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A China, principal parceira comercial do Brasil tanto nas importações como nas exportações, voltou a autorizar na última...
22/05/2026

A China, principal parceira comercial do Brasil tanto nas importações como nas exportações, voltou a autorizar na última quarta-feira as exportações de carne bovina de três frigoríficos brasileiros após mais de um ano de suspensão. Entre as unidades liberadas está a planta da JBS em Mozarlândia (GO), considerada uma das maiores processadoras de carne do mundo.

A retomada foi anunciada após reunião entre autoridades brasileiras e chinesas em Pequim e, segundo a Abiec, reforça a confiança da China no sistema sanitário brasileiro.

Além da JBS, também tiveram as exportações retomadas unidades da Frisa, em Nanuque (MG), e da Bon-Marte, em Presidente Prudente (SP). Os frigoríficos estavam suspensos desde março de 2025 por questões de conformidade junto às exigências chinesas.

O Ministério da Agricultura também solicitou à China a habilitação de 33 novos frigoríficos brasileiros para exportação, incluindo plantas de carne bovina, aves e suínos.

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O Brasil e os Estados Unidos avançaram nas negociações para um acordo parcial e progressivo sobre o chamado tarifaço, se...
21/05/2026

O Brasil e os Estados Unidos avançaram nas negociações para um acordo parcial e progressivo sobre o chamado tarifaço, segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa.

O governo indica que não será necessário um acordo amplo imediato, já que as tratativas podem ser divididas por temas. Nos bastidores da negociação, o Brasil sugeriu aos Estados Unidos deixar temas controversos para depois, como bigtechs, terras raras, etanol e aço. Sendo assim, as negociações devem começar com áreas como a saúde, com os dispositivos médicos, já que os Estados Unidos têm interesse de exportar esses equipamentos para o Brasil.

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Os preços do petróleo caíram mais de 6% nesta quarta-feira, 20, em meio a retomada parcial da circulação de navios no Es...
20/05/2026

Os preços do petróleo caíram mais de 6% nesta quarta-feira, 20, em meio a retomada parcial da circulação de navios no Estreito de Ormuz e após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que as negociações com o Irã estão em estágio final. Apesar da baixa, os preços permaneceram próximos de US$100.

O Brent e o WTI recuaram fortemente, refletindo a redução do risco geopolítico que vinha sustentando as cotações nas últimas semanas, especialmente devido às tensões no Oriente Médio e ao Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo e gás.

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O Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado (OEA) passou por uma atualização em sua identidade visual. O novo...
18/05/2026

O Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado (OEA) passou por uma atualização em sua identidade visual. O novo logo foi desenvolvido para transmitir modernidade, agilidade e dinamismo, acompanhando a evolução do comércio exterior e fortalecendo a imagem institucional do programa no cenário internacional. A nova marca mantém a sigla AEO, reconhecida mundialmente como Authorized Economic Operator, além de trazer versões atualizadas para as modalidades de Segurança, Conformidade e OEA-Integrado.

A mudança foi oficializada pela Portaria RFB nº 673/2026 e já deve ser adotada pelas empresas certificadas. Por isso, é importante atualizar a aplicação da nova marca em assinaturas de e-mail, sites, redes sociais, apresentações institucionais e demais materiais de comunicação!

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O Brasil iniciou a aplicação prática do Acordo Mercosul-União Europeia, em vigor desde 1º de maio, com o registro das pr...
15/05/2026

O Brasil iniciou a aplicação prática do Acordo Mercosul-União Europeia, em vigor desde 1º de maio, com o registro das primeiras operações de importação e exportação dentro das cotas tarifárias previstas. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o país já autorizou licenças para importação de queijos, chocolates e tomates europeus, além de exportações brasileiras de carne bovina, carne de aves e cachaça.

No caso das importações, o queijo já teve redução imediata de tarifa (de 28% para 25,2%), enquanto chocolates e tomates terão reduções graduais a partir de 2027. Do lado das exportações, parte dos produtos brasileiros passou a entrar na União Europeia com tarifa zero dentro das cotas, incluindo carne de aves e cachaça. A carne bovina também teve ampliação de acesso ao mercado europeu, com mudanças nas tarifas da Cota Hilton e criação de nova cota de 99 mil toneladas para o Mercosul. As operações são registradas e controladas pelo Portal Único Siscomex.

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Donald Trump chegou a Pequim acompanhado de CEOs de gigantes como Apple, Tesla e Nvidia, reforçando o foco empresarial d...
14/05/2026

Donald Trump chegou a Pequim acompanhado de CEOs de gigantes como Apple, Tesla e Nvidia, reforçando o foco empresarial da visita e a intenção de fortalecer relações comerciais entre Estados Unidos e China. Entre os executivos presentes estão Tim Cook, Elon Musk e Jensen Huang, além de líderes da Boeing, BlackRock, Goldman Sachs e Meta.

As discussões entre Trump e Xi Jinping devem envolver tecnologia, semicondutores, aviação e agronegócio, incluindo possíveis acordos para ampliar a compra de produtos agrícolas e aeronaves americanas pela China. A criação de conselhos bilaterais de comércio e investimentos também está entre os temas em pauta.

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O Brasil promulgou o Acordo sobre Facilitação do Comércio do Mercosul, firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Urugu...
14/05/2026

O Brasil promulgou o Acordo sobre Facilitação do Comércio do Mercosul, firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, com o objetivo de tornar as operações comerciais mais rápidas, digitais e menos burocráticas dentro do bloco. A medida prevê maior uso de documentação eletrônica, processos aduaneiros mais ágeis, integração entre autoridades de fronteira e implementação do Guichê Único de Comércio Exterior.

O acordo também busca reduzir custos e prazos nas operações internacionais, aumentar a segurança jurídica e melhorar a previsibilidade para importadores e exportadores, com atenção especial às pequenas e médias empresas. Além disso, haverá maior troca digital de documentos, como certificados de origem e sanitários, além de prioridade no despacho de cargas perecíveis.

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O Brasil voltou a ocupar a 3ª posição no ranking dos países mais complexos do mundo para fazer negócios, segundo estudo ...
13/05/2026

O Brasil voltou a ocupar a 3ª posição no ranking dos países mais complexos do mundo para fazer negócios, segundo estudo da TMF Group. O levantamento avaliou 81 jurisdições com base em fatores como tributação, compliance, legislação trabalhista, contabilidade e burocracia regulatória. À frente do Brasil aparecem apenas Grécia e México.

De acordo com a consultoria, a complexidade brasileira está ligada principalmente ao sistema tributário, mudanças frequentes nas regras, exigências rigorosas de compliance e diferenças regulatórias entre estados e municípios. Apesar disso, avanços tecnológicos como assinaturas digitais e processos eletrônicos têm ajudado a reduzir parte da burocracia.

Os 10 países mais complexos para fazer negócios em 2026 são: Grécia, México, Brasil, França, Turquia, Colômbia, Bolívia, Itália, Argentina e Peru. Já os menos complexos são: Ilhas Cayman, Dinamarca, Jersey, Hong Kong, Países Baixos, Nova Zelândia, República Tcheca, Ilhas Virgens Britânicas, Malta e Curaçau.

O estudo destaca ainda que investidores estrangeiros continuam vendo potencial no Brasil, mas precisam de planejamento tributário e análise de riscos mais rigorosa para operar no país.

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O governo federal anunciou o fim da chamada “taxa das blusinhas”, que cobrava 20% de imposto de importação sobre compras...
13/05/2026

O governo federal anunciou o fim da chamada “taxa das blusinhas”, que cobrava 20% de imposto de importação sobre compras internacionais de até US$50 feitas em plataformas como Shein e AliExpress. A medida entrou em vigor ontem, 12, e deve reduzir imediatamente os preços para os consumidores, já que agora as compras terão apenas a incidência do ICMS estadual. Com isso, um produto que antes custava cerca de R$354 pode cair para aproximadamente R$295.

Especialistas afirmam que a redução deve impulsionar ainda mais as compras internacionais, favorecida também pela queda do dólar. Por outro lado, entidades do varejo e da indústria nacional criticaram a decisão, alegando que a medida aumenta a concorrência com produtos importados baratos e pode prejudicar empresas brasileiras, principalmente dos setores de moda, eletrônicos e acessórios.

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A União Europeia anunciou a exclusão do Brasil da lista de países autorizados a exportar carne e outros produtos de orig...
12/05/2026

A União Europeia anunciou a exclusão do Brasil da lista de países autorizados a exportar carne e outros produtos de origem animal ao bloco a partir de 3 de setembro. A decisão foi tomada porque, segundo a UE, o Brasil não apresentou garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária. Com isso, produtos como carne bovina, aves, ovos, mel, peixes e outros itens de origem animal podem ser afetados. O governo brasileiro afirmou ter recebido a notícia com “surpresa” e já iniciou negociações para tentar reverter a medida junto às autoridades europeias.

A restrição está ligada às regras sanitárias europeias que proíbem determinados antimicrobianos usados também como promotores de crescimento animal. Apesar de o Brasil já ter proibido parte dessas substâncias, a UE exige comprovação completa de conformidade em toda a cadeia produtiva. Entidades do agronegócio afirmam que o país segue padrões sanitários rigorosos e trabalha em parceria com o governo para atender às exigências europeias. O tema preocupa o setor, já que a União Europeia é um dos principais mercados para as exportações brasileiras de proteína animal.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniram nesta quinta-feira (...
08/05/2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniram nesta quinta-feira (7), na Casa Branca, em Washington. O encontro durou cerca de três horas e foi classificado como positivo pelos dois líderes.

Após a reunião, Trump afirmou que a conversa foi “muito boa” e elogiou Lula, chamando o presidente brasileiro de “muito dinâmico”. Já Lula declarou que saiu satisfeito do encontro e destacou que houve avanços no diálogo entre Brasil e Estados Unidos, principalmente nas áreas econômica e comercial.

Durante a conversa, os presidentes discutiram temas como a relação bilateral entre os países, comércio internacional, guerras, terras raras e a necessidade de reformar o Conselho de Segurança da ONU. Lula também afirmou que propôs a criação de um grupo de trabalho bilateral para discutir tarifas de importação e outros impasses comerciais, com expectativa de novas propostas nos próximos 30 dias.

Apesar dos diversos assuntos abordados, Lula disse que temas como a classificação de facções brasileiras como grupos terroristas e os ataques dos Estados Unidos ao PIX não fizeram parte da pauta da reunião.

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