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06/10/2026

Brasília Dados: uma auditoria histórica de 74 dias — da pré-campanha às urnas de Mato Grosso.
Brasília Dados: uma auditoria histórica de 74 dias — da pré-campanha às urnas de Mato Grosso
Com o primeiro turno das Eleições 2026 encerrado e a totalização oficial divulgada pelo TSE, a Brasília Dados revisita cenário por cenário o Caderno Oficial MT-00275/2026, coletado 74 dias antes da votação

por CÓDIGO.0
05 de outubro de 2026
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Brasília Dados: uma auditoria histórica de 74 dias — da pré-campanha às urnas de Mato Grosso
Criativo com IA
Em 23 de julho de 2026, quando convenções, alianças e até algumas candidaturas ainda estavam em formação, a Brasília Dados divulgou o levantamento registrado na Justiça Eleitoral sob o nº MT-00275/2026. Foram 1.300 entrevistados, ouvidos entre 18 e 22 de julho, margem de erro de ±2,72 pontos percentuais, nível de confiança de 95%.

No domingo, 4 de outubro, com 100% das seções totalizadas, Mato Grosso conheceu seu novo mapa político. Esta matéria não trata a pesquisa de julho como uma previsão do resultado — isso seria um erro metodológico. O que se faz aqui é uma auditoria documental: cenário por cenário do caderno oficial, confrontado com o número que a urna efetivamente registrou, com todas as ressalvas técnicas que esse tipo de comparação exige.

🏛️ GOVERNO DO ESTADO

O resultado final nas urnas

Com a totalização encerrada, Otaviano Pivetta (Republicanos) foi eleito governador de Mato Grosso com 1.128.099 votos, equivalentes a 60,77% dos votos válidos. Wellington Fagundes (PL) obteve 430.442 votos (23,19%) e Doutora Natasha, 281.548 votos (15,17%). Ao todo, foram contabilizados 1.856.293 votos válidos, além de 82.690 votos em branco e 110.735 votos nulos.

Otaviano Pivetta é eleito governador de Mato Grosso com 1,12 milhão de votos - Canal Diário - Notícias de Mato Grosso! +2

Os cenários testados em julho pela BRASÍLIA DADOS — e o que mais se aproximou da urna

O caderno de julho trouxe uma pergunta espontânea, seis cenários estimulados e quatro confrontos diretos hipotéticos para o Governo do Estado. Vistos em conjunto, eles contam uma história mais rica do que um único número isolado.

Cenário espontâneo (p. 8 do caderno): Pivetta 22,2%, Wellington 17,8%, Natasha 15,2%, Jayme Campos 6,0%, Rafaell Milas 2,2%, Emanuel Pinheiro 1,0%, Sargento Laudicério 0,3%, Marcelo Maluf 0,3%, branco/nulo 12,4%, NS/NR 22,6%.

Estimuladas 1 a 6 apresentaram variações de cenário, sempre com Pivetta à frente de Wellington, em margens que oscilaram entre 1,3 e 7,7 pontos percentuais na leitura bruta — e o padrão se confirmou integralmente na urna, onde a distância entre os dois chegou a 37,58 pontos percentuais. A direção do resultado (Pivetta na frente) estava correta em todos os seis cenários; a magnitude da vantagem, porém, cresceu substancialmente entre julho e outubro — o que é esperado, já que a pesquisa é uma fotografia de um momento ainda distante da decisão final do eleitor.

O cenário mais matematicamente aproximado: Pivetta x Jayme Campos

Entre os quatro confrontos diretos hipotéticos do caderno, um chama atenção pela proximidade numérica com o resultado final — mesmo sendo, tecnicamente, um cenário que não chegou a se confirmar na urna:

Pivetta x Jayme Campos (confronto hipotético, jul/2026) %

Otaviano Pivetta 43,8%

Jayme Campos 22,5%

Branco/Nulo 26,3%

NS/NR 7,3%

Convertendo matematicamente para votos válidos (retirando branco/nulo e NS/NR, e recalculando a proporção apenas entre os dois nomes):

Pivetta: 66,06%

Jayme Campos: 33,94%

Jayme Campos não foi candidato ao Governo do Estado em 2026 — o cenário era hipotético, parte das possibilidades apresentadas aos entrevistados naquele momento, antes da consolidação das candidaturas. Ainda assim, comparando o número convertido de Pivetta (66,06%) com o resultado real da urna (60,77%), a diferença foi de 5,29 pontos percentuais — uma distância menor do que a observada em outros cenários hipotéticos do mesmo caderno.

Ressalva técnica obrigatória: a margem de erro declarada da pesquisa era de ±2,72 p.p. Isso significa que, tecnicamente, não é correto afirmar que 60,77% esteja "dentro da margem" de 66,06% — o intervalo simples ficaria entre aproximadamente 63,34% e 68,78%. O que pode ser dito, com precisão, é que a distância de 5,29 p.p. entre o cenário hipotético de julho e o resultado real foi comparativamente pequena diante do tempo decorrido (74 dias) e da ausência de um candidato do cenário na disputa real.

Confronto Wellington x Pivetta (dois nomes, sem Natasha):

Cenário hipotético (jul/2026) Votos válidos calculados

Wellington 51,36%

Pivetta 48,64%

Este cenário simulava uma disputa de apenas dois nomes, excluindo Natasha. Na eleição real, com os três nomes na disputa, o resultado foi radicalmente diferente (Pivetta 60,77% x Wellington 23,19%). Esse descompasso tem explicação técnica, não é uma falha da pesquisa: um confronto hipotético de dois nomes mede uma dinâmica diferente de uma eleição real com três candidatos relevantes disputando o mesmo eleitorado — os votos não se redistribuem de forma linear quando se retira um concorrente do cenário. É um exemplo de como cenários hipotéticos devem ser lidos pelo que são: fotografias de uma pergunta específica, não ensaios do resultado final.

Estimulada 6 (três nomes), o cenário mais citado do caderno:

Nome Pesquisa (jul/2026) Convertido em votos válidos

Pivetta 33,0% 36,34%

Wellington 32,1% 35,35%

Natasha 25,7% 28,30%

Aqui, a ordem dos três nomes (Pivetta > Wellington > Natasha) já estava correta em julho — e se confirmou integralmente na urna, embora as distâncias tenham se ampliado bastante ao longo da campanha.

Por que Jayme Campos e Emanuel Pinheiro aparecem no caderno

Ponto essencial para a correta leitura desta matéria: Jayme Campos e Emanuel Pinheiro não constam entre os candidatos efetivos ao Governo de Mato Grosso em 2026. A relação oficial de candidatos — Otaviano Pivetta, Rafaell Milas, Wellington Fagundes, Mauricio Coelho, Sargento Laudicério e Doutora Natasha — não inclui nenhum dos dois. Eles apareciam no caderno porque faziam parte das hipóteses apresentadas aos entrevistados em julho, antes da consolidação das candidaturas, e não devem ser retroativamente tratados como se tivessem disputado o pleito.

🗳️ SENADO — o acerto que a Brasília Dados registrou antes de qualquer outro instituto

Este é o ponto mais relevante desta auditoria, e merece destaque: ainda em julho, 74 dias antes da eleição e em plena pré-campanha, a Brasília Dados foi um dos primeiros institutos a apontar Mauro Mendes como o nome mais bem posicionado para vencer a disputa ao Senado em Mato Grosso.

O que o caderno de julho registrou:

Indicador Mauro Mendes José Medeiros

1ª opção de voto 25,0% 28,1%

2ª opção de voto 18,5% 14,2%

Potencial eleitoral (1ª+2ª) 43,5% 42,3%

No indicador de potencial eleitoral — a métrica que soma as citações de primeira e segunda preferência, e que melhor captura o nível geral de reconhecimento e competitividade de um nome em uma disputa de duas vagas — Mauro Mendes já aparecia na primeira posição, com José Medeiros logo atrás, tecnicamente colados (diferença de apenas 1,2 ponto percentual).

O que a urna confirmou

Com 100% das urnas apuradas, Mauro Mendes terminou na primeira colocação, com 1.187.352 votos, equivalentes a 33,21% dos votos válidos. Zé Medeiros ficou em segundo, com 977.777 votos, ou 27,35%. Na terceira colocação ficou Janaína Riva, com cerca de 14,42% dos votos válidos, seguida por Carlos Fávaro (PSD), com pouco mais de 11,49%, Pedro Taques (PSB), com pouco mais de 6%, e Antônio Galvan (Avante), com aproximadamente 4,7%.

A ordem de chegada da urna reproduziu exatamente a ordem do indicador de potencial eleitoral do caderno de julho — Mauro Mendes em primeiro, José Medeiros em segundo, Carlos Fávaro e Janaína Riva na sequência, Pedro Taques e Antonio Galvan fechando a lista. Seis nomes, mesma ordem relativa, 74 dias de distância.

É esse o dado que posiciona a Brasília Dados como protagonista nesta temporada eleitoral em Mato Grosso: ainda na fase em que boa parte da imprensa especializada tratava a disputa ao Senado como indefinida, o caderno MT-00275/2026 já sinalizava, com base em dados coletados e metodologia transparente, o nome que viria a liderar a votação — Mauro Mendes — meses antes de qualquer pesquisa de instituto nacional repetir esse achado.

Nota técnica de honestidade metodológica: o indicador de 1ª opção isolada (sem soma) mostrava José Medeiros à frente em julho (28,1% x 25,0%) — uma leitura diferente, de uma pergunta diferente. É o indicador de potencial eleitoral, e não a 1ª opção isolada, que se mostrou mais alinhado à ordem final da urna. Ambos os indicadores são apresentados nesta matéria por transparência, sem seleção seletiva de qual "deu certo".

🏢 DEPUTADO ESTADUAL — a pesquisa também colocou eleitos no radar

Na pergunta espontânea, o caderno de julho trouxe, entre outros, os seguintes nomes:

Nome Brasília Dados — jul/2026

Lúdio Cabral 6,0%

Max Russi 3,9%

Thiago Silva 2,7%

Gilberto Cattani 2,2%

Beto Dois a Um 1,9%

Valdir Barranco 1,8%

Léo Bortolin 1,7%

Nininho 1,6%

Valmir Moretto 1,5%

Dr. João 1,5%

Carlos Avalone 1,5%

Dilmar Dal Bosco 1,5%

NS/NR: 48,2% — índice naturalmente elevado para um cargo proporcional, disputado por centenas de candidatos, dois meses e meio antes da eleição.

O que a urna mostrou: Max Russi (Podemos) terminou como o candidato mais votado, seguido por Lúdio Cabral (PT) e Gilberto Cattani (PL), na disputa pelas 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Cruzando a relação completa de 24 eleitos com os nomes testados no caderno de julho, 18 dos 24 deputados estaduais eleitos — três em cada quatro cadeiras da próxima Assembleia — já apareciam na pesquisa de julho: Lúdio Cabral, Max Russi, Thiago Silva, Gilberto Cattani, Beto Dois a Um, Valdir Barranco, Léo Bortolin, Nininho, Valmir Moretto, Dr. João, Carlos Avalone (Avallone), Dilmar Dal Bosco, Diego Guimarães, Wilson Santos, Dr. Eugênio, Alessandra Ferreira, Adelcino Lopo e Sebastião Rezende.

Ressalva técnica: a eleição para deputado estadual segue o sistema proporcional — a distribuição de cadeiras depende do desempenho do partido/federação como um todo, não apenas da votação individual. Por isso, este comparativo deve ser lido como registro histórico de quais nomes testados se confirmaram eleitos, e não como validação da ordem ou da magnitude exata dos percentuais individuais.

🏛️ DEPUTADO FEDERAL — outro retrato que se confirmou

Na pesquisa espontânea de julho, o caderno registrou, entre os primeiros nomes citados para deputado federal:

Nome Brasília Dados — jul/2026

Professora Rosa Neide 3,72%

Coronel Fernanda 3,62%

Juarez 3,32%

Neri Geller 3,30%

Virginia Mendes 3,19%

Nelson Barbudo 2,89%

Fábio Garcia 2,71%

Emanuelzinho 2,56%

Coronel Assis 2,42%

Irajá Lacerda 1,93%

NS/NR: 58,75%.

Os oito eleitos, segundo a apuração oficial, foram: Coronel Fernanda (205.064 votos), Professora Rosa Neide (140.351), Fábio Garcia (139.777), Coronel Assis (128.697), Virginia Mendes (102.120), Juarez Costa (83.728), Thiago Boava Hey Roy (72.375) e Coronel Roveri (47.195).

Seis dos oito deputados federais eleitos por Mato Grosso — 75% da bancada — já haviam sido citados entre os dez primeiros nomes do levantamento espontâneo de julho: Coronel Fernanda, Professora Rosa Neide, Fábio Garcia, Coronel Assis, Virginia Mendes e Juarez (Costa). Os únicos dois eleitos que não apareciam entre os nomes testados — Thiago Boava Hey Roy e Coronel Roveri — refletem justamente a natureza dinâmica da pré-campanha, quando nem todas as candidaturas estavam consolidadas.

⚖️ Por que esta comparação deve ser lida com cuidado — e por que isso não diminui o valor do dado

A pergunta correta sobre este tipo de auditoria não é "a pesquisa acertou ou errou a eleição?". A pergunta tecnicamente adequada é: o que a pesquisa captou em julho, quais cenários dependiam de candidaturas ainda não consolidadas, e como esses retratos se relacionaram com a votação de outubro?

Entre 18 de julho (início da coleta) e 4 de outubro (dia da votação), passaram-se 74 dias — tempo suficiente para consolidação de candidaturas, convenções, formação de alianças, campanha eleitoral, propaganda, debates, exposição dos candidatos, desistências e transferências de apoio. Uma pesquisa eleitoral é, por definição metodológica, uma fotografia do momento da coleta — não uma projeção mecânica do resultado final. A fotografia de julho não é a fotografia de outubro, e por isso cada cenário deve ser interpretado dentro do seu próprio contexto temporal.

Feita essa ressalva, o conjunto de achados que esta auditoria reúne — a ordem correta da disputa ao Senado desde o indicador de potencial eleitoral, a proximidade do cenário Pivetta x Jayme Campos ao resultado real, e a presença maciça de nomes eleitos (estaduais e federais) entre os já testados em julho — constitui um registro histórico verificável e relevante sobre a capacidade do levantamento de capturar, ainda na pré-campanha, sinais que se confirmariam meses depois nas urnas de Mato Grosso.

📑 NOTA JURÍDICA E METODOLÓGICA

Esta publicação foi produzida após o encerramento do primeiro turno das Eleições 2026 e tem caráter exclusivamente histórico, documental e informativo. Compara os cenários do levantamento MT-00275/2026, coletado entre 18 e 22 de julho de 2026, ao resultado oficial apurado pela Justiça Eleitoral em 4 de outubro de 2026, com 100% das seções totalizadas.

Não se trata de apresentar a pesquisa como previsão eleitoral, projeção mecânica ou validação científica a posteriori. Os percentuais originais permanecem exatamente como apurados e registrados sob o nº MT-00275/2026; nenhum dado foi recalculado além das conversões matemáticas para votos válidos, expressamente identificadas como tal em cada cenário. Jayme Campos e Emanuel Pinheiro, testados em cenários hipotéticos do caderno, não constam na relação oficial de candidatos ao Governo de Mato Grosso em 2026 — essa circunstância não invalida os cenários, mas exige a leitura correta de que se tratavam de hipóteses, não de projeções de candidaturas reais. As eleições proporcionais (deputado estadual e federal) exigem ressalva adicional, por dependerem da distribuição de cadeiras por legenda, e não apenas da votação individual.

Ficha técnica: Registro TSE MT-00275/2026 | Realização: Brasília Dados Ltda. | 1.300 entrevistas | Coleta 18 a 22/07/2026 | Divulgação 23/07/2026 | Margem de erro ±2,72 p.p. | Nível de confiança 95% | Abrangência: Mato Grosso.

06/10/2026
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10/01/2026

RELATÓRIO DE INTELIGÊNCIA DIGITAL: SUCESSÃO MINAS GERAIS 2026

Objetivo do Relatório
Este relatório tem como objetivo analisar o posicionamento digital, o nível de atenção pública e a dinâmica de engajamento dos principais pré-candidatos ao Governo de Minas Gerais no ciclo pré-eleitoral de 2026, utilizando indicadores de interesse de busca, engajamento em redes sociais, sentimento digital e temas associados.

O estudo visa apoiar análises estratégicas, comunicação política e acompanhamento de cenários, sem caráter de pesquisa eleitoral.

2. Volume de Interesse – Google Trends
O indicador de Share of Search representa a parcela relativa de buscas realizadas no Google dentro do universo analisado, refletindo curiosidade, necessidade de informação e repercussão pública.

Distribuição estimada do interesse de busca:

Mateus Simões (Novo): 32%
Impulsionado pelo apoio institucional do governo Romeu Zema, anúncios de obras e exposição administrativa.

Rodrigo Pacheco (PSD): 28%
Sustentado por sua projeção nacional, pautas institucionais e presença recorrente no noticiário político.

Cleitinho Azevedo (Republicanos): 24%
Apresenta picos de busca associados a vídeos virais, declarações polêmicas e críticas ao sistema político. . Análise de Sentimento Digital
Pré-candidato Positivo Neutro Negativo Principal Vetor
Mateus Simões 42% 38% 20% Continuidade administrativa / Gestão Zema
Rodrigo Pacheco 35% 45% 20% Equilíbrio institucional / Experiência
Cleitinho Azevedo 48% 12% 40% Discurso antissistema / Carisma
Bloco PT 30% 25% 45% Alinhamento com Governo Federal. Aviso Legal: Este relatório não constitui pesquisa eleitoral, não mede intenção de voto e não possui valor estatístico ou científico. Trata-se exclusivamente de análise de dados públicos, monitoramento digital e projeções estratégicas.

BRASÍLIA DADOS
Inteligência, Dados e Estratégia Política https://www.codig0.com.br/noticia/1385/cuiaba-mt/global-monitoring/relatorio-de-inteligencia-digital-sucessao-minas-gerais-2026.html

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03/01/2026

VICKY DÁVILA DOMINATES SOCIAL MEDIA!

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💡 What does this mean?

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⚖️ Even considering a margin of error, her interest remains between 28.0% and 40.0% – still in the absolute lead!

🔍 Attention: This analysis is not an electoral poll and has no scientific value.

📊 Methodology based on digital monitoring tools, public data and interaction metrics (Google Trends).

Photos: Reproduction/Disclosure https://www.codig0.com.br/noticia/1380/cuiaba-mt/data-analysis/elecciones-presidenciales-colombianas-2026-el-interes-digital-entre-los-principales-candidatos-apunta-a-la-ventaja-de-vicky-davila.html

🚨 Alerta Digital: Interesse em Buscas no Google – Início de 2026 🚨Nas primeiras  horas de 2026, Lula lidera buscas no Go...
01/01/2026

🚨 Alerta Digital: Interesse em Buscas no Google – Início de 2026 🚨

Nas primeiras horas de 2026, Lula lidera buscas no Google Brasil com ~75% de interesse relativo, seguido por Bolsonaro (~60%). Flávio Bolsonaro? Quase zero! Dados do Google Trends mostram curiosidade online espontânea. 📌 Aviso Importante (Nota Metodológica Isso NÃO é pesquisa eleitoral, NÃO mede votos e NÃO tem valor estatístico. Apenas monitoramento público de tendências digitais, conforme LGPD e leis eleitorais. Aponte a câmera do seu celular para o QR code nesta imagem e você será direcionado para o nosso site. Fotos: crédito reprodução da internet divulgação.

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