado do sistema, não necessariamente.

Por isso, métricas precisam ser interpretadas em conjunto e, principalmente, relacionadas ao objetivo que levou a empresa a medi-las.

O papel dos dados não é mostrar quais números ficaram verdes no relatório. É ajudar a entender se as decisões tomadas estão realmente aproximando o marketing dos resultados que a empresa precisa alcançar.

Quando um candidato entra em contato com uma instituição de ensino, ele não está começando sua jornada naquele momento. ...
25/08/2026

Quando um candidato entra em contato com uma instituição de ensino, ele não está começando sua jornada naquele momento. Ele chega com expectativas que foram construídas pela comunicação, pela campanha e por tudo aquilo que a instituição apresentou até ali.

O atendimento passa a fazer parte dessa mesma construção.

Se a campanha apresentou determinados diferenciais, a equipe precisa conhecê-los e saber desenvolvê-los durante a conversa. Se o candidato demonstrou interesse por um aspecto específico do curso, o atendimento precisa ter contexto para continuar a partir dali, e não simplesmente apresentar uma lista de informações ou partir diretamente para preço e desconto.

Esse ponto é importante porque interesse não significa decisão tomada.

Entre considerar uma instituição e efetivamente realizar a matrícula, o candidato ainda precisa reduzir dúvidas, avaliar riscos e encontrar segurança suficiente para avançar. A forma como ele é atendido influencia diretamente esse processo.

Por isso, marketing e atendimento não deveriam trabalhar como duas etapas independentes. A campanha cria expectativas que o atendimento precisa confirmar, aprofundar e transformar em argumentos para a decisão.

Uma instituição pode investir muito para despertar o interesse de um candidato e perdê-lo justamente quando ele decidiu conversar.

Na jornada de matrícula, gerar o contato é apenas parte do trabalho. O que acontece depois dele também é marketing.

Ao escolher uma instituição de ensino, o aluno pode comparar mensalidade, grade curricular, localização, estrutura, prof...
21/08/2026

Ao escolher uma instituição de ensino, o aluno pode comparar mensalidade, grade curricular, localização, estrutura, professores e uma série de outros critérios objetivos. Mas uma decisão importante como essa dificilmente acontece apenas pela soma racional desses atributos.

Os estudos do neurocientista António Damásio ajudaram a mostrar que emoção e razão não funcionam de maneira independente durante uma decisão. Sua hipótese dos marcadores somáticos propõe que experiências e sentimentos anteriores criam sinais que ajudam o cérebro a avaliar possibilidades, especialmente quando existem muitas alternativas, incertezas e consequências futuras.

Isso ajuda a entender por que confiança tem tanto peso na jornada educacional.

Um curso pode atender aos critérios objetivos que o aluno procura e, ainda assim, não ser escolhido. Durante a jornada, ele também está formando uma percepção sobre aquela instituição: se parece confiável, se transmite segurança, se cumpre o que promete e se ele consegue se imaginar estudando ali.

Depois, os argumentos racionais ajudam a sustentar e explicar a escolha. Mas a decisão não acontece em uma planilha comparando apenas características.

Para o marketing educacional, isso amplia bastante a responsabilidade. Cada contato com o futuro aluno participa da construção dessa confiança, muito antes da matrícula.

Nunca tivemos tantos dados para medir o marketing. Alcance, acessos, leads, conversões, custo por aquisição. Quase tudo ...
20/08/2026

Nunca tivemos tantos dados para medir o marketing. Alcance, acessos, leads, conversões, custo por aquisição. Quase tudo pode virar um indicador.

O problema começa quando o indicador passa a ser confundido com o objetivo.

A Lei de Goodhart resume bem esse risco: quando uma medida se torna uma meta, ela tende a deixar de ser uma boa medida.

Se uma equipe é cobrada por tráfego, buscará mais acessos. Se a meta é gerar leads, buscará mais cadastros. Se precisa reduzir o CPL, encontrará maneiras de gerar leads mais baratos.

Mas melhorar a métrica não significa, necessariamente, melhorar o negócio.

Mais leads não garantem mais vendas. Mais alcance não garante maior lembrança de marca. Mais acessos não significam maior intenção de compra.

Por isso, o marketing precisa conhecer o objetivo geral da empresa. As métricas servem para indicar se estamos avançando na direção desse objetivo, não para substituí-lo.

Há impactos importantes que nem sempre aparecem imediatamente em um dashboard: aumentar a confiança na marca, reduzir objeções, melhorar a percepção de valor ou tornar uma decisão de compra mais fácil.

Uma equipe pode cumprir todas as metas do relatório e, ainda assim, gerar pouco impacto para o negócio.

Medir é fundamental. Mas tão importante quanto acompanhar o indicador é entender qual mudança ele deveria representar.

Quando um planejamento chega à etapa de criação, boa parte do trabalho já aconteceu.Antes de pensar em campanhas, peças ...
14/08/2026

Quando um planejamento chega à etapa de criação, boa parte do trabalho já aconteceu.

Antes de pensar em campanhas, peças ou conteúdos, passamos por uma série de análises que ajudam a entender o cenário em que aquela marca está inserida. Olhamos para os objetivos do negócio, histórico de resultados, posicionamento, concorrentes, comportamento do público, canais disponíveis e dados das ações que já foram realizadas.

Também tentamos identificar problemas que a comunicação, sozinha, não consegue resolver. Às vezes, a questão está na oferta. Em outras, no posicionamento, no processo comercial ou na falta de clareza sobre quem a empresa realmente quer alcançar.

Só depois dessas análises começamos a decidir o que comunicar, onde estar, quais canais priorizar e como distribuir os investimentos.

Nem toda essa parte aparece no resultado final. Na verdade, grande parte dela acontece em reuniões, pesquisas, planilhas, dashboards e muitas discussões internas.

Mas é justamente esse trabalho de bastidores que faz com que a criação não comece com uma tela em branco.

Antes de criar, precisamos entender qual problema a comunicação precisa ajudar a resolver.

É muito fácil começar um planejamento de campanha discutindo Google, Instagram, formatos, orçamento e quantidade de peça...
12/08/2026

É muito fácil começar um planejamento de campanha discutindo Google, Instagram, formatos, orçamento e quantidade de peças. São decisões importantes, mas deveriam aparecer bem depois na conversa.

Antes delas, a empresa precisa decidir como quer ser percebida, para quem pretende ser relevante, qual problema resolve, o que sustenta seus diferenciais e quais argumentos fazem alguém acreditar naquilo que está sendo comunicado.

Também precisa existir uma conexão clara com vendas. Afinal, gerar interesse sem definir como ele será atendido, acompanhado e convertido transfere o problema de uma etapa para outra.

Por último, é preciso saber o que significa ter sucesso antes de colocar a campanha no ar. Caso contrário, terminamos com muitos números disponíveis e pouca clareza sobre o que eles realmente dizem sobre o negócio.

Uma campanha pode ampliar alcance, gerar demanda e acelerar resultados. Mas essas decisões precisam existir antes dela.

A campanha é uma parte da estratégia. Não o lugar onde a estratégia deveria ser descoberta.

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