Jornal Noroeste News Caraguatatuba

Jornal Noroeste News Caraguatatuba Jornal semanário do Litoral Norte do Estado de São Paulo -

www.noroestenews.com.brPornô x Futebol: Descubra qual é a verdadeira paixão nacionalde busca em países participantes do ...
10/06/2026

www.noroestenews.com.br
Pornô x Futebol:
Descubra qual é a verdadeira paixão nacional

de busca em países participantes do Mundial e revela quais nações mais pesquisam s**o, fetiches e relacionamentos online.

O Brasil é conhecido mundialmente como o país do futebol, mas os dados de busca na internet contam uma história diferente. Levantamento realizado pelo Sexlog, maior site de s**o e swing da América Latina, mostra que os brasileiros pesquisam conteúdo pornográfico 63 vezes mais do que futebol.

O estudo utilizou dados do Ahrefs Keywords Explorer para mensurar o volume médio mensal de buscas realizadas nos últimos 12 meses. Para permitir a comparação entre países com populações distintas, os resultados foram ajustados proporcionalmente à população adulta com acesso à internet, com base nos dados do DataReportal Digital 2025.

Segundo o levantamento, o termo “pornô” e suas variações somam aproximadamente 17,1 milhões de buscas mensais no País, enquanto “futebol” registra cerca de 271 mil pesquisas no mesmo período.

A pesquisa analisou os hábitos de busca dos 14 países participantes da Copa do Mundo de 2026, comparando o interesse por temas ligados à sexualidade, relacionamentos e fetiches com termos relacionados ao esporte.

“O futebol é uma paixão nacional, mas os dados mostram que a sexualidade ocupa um espaço ainda maior na vida cotidiana das pessoas. Quando observamos o comportamento de busca, encontramos um retrato interessante dos desejos, curiosidades e fantasias que acompanham os usuários muito além dos grandes eventos esportivos. Mesmo durante uma Copa do Mundo, quando os holofotes estão voltados para os gramados, o interesse por s**o e relacionamentos continua extremamente presente na rotina das pessoas”, afirma Mayumi Sato, CMO do Sexlog.

Brasil vence Alemanha por
7 a 1, desta vez nas
buscas por s**o
A comparação entre Brasil e Alemanha também reservou uma curiosidade para os torcedores. Em sete das oito categorias analisadas pelo estudo, os brasileiros apresentaram maior intensidade de busca do que os alemães. Os maiores diferenciais apareceram em temas ligados ao swing, orgias, voyeurismo e podolatria. A única categoria em que a Alemanha superou o Brasil foi B**M.

Marrocos lidera
interesse por s**o
Entre todos os países analisados, o Marrocos registrou o maior índice proporcional de buscas pelo termo “s**o”, com volume cinco vezes superior ao brasileiro quando considerada a população adulta conectada.

Já o México chamou atenção pelo volume absoluto de pesquisas por conteúdo adulto, liderando o ranking entre os países avaliados.

Fora dos gramados, cada país tem suas preferências

O levantamento também identificou diferenças culturais relevantes entre os participantes da Copa. A Holanda lidera o interesse por B**M. A França aparece na primeira posição em buscas relacionadas à troca de casais. O Japão foi o único país analisado em que as buscas por futebol superaram as buscas por pornografia, um resultado que reflete particularidades culturais do mercado japonês.

Sobre o Sexlog
O Sexlog é a maior rede social adulta da América Latina, reunindo 25 milhões de usuários que buscam explorar sua sexualidade de forma livre, segura e sem julgamentos. A plataforma conecta pessoas com interesses em comum e promove discussões sobre comportamento, relacionamentos e sexualidade.

Cesar Jumana

07/06/2026

Santa Missa Dominical - 07/06/2026 - Diretamente da Catedral do Divino Espírito Santo de Caraguatatuba - SP

www.noroestenews.com.brA humilhação feita por comissárias de bordo da LATAM e da GOLSegundo relatos divulgados pela impr...
03/06/2026

www.noroestenews.com.br
A humilhação feita por comissárias de bordo da LATAM e da GOL
Segundo relatos divulgados pela imprensa, um casal brasileiro havia pago por assentos com espaço extra (categoria premium/economy com mais espaço para as pernas) em um voo da LATAM da Alemanha para o Brasil, mas que recebeu cartões de embarque com lugares diferentes dos originalmente escolhidos. Já dentro da aeronave, surgiu um conflito porque outra passageira também alegava ter comprado um dos mesmos assentos. A situação escalou pois a comissária de bordo, funcionária da empresa, simplesmente tentou colocar os passageiros contra a reclamante sem tentar resolver o problema. A polícia alemã chegou a ser chamada para entrar no avião antes da decolagem.

A passageira, identificada nas reportagens como Pâmela Baldan, afirmou que se recusou a deixar o assento pelo qual havia pago e que se sentiu desrespeitada durante o atendimento. No fim, ela foi transferida para um assento comum, enquanto o marido ocupou um dos lugares com espaço extra, e os dois viajaram separados durante o voo. Ela disse que pretende processar a companhia.

Foi ap***s depois que o vídeo feito pela passageira viralizou nas redes sociais que a Latam entrou em contato e lamentou o transtorno e informou que já reembolsou o valor pago pelos assentos especiais.

Esse não é um caso isolado e tem se repetido em muitos voos tanto da LATAM como da GOL. Basta você fazer uma reclamação que as comissárias alteram a voz e tentam colocá-lo contra os passageiros sem que nenhuma providência seja tomada pela companhia aérea.

Eu mesmo já passei por isso em voos tanto da LATAM como da GOL. Mesmo tendo oferecido reclamação as referidas companhias e no site Reclame Aqui, nenhuma satisfação me foi oferecida.

Em outro caso de disputa por assentos que viralizou nas redes sociais em 2023, a Justiça de São Paulo condenou a Gol Linhas Aéreas a indenizar duas passageiras que sofreram agressões verbais e físicas após reivindicarem os lugares que haviam comprado. O entendimento foi que a companhia tinha o dever de garantir o uso correto dos assentos e administrar o conflito adequadamente.

Na justiça, em geral, os juízes analisam fatores como:
Se o passageiro tinha direito contratual ao assento premium.
Se houve rebaixamento de categoria (downgrade) sem justificativa adequada.
A forma como a companhia comunicou e tratou a situação.
A existência de constrangimento público, humilhação ou exposição excessiva.
Eventuais prejuízos materiais e emocionais comprovados.

A verdade é que a ANAC: Agência Nacional de Aviação Civil, órgão do governo brasileiro que fiscaliza os serviços dessas companhias, nada faz e acaba por proteger essas empresas.
Cesar Jumana

30/05/2026

🗞️ Esta é a do Estadão desta terça, 26. Acesse e assine o jornal em estadao.com.br

www.noroestenews.com.brUm País que não confia em si mesmoUm país que não confia em si mesmo. No Brasil, melhorar de vida...
27/05/2026

www.noroestenews.com.br
Um País que não confia em si mesmo
Um país que não confia em si mesmo. No Brasil, melhorar de vida muitas vezes não significa acessar a serviços públicos melhores. Significa escapar deles.

Plano de saúde, para não depender do SUS. Escola privada, para não depender da pública. Carro, para não depender do transporte coletivo.

Ascensão social é frequentemente medida pela distância que se consegue colocar entre si e o Estado. Não é exatamente um projeto de cidadania. É mais um plano de saída.

Isso não é só desigualdade, é um traço mais profundo. O Brasil funciona, em larga medida, como uma sociedade de baixa confiança. Os dados confirmam essa intuição.

Segundo um levantamento de 2022 da OCDE, ap***s 26% dos brasileiros declararam ter confiança alta ou moderada no governo federal. Mais revelador. Cerca de 7 em cada 10 brasileiros acreditam que as instituições públicas não funcionam no interesse da sociedade.

A confiança nos partidos e no serviço público segue o mesmo padrão. Mas o dado mais incômodo não está em Brasília, está em nós mesmos. Pesquisa da Ipsos, em 30 países, mostrou que menos de 15% dos brasileiros acreditam que a maioria das pessoas pode ser confiada.Um dos melhores índices de todo o levantamento.

O latinobarômetro, ao longo de décadas, registra padrão semelhante. O problema, portanto, não é só de governo, é de sociedade.
Mas há um ponto mais relevante que a simples percepção de corrupção. O brasileiro não desconfia ap***s porque acredita que o Estado é desonesto. Desconfia porque não acredita que ele funcione.

E essa distinção muda tudo. A desconfiança de natureza moral é uma acusação de caráter. Aponta para a corrupção, para o desvio, para o político que rouba.

A desconfiança operacional é uma acusação de capacidade. Questiona se o Estado consegue entregar, se as políticas se adaptam. Se reclamar serve para alguma coisa.

A segunda forma é estruturalmente mais difícil de reverter. Não se responde com prisões ou com escândalos punidos. Responde-se com décadas de entrega consistente.

Os dados apontam nessa direção. A mesma pesquisa do CDE indica que ap***s um terço dos brasileiros acredita que o governo alteraria uma política pública diante de pressão popular. E menos de um em cada três acredita que o Estado incorporaria opiniões coletadas em consultas públicas.

Não é ceticismo sobre honestidade do governante. É ceticismo sobre a utilidade de participar. A pergunta que organiza esse comportamento não é se há desvio, mas se adianta.

Isso transforma o problema de governança em problema de expectativa. Uma sociedade que desconfia moralmente ainda pode ser mobilizada por indignação, por lideranças que prometem mudança. Uma sociedade que desconfia operacionalmente é mais difícil de alcançar.

Instituições que não são confiáveis tornam-se inevitavelmente mais frágeis. Sem confiança, o cumprimento de regras depende de fiscalização constante. A cooperação vira exceção e o custo de implementar políticas públicas aumenta.

O sistema passa a operar com mais atrito, mais burocracia e menor previsibilidade. Nesse ambiente, a corrupção deixa de ser ap***s um desvio e passa a ser parte do funcionamento. Em sociedades de baixa confiança, pequenos desvios tendem a ser racionalizados.

Furar fila, acionar um conhecido, acelerar um processo, não são ap***s vistos como falhas individuais, mas como formas de navegar um sistema percebido como ineficiente ou arbitrário. Não se trata exatamente de aprovação da corrupção, mas de algo mais desconfortável. A sensação de que seguir as regras pode ser, em muitos casos, a pior estratégia disponível.

Este é o ponto em que a baixa confiança deixa de ser percepção e vira comportamento coletivo. Quando podem, as pessoas saem. O setor de saúde suplementar fechou em 2024 com mais de 52 milhões de beneficiários, um crescimento contínuo mesmo em análise econômica.

A migração para o transporte individual e a preferência por educação privada saem em trajetória parecida. Não se trata ap***s de escolha, e sim de defesa. A cidadania deixa de ser a demanda por serviços públicos universais de qualidade e passa a ser a capacidade de não precisar deles.

O efeito disso sobre o sistema político é mais profundo do que parece. Uma sociedade que não confia também não cobra de forma coordenada. Cada grupo busca sua própria solução.

Cada indivíduo tenta resolver o seu próprio problema. O espaço para projetos coletivos vai encolhendo. Não por falta de ideias, mas por falta de base social para sustentá-las.

A política se adapta a esse ambiente. Em sociedades de baixa confiança, o incentivo para construir projetos coletivos é menor. O cálculo individual prevalece, porque a experiência ensina que a coordenação raramente compensa....

Esse fantástico texto, que não apresento completo, é de Lucas Aragão – Publicado por “Brazil Journal” e pode ser visto na integra no site https://braziljournal.com/opiniao-um-pais-que-nao-confia-em-si-mesmo/

Lucas de Aragão é mestre em ciência política e sócio da Arko Advice.
Cesar Jumana

www.noroestenews.com.brCircuito Litoral Norte lança calendário regionalO Circuito Litoral Norte de São Paulo acaba de la...
20/05/2026

www.noroestenews.com.br
Circuito Litoral Norte lança calendário regional

O Circuito Litoral Norte de São Paulo acaba de lançar o Calendário Regional de Eventos, uma ferramenta digital que reúne, em um só lugar, as principais atrações das cinco cidades que compõem a Região Turística.

A ação tem como objetivo integrar as agendas municipais de Bertioga, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba, e facilitar o planejamento de viagens dos visitantes, permitindo que cada turista descubra o que está acontecendo na região na data em que pretende viajar. Dessa forma, é possível escolher o destino e o evento ideal para aproveitar ainda mais o fim de semana ou as férias no Litoral Norte de São Paulo.

A proposta é transformá-lo em um verdadeiro hub de atrações regionais, reunindo festas, feiras, festivais, competições esportivas, eventos gastronômicos e culturais de todas as cidades. Por isso, com ap***s alguns cliques no website do consórcio o turista pode selecionar o tipo de evento, o local e o período desejado, sendo direcionado diretamente aos sites oficiais ou perfis no Instagram de cada município.

O calendário regional respeita as programações previamente definidas nos planejamentos anuais das Secretarias de Turismo de cada município. Além disso, o sistema é dinâmico e atualizado periodicamente pela equipe do Circuito Litoral Norte, garantindo informações sempre precisas sobre datas, locais e atrações.

A plataforma busca, além de funcionar como um guia de programação, fortalecer a integração entre os municípios e impulsionar o turismo regional, permitindo que o visitante conheça toda a diversidade da região, de festas tradicionais a eventos esportivos e experiências culturais.

“O Calendário Regional de Eventos é uma ferramenta que coloca em prática o conceito de regionalização do turismo que defendemos desde o início do trabalho do consórcio. Ele permite que o visitante planeje melhor sua viagem, aproveite ao máximo a programação e descubra tudo o que o Litoral Norte tem a oferecer. Com as agendas integradas, o turista pode escolher quando e onde ir de acordo com os eventos que mais lhe interessam, movimentando todas as cidades e fortalecendo a economia regional. É um passo importante para consolidar o Litoral Norte como um destino completo, diverso e conectado”, afirma o presidente do consórcio, Toninho Colucci.

A novidade está disponível no site oficial do Circuito Litoral Norte de São Paulo em circuitolitoralnorte.tur.br/calendariodeeventos.

Sobre o Circuito Litoral Norte
O Consórcio Intermunicipal Turístico Circuito Litoral Norte de São Paulo é referência em gestão integrada do turismo, unindo as cidades de Bertioga, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba. Com foco no desenvolvimento sustentável e na promoção regional, atua para enriquecer a oferta turística, aumentar o fluxo e o tempo de permanência dos visitantes, além de gerar trabalho, renda e qualidade de vida para a população local.

Nos últimos sete anos, parcerias com a Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo, o Ministério do Turismo e outras entidades vêm fortalecendo o turismo regional de forma integrada, segura e responsável na Região Turística.
Cesar Jumana

www.noroestenews.com.brExplosão no JaguaréAnálise preliminar aponta possíveis responsabilidades penaisA gravidade da exp...
13/05/2026

www.noroestenews.com.br
Explosão no Jaguaré
Análise preliminar aponta possíveis responsabilidades penais
A gravidade da explosão que atingiu o bairro do Jaguaré, zona oeste de São Paulo (SP), na tarde desta segunda-feira (11/5) — deixando uma pessoa morta, três feridas e provocando danos severos em dez casas, algumas com colapso estrutural, além de atingir um condomínio vizinho — levanta questões imediatas sobre a responsabilidade penal dos profissionais e empresas envolvidos na obra que estava sendo executada no local. O impacto do episódio mobilizou equipes de emergência e reacendeu o debate sobre falhas técnicas, protocolos de segurança e a necessidade de apuração rigorosa.
A Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) e a Sabesp confirmaram que a explosão na Rua Floresto Bandecchi, próximo à Rua Dr. Benedito de Moraes, ocorreu durante uma obra de remanejamento de tubulação de água, quando uma rede de gás foi atingida, provocando o vazamento que culminou no acidente.
Do ponto de vista jurídico-penal, o caso pode configurar o crime de desabamento ou desmoronamento previsto no artigo 256 do Código Penal, que pune quem causa desabamento ou desmoronamento expondo a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio, com pena de reclusão de um a quatro anos e multa. Se ficar demonstrado que o episódio decorreu de negligência, a pena é de detenção de seis meses a um ano.
Para a advogada criminal Maria Tereza Novaes, "o artigo 256 é especialmente relevante em situações como esta, porque responsabiliza quem, por ação ou omissão, contribui para o colapso estrutural que coloca vidas em risco".
As mortes e lesões decorrentes da explosão também podem configurar os crimes de homicídio e lesão corporal, dependendo da comprovação sobre o grau de conhecimento do risco por parte dos responsáveis pela obra. Caso as investigações indiquem que havia ciência concreta do perigo e, ainda assim, optou-se por prosseguir sem a adoção de medidas preventivas adequadas, pode haver imputação por dolo eventual, hipótese em que o agente assume o risco de produzir o resultado. "Se ficar comprovado que havia ciência do risco e, mesmo assim, não foram adotadas medidas para evitá-lo, a responsabilização pode avançar para o dolo eventual, especialmente nos casos de morte", afirma Maria Tereza Novaes.
Se, por outro lado, o resultado decorrer de falhas técnicas, omissões ou condutas inadequadas, sem intenção ou assunção de risco, a responsabilização poderá ocorrer na modalidade culposa, tanto para homicídio quanto para lesão corporal. A advogada acrescenta: "A modalidade culposa será analisada quando houver negligência, imprudência ou imperícia. Em obras de grande porte, a falta de protocolos de segurança é suficiente para caracterizar culpa penal".
As investigações periciais deverão esclarecer se havia risco previamente identificado, se os responsáveis foram alertados, quais medidas de segurança foram adotadas, se houve falhas técnicas ou operacionais e se a obra seguia normas e autorizações vigentes. "A investigação precisa ser técnica, rigorosa e transparente. Só assim será possível individualizar responsabilidades e garantir que as vítimas tenham justiça", conclui Maria Tereza Novaes.

Cesar Jumana

10/05/2026

Santa Missa Dominical - 10/05/2026 - Diretamente da Catedral do Divino Espírito Santo de Caraguatatuba - SP

www.noroestenews.com.brVamos as resenhas… Vale ler… A PL da DosimetriaCom Alcolumbre e Bolsonarinho ainda comemorando o ...
06/05/2026

www.noroestenews.com.br
Vamos as resenhas… Vale ler…
A PL da Dosimetria
Com Alcolumbre e Bolsonarinho ainda comemorando o gol da Dosimetria contra o veto do presidente Lula, o bandeirinha acusou impedimento e o juiz ( STF) deve pedir a revisão do VAR. Entenda bem e mais em duas partes:

Parte 1:
A verdade veio à tona: Alcolumbre fez com Lula o mesmo que Eduardo Cunha fez com Dilma. Era só Lula mandar frear as investigações do banco Master e aliviar os envolvidos. Lula não topou.
Alcolumbre então junto com o Centrão procurou a extrema direita bolsonarista e fez o acordo. Retaliar Lula rejeitando Messias no senado e derrubando o veto da dosimetria. No senado Alcolumbre sabia até o número exato de votos que tinha para barrar Messias.
O microfone captou a fala dele antecipando o placar. A deputada Gleisi Hofman desafiou Alcolumbre a autorizar a CPMI do banco Master ele ficou mudo.
O MDB mesmo com três ministros no governo liberou a bancada no senado. Por que isso???
Tem gente deles no rolo do Master.
Agora é aguardar a delação de Vorcaro e conferir nomes e sobrenomes dos envolvidos. Lula pagou um preço alto ao não aceitar o acordo com Judas Iscariotes o judeu “Alcolumbre.
Sobre o STF aliados estão sugerindo que Lula indique uma jurista mulher e negra... Vamos aguardar...
Via Jorge Magalhães

Parte 2:
O jurista e desembargador Alfredo Attié, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), desmontou a engenharia regimental utilizada por Alcolumbre. Para o magistrado, a manobra de fatiar um veto que era integral não ap***s fere o rito legislativo, mas configura uma usurpação de competência que torna o ato juridicamente inexistente e nulo.
O ponto central da controvérsia reside no fato de que o presidente Lula vetou a totalidade do projeto. Pela Constituição, o Congresso tem ap***s duas opções diante de um veto total: mantê-lo ou derrubá-lo por completo. Ao “desmembrar” o veto para evitar que crimes hediondos fossem beneficiados, uma manobra para salvar a face pública da oposição, Alcolumbre acabou criando uma terceira via inexistente no Direito brasileiro.
“A Constituição Federal permite ao presidente da República vetar total ou parcialmente uma lei. Se ele veta parcialmente, a lei entra em vigor sem o texto do veto e a parte vetada vai a reexame. O Congresso Nacional, então, analisa o veto parcial. Se o veto é total, como no caso do PL da Dosimetria, o Congresso Nacional aprova ou desaprova o veto total. Não se pode separar a lei em artigos, em dispositivos, e fragmentar a análise do veto.
Se alguém faz isso, não está derrubando o veto, mas fazendo um outro projeto, o que é absolutamente proibido. Portanto, ao analisarem só parte do veto do presidente, eles agem de modo inconstitucional. O veto presidencial prevalece nesse caso”, explica o desembargador do TJ-SP.
O cenário de “triunfo total” desenhado pelo Bolsonarinho e seus aliados nas redes sociais, ignora que o ato de hoje nasce morto. Segundo Attié, o erro de procedimento é tão grave que impede que a decisão do Congresso produza efeitos reais, cabendo agora ao Supremo Tribunal Federal (STF) o papel de limpar o entulho autoritário deixado pela sessão.
“Cabe agora ao STF a declaração de inconstitucionalidade, restaurando o veto total. A decisão do Congresso Nacional não tem eficácia. E o Congresso não pode realizar outra sessão para fazer reexame do veto, pois o ato de exame já foi realizado. Aliás, mal realizado”, fustiga o desembargador, evidenciando que a oportunidade legislativa foi perdida pelo erro crasso de condução de Alcolumbre.
Para além do vício de forma, a maneira como o veto foi votado, existe ainda um vício de mérito que atinge o coração da proposta. O PL da Dosimetria, ao ser aplicado para reduzir p***s de quem atentou contra as instituições, funciona como uma anistia velada a crimes que, por natureza, são insuscetíveis de tal benefício quando cometidos por quem detém o poder.
O jurista alerta que a manobra de Alcolumbre tentou camuflar uma tentativa de proteger agentes políticos que usaram seus cargos para conspirar contra a democracia.
“Além disso, vale ressaltar, que tal medida é inconstitucional porque se trata, agora claramente, de tentativa de dar anistia a crime de estado, cometido por agentes políticos no exercício da função. É impossível conceder anistia a esse tipo de crime”, conclui Alfredo Attié.
O resumo da ópera em Brasília é um impasse institucional de proporções gigantescas. Davi Alcolumbre, movido por interesses eleitorais e pelo cerco do caso Master, entregou à oposição um troféu de papel.
Se o STF seguir a cartilha constitucional detalhada por Attié, o PL da Dosimetria cairá como um castelo de cartas, deixando Bolsonaro e os golpistas do 8 de janeiro exatamente onde a Justiça os colocou: sob o rigor da lei.
Via Luiz A. Caldani

Cesar Jumana

www.noroestenews.com.brEducação: o antídoto contra a misoginiaReduzir a misoginia a um simples “ódio às mulheres” é igno...
29/04/2026

www.noroestenews.com.br
Educação: o antídoto contra a misoginia
Reduzir a misoginia a um simples “ódio às mulheres” é ignorar a teia social complexa e sutil. Ela se infiltra no dia a dia: em piadas, no descrédito da voz feminina, no controle sobre corpos e escolhas, e floresce em culturas de raiva no ambiente digital. Embora seja um problema profundo, o caminho para a cura passa por um pilar indispensável: a educação.

Essa aversão se revela quando o universo feminino é tratado como “menor” ou quando as emoções de uma mulher são rotuladas como “loucura” ou “histeria”. A ideia de que mulheres devem suportar a dor em silêncio cria o mito da “guerreira”, sem que ninguém pergunte por que ela precisa lutar tanto. E, a resposta é simples: a sociedade as obriga. Essa construção cultural tem consequências reais e devastadoras, pois a noção de que o corpo feminino é uma propriedade alheia é a base para estatísticas alarmantes e os dados são brutais.

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2024, quase 9% dos estudantes de 13 a 17 anos no Brasil já foram forçados a ter relações se***is. Entre as meninas, o índice salta para quase 12%. O mais chocante é que, na maioria dos casos, a agressão parte do círculo de confiança, familiares, namorados e amigos, destruindo a ideia do lar como um lugar seguro.

A misoginia não é natural; é um projeto histórico. Como aponta a filósofa Silvia Federici, o capitalismo domesticou o corpo feminino para servir a interesses econômicos, consolidando uma ordem patriarcal. Ao delegar às mulheres ao trabalho não remunerado do cuidado, o sistema garantiu sua dependência. O desprezo virou ferramenta de poder.

Se a misoginia é uma construção, ela pode ser desfeita, e a educação é a principal ferramenta. A escola precisa ir além do básico, incluindo o debate sobre gênero, valorizando as contribuições femininas na história e, acima de tudo, treinando professores para combater o machismo em sala. É essencial ensinar os jovens a filtrar a desinformação online, especialmente a que vem de redutos misóginos como a cultura “incel”, onde a frustração masculina se transforma em ódio e incitação à violência.

O respeito, contudo, se aprende primeiro em casa, com a divisão de tarefas e o incentivo para que meninos e meninas tenham as mesmas oportunidades. Um diálogo aberto sobre empatia é a melhor maneira de criar homens que não se sintam ameaçados pela força feminina. A mídia também tem seu papel, pois quanto mais mulheres protagonistas virmos em filmes, séries e no jornalismo, mais rápido quebraremos os estereótipos.

A luta contra a misoginia não é uma “guerra dos s**os”, mas uma busca por direitos humanos que beneficia a todos. Questionar os padrões de gênero que também aprisionam os homens é o caminho para uma sociedade mais livre e justa para todos.

* Bruna Pellegrini é doutora e mestre em Comunicação, pesquisadora na área e gênero, sexualidade e feminismo e professora universitária na UniCesumar de Maringá (PR).
Cesar Jumanma

Endereço

Avenida Albert Charles Ernest Hanciau, 150
Caraguatatuba, SP
11672050

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Jornal Noroeste News Caraguatatuba posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Jornal Noroeste News Caraguatatuba:

Compartilhar