08/05/2026
Participei da sessão na Câmara Municipal em defesa do SUS e da garantia de uma saúde pública digna, eficiente e acessível a toda a população. Defendo, de forma inegociável, uma saúde de qualidade para todos, pois saúde não deve ser tratada como mercadoria, mas como um direito fundamental e um bem comum da sociedade.
Durante o debate, foi apresentado um projeto que previa a terceirização da saúde em algumas unidades da capital. Diante da gravidade do tema, mobilizamos a sociedade civil, a imprensa, servidores públicos, entidades representativas e diversos segmentos comprometidos com a defesa do serviço público. O resultado foi a vitória da democracia e do interesse coletivo: a maioria dos vereadores votou contra a terceirização da saúde.
No decorrer da sessão, o vereador autor do projeto tentou desqualif**ar as pessoas e os segmentos presentes no debate. Naquele momento, como tantos outros cidadãos ali presentes, manifestei-me e disse: “Vereador, quero apenas três minutos com o senhor, com as mãos para trás”. Uma expressão claramente direcionada ao debate de ideias e ao diálogo franco, algo facilmente compreendido por qualquer pessoa de bom senso.
Entretanto, ao final do dia, o referido vereador passou a divulgar inúmeros vídeos tentando atacar minha honra e afirmando, de maneira irresponsável, que eu o teria ameaçado — fato completamente distorcido e já devidamente esclarecido.
Diante disso, busquei conhecer melhor o histórico e a conduta pública desse parlamentar. Constatei que o mesmo já foi cassado do cargo de deputado estadual. Também verifiquei condenações proferidas pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul relacionadas a crimes de homofobia, agressões, ameaças e preconceito, em processo movido pelo Ministério Público Estadual. Além disso, há registros de ações judiciais nas quais foi condenado por caluniar o deputado federal Vander Loubet.
A sociedade espera seriedade, equilíbrio e responsabilidade de um representante público. Contudo, as atitudes e o histórico desse vereador revelam exatamente o contrário.
O próprio parlamentar declarou não saber se o problema comigo seria “pessoal�