Romulo Oriente

Romulo Oriente 📒 Especialista em lotar a agenda de nutricionistas

Não adianta ser o melhor atirador e ter a melhor sniper se tu não tem munição.Simples assim.Eu atendi um corretor inicia...
31/01/2026

Não adianta ser o melhor atirador e ter a melhor sniper se tu não tem munição.

Simples assim.

Eu atendi um corretor iniciante que tava numa situação muito parecida com essa.

Ele fazia tudo certo.

Boa abordagem.
Follow-up bem feito.
Comunicação clara.

Mesmo assim, não vendia.

Quando fui olhar mais de perto, o problema não estava na habilidade dele.

Estava nos leads.

Era como dar a melhor arma para um sniper…
e não colocar bala.

No mercado imobiliário, a munição é a demanda qualif**ada.

Quando o corretor depende 100% da imobiliária para gerar deamandar, ele atende só quem sobra.

Lead velho, disputado, mal qualif**ado.

Aí vem a frustração.

E o erro mais comum é esse:

achar que falta habilidade, quando o que falta é matéria-prima, munição na arma.

Tu pode ser bom.
Mas um sniper sem munição… não mata ninguém.

Existe um tipo de preguiça que quase ninguém admite.Não é a preguiça de quem não faz nada.É a preguiça de quem está semp...
24/01/2026

Existe um tipo de preguiça que quase ninguém admite.

Não é a preguiça de quem não faz nada.

É a preguiça de quem está sempre “fazendo alguma coisa”.

Esse é o tipo mais perigoso.

Porque ela vem disfarçada de esforço, de disciplina, de boa intenção.

A pessoa passa o dia ocupada, termina cansada…
e mesmo assim não avança.

O problema não é falta de trabalho.

É fuga da tarefa principal.

A gente faz o que é confortável para evitar o que é decisivo.

Responde mensagem que não importa.
Organiza o que não muda resultado.
Coloca energia no que não é essencial.

Tudo isso dá uma sensação de dever cumprido.

Mas é só anestesia.

No fundo, a gente sabe quando está se enganando.

E dói admitir isso.

Porque exige encarar a verdade: às vezes, o que falta não é conhecimento, nem ferramenta.

É coragem de fazer o que precisa ser feito.

Produtividade de verdade não é estar sempre ocupado.

É fazer o que realmente move o ponteiro — mesmo quando dá preguiça, medo ou desconforto.

Um dos erros mais caros que um corretor pode cometer é achar que o bolso do cliente é igual ao dele.Tu deixa de oferecer...
21/01/2026

Um dos erros mais caros que um corretor pode cometer é achar que o bolso do cliente é igual ao dele.

Tu deixa de oferecer imóveis melhores, mais completos e mais alinhados com a necessidade da família do cliente porque projeta a tua própria limitação nele.

“Ah, acho que ele não vai gostar.”
“Acho que ele não tem dinheiro.”
“Acho que é caro demais.”

Tudo achismo.
Tudo medo teu.

O nome disso não é “já conheço esse tipo de cliente”.
É insegurança disfarçada de cuidado.

O caminho inteligente é simples: começa pelas pedras grandes.

Oferece primeiro o melhor imóvel, aquele que faz sentido para a necessidade que o cliente te apresentou.

Se for caro demais, ele vai te dizer.
Se tiver coisa demais, ele vai te dizer.

O máximo que pode acontecer é você ouvir um “não”.

E aí tu ajusta.

Tu não perde nada oferecendo primeiro o melhor imóvel.
Mas perde muito quando projeta as tuas convicções no teu cliente.

Quando tu começa pequeno por medo, tu limita o cliente, limita a experiência dele e limita o teu próprio resultado.

Muitas vendas maiores não acontecem não porque o cliente não podia pagar, mas porque o corretor não teve coragem de perguntar.

Começa grande.
E desce conforme a devolutiva.

Isso não é empurrar venda.
É respeitar o cliente o suficiente para não tratá-lo como incapaz de decidir e arcar com o investimento.

Pedras grandes primeiro. Sempre.

O mercado digital não vai acabar.O que vai acabar é a minha paciência com quem não assume responsabilidade.Todo ano é a ...
20/01/2026

O mercado digital não vai acabar.

O que vai acabar é a minha paciência com quem não assume responsabilidade.

Todo ano é a mesma histeria.

Ontem era a IA que ia destruir o mundo.

Agora é a taxa da Meta que “acabou com o tráfego pago”.

Sempre existe um novo apocalipse.

E sempre tem corretor repetindo:

“agora ficou impossível”,

“empreender no Brasil não dá”,

“tráfego tá caro demais”.

A pergunta que ninguém quer responder é simples:

tem algo que tu pode fazer sobre isso?

Não tem.

A Meta decidiu. O imposto vai ser repassado. Ponto final.

Então tu tem duas opções.

Ou tu aceita o jogo e ajusta o teu modelo:

melhora conversão, ajusta volume e qualidade dos leads, capta imóveis melhores, cobra melhor, trabalha melhor.

Ou tu f**a esperneando – que nem um bebê chorão –, reclamando do cenário e usando o mercado como desculpa pra não evoluir.

O problema não é o imposto da Meta.

É o excesso de vitimismo.

O mercado sempre muda. A regra muda. O custo aumenta.

Isso sempre aconteceu e sempre vai acontecer.

Quem cresce não é quem tem o cenário perfeito.

É quem para de chorar pelo cenário que não controla e foca no que está nas próprias mãos.

Enquanto uns gritam “acabou”, outros estão se adaptando. E vendendo.

Tem muito corretor se enganando achando que está progredindo, quando na verdade só está em movimento.E isso é perigoso.P...
20/01/2026

Tem muito corretor se enganando achando que está progredindo, quando na verdade só está em movimento.

E isso é perigoso.

Porque movimento dá uma sensação boa.

Dá a impressão de que tu tá fazendo algo.
Dá até um certo alívio na consciência.

Mas nem tudo que te mantém ocupado te aproxima do resultado.

Eu atendi um corretor iniciante que passava duas horas por dia escrevendo uma newsletter.

Perguntei se aquilo tinha gerado alguma venda, algum lead, alguma demanda.

A resposta foi não.

Ele não estava parado.
Mas também não estava avançando.

E isso acontece direto.

A pessoa foge da tarefa principal fazendo coisas secundárias.
Não por maldade, mas porque é mais confortável.

É como quem decide estudar das oito ao meio-dia, mas às sete e quarenta resolve arrumar a casa, dobrar roupa, organizar coisa que não muda nada no resultado final.

No fim do dia, ela se sente cansada…
mas não mais perto do objetivo.

Isso é o que eu chamo de preguiça disfarçada de produtividade.

Não confunda esforço com progresso.
Não confunda estar ocupado com estar no caminho certo.

Às vezes, o que te trava não é falta de vontade.
É falta de coragem de fazer o que realmente importa.

A maior burrada que um corretor pode fazer não é investir em tráfego pago.É achar que tráfego resolve preguiça comercial...
19/01/2026

A maior burrada que um corretor pode fazer não é investir em tráfego pago.

É achar que tráfego resolve preguiça comercial.

Tem corretor que não faz o básico, não tem rotina nenhuma de geração de demanda e acha que tráfego é milagre.

“É só pagar alguém, ligar o anúncio e esperar o cliente cair no colo.”

Não funciona assim. Nunca funcionou.

Tráfego é como uma vaca bem cuidada no pasto.
Se tu não for lá tirar o leite, ela não vai fazer isso por ti.

O que eu vejo direto é isso:
o corretor investe, recebe pouca mensagem e conclui que “tráfego não funciona”.

Mas não olha quem curtiu o anúncio.
Não olha quem começou a seguir.
Não fala com quem demonstrou interesse.

As pessoas não fazem nada à toa.
Se alguém interagiu contigo, seguiu teu perfil ou parou pra te assistir, teve um motivo.

E aí eu te pergunto, numa boa:
o que custa ir lá e puxar conversa?

Dar boas-vindas.
Perguntar o que fez a pessoa te seguir.
Entender a dor dela.

Isso também é gerar demanda.

E não para por aí.

Todo corretor tem pelo menos um cliente antigo que gostou do atendimento.
Alguém que confiou, comprou, saiu satisfeito.

Boas pessoas conhecem outras boas pessoas.
Indicação não cai do céu. Ela se pede.

O problema não é tráfego.
O problema é querer resultado sem rotina.

Vocês vivem de estirão.
Um mês fazem tudo, no outro somem.
Quando aperta, correm atrás. Quando melhora, relaxam.

Previsibilidade não vem de uma ferramenta.
Vem de fazer o óbvio todos os dias.

Tráfego ajuda. Muito.
Mas só funciona pra quem entende que demanda se constrói de forma ativa, não esperando sentado.

Não existe caminho fácil.
Existe rotina.

E quem cria rotina, para de depender da sorte.

Esses dias eu fui captar um imóvel com uma corretora e vi uma cena que todo corretor já viveu.Ela avaliou o imóvel, anal...
18/01/2026

Esses dias eu fui captar um imóvel com uma corretora e vi uma cena que todo corretor já viveu.

Ela avaliou o imóvel, analisou o mercado, comparou preços e chegou num valor justo.

A proprietária ouviu tudo… e decidiu subir o preço.
Porque achou que a casa dela valia mais.

Isso coloca o corretor numa sinuca:
falar a verdade ou agradar o cliente?

Pra mim, essa dúvida nem deveria existir.

Cliente que contrata corretor não quer alguém pra concordar com ele.
Quer alguém que conduza.

É igual gente que vai no médico e quer se autodiagnosticar.
Se fosse pra decidir sozinho, não precisava do especialista.

Se tu é corretor, o bastão tá na tua mão.
Tu é quem entende de mercado, precif**ação e demanda.

Teu papel não é dizer o que o cliente quer ouvir.
É dizer o que ele precisa ouvir.

E às vezes isso dói.

Quando eu pago alguém, eu não quero bajulação.
Quero verdade. Mesmo que seja dura.

O mesmo vale pro teu cliente.
Se o preço é irreal, é teu dever falar.
Porque depois quem vai te cobrar por não vender é ele.

Servir bem não é agradar sempre.
É ter coragem de ser firme quando precisa.

Eu não acredito que o cliente sempre tem razão.
E, se tu quer ser visto como especialista, tu também não deveria.

Tem corretor que vende bem, fecha negócio, tem histórico… mas vive com aquela sensação constante de insegurança. Não por...
15/01/2026

Tem corretor que vende bem, fecha negócio, tem histórico… mas vive com aquela sensação constante de insegurança.

Não porque o trabalho é ruim, mas porque o resultado nunca parece sólido.

Um mês entra comissão, no outro não.
Um mês a imobiliária ajuda, no outro muda tudo.

E tu f**a sempre naquela: “será que esse mês vai dar?”

Não te falta capacidade. Te falta controle.

E não, isso não tem nada a ver com controlar tudo. Controle total é utopia.

A vida é imprevisível, o mercado é imprevisível, tu não sabe nem se vai estar vivo nos próximos 5 minutos.

Quem promete segurança total tá vendendo ilusão.

O ponto aqui é outro.

O problema começa quando quase tudo que influencia o teu faturamento não depende de ti.

Quando a fonte da tua demanda está nas mãos dos outros, tu pode até vender, mas nunca descansa.

Vive sempre reagindo, nunca conduzindo.

Maturidade profissional é entender que a imprevisibilidade sempre vai existir, mas que ela pode (e deve) ser atenuada.

Como?

Fazendo bem feito o que está sob o teu controle.
Criando rotina. Tendo ordem. Gerando demanda própria. Organizando o jogo.

O sofrimento não vem de não ter resultado. Vem de deitar a cabeça no travesseiro sabendo que dava pra ter feito melhor.

Previsibilidade absoluta não existe.
Mas paz de consciência, sim.

Teu futuro tá na mão de uma imobiliária.E tu ainda acha isso normal…Quando tu depende totalmente da imobiliária, tu não ...
15/01/2026

Teu futuro tá na mão de uma imobiliária.

E tu ainda acha isso normal…

Quando tu depende totalmente da imobiliária, tu não controla a qualidade dos leads, não controla a quantidade, não controla quem tu atende e nem sabe se o problema é tu ou os leads que chegam.

Tu f**a na mão do gestor, das decisões internas e da boa vontade de alguém que não tem obrigação nenhuma de pagar as tuas contas.

Tu pode chamar isso pelo nome que quiser, só não pode chamar de "parceria estratégica”.

Tu vive numa dependência eterna.
E essa dependência tem um custo alto: imprevisibilidade.

Tu nunca sabe quantas visitas vai fazer, quanta gente interessada vai receber ou quanto de comissão vai entrar no fim do mês.

Vive apagando incêndio e aceitando o que vier, porque não tem controle nenhum.

O mais perigoso é que isso vai te mantendo pequeno sem tu perceber.

Tu acha que tem um parceiro estratégico, mas tem uma trava invisível.

No fim das contas, quem não gera demanda por conta própria f**a só com as migalhas que sobram.

O negócio é que quem vive de migalha é pombo. E eu acho que tu não quer ser um.

ps: tô gostando de produzir conteúdo desse jeito aqui (foto aleatória + conteúdo escrito). Vocês estão curtindo?

Hoje eu vi um corretor falando algo que quase ninguém no mercado entendeu ainda.Que viralização não paga conta.O pessoal...
14/01/2026

Hoje eu vi um corretor falando algo que quase ninguém no mercado entendeu ainda.

Que viralização não paga conta.

O pessoal ainda acha que um vídeo com dez mil visualizações é melhor do que um vídeo com mil. Mesmo quando o vídeo de mil gera cinco visitas agendadas e o de dez mil não ajuda a vender absolutamente nada.

Um conteúdo que gera demanda real vale infinitamente mais do que um conteúdo que gera aplauso.

E isso acontece porque existem dois tipos de pessoas no Instagram. As que têm mais tempo do que dinheiro e as que têm mais dinheiro do que tempo.

Quem tem mais tempo do que dinheiro consome dica. Está ali para aprender, assistir, anotar, tentar fazer sozinho.

É o mesmo tipo de pessoa que prefere passar horas no YouTube ou no Instagram aprendendo a montar a própria dieta em vez de pagar um nutricionista para resolver o problema.

Esse perfil consome muito conteúdo, mas quase nunca chega com o Pix.

Já quem tem mais dinheiro do que tempo não quer aprender. Quer resolver. Esse público não está interessado em dica, tutorial ou passo a passo. Ele se interessa por clareza, posicionamento e autoridade.

Ele quer saber se você entende o problema e se é a pessoa certa para resolver aquilo.

Agora vem a parte mais importante, principalmente se tu é corretor.

Esquece viralização. Esquece métrica. Se tu ainda não produz conteúdo de forma constante, a tua única preocupação deveria ser produzir.

Qualquer coisa feita de forma simples (e até tosca) é melhor do que passar meses comprando curso de produção de conteúdo, estudando algoritmo, tentando entender como viralizar e, no fim, nunca postar nada.

A pergunta que f**a é simples.

Tu tá postando pra engajar e agradar o Instagram ou tá postando pra vender e gerar demanda real pelo teu trabalho?

Porque essas duas coisas raramente andam juntas.

Esses dias cheguei em casa e tinha chego uma encomenda.Eu, curioso, resolvi abrir.Era um livro.Pelo livro que era, imagi...
13/01/2026

Esses dias cheguei em casa e tinha chego uma encomenda.

Eu, curioso, resolvi abrir.

Era um livro.

Pelo livro que era, imaginei que tinha sido meu irmão o comprador.

Eu tava certo.

(Ele já tinha me comentado sobre esse livro algumas vezes)

Hoje tava aqui fazendo as minhas coisas no escritório e vi ele saindo com o livro debaixo do braço.

Fiquei feliz.

Quando ele saiu, me peguei sorrindo sozinho.

Ele tá naquela fase adolescente, rebelde, naquela linha tênue entre c***r com tudo e começar a ajeitar a vida.

Talvez você esteja se perguntando qual era o livro em questão. Erro meu não ter dito até agora…

O livro era aquele Nada Pode Me Ferir, do David Goggins.

Acho o melhor livro do mundo? Definitivamente não.

Mas 1 é sempre maior do que ZERO.

E o erro do chato é querer c***r regra nessa hora; querer vomitar infinitas críticas a respeito do livro.

O ponto é:

É melhor ele ler esse livro do que f**ar que nem um zumbi, com o cérebro desligado, gastando horas da própria vida no TikTok.

Eu fiquei feliz porque, nessas horas, a gente percebe que a palavra até convence, mas o exemplo arrasta.

Eu nunca fui do tipo que se mete na vida dos outros; sou um cara bem na minha.

Faço minhas coisas, dou uns conselhos quando me pedem e corrijo quem posso corrigir quando devo.

Nunca impus a vida que eu decidi levar àqueles que estão próximos a mim. Mas sempre plantei a sementinha do exemplo.

Porque, convenhamos, uma coisa é eu te dizer que rezar o terço todos os dias é fundamental; outra coisa é você me ver rezando o terço todos os dias.

Entende como as duas coisas têm um peso diferente?

Fato é que esse acontecimento bobo me alegrou.

É como se eu estivesse vendo o primeiro passo de uma alma que começa a parar de só buscar o prazer e fugir da dor, e dá um passo em direção a uma vida com sentido, às coisas que realmente valem a pena.

Avante, meu irmão!

Viva no mundo… remando contra ele.

Há esperança – por mais que tudo em volta faça parecer que não.

Só nos resta uma coisa: lutar.

Lute sem cessar até o último dia.

Lute mesmo diante da possibilidade do fracasso e da miséria.

Tu não é obrigado à vitória.
Mas é obrigado ao bom combate.

Tu te imagina fazendo isso pelos próximos 10 anos?Nas circunstâncias atuais, essa pergunta aparece cada vez menos na nos...
08/01/2026

Tu te imagina fazendo isso pelos próximos 10 anos?

Nas circunstâncias atuais, essa pergunta aparece cada vez menos na nossa cabeça.

Isso porque, atualmente, tudo nos empurra para o imediatismo.

Antes, um negócio físico que f**ava no zero a zero em menos de... sei lá, 2, 3, 5 anos era um milagre vivo.

Hoje, se você não botou um milhão de comissão no bolso enquanto dorme, tem alguma coisa errada; se não gerou 1029312323 leads, tem “gargalos a serem corrigidos”; se não bateu a meta de faturamento é porque tá com os dias contados.

Não estou dizendo que tudo isso não é bom. Pelo contrário.

Bater a meta de faturamento é excelente. Gerar demanda qualif**ada todos os dias é fundamental pra vender/alugar teus imóveis. Vender é o oxigênio do teu negócio.

O problema é quando tudo isso te impede de olhar um pouco mais adiante e perguntar:

"Eu me imagino fazendo isso aqui todos os dias pelos próximos 10 anos?"

Não responda agora. Mas pense sobre isso.

A resposta dessa pergunta vai te ajudar a colocar o coração no lugar certo.

E isso não tem nada a ver com sentir uma euforia todos os dias; não se trata dessa visão infantil e romantizada demais a respeito do trabalho e da vida.

Mas de viver no mundo sem esquecer do que está para além dele.

E eu não escrevo isso aqui para te entregar a solução pra esse problema ou dizer que eu já tenho uma resposta pronta na ponta da língua.

Escrevo porque eu precisava ouvir e me lembrar disso hoje.

E talvez você também precise.

Endereço

Canguçu, RS
96600000

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