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www.noroestenews.com.brSão Paulo - 571 processos de violência doméstica por diaA Justiça de São Paulo recebeu 121.026 no...
16/09/2026

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São Paulo - 571 processos de violência doméstica por dia
A Justiça de São Paulo recebeu 121.026 novos processos relacionados à violência doméstica contra a mulher entre janeiro e julho de 2026. Foram, em média, 570,88 ações por dia — quase 24 a cada hora. Os dados fazem parte de levantamento baseado no Painel de Violência contra a Mulher do DataJud, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O volume anual mais que dobrou em cinco anos. Foram 85.834 novos processos em 2020 e 182.544 em 2025, crescimento de 112,67%. Na comparação com 2024, quando o estado registrou 154.424 ações, o aumento foi de 18,21%.
Em todo o Brasil, a Justiça recebeu 742.279 novos processos até julho de 2026, média de 3.501 por dia. O total nacional passou de 599.472, em 2020, para 1.133.556, em 2025, alta de 89,09%.
Para o advogado criminalista Fábio Tavolassi, o crescimento pode refletir uma maior procura das mulheres pelos canais de denúncia e proteção.
“O aumento pode indicar que mais mulheres estão reconhecendo a violência, procurando ajuda e denunciando os agressores. Hoje há maior divulgação da Lei Maria da Penha, das medidas protetivas e dos canais de atendimento. Com isso, situações que antes permaneciam escondidas começam a chegar à polícia e à Justiça”, explica.
O especialista ressalta que os registros judiciais representam apenas uma parcela do problema, porque muitos episódios permanecem sem denúncia.
“Os dados do CNJ mostram apenas as situações que chegaram ao Judiciário. Muitos episódios não são denunciados e, por isso, ficam fora das estatísticas processuais”, afirma Tavolassi.
Medo, ameaças, dependência financeira ou emocional, vergonha e falta de uma rede de apoio estão entre os obstáculos enfrentados pelas vítimas.
“Por isso, o número real de vítimas pode ser muito maior”, acrescenta.

Violência vai além da agressão física
Algumas mulheres demoram a reconhecer a violência quando ela não deixa marcas físicas, mas compromete sua liberdade, segurança ou autonomia.
“A violência doméstica não começa somente com uma agressão física. Ameaças, humilhações, perseguição, controle do dinheiro, isolamento de amigos e familiares, invasão do celular, destruição de objetos e coerção sexual também precisam ser considerados”, alerta o advogado.
Esses comportamentos podem aumentar de frequência e gravidade com o tempo. Por isso, ameaças e atitudes de controle não devem ser tratadas como discussões comuns do relacionamento.
Em uma situação de risco imediato, a orientação é buscar um local seguro e ligar para a Polícia Militar pelo número 190. O Ligue 180 oferece atendimento durante 24 horas e informa sobre os serviços disponíveis.
“Se for possível, é importante guardar mensagens, áudios, fotografias, relatórios médicos e contatos de testemunhas. Esses materiais podem ajudar na investigação. No entanto, a mulher não deve adiar o pedido de ajuda por achar que ainda não possui provas suficientes”, orienta Tavolassi.
Cesar Jumana

www.noroestenews.com.brExame inovador para triagem do câncer de peleCriado por healthtech brasileira, tecnologia que usa...
09/09/2026

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Exame inovador para triagem do câncer de pele

Criado por healthtech brasileira, tecnologia que usa imagens e IA para detectar manchas suspeitas foi premiado pela Escola de Saúde Pública de Harvard.

Um dos cânceres mais comuns em países tropicais como o Brasil, os tumores de pele geralmente têm baixa letalidade, mas precisam ser detectados precocemente para ter chances de cura maiores. As pintas na pele podem ser um fator de risco, mas muitas vezes as pessoas não procuram um médico logo que elas surgem.

Pensando nisso, o cofundador e CEO da AI Pathology, Willian Boelcke, decidiu criar a ferramenta após perder o pai para o câncer de pele, transformando a dor em um propósito para democratizar o acesso à detecção precoce. Depois de um teste com trabalhadores rurais no interior de Goiás e com algumas grandes empresas que ofereceram a solução para seus próprios colaboradores, o Nevo ganha agora escala para ampliar acesso ao exame em parceria com o Sabin Diagnóstico e Saúde, principal marca do ecossistema do Grupo Sabin.

A startup de Boelcke e a empresa de Brasília, que foi fundada 42 anos atrás, desenvolveram uma jornada mais integrada para o Nevo, um teste de triagem que avalia as imagens das pintas na pele por meio de inteligência artificial. O produto levou a AI Pathology a vencer uma maratona de inovação da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e integrar um programa de incubação no InovaHC, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

“Para nós, aqui no Sabin, inovação nasce quando se buscam soluções para problemas reais na saúde. Foi essa visão que nos aproximou do AI Pathology quando conhecemos o Nevo, que facilita muito a jornada de quem tem lesões que podem levar a um câncer de pele”, afirma o diretor-técnico do Grupo Sabin, Rafael Jácomo.

Para a AI Pathology, a parceria com o Sabin representa um passo avançado para a ampliação do acesso à saúde. “A experiência junto ao Sabin representa para a AI Pathology a porta de entrada no varejo diagnóstico de alto volume, permitindo validar a fluidez operacional em larga escala e avaliar a adesão dos pacientes à linha de cuidado”, destaca Willian Boelcke, CEO da empresa.

Inicialmente disponível para os clientes do Sabin em Brasília pelo e-commerce da empresa, o modelo permite a avaliação de até cinco lesões, limite estabelecido para assegurar agilidade no atendimento e foco rigoroso nas pintas ou manchas de maior relevância diagnóstica.

Após a aquisição do serviço, uma equipe especialmente treinada vai ao endereço fornecido pelo cliente com o equipamento para a coleta das imagens. Por meio de um smartphone e uma lente de magnificação e iluminação por luz polarizada, o coletor captura estruturas profundas abaixo da superfície da pele.

Sempre que a inteligência artificial identifica um achado suspeito, a jornada ativa automaticamente um gatilho para uma teleconsulta com um dermatologista, que orientará o paciente sobre os próximos passos, como a procura por um especialista e os cuidados com a lesão.

Grupo Sabin | Com 42 anos de atuação, o Grupo Sabin é referência em saúde, destaque na gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades, o Grupo Sabin nasceu em Brasília (DF), fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje conta com 7.500 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas. O grupo também está presente em 14 estados e no Distrito Federal oferecendo serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental às 78 cidades em que está presente com 366 unidades distribuídas de norte a sul do país.

O ecossistema de saúde do Grupo Sabin integra portfólio de negócios que contempla análises clínicas, diagnósticos por imagem, anatomia patológica, genômica, imunização e check-up executivo. Além disso, contempla também serviços de atenção primária contribuindo para a gestão de saúde de grupos populacionais por meio de programas e linhas de cuidados coordenados, pela Amparo Saúde e plataforma integradora de serviços de saúde - Rita Saúde - solução digital que conta com diversos parceiros como farmácias, médicos e outros profissionais, promovendo acesso à saúde com qualidade e eficiência.

Para conhecer mais sobre o Grupo Sabin, acesse o site da companhia. No LinkedIn da empresa também é possível conferir todas as novidades.

Cesar Jumana

06/09/2026

Santa Missa Dominical - 06/09/2026 - Diretamente da Catedral do Divino Espírito Santo de Caraguatatuba - SP

www.noroestenews.com.brMito nos EUA - Ter processo migratório pendente não protege contra prisãoAdvogada licenciada nos ...
02/09/2026

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Mito nos EUA - Ter processo migratório pendente não protege contra prisão
Advogada licenciada nos Estados Unidos explica por que ter um processo migratório em andamento não significa, necessariamente, estar protegido contra ações das autoridades de imigração.

A detenção de uma imigrante russa que aguardava a análise de seu pedido de Green Card nos Estados Unidos trouxe à tona uma dúvida que pode atingir milhares de estrangeiros no país: ter um processo de regularização migratória em andamento significa estar legalmente protegido contra uma eventual detenção?

O caso ganhou repercussão internacional depois que Galina Bobreneva foi abordada por agentes do ICE, o Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos, em um aeroporto da Califórnia. Ela passou 16 dias detida e foi posteriormente liberada mediante pagamento de fiança de US$35 mil. Bobreneva é casada com um cidadão norte-americano e possui pedido de residência permanente em análise. O Departamento de Segurança Interna afirma que ela permaneceu no país além do prazo permitido pelo visto, enquanto seu advogado sustenta que ela não estava em situação migratória irregular.

A situação chama atenção para uma distinção jurídica pouco conhecida por quem vive ou pretende viver nos Estados Unidos. Segundo as orientações do USCIS, órgão responsável pelos serviços de cidadania e imigração, a existência de uma solicitação ou petição migratória pendente, por si só, não confere automaticamente status migratório legal nem impede a abertura de um processo de remoção.

Para Caroline Azevedo, advogada licenciada nos Estados Unidos, especializada em imigração e mobilidade internacional e representante da Visa Finder, um dos principais riscos é justamente acreditar que a existência de um protocolo ou processo em andamento funciona como uma espécie de garantia de permanência.

“Existe uma diferença jurídica importante entre ter um pedido migratório em andamento, estar autorizado a permanecer no país durante determinado período e possuir um status migratório válido. Para quem não trabalha com imigração, essas situações podem parecer iguais, mas não são. Um processo aberto não deve ser interpretado automaticamente como uma proteção contra qualquer medida das autoridades migratórias”.

O alerta se torna ainda mais importante diante do endurecimento da fiscalização migratória nos Estados Unidos. O caso de Bobreneva chamou atenção justamente porque ela não tinha antecedentes criminais e mantinha processos migratórios ativos. A detenção ocorreu durante uma viagem doméstica, entre San Francisco e Burbank, na Califórnia.

Segundo Caroline, pessoas que entraram legalmente nos Estados Unidos também precisam conhecer exatamente a condição migratória que possuem no momento.

“Entrar legalmente no país não significa que essa condição permanecerá válida indefinidamente. É preciso acompanhar datas, mudanças de status, pedidos apresentados, autorizações concedidas e eventuais períodos de permanência. Na imigração, o histórico completo faz diferença. Um detalhe que parece pequeno pode ter conse-quências importantes”.

Outro ponto que costuma provocar confusão é a autorização para trabalhar nos Estados Unidos. A existência de uma permissão de trabalho pode decorrer de diferentes situações migratórias e não deve ser interpretada isoladamente como prova de que o estrangeiro possui determinado status.

“Documentos diferentes têm funções diferentes. Autorização de trabalho, pedido de Green Card, solicitação de asilo, visto e status migratório não são sinônimos. O problema começa quando a pessoa reúne alguns documentos e conclui, sem uma análise jurídica do caso, que está completamente protegida”.

Para a advogada, o momento exige principalmente prevenção. Pessoas com solicitações migratórias em andamento devem conhecer seu histórico de entradas e saídas do país, saber quando o período originalmente autorizado terminou, manter a documentação organizada e buscar orientação específica antes de tomar decisões que possam produzir consequências migratórias.

Isso vale especialmente para quem passou por mudanças importantes desde a chegada aos Estados Unidos, como vencimento de visto, casamento com cidadão norte-americano, solicitação de asilo, mudança de categoria migratória ou início de um processo para obtenção da residência permanente.

“Não se trata de criar medo ou dizer que todo imigrante com processo em andamento corre risco de ser detido. Cada situação é individual. O que esse caso mostra é que não se pode presumir segurança migratória apenas porque existe uma solicitação sendo analisada. A melhor proteção é saber exatamente qual é a sua condição jurídica naquele momento e quais são os efeitos de cada processo apresentado”.

Caroline também recomenda atenção antes de entrevistas, viagens e outros procedimentos que possam colocar o estrangeiro em contato com autoridades.

“Planejamento migratório não começa quando surge um problema. Ele precisa acontecer antes. Revisar documentos, entender possíveis fragilidades do histórico e corrigir estratégias quando ainda há tempo reduz riscos e evita que uma pessoa descubra uma questão importante justamente durante uma abordagem ou procedimento oficial”.

Sobre: Caroline Azevedo é advogada licenciada nos Estados Unidos e especializada em imigração e mobilidade internacional, atua como representante da Visa Finder, auxiliando pessoas e empresas nos processos de solicitação de vistos, regularização migratória e planejamento internacional. Possui experiência na análise estratégica de perfis, prevenção de negativas e orientação jurídica em entrevistas consulares. Seu trabalho é pautado na clareza, segurança jurídica e atendimento personalizado, oferecendo soluções eficazes para quem busca estudar, trabalhar, investir ou residir no exterior.

Cesar Jumana

30/08/2026

Santa Missa Dominical - 30/08/2026 - Diretamente da Catedral do Divino Espírito Santo de Caragua\tatuba - SP

www.noroestenews.com.brEmpresários de bares e restaurantes desconhecem reforma tributáriaMaioria afirma não estar prepar...
26/08/2026

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Empresários de bares e restaurantes desconhecem reforma tributária

Maioria afirma não estar preparada para as mudanças e quase 90% dos optantes pelo Simples Nacional dizem precisar de mais informações para tomar decisões nos próximos meses.

A reforma tributária já começou a impor desafios aos bares e restaurantes brasileiros, mas a maior parte dos empresários do setor ainda não sabe exatamente como as mudanças vão afetar seus negócios. Pesquisa nacional da Abrasel mostra que o desconhecimento sobre regras, cronograma e decisões necessárias para a adaptação é hoje a principal preocupação dos empreendedores. Na avaliação da entidade, o poder público tem falhado em esclarecer não só empresários, mas a sociedade em geral, sobre as implicações e o calendário da reforma.

O levantamento aponta que 60,9% dos empresários não se sentem preparados, sendo 43,9% “pouco preparados” e 17% “nada preparados”. Outros 16,3% afirmam que não conseguem sequer avaliar o nível de preparação de seus negócios. Apenas 22,9% se consideram “preparados” ou “muito preparados” para enfrentar a transição.

A situação é ainda mais preocupante entre as empresas optantes pelo Simples Nacional, que representam 71,3% dos entrevistados. Apenas 10,6% afirmam estar se preparando ativamente para a antecipação da escolha do regime tributário, prevista para setembro de 2026.

Segundo a pesquisa, 33,6% dos empreendedores dizem não ter informações suficientes sobre as mudanças. Outros 29% reconhecem a importância da decisão, mas afirmam precisar de mais informações e ferramentas para escolher o regime mais adequado. Já 26,8% consideram o prazo curto e avaliam que o mercado ainda não está preparado para orientar as empresas. Somados, esses grupos representam 89,4% dos respondentes optantes pelo Simples Nacional.

Para o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, o setor precisa de um grande esforço de orientação para evitar decisões equivocadas. “Os empresários estão diante de uma transformação profunda no sistema tributário brasileiro, mas ainda sem acesso às informações necessárias para compreender todas as implicações da mudança. O governo federal deveria liderar este processo de esclarecimento, mas tem falhado na missão. Em face disso, inclusive surgem a todo momento peças de desinformação sobre o tema nas redes sociais, muitas delas com falsos alertas que confundem ainda mais o empreendedor e a população. O principal desafio neste momento é garantir que os empresários e os responsáveis pela contabilidade dos negócios entendam o que muda na prática, quais decisões precisam tomar e em que prazo elas deverão ser tomadas”.

As dúvidas se concentram justamente nos aspectos mais relevantes para a gestão dos negócios. Quase metade dos entrevistados (49,4%) quer entender como a nova estrutura tributária afetará a formação de preços e as margens de lucro. Outros 48,1% procuram informações básicas sobre o funcionamento dos novos tributos IBS e CBS.

O regime específico para o setor de alimentação fora do lar também desperta dúvidas. Cerca de 46,8% dos empresários afirmam precisar de orientações sobre a redução de 40% da alíquota prevista para o setor e sobre as regras de apropriação de créditos tributários.

A escolha entre permanecer no Simples Nacional tradicional ou aderir ao modelo híbrido é outra preocupação importante, citada por 34,5% dos entrevistados. O funcionamento do recolhimento automático dos tributos nas vendas, conhecido como split payment, preocupa 34% dos respondentes. Mudanças em obrigações acessórias, emissão de notas fiscais e riscos de autuação aparecem entre as dúvidas de 26,6% dos empresários.

O próprio calendário da reforma também ainda gera incertezas. Para 16,4% dos entrevistados, compreender as etapas da transição e as datas previstas para implementação das mudanças é uma das principais necessidades de informação neste momento.

Maioria vê impacto negativo
A falta de informação ajuda a explicar por que muitos empresários ainda não conseguem avaliar os efeitos da reforma. Quando questionados sobre os impactos para o setor de alimentação fora do lar, 22,5% responderam que não sabem dizer se as consequências serão positivas ou negativas. Ao avaliar os reflexos sobre o próprio negócio, o percentual de indecisos é de 22,9%.

Entre aqueles que já formaram uma opinião, predominam as preocupações. Em relação ao setor, 54,2% acreditam que os efeitos serão negativos ou muito negativos. Sobre os próprios negócios, esse percentual é de 52,9%.

Para Paulo Solmucci, a pesquisa mostra que o debate sobre os impactos da reforma ainda está sendo ofuscado por uma questão mais urgente: a necessidade de informação.

“Antes mesmo de discutir se a reforma será positiva ou negativa para cada empresa, é preciso garantir que o empresário compreenda as regras do jogo. A tomada de decisão exigirá planejamento tributário, revisão de processos e entendimento dos novos mecanismos. Sem informação de qualidade, o risco de erros aumenta e o custo da adaptação pode ser maior”.

A pesquisa ouviu 1.480 empresários de bares, restaurantes, padarias, lanchonetes, pizzarias, cafeterias e outros estabelecimentos de alimentação fora do lar entre os dias 20 e 28 de julho de 2026, em todas as regiões do país.
Cesar Jumana

www.noroestenews.com.brANPD suspende lives do Discord no BrasilA decisão da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD)...
19/08/2026

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ANPD suspende lives do Discord no Brasil

A decisão da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) de suspender temporariamente as transmissões ao vivo do Discord no Brasil colocou novamente em evidência o desafio que cresce junto com a expansão das plataformas digitais, de como equilibrar liberdade de comunicação, privacidade e proteção de crianças e adolescentes na internet.

A medida preventiva foi determinada após investigações envolvendo um caso de morte de uma adolescente de 13 anos, que teria ocorrido em um contexto de exposição e incentivo a práticas de automutilação e suicídio dentro da plataforma. A determinação estabelece que o Discord interrompa o recurso de transmissões ao vivo até apresentar comprovações de que adotou mecanismos considerados suficientes para proteger usuários menores de idade.

Segundo informações divulgadas pela imprensa, a plataforma terá prazo de três dias úteis para cumprir a decisão, enquanto o processo de fiscalização continua em andamento. Caso sejam identificadas infrações, a legislação brasileira prevê possibilidade de aplicação de multas que podem chegar a R$ 50 milhões por infração, conforme previsto na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

O episódio também amplia uma discussão sobre o funcionamento de ambientes digitais privados. Diferentemente de redes sociais abertas, o Discord reúne comunidades fechadas, servidores independentes e canais de comunicação por texto, voz e vídeo, características que tornam a moderação de conteúdos potencialmente nocivos um desafio técnico para empresas de tecnologia.

A plataforma, criada originalmente para comunicação entre jogadores, ganhou grande popularidade entre jovens e passou a ser utilizada para diferentes tipos de comunidades online. Dados divulgados sobre a empresa apontam que o serviço alcançou mais de 90 milhões de usuários ativos diariamente em 2025.

Para Lucas Paglia, advogado especializado em Direito Digital, cibersegurança, proteção de dados e compliance regulatório, o caso representa uma mudança importante na forma como as plataformas serão cobradas no Brasil. “A discussão deixa de ser apenas sobre o conteúdo publicado pelos usuários e passa a envolver o dever das empresas de criarem ambientes digitais mais seguros, principalmente quando existe possibilidade de participação de crianças e adolescentes”, avalia.

Segundo o especialista, a aplicação de medidas preventivas pela ANPD demonstra que a proteção de dados pessoais está cada vez mais conectada à segurança dos usuários. “Dados de idade, identificação de usuários, mecanismos de denúncia e ferramentas de controle parental passaram a ser elementos fundamentais para avaliar se uma plataforma está cumprindo seu papel de proteção”, explica.

A decisão ocorre em um momento de maior pressão regulatória sobre empresas digitais. Em 2026, a ANPD publicou orientações para mecanismos de aferição de idade no ambiente digital, relacionadas às exigências do ECA Digital, estabelecendo parâmetros para que serviços tecnológicos adotem medidas de proteção para crianças e adolescentes.

O próprio Discord informou anteriormente que implementaria mudanças no Brasil, incluindo configurações de segurança adicionais, restrições para conteúdos classificados por idade e mecanismos de verificação etária.

O caso abre um debate que vai além da suspensão de uma ferramenta específica. Quem deve ser responsável pela segurança de menores no ambiente online? A resposta envolve uma combinação entre empresas de tecnologia, órgãos reguladores, famílias e educação digital dos próprios usuários.

“A internet não pode ser tratada como um espaço sem regras, mas também é necessário discutir soluções que sejam tecnicamente eficientes e proporcionais. O desafio é criar mecanismos que reduzam riscos sem comprometer direitos fundamentais dos usuários”, conclui Lucas Paglia.

Sobre

Lucas Paglia é advogado especializado em direito digital, com foco em cybersegurança, proteção de dados e compliance regulatório. Presidente da Rede Governança Brasil (RGB) e uma das principais referências nacionais em proteção de dados, governança e cibersegurança, com especialização pela Universidade de Harvard. Também é membro da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e possui forte atuação institucional em entidades da América Latina. Como educador, já formou mais de 4 mil alunos em proteção de dados, é professor em instituições como Puccamp.

Cesar Jumana

18/08/2026

Esta é a resposta completa do Prefeito Mateus e não fora do contexto como tem gente digulgando!

www.noroestenews.com.brVocê sabia que o frio também afeta os pneus?Com a chegada do inverno e as férias escolares, muito...
12/08/2026

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Você sabia que o frio também afeta os pneus?
Com a chegada do inverno e as férias escolares, muitos brasileiros aproveitam o período para viajar e visitar destinos de serra e regiões mais frias do país. No entanto, antes de pegar a estrada, é importante entender que as baixas temperaturas também provocam alterações no comportamento dos veículos, especialmente dos pneus, componentes fundamentais para a segurança durante a condução.
Embora o inverno brasileiro não apresente temperaturas extremas na maior parte do território, o frio, aliado à maior incidência de neblina, chuva e pistas úmidas, exige uma atenção especial dos motoristas. A manutenção preventiva torna-se ainda mais importante para garantir a estabilidade, a frenagem adequada e o desempenho do veículo.
Um dos principais efeitos das baixas temperaturas está relacionado à pressão de ar interna dos pneus. Como o ar se contrai em ambientes mais frios, é comum que a calibragem sofra alterações, reduzindo a pressão e comprometendo a área de contato do pneu com o solo.
“A calibragem correta é um dos cuidados mais simples e, ao mesmo tempo, mais importantes para a segurança do veículo. Pequenas variações de temperatura podem impactar a pressão de ar, alterando seu desempenho, aumentando o desgaste irregular e até elevando o consumo de combustível”, explica Fábio Torres, Gerente de Vendas e Marketing da DUNLOP Pneus.
Além da variação de pressão de ar, a própria composição da borracha sofre influência pelas baixas temperaturas. Em ambientes frios, o material tende a se tornar mais rígido, levando mais tempo para atingir sua faixa ideal de operação. Isso pode comprometer a aderência, especialmente nos primeiros quilômetros de uso.
O cenário exige atenção redobrada em pistas molhadas ou com neblina, situações comuns durante o inverno e que aumentam o risco de derrapagens e da perda de controle do veículo, especialmente quando os pneus já apresentam desgaste excessivo.
Outro ponto importante é observar o estado geral dos pneus antes de viagens mais longas. Sulcos desgastados reduzem significativamente a capacidade de escoamento da água e comprometem a aderência em pisos úmidos, aumentando a possibilidade de aquaplanagem.
As baixas temperaturas também podem evidenciar problemas de manutenção já existentes, como desalinhamento e desbalanceamento das rodas. Vibrações no volante, desgaste irregular e a tendência de o veículo puxar para um dos lados são sinais que não devem ser ignorados.
Além disso, um item frequentemente esquecido pelos motoristas merece atenção especial: o estepe. Antes de qualquer viagem, é fundamental verificar sua calibragem e condições gerais de uso, garantindo que ele esteja apto para uma eventual necessidade.

Checklist: o que revisar no carro antes de viajar durante o inverno
Para aumentar a segurança e evitar imprevistos nas estradas, a DUNLOP recomenda alguns cuidados preventivos:

Verifique a calibragem dos pneus conforme as recomendações do fabricante do veículo;
Faça a calibragem sempre com os pneus frios;
Inspecione a profundidade dos sulcos e observe sinais de desgaste irregular;
Confira as condições e a pressão de ar do estepe;
Realize alinhamento e balanceamento periodicamente;
Verifique o estado dos limpadores de para-brisa e o nível do reservatório de água;
Faça uma revisão da bateria, que tende a ser mais exigida em períodos de temperaturas mais baixas;
Redobre a atenção em situações de chuva, neblina e pistas escorregadias.
Verifique o funcionamento dos faróis (alto e baixo), luzes de posição, freio e setas, garantindo boa visibilidade e sinalização

Mais do que preparar o roteiro da viagem, investir alguns minutos na revisão preventiva do veículo faz toda a diferença para garantir tranquilidade, economia e segurança durante o inverno.
Dunlop
Cesar Jumana

09/08/2026

Santa Missa Domical - 09/08/2026 - Diretamente da Catedral do Divino Espírito Santo de Caraguatatuba - SP

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Avenida Albert Charles Ernest Hanciau, 150
Caraguatatuba, SP
11672050

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