Laduá um selo independente e criativo

24/09/2026

de 2015, quando o Laduá recebeu Ventania para uma conversa sobre música independente, composição e uma apresentação de “Colorindo o Visual”.

Cantor, compositor e andarilho, Ventania construiu sua trajetória entre a música e a estrada. Ligado à cidade mineira de São Thomé das Letras, o artista tem como referências o movimento hippie dos anos 1960 e 1970 e a música de Raul Seixas. Suas composições transitam entre liberdade, natureza, experiências de vida e a cultura alternativa brasileira.

Neste registro, Ventania fala sobre seu processo criativo, conta que costuma compor durante a madrugada e comenta a circulação de suas músicas pela internet. Na sequência, apresenta “Colorindo o Visual”, em uma gravação que faz parte dos primeiros anos do Laduá.

O vídeo foi gravado em 2015 e integra o acervo audiovisual do projeto, dedicado ao registro da música autoral e independente brasileira.

Quer conhecer mais? O link da bio leva ao canal do Laduá no YouTube, onde você encontra entrevistas, documentários, apresentações musicais e outros registros de artistas que passaram pelo projeto ao longo dos anos.

“O Brasil não cabe no quintal de ninguém.”Ao afirmar isso na Assembleia Geral da ONU, em 22 de setembro, Lula defendeu o...
23/09/2026

“O Brasil não cabe no quintal de ninguém.”

Ao afirmar isso na Assembleia Geral da ONU, em 22 de setembro, Lula defendeu o direito do Brasil e dos países latino-americanos de decidirem seus próprios caminhos, sem submissão a interesses estrangeiros.

Para mim, essa defesa também passa pela cultura. Pela liberdade de contar nossas histórias, valorizar nossos artistas e reconhecer os saberes de quem constrói este país. Não precisamos da aprovação de fora para reconhecer valor no que produzimos aqui.

É uma questão que atravessa o que faço no Laduá: quais histórias consigo registrar, quem tem espaço para falar e em que condições a produção independente pode existir. Defender a soberania também exige olhar para quem consegue viver de cultura e quem tem acesso a ela.

Defendo um país que enfrente suas desigualdades, preserve sua memória e garanta liberdade de criação. Interferência estrangeira e submissão política comprometem o direito de decidir coletivamente esse caminho.

22/09/2026

Em 2015, Djonga enxergava uma cena do rap brasileiro cada vez mais diversa e conquistando novos espaços.

Neste registro feito pelo Laduá, ele cita nomes que acompanhava naquele período e destaca especialmente a produção de Belo Horizonte, mencionando artistas como Hot, Oreia, FBC, Douglas Din, Zaika e Sara Guedes. Também aparecem referências de outras cenas, como Síntese e nomes ligados ao rap do Rio de Janeiro.

Mais do que uma lista de artistas, a fala registra a percepção de quem estava dentro daquela movimentação: havia espaço para falar de política, questões sociais, experiências internas, espiritualidade e muitos outros assuntos.

Quase como uma fotografia falada de uma cena que ainda ampliava seu alcance.

📼 Registro de 2015

O episódio completo está disponível pelo link na bio.

17/09/2026

Por que ser um artista independente?

Em 2015, Djonga observava um rap brasileiro ganhando reconhecimento e espaço. Para ele, porém, crescer não deveria significar abrir mão da autonomia artística.

Neste registro feito pelo Laduá, o rapper cita Cores & Valores, dos Racionais MC’s, ao falar daquele momento da cena e explica por que permanecer independente era importante para sua própria trajetória.

A questão era poder escolher o que cantar, o que dizer e como se expressar, sem alguém determinando os limites de sua música.

A fala registra um Djonga ainda anterior à projeção nacional, refletindo sobre independência, liberdade artística e os caminhos que queria seguir no rap.

📼 Registro de 2015

O episódio completo está disponível pelo link na bio.

15/09/2026

Conhecer a própria história não significa permanecer preso ao passado.

Para Suttane Hoffmann, reconhecer as próprias raízes é compreender de onde viemos para construir novos caminhos. Sua pesquisa artística parte da fotografia, da cianotipia e da memória para revelar uma narrativa que atravessa gerações sem reduzir a experiência da população negra apenas à dor.

A artista visual defende que a ancestralidade também é feita de celebração, afeto, espiritualidade, música, dança e encontros. É nesse equilíbrio que sua produção encontra sentido: preservar histórias, ampliar perspectivas e mostrar que a cultura afro-brasileira continua viva, reinventando-se a cada geração.

Mais do que registrar imagens, seu trabalho propõe uma mudança de olhar. Conhecer a própria origem não é um ponto de chegada. É um impulso para seguir em frente, transformar experiências e construir futuros onde memória e esperança caminham juntas.

Essa é uma reflexão sobre arte, identidade e pertencimento, mas também sobre a capacidade que cada pessoa tem de ressignificar a própria trajetória.

Se esta reflexão fez sentido para você, vale conhecer a conversa completa com Suttane Hoffmann. O documentário está disponível no canal do Laduá. O link para assistir está na bio.

12/09/2026

O cotidiano, a sociedade e aquilo em que acreditava já estavam no centro da escrita de Djonga em 2015.

Neste registro feito pelo Laduá, ele fala sobre um tema que atravessava suas músicas naquele momento: o abuso de poder.

A reflexão parte de uma ideia ampla, sobre como pequenas posições de poder podem ser usadas para se aproveitar de outras pessoas, e chega à violência e à coerção policial.

Para Djonga, mesmo quando suas músicas falavam sobre assuntos diferentes, havia sempre uma forma de “dar uma cutucada” nessa questão.

Um registro de como o rapper pensava a própria escrita e observava a sociedade naquele período.

📼 Registro de 2015

O episódio completo está disponível pelo link na bio.

10/09/2026

A arte pode mudar uma trajetória. Mas, antes disso, ela precisa ser imaginada como uma possibilidade.

Suttane Hoffmann acredita que muitos sonhos são interrompidos antes mesmo de nascer. Para quem cresceu distante dos espaços tradicionalmente ocupados pela arte, imaginar-se artista nem sempre parece um caminho possível.

A artista visual transforma essa reflexão em parte de sua pesquisa e da própria trajetória. Ao falar sobre memória, ancestralidade e representatividade, ela também reafirma o direito de ocupar esse lugar de fala e de construir um futuro diferente daquele que parecia estar determinado pelo passado.

Sua produção parte da fotografia, da cianotipia e de outras linguagens artísticas para mostrar que a história da população negra não pode ser reduzida apenas à dor. Ela também é feita de beleza, criação, pertencimento e sonhos que continuam sendo construídos.

Mais do que produzir imagens, Suttane Hoffmann convida o público a enxergar a arte como um espaço de transformação, reconhecimento e permanência.

Se essa reflexão despertou sua curiosidade, o documentário completo sobre Suttane Hoffmann está disponível no canal do Laduá. O link para assistir está na bio.

08/09/2026

Em 2015, Djonga ainda era estudante de música quando falou ao Laduá sobre uma escolha que ultrapassava a própria criação artística: fazer rap também era uma forma de se posicionar.

Na entrevista, ele relaciona sua formação na universidade pública à defesa do rap e do funk como música. Linguagens que faziam parte de sua vivência desde a infância e que, para ele, deveriam ocupar o mesmo espaço de reconhecimento dedicado à tradição musical europeia.

“A nossa música é importante também.”

O registro guarda um Djonga anterior à projeção nacional, mas já refletindo sobre rap, funk, resistência e o lugar dessas expressões dentro e fora da universidade.

📼 Registro de 2015

O episódio completo está disponível pelo link na bio.

05/09/2026

Uma planta pode contar uma história.

Ao longo de sua pesquisa artística, Suttane Hoffmann percebeu que até as plantas que escolhia para criar suas obras carregavam significados ligados às matrizes africanas e indígenas. A partir dessa descoberta, seu trabalho passou a olhar ainda mais para aquilo que atravessa gerações e ajuda a construir nossa identidade.

Neste trecho, a artista visual reflete sobre a importância de conhecer as próprias raízes. Para ela, preservar essas histórias também é uma forma de garantir que elas continuem vivas, alcançando novas pessoas e novos tempos.

A arte tem esse poder. Ela transforma memória em presença, amplia o diálogo entre diferentes gerações e nos lembra que compreender de onde viemos também ajuda a entender quem somos.

Mais do que registrar imagens, a pesquisa de Suttane Hoffmann propõe um exercício de escuta, reconhecimento e continuidade. Cada obra nasce da vontade de fazer com que essas narrativas permaneçam vivas por meio da fotografia, da cianotipia e de outras linguagens artísticas.

Se esta conversa despertou sua curiosidade, o documentário completo sobre Suttane Hoffmann está disponível no canal do Laduá. O link para assistir está na bio.

Endereço

Mariana, MG

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