10/08/2026
Eu nunca acreditei muito em sorte, deve ser pelo fato de mundo que ganhado uma rifa ou bingo, mas quando você chegou na minha vida, eu entendi que a sorte vem de forma diferente para algumas pessoas. E a minha sorte, é ter você.
Eu poderia falar da pessoa incrível que você é para nossos filhos. Mas hoje, eu vou falar da paternidade real. Não aquela de Instagram, com fotos bonitas, frases prontas e da parte fofa e engraçada de ser pai. Eu vou falar da que quase ninguém se atreve a falar: a paternidade real.
Vi, eu não tenho palavras para dizer o quanto você faz parecer fácil, simples, natural e comum ser um bom pai, mas nós sabemos que isso não é tão comum assim. Lembra que eu falei de sorte? Que sorte a minha poder dizer “eu não posso dizer o mesmo do Vini”, quando vejo outras mães reclamando dos pais de seus filhos.
Todas as noites em claro, todos os choros incansáveis, todas as fraldas, banhos, reuniões, apresentações, inseguranças, medos, desafios, hospitais, em tudo, você sempre estava lá. Mas não só por estar, você estava presente. O colo foi dividido, o sono foi dividido, as preocupações, as correrias, em todos os momentos, desde o dia 1 com o Murilo e o dia 1 com a Lia, eu nunca me senti sozinha ou sobrecarregada.
E esses últimos dias foi a prova da sorte que tenho em dividir a maternidade ao lado que alguém que desde que me conheceu disse “não quero ter filhos, mais irei amar o seu” e hoje, vai ao choro ao ver eles doentes, tristes, ou simplesmente, correndo felizes pela casa.
Vini, a paternidade sempre esteve em você e ela é sua parte mais bonita. Ao Murilo, a sorte de um bom homem para ensinar a direção da vida. A Lia, a sorte de viver ao lado de um homem que não deixará a régua baixa.
A parte mais intensa e honesta da minha maternidade, celebra com amor e respeito, a parte mais intensa e honesta da sua paternidade. Eu te amo. Para sempre nós quatro. 🤍