Revista Parana rural

Revista Parana rural mídia do agronegócio. revista para anúncios do agronegócio. Os 1% pagam para os 4% para impedir que os 5% despertem os 90%

A perfeição é o resultado da coordenação através da sabedoria ,
mas o comprometimento das pessoas cada uma com suas características e funções bem definidas,
é que dão a forma incondicional ao conjunto que é a REVISTA PARANA RURAL. Os que sabem menos, obedecem melhor.
- 1% controlam o mundo
- 4% são vendidos
- 5% já despertaram
- 90% ainda estão adormecidos.

26/02/2024

A CLAREZA DO QUÂNTICO NA CONSCIÊNCIA PURIFICADA.

Então,
Somos influenciados a todo instante por esse campo do conhecimento. Entretanto, a física é, na maioria das vezes, associada à teoria newtoniana, materialista, segundo a qual tudo se explica por meio da matéria. A física quântica é a ciência das possibilidades escolhidas pela consciência superior ou cósmica, ligada ao todo, ao universo infinito. Se seguíssemos essa vertente, a educação nas escolas, por exemplo, seria muito diferente. Os professores encorajariam a liberdade em vez de vigiá-la ou cerceá-la, como também a busca por valores e significados mais profundos. Entretanto, ainda vivemos de forma convencional, o que desestimula a criatividade. Nos dias de hoje há muita ênfase no fazer. Trabalhar e trabalhar. Não importa se o trabalho carrega um significado especial para o indivíduo, porque não há espaço para se extrair das experiências significados e valores transformadores, justamente o foco da física quântica. Uma vida mais interiorizada, meditativa e, portanto, criativa, se torna impossível em rotinas tão atribuladas que reforçam o pensar e o fazer em detrimento do ser. Entretanto, ao se relaxar e voltar-se para dentro de si, as possibilidades quânticas se expandem como ondas. Nossas escolhas, portanto, se expandem e, por tabela, nossa capacidade de ser.

Essa concepção não é muito diferente do que acontece no mundo material. Objetos materiais apresentam possibilidades mutáveis, ou seja, eles se expandem, embora de forma pouco significativa aos nossos olhos. Por isso, o mundo externo parece praticamente estável, dando-nos a impressão de que independe do nosso olhar. Mas, na realidade, mesas, cadeiras, enfim, tudo está se modificando no nível diminuto do universo das partículas. O mesmo acontece com a realidade de cada um. Partindo dessa constatação, a física quântica se apresenta como a física das possibilidades, e sua mensagem incontroversa é que temos potencialmente a liberdade de escolher, dentre essas possibilidades, resultados que podem ser vivenciados, modificando dessa maneira nossa realidade. Nesse sentido, essa corrente científica desempenha um importante papel no mundo dos nossos sentimentos, de nossa intuição, especialmente, de nossa mente e do nosso universo interior, onde passamos a maior parte do tempo. Quanto mais nos tornamos conscientes dessa realidade, mais criativos nos tornamos.

Esse é justamente o princípio de uma nova ciência. Todos os objetos, para a física quântica, são possibilidades. Mas como possibilidades, nunca vistas, viram eventos reais em nossas experiências.


E isso era uma charada até nos darmos conta de que a consciência não é um fenômeno restrito ao cérebro, uma vez que ela transcende esse órgão, invadindo a dimensão do ser. Nesse sentido, a consciência é anterior ao cérebro e, portanto, influencia seu funcionamento. Isso nos leva à constatação de que a consciência faz escolhas a partir dela mesma, ou seja, ela converte possibilidades em eventos reais.

Como podemos nos conectar a essa consciência superior?


Nós não nos conectamos a ela de forma permanente. É algo descontínuo, que necessita de transições – do fazer ao ser, do ser ao fazer, e assim por diante. Por isso, a criatividade nos escapa tão facilmente. Para que ela brote, precisamos sair do âmbito do fazer para o do ser, relaxando e voltando a atenção para o mundo interior. A meditação, por exemplo, desacelera a mente submetida ao fazer – se permitirmos, a mente acabará pulando de uma tarefa para outra, sem parar. A desaceleração da mente é a chave para a criatividade. Esse é um aspecto fundamental de várias tradições espirituais. Espiritualidade envolve criatividade e a criatividade demanda uma mente serena.

A muitas controvérsias sobre quem somos.

Essa ideia é controversa porque a primeira impressão é de que criamos nossa realidade a partir da consciência do ego. Acontece que as escolhas conscientes não se dão no estado ordinário de consciência, sob a regência do ego, e, sim, no estado não ordinário de consciência, ou seja, quando nos integramos ao todo, ao cosmo. Esse conceito é muito importante e precisa ser entendido corretamente. Ele diz respeito à interconexão existente entre todas as pessoas e as coisas fora do espaço tempo – sistema de coordenadas usado pela física tradicional. É algo muito sutil. Isso prova que os místicos estavam certos sobre a existência de duas realidades: uma ordinária e imanente, relacionada ao mundo material, e outra sensível e transcendente, associada à dimensão espiritual, mas ambas entrelaçadas.

Podemos, então, criar somente coisas boas, banindo o sofrimento?

mas temos de entender que isso requer forte intenção seguida de um processo criativo. Precisamos criar uma intensidade de propósito e depois relaxar, oscilando entre os âmbitos do fazer e do ser, sucessivamente, de acordo com a lógica quântica. Daí, podemos certamente criar coisas boas com base nos saltos quânticos também conhecidos como insight criativo.

Qual a importância do livre arbítrio na busca pela realização?

A chave é alcançar o estado de não localidade no todo infinito da consciência, ou seja, a chave é saltar do estado normal de consciência, o ego, para uma unidade cósmica extraordinária de superconsciência chamada self quântico. Somos capazes de ser felizes naturalmente, mas, para tanto, não pode haver divisões, precisamos encontrar a unidade com o todo. O caminho para a felicidade é viver uma vida cheia de realizações e sem divisões, valorizando sentimentos nobres como amor, discernimento, transparência e dando menos atenção ao ego. Para tanto, nossa mente precisa estar consciente e cultivar pensamentos positivos, além de expressar sentimentos amorosos nas relações com familiares, vizinhos e colegas. Outra importante fonte de realização é se ocupar de algo que realmente tenha um significado maior do que meramente ganhar dinheiro. Precisamos buscar trabalhos que nos tragam verdadeira satisfação. Essas posturas fazem parte do que chamo de ativismo quântico, cujo objetivo maior é encontrar os pensamentos e o modo de vida que estimulem a criatividade e a satisfação plena. Lembrando que somos muito suscetíveis à influência de emoções negativas e, se não estivermos despertos, escorregaremos nessa tendência inata.

Como você descreve Deus?



Amit Goswam: Falamos sobre as possibilidades que se tornam realidade com base nas escolhas feitas no estado de consciência não local, ou seja, fora do tempo e espaço. Pois esse estado de superconsciência ou self quântico é o que as populações antigas chamavam de Deus. As religiões precisam dar um passo adiante. As pessoas precisam redescobrir Deus por elas mesmas, por meio de uma vida criativa, e não simplesmente temê-lo ou se submeter a concepções impostas. Deus se manifesta na liberdade de escolha. Ele está em nós. Em nossos aspectos mais profundos.

Para você é mais fácil lidar com os problemas cotidianos?



Amit Goswam: Tenho dificuldades como todo mundo. Mas aprendi a me manter consciente, com a ajuda da meditação, seja sentado da forma tradicional, seja pensando em coisas boas e em pessoas queridas e expandindo essa energia amorosa para o mundo. Dessa forma, não permaneço na negatividade. Quando deparo com obstáculos, sempre penso: “Isso também passará”.

Quais são suas perspectivas para o futuro da humanidade intensamente assolada pela violência, pela miséria e pela intolerância?



Amit Goswam: Acredito que o movimento da consciência nos conduzirá à evolução amparada na percepção aguçada da realidade sutil, ou seja, de uma realidade infinitamente maior que a realidade da consciência ordinária, baseada no ego, bem como na exploração de significados e valores profundos com base nas experiências e na convivência. A evolução, às vezes, detona crises, processos que nem sempre são negativos. É preciso lembrar que sem as crises não dispomos de intensidade, de urgência. E muitas transformações chegam até nós pela via do coletivo, na forma de calamidades, guerras, fome. Aí, logo pensamos: por que Deus está nos punindo? Precisamos levar em conta o fato de que o cosmo funciona de maneira tão vasta que, às vezes, nossa compreensão é incapaz de abarcar essa grandiosidade.

Glossário quântico



Selecionamos algumas expressõeschave para que você possa se familiarizar com essa novíssima percepção da existência.



Ativismo quântico – A ideia de que transformamos a nós mesmos e a nossa sociedade segundo as mensagens da física quântica.

Colapso – Produto da escolha consciente.

Consciência – A base de toda a existência.

Deus – Inteligência superior que também é o agente criativo da consciência.

Efeito do observador – O ato de ver algo, transformando possibilidades em experiência real na consciência do observador.

Inteligência supramental – A intuição.

Não localidade quântica – A capacidade de comunicação sem sinais, fora do espaço tempo.

Possibilidades quânticas – Caminhos que se apresentam ao livre-arbítrio por meio da consciência.

Salto quântico – Elo entre nós e aquilo que escolhemos com base na consciência transcendente, por exemplo, o insight criativo.

Self quântico – Espírito ou estado de superconsciência.
A CONSCIÊNCIOLOGIA DOS FATOS QUANTICO É UMA JANELA DO PRINCÍPIO COM “ELE”

Que Deus ilumine mais esse mandato para  o estado do Paraná. Independente, promissor e pujante. Que seja mais 4 anos bem...
02/01/2023

Que Deus ilumine mais esse mandato para o estado do Paraná. Independente, promissor e pujante. Que seja mais 4 anos bem sucedidos.

20/11/2019
Das varandas dos apartamentos é fácil perceber como Cuiabá cresceu através da expansão de sua área urbana.Cresceu tanto ...
04/07/2019

Das varandas dos apartamentos é fácil perceber como Cuiabá cresceu através da expansão de sua área urbana.

Cresceu tanto que se tornou uma metrópole levada por avenidas e pontes a mesclar seus habitantes com os de Várzea Grande sua cidade irmã. O rio que lhe dá nome e que para alguns as separa sempre foi o elo de união que as tornou uma só desde tempos imemoriais.

Este mesmo rio foi o caminho percorrido pelos bandeirantes que para cá vieram a mais de três séculos e para a maioria das pessoas que daqui saiam durante muitos anos. Poderíamos até chamá-lo de rio-estrada por ser o único meio de acesso a essa região durante o primeiro período da ocupação do sertão do centro-oeste e por sua efetiva contribuição na expansão de nossas fronteiras até nos tornarmos o maior país do continente sul-americano. Coincidência ou obra divina o Centro Geodésico aqui está desde que Rondon, o maior sertanista desse país o determinou e implantou.

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O preço do progresso veio sendo cobrado aos poucos e mais efetivamente desde o início da década de 70 como que referendando o Plano Nacional de Desenvolvimento – PND, implementado pelos governos militares para promover a descentralização e a interiorização do desenvolvimento do país o que colocou Cuiabá bem no meio desse processo.

Assim, do quase isolamento Cuiabá passou a ser uma excelente oportunidade e propiciou que muitos para cá viessem fazendo a cidade receber os efeitos benéficos e também os colaterais do progresso já que teve que conviver com o rápido e descontrolado aumento de sua população.

Essa bem-vinda circunstância passou a interferir na bucólica cidade fazendo com que aquele modo de viver que foi determinante para a formação da cultura cuiabana, fortemente caracterizada pela simplicidade, alegria e receptividade fosse aos poucos se adaptando aos novos tempos.

De outro lado a paisagem arbórea que durante muito tempo determinou seu apelido de Cidade Verde está cada dia mais distante, tanto que para muitos hoje só é percebida através de frestas por entre os edifícios.

Se já está difícil ver os coloridos contrafortes de Chapada dos Guimarães ou as serras que se mostravam ao longe no rumo de Rosário Oeste o que dizer então do morro de Santo Antônio que agora só pode ser visto de algumas partes de cidade ou quando se tem a oportunidade de ir ao vizinho município que recebeu seu nome.

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Certo é que o progresso descontrolado e mal administrado trouxe junto a poluição que acabou com a saúde do rio obrigando a população a adaptar seu paladar ao sabor dos peixes que são criados fora de suas insalubres águas ou mesmo trazidos de longe onde a pesca ainda não foi contaminada pela má influência da cidade.

Só os mais antigos se lembram dos pescadores deslizando em suas peculiares canoas por debaixo da ponte Júlio Müller. Naquele tempo os cuiabanos compravam peixe fresco diretamente da fonte, quando eram guardados vivos nos jacás de bambu trançado, uma das tradições ribeirinhas que o progresso exterminou.

Tudo isso acontecia na rampa de acesso ao rio no bairro do Porto, bem perto das casas comerciais e residenciais onde os ribeirinhos aproveitavam a fartura do rio para jogar anzol na certeza de “matar” um bagre na minhoca ou uma peraputanga no pinhão.

Não era surpresa, mas dependia de saber a hora para encontrar os pescadores retirando do rio enormes pintados, cacharas e jaús que mal cabiam em suas rústicas canoas de tronco numa época em que ainda se pescava com rede, zagaia e espinhel. Aqueles gigantes de outrora sempre estavam acompanhados de pacus, pacu-pevas, jurupocas, jurupenséns, bagres, piavuçus e tantas outras espécimes que por aqui abundavam.

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Quem mora na parte alta da cidade, ali pelo entorno do antigo quartel do 16° BC, hoje 44° BIM, sabe que lá ainda existe um pouco do saudável verde na paisagem urbana, mantido graças às velhas mangueiras, ingazeiros e outras árvores bem tradicionais da antiga cidade.

Com o passar do tempo aquela característica foi sendo apagada, assim como as edificações antigas foram dando lugar a prédios modernos sem muita preocupação com a preservação do patrimônio histórico a despeito do belo trabalho realizado em alguns deles como por exemplo o Arsenal de Guerra, o Colégio Senador Azeredo e a Escola Modelo Barão de Melgaço.

Entretanto, muito da história da cidade também foi sumariamente destruído como é o caso da Igreja Matriz do Bom Jesus de Cuiabá, para citar apenas um, o mais emblemático de todos. Por mais que se dignifique a majestosa Basílica construída em seu lugar a antiga igreja jamais será apagada da memória daqueles que a conheceram e que não se conformam com seu injustificado fim.

O que ainda se vê é o inexplicável desleixo com o que resta do patrimônio histórico da cidade quer seja pelo poder público, quer pela inércia da população ao assistir passivamente a destruição de seu passado.

Guardadas as diferenças, esta vem sendo a sina dos espaços públicos como a Praça Alencastro que já foi jardim e hoje é parada de ônibus, da Praça Ipiranga que também já foi jardim e agora nem da para dizer o que é. Aliás, este também parece ser o destino de alguns eventos, festejos e tantos outros equipamentos públicos que para atender aos “planos de revitalização”, prefeito após prefeito, vereador após vereador, estão sendo descaracterizados e raramente recuperados em suas formas originais, principalmente quando utilizados para outras funções.

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Infelizmente esse raciocínio tido como progressista acaba por prejudicar as tradições e história de Cuiabá.

Uma pena!

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Em "TEXTOS CONCLUIDOS"
O desrespeito ao país não tem limites.
Em "TEXTOS CONCLUIDOS"
Melhor cedo do que tarde ... ou nunca.
Em "TEXTOS CONCLUIDOS"
Postado em TEXTOS CONCLUIDOS1 comentário
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Tintim por tintim.
Um comentário sobre “Lá se vão 300 anos…”
Linoel Francisco de Barros disse:
04/07/2019 às 15:25
Parabens!… Texto maravilhoso, infelizmente o progresso esta tirando a originalidade da nossa cidade.

Curtido por 1 pessoa

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