04/02/2026
Sabe o filme Divertidamente?
Aquele em que cada emoção tem um papel, mas quem realmente cria os momentos marcantes é a Imaginação?
No marketing funciona exatamente assim.
A Razão organiza, define direção e garante que tudo faça sentido. Ela é essencial.
Mas quando uma marca deixa só a Razão no comando, a comunicação vira previsível.
Correta, sim, mas incapaz de gerar lembrança.
E o que não é lembrado, não é escolhido.
É a Imaginação que cria as cenas que f**am na memória: uma abordagem inesperada, uma narrativa fora do padrão, um conceito que escapa do óbvio.
Essas pequenas ousadias são as que fazem alguém parar no meio do feed, prestar atenção e sentir que existe algo ali que vale o tempo.
E existe uma verdade técnica que muitos ignoram: criatividade não é “toque artístico”, não é detalhe e muito menos enfeite.
Ela é responsável por aumentar percepção de valor, diferenciação, retenção e até predisposição a pagar mais.
Quando a criatividade trabalha junto com estratégia, a marca deixa de competir pelo mesmo espaço que todas as outras e passa a criar um território próprio.
No fundo, Razão e Imaginação não disputam entre si, elas se completam:
A Razão sustenta.
A Imaginação expande.
E quando elas se equilibram, sua marca deixa de ser apenas mais uma opção e se torna aquela que o público reconhece, lembra e escolhe naturalmente.