28/09/2026
A imprensa perdeu espaço para as redes sociais? Os dados mostram uma realidade bem mais interessante.
Uma pesquisa Datafolha, realizada nos dias 1º e 2 de setembro e publicada pela Folha de S.Paulo em 6 de setembro de 2026, analisou onde os usuários de redes sociais tiveram contato com conteúdos sobre as eleições.
Entre aqueles que viram esse tipo de conteúdo, 75% tiveram contato em perfis de veículos jornalísticos, 71% em perfis de jornalistas e 61% em perfis de influenciadores.
Mas atenção: esses números não medem confiança e não significam que um canal seja “melhor” que o outro. Eles ajudam a enxergar uma transformação importante na comunicação.
A imprensa também está no Instagram, no YouTube, no TikTok e em outras plataformas. Jornalistas desenvolveram suas próprias audiências. Influenciadores participam da circulação de informações. Marcas produzem conteúdo e conversam diretamente com seus públicos.
As fronteiras ficaram menos rígidas.
Uma pauta pode gerar uma reportagem, que pode circular nas redes, e depois um influenciador pode ampliar aquela conversa e a história pode chegar a públicos que a marca dificilmente alcançaria sozinha.
Por isso, na RS Comunicação, imprensa e influenciadores estão do mesmo lado.
O mais importante é entender o papel de cada um dentro da estratégia, construir relações relevantes e conectar a história certa às pessoas certas.
Comunicação não é simplesmente estar em todos os canais, e sim entender onde, como e com quem uma marca deve conversar.
Fonte: Datafolha / Folha de S.Paulo, 6 de setembro de 2026. Pesquisa realizada com 2.002 eleitores em 125 cidades nos dias 1º e 2 de setembro.