Estúdio Michelle Bartlett

Estúdio Michelle Bartlett O Estúdio é um espaço de criação de figurinos e fotografia de moda conceituais , formais ou com Realçar e Capturar a Essência. E sim trabalhar sua auto estima.

Toda mulher tem dentro de si uma Deusa, sempre acreditei nisso, algumas se permitem exercitá-la outras a deixam adormecer. Por isso o estúdio foi criado com intuito de dar uma “Mãozinha” nesses momentos, não apenas as mulheres, mas aos que se interessem em transmitir a informação correta com sua imagem. Na maioria das vezes transmitimos a informação errada não por desleixo, mas por falta de tempo

ou conhecimento do próprio corpo. Nossa proposta não é trabalhar apena sua imagem com consultorias e ensaios fotográficos, pois isso será consequência de um bom autoconhecimento e consciência corporal. Queremos mostrar o belo através de você!…”

Demorei muito tempo para perceber que eu não dava tudo porque amava profundamente. Muitas vezes, eu dava tudo porque tin...
16/05/2026

Demorei muito tempo para perceber que eu não dava tudo porque amava profundamente. Muitas vezes, eu dava tudo porque tinha medo de não ser importante se parasse de servir.
E isso muda tudo.
Porque existe uma diferença brutal entre amar alguém e entrar numa posição silenciosa de servidão emocional para garantir pertencimento.
A pessoa começa a carregar tudo, compreender tudo, suportar tudo, perdoar tudo. Vai se tornando necessária, indispensável, disponível. E chama isso de amor.
Mas no fundo existe uma negociação invisível acontecendo: “me deixa ficar porque eu sirvo.” “me ama porque eu resolvo.” “não me abandona porque eu aguento.”
E talvez essa seja uma das feridas mais difíceis de enxergar, porque ela costuma vir disfarçada de bondade, maturidade, força, generosidade.
Mas amor não deveria exigir que eu desaparecesse de mim mesma para permanecer na vida de alguém.
Quem aprende cedo demais que só recebe afeto quando é útil começa a confundir autossacrifício com amor. E então passa a vida inteira tentando merecer descanso, presença e permanência através da própria exaustão.
Até perceber uma verdade dolorosa: isso não é amor. É sobrevivência emocional usando a linguagem do amor.
E talvez a cura comece exatamente no instante em que eu paro de perguntar: “como faço para ser necessária?” e começo finalmente a perguntar: “quem eu sou quando não preciso me sacrificar para ser amada?”

Passei muito tempo acreditando que minha bússola estava quebrada.Eu me orientava pela necessidade dos outros, pelas urgê...
16/05/2026

Passei muito tempo acreditando que minha bússola estava quebrada.

Eu me orientava pela necessidade dos outros, pelas urgências, pelos incêndios emocionais, pela tentativa constante de ser suficiente, necessária, forte, amada. Meu senso de direção quase sempre vinha do lado de fora. Do medo. Da sobrevivência. Das expectativas. Da necessidade de prever o próximo caos antes que ele me atingisse.

E sem perceber, fui vivendo uma vida inteira reagindo. Não escolhendo.

Hoje eu entendo que minha bússola nunca esteve quebrada. Ela só passou anos apontando para lugares que não eram eu.

Apontava para abandono. Para escassez. Para aprovação. Para homens emocionalmente perdidos. Para o impulso de salvar. Para o medo de incomodar. Para a necessidade de merecer amor através do esforço e da exaustão.

Eu confundia intensidade com destino. Confundia tensão com paixão. Confundia sobrevivência com força.

Mas existe um momento na vida em que a alma cansa de viver em estado de alerta. E talvez crescer seja justamente isso: recalibrar a bússola.

Não para o que esperam de nós. Não para o que dói. Não para aquilo que nos faz sentir necessárias. Mas para aquilo que sustenta nossa existência de verdade.

E recalibrar dói.

Porque quando a bússola começa finalmente a apontar para dentro, muita coisa perde sentido. Algumas relações. Algumas versões de nós mesmas. Algumas histórias que sobreviviam da nossa falta de direção.

Só que, pela primeira vez, eu não quero mais viver apenas reagindo aos incêndios da vida. Quero aprender a construir. Devagar. Com presença. Com verdade.

Talvez minha grande transformação não seja me tornar alguém completamente diferente.

Talvez seja apenas parar de abandonar a mim mesma.

E talvez exista mais gente vivendo exatamente assim: cansada de sobreviver, mas ainda aprendendo como é viver sem guerra dentro do peito.

Se for o seu caso também, talvez sua bússola não esteja quebrada. Talvez ela só esteja tentando, pela primeira vez, encontrar você.

Menina,você nunca foi difícil de amar.Nunca foi exagerada. Nunca foi pesada. Nunca foi “demais”.Você era só uma criança ...
16/05/2026

Menina,

você nunca foi difícil de amar.

Nunca foi exagerada. Nunca foi pesada. Nunca foi “demais”.

Você era só uma criança tentando sobreviver em ambientes onde ninguém parecia emocionalmente inteiro o suficiente para proteger você.

Você aprendeu cedo a observar tudo. O tom da voz. Os passos. Os silêncios. As explosões. Os perigos. O humor das pessoas.

Enquanto outras crianças estavam simplesmente vivendo, você estava tentando prever o próximo incêndio.

E por isso você cresceu acreditando que amor era vigilância. Que amor era esforço. Que amor era suportar. Que amor era merecimento.

Mas escuta com atenção: você não precisava ter se tornado tão forte para valer a pena.

Você não precisava salvar ninguém para merecer permanecer. Não precisava engolir o choro. Não precisava aceitar invasões. Não precisava carregar culpa que nunca foi sua.

A vergonha nunca pertenceu a você. Pertencia aos adultos que falharam em proteger uma menina.

E talvez seja isso que você ainda não percebeu: a criança dentro de você continua tentando conquistar uma segurança que deveria ter recebido gratuitamente.

Ela continua acreditando que, se for boa o bastante, útil o bastante, forte o bastante, inteligente o bastante, amada o bastante… finalmente vai poder descansar.

Mas menina… você já pode parar.

Ninguém mais deveria exigir da sua alma o estado permanente de sobrevivência.

Você não nasceu para viver em alerta. Não nasceu para sustentar o mundo inteiro. Não nasceu para transformar dor em identidade.

Existe uma vida além da tensão.

E talvez a mulher que você sempre quis se tornar não seja uma mulher perfeita, iluminada ou invulnerável.

Talvez seja apenas uma mulher que finalmente entende: eu posso existir sem precisar me machucar para provar meu valor.

15/05/2026

A criança que precisou ser forte cedo demais dentro de mim cresceu sem aprender uma coisa essencial: descansar no colo de alguém.
Então eu virei apoio. Virei solução. Virei quem resolve, quem suporta, quem acolhe, quem continua mesmo cansada.
E por fora isso sempre pareceu força.
Mas existe uma solidão silenciosa em ser a pessoa que todo mundo procura e que quase nunca permite ser cuidada.
Porque eu aprendi muito cedo que precisava sobreviver. E sem perceber, comecei a confundir vulnerabilidade com perigo. Passei a acreditar que pedir ajuda pesava nos outros. Que sentir demais atrapalhava. Então fui carregando o mundo de um jeito quase automático.
Só que o corpo cobra. A alma cobra.
Porque existe uma diferença entre ser forte e viver permanentemente em estado de sustentação.
Hoje eu começo a entender que talvez a verdadeira coragem não esteja em aguentar tudo sozinha. Talvez esteja em finalmente permitir que alguém também me encontre humana.

Hoje entendo que não foi só um curso. Eu entrei ali carregando fogo. Fogo das dores que atravessei, das batalhas silenci...
12/05/2026

Hoje entendo que não foi só um curso. Eu entrei ali carregando fogo. Fogo das dores que atravessei, das batalhas silenciosas, das vezes em que precisei me reconstruir sozinha.
Enquanto muitos estavam apenas fazendo uma prova, eu estava tentando atravessar uma fase inteira da minha existência.
Eu era a única mulher do curso. E permaneci.
O fogo ensina uma coisa dura e bonita: ou ele consome, ou transforma.
E eu escolhi sair transformada.
Talvez eu não tenha alcançado a colocação que sonhei. Mas existe algo que ninguém tira de mim: eu entrei na linha de frente da minha própria vida e não recuei.
Porque às vezes a maior conquista não é chegar em primeiro lugar. É continuar queimando sem deixar a própria alma virar cinza.”

“Parei de procurar abrigo nos outros quando descobri que minha própria alma já era casa.”Talvez a minha vida inteira ten...
12/05/2026

“Parei de procurar abrigo nos outros quando descobri que minha própria alma já era casa.”

Talvez a minha vida inteira tenha sido a travessia necessária para entender isso.
Durante muito tempo eu tentei construir pertencimento em pessoas, relações, promessas e intensidades. Confundi profundidade com destino. Achei que amar alguém era ajudá-lo a se reconstruir. Via a ferida antes da agressividade, a carência antes da ausência, o menino perdido dentro do homem desorganizado. E por isso eu ficava.
Meu coração nunca amou só o que era bonito. Ele também amava o que estava quebrado.
Só que existe um preço alto em transformar empatia em moradia.
Eu fui abrigo para muita gente enquanto, silenciosamente, ficava sem teto dentro de mim mesma.
E hoje eu percebo como a minha vida inteira começou a conversar simbolicamente comigo. As cavernas. Terra Ronca. O Cerrado. A travessia. O escuro. O eco. Tudo isso parecia tentar me mostrar alguma coisa que eu ainda não conseguia entender.
Porque a caverna não é só um lugar. Ela é o inconsciente. É o ventre da transformação. É o lugar onde a gente entra sem saber exatamente quem vai sair dali.
E eu entrei.
Entrei através dos amores difíceis.
Entrei através da solidão.
Entrei tentando salvar.
Entrei tentando ser escolhida.
Entrei tentando encontrar alguém que enxergasse a mulher inteira que existia em mim.
Só que a grande mulher que eu precisava encontrar era eu mesma.
Talvez por isso eu me identifique tanto com o Cerrado. Porque ele não impressiona pela aparência. Ele sobrevive pela raiz. Aguenta seca, fogo, extremos e continua vivo. Quem olha rápido não entende sua força. Mas quem conhece de verdade percebe a potência que existe por baixo da terra.
Eu também sou assim.

Simples assim
10/05/2026

Simples assim

Mãe é talvez a forma mais profunda que a existência encontrou de dizer: continua.Continua mesmo cansada.Mesmo ferida.Mes...
10/05/2026

Mãe é talvez a forma mais profunda que a existência encontrou de dizer: continua.
Continua mesmo cansada.
Mesmo ferida.
Mesmo quando o mundo endurece tudo ao redor.
Existe uma força antiga dentro da energia feminina que não nasce do controle.
Nasce da criação.
A mesma força da terra depois da chuva.
Da raiz que atravessa pedra.
Do fogo que aquece sem destruir.
Talvez por isso tantas mulheres passem a vida sustentando mundos inteiros sem perceber a dimensão da própria grandeza.
Porque ser mãe vai muito além de gerar filhos.
É gerar abrigo.
Cuidado.
Coragem.
Presença.
Vida onde antes havia vazio.
E talvez o mais bonito sobre a energia feminina seja isso.
Ela consegue florescer até depois das próprias ruínas.
Tem mulheres que carregam casas inteiras dentro do peito.
Outras carregam silêncios.
Outras sustentam pessoas sem jamais serem chamadas de heroínas.
Mas a natureza reconhece.
O Cerrado reconhece.
A terra reconhece.
O tempo reconhece.
Porque toda mulher que se reencontra na própria força deixa de apenas sobreviver.
Ela passa a lembrar que também é continuidade da vida.

“Quem, por causa do medo, prefere o caminho prudente de fugir do risco, já nesse ato estará morto. Porque o medo lhe ter...
09/05/2026

“Quem, por causa do medo, prefere o caminho prudente de fugir do risco, já nesse ato estará morto. Porque o medo lhe terá roubado aquilo que de mais precioso existe na vida humana: a capacidade de se arriscar pra viver o que se ama.
O medo não é uma perturbação psicológica, ele é parte da nossa própria alma. O que é decisivo é se o medo nos faz rastejar ou se ele nos faz voar.
Quem, por causa do medo, se encolhe e rasteja, vive a morte na própria vida.
Quem, a despeito do medo, toma o risco e voa, triunfa sobre a morte. Morrerá quando a morte vier.
Viver a vida aceitando o risco da morte: isso tem nome de coragem. Coragem não é ausência do medo. É viver, a despeito do medo.” — Rubem Alves

E às vezes coragem não é conquistar mais.É ter força para desmontar aquilo que já não tem verdade nenhuma dentro da gent...
03/05/2026

E às vezes coragem não é conquistar mais.
É ter força para desmontar aquilo que já não tem verdade nenhuma dentro da gente.

Quem vive aqui sabe… tem noites em que o silêncio da natureza é quebrado por brigas entre cães. Durante o cio, eles fica...
23/04/2026

Quem vive aqui sabe… tem noites em que o silêncio da natureza é quebrado por brigas entre cães. Durante o cio, eles ficam mais agitados, disputam território, se machucam. Alguns somem. Outros voltam feridos. E isso vai se repetindo, como um ciclo que ninguém consegue parar sozinho.
A maioria desses animais não oferece risco às pessoas. Mas entre eles, a realidade é outra. E quem acompanha de perto sente.
Eu falo também da minha própria vivência. Tenho o Zeca, a Aakira, a Tapioca, a Paçoca, o Téo e mais três gatinhos. Cuidar é um ato de amor, mas também é responsabilidade. E é vivendo isso todos os dias que eu entendo o quanto a castração faz diferença.
A gente vive em um lugar especial, cercado por natureza, próximo de áreas de preservação. Esse cuidado não é só com os animais domésticos, é também com o equilíbrio do ambiente como um todo.
Por isso, estamos nos mobilizando para trazer um mutirão de castração, o para o povoado. Uma ação simples, mas que pode transformar essa realidade. Menos brigas, menos sofrimento, mais equilíbrio.
Peço, com respeito, a atenção de quem pode nos ajudar a tornar isso possível:


E convido também toda a comunidade a se unir nessa causa:

O link para apoiar está no story.
Se você acredita no cuidado com os animais e com o lugar onde a gente vive, sua participação faz diferença.
Porque, no fim, é isso.
Cuidar de um animal
é também cuidar do mundo ao redor.

Endereço

SHSI QI 29 Lago Sul Brasilia
Brasília, DF
71.720-505

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Estúdio Michelle Bartlett posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar