Adriana Aguilar DPS

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13/05/2026

Na terapia sistêmica, compreendemos que o sintoma pode carregar muito mais do que um diagnóstico. Ele pode revelar movimentos familiares, emocionais e relacionais que atravessam gerações.

Isso não signif**a culpabilizar o paciente ou reduzir a doença a um aspecto emocional. Signif**a ampliar o olhar.

Porque existe um ser humano inteiro por trás de cada sintoma.

Nessa conversa com , refletimos sobre a importância de profissionais da saúde desenvolverem uma escuta mais humana e complexa diante do adoecimento.

Quando o corpo fala, talvez exista algo na história pedindo para ser visto.

Talvez a maternidade seja uma das poucas experiências capazes de atravessar o tempo.Existem mães que permanecem através ...
10/05/2026

Talvez a maternidade seja uma das poucas experiências capazes de atravessar o tempo.

Existem mães que permanecem através da presença cotidiana: no cuidado, na escuta, na forma de amar
e de sustentar a vida nos pequenos detalhes.

Outras permanecem através da memória,
das marcas afetivas, das lembranças que continuam vivendo dentro de alguém.

Mas, de formas diferentes, ambas seguem existindo.

Porque o amor materno não ocupa apenas um lugar na lembrança, ele também se inscreve no corpo, nos afetos, na maneira de cuidar, de sobreviver
e até na alegria de continuar vivendo.

E por isso muitas pessoas encontram suas mães em coisas tão pequenas: numa música, num gesto,
num conselho repetido sem perceber…

como se alguns amores nunca deixassem de existir, apenas mudassem de forma.

“[…] de todo o amor que eu tenho, metade foi tu que me deu.”

08/05/2026

Uma fotografia de Bahareh Bisheh viralizou durante anos acompanhada de diferentes histórias sobre saudade.

Talvez porque exista algo nessa cena que atravesse muita gente: a tentativa de continuar perto da mãe, mesmo na ausência.

Porque a saudade não f**a só na memória.
Muitas vezes, ela atravessa o corpo.

E muita gente aprende a viver carregando a ausência da mãe em pequenos gestos, repetições e sintomas.

Na forma de sentir.
Nos medos. Nas dores.
Em tosses. Em um corpo que,
sem perceber, continua contando histórias antigas.

Como se, à sua maneira, tentasse manter vivo aquilo que não suportou perder.

29/04/2026

Há dores que nem sempre começam no corpo.

Em muitos casos, os sintomas também podem carregar marcas emocionais de experiências antigas, especialmente daquilo que não pôde ser acolhido na infância.

Quando as emoções são silenciadas, o corpo pode encontrar outras formas de se manifestar. Por isso, olhar para a criança interior é também abrir espaço para escuta, consciência e cuidado.

Nesta live, refletimos sobre a relação entre adoecimento, emoções e histórias que ainda ecoam dentro de nós.

Me conta aqui, o que esse tema desperta em você?

31/03/2026

31 de MARÇO
1965/2026

…é que sem a sua companhia
nada disso faz sentido…

Desejo te encontrar ao longo dos meus 61 anos,
de dia, de noite,
com sol, com chuva…
em qualquer fase da lua…
pra que a vida, em verdade se manifeste.

Segundo o grande Jean Paul Resseguier uma joia humana q conheci recentemente), os velhos sábios orientais se cumprimentam com uma linda reverencia como a que eu quero vivenciar aqui agora com
você:

eu preciso te ver
ao longo da minha jornada,
mirar nos seus olhos
e te dizer:
olá,
tô tão feliz em te reencontrar
porque assim,
e somente assim,
no nosso aqui e agora,
eu poderei saber
QUE ESTOU VIVA!

Quem nunca sentiu medo de dar um passo importante na vida?  Quem nunca carregou culpas ou vergonhas difíceis de explicar...
27/03/2026

Quem nunca sentiu medo de dar um passo importante na vida?
Quem nunca carregou culpas ou vergonhas difíceis de explicar?
Ou percebeu certos padrões se repetindo nas relações ou nos caminhos que escolhe?

Todos nós temos sombras. Muitas vezes, elas surgem como formas de proteção da nossa própria história, da nossa criança interior, das inseguranças que um dia precisaram existir.

Mas quando olhamos para essas partes com consciência, respeito e acolhimento, algo começa a se transformar. O temor pode dar lugar à força... a dúvida pode abrir espaço para o brilho.

✨ Que tal viver juntos essa jornada de encontro com as sombras que, por vezes, impedem o fluxo da nossa potência diante da vida?

Nos dias 15 e 16 de agosto, em meio à natureza e atmosfera especial da , em Divinópolis, vamos abrir um campo sistêmico profundo e transformador, onde nossas verdades poderão ser vistas sem julgamentos e acolhidas com amor.

Workshop
SUCESSO NA VIDA – compreendendo as sombras e desbloqueando a força da própria LUZ.

com e ,
e participação especial de .

Guarde essa data na agenda.
Em breve abriremos as inscrições.

As vagas serão limitadas.

21/03/2026

É bem verdade que algumas coisas se perdem pelo caminho, como se caíssem da “carroça”.

No meu caso, entre tantas coisas, foi um “L”. . desses que parecem pequenos, mas não são.

Entre histórias e memórias do meu sistema familiar, ele acabou f**ando pra trás, em meio às nossas distrações…
como acontece com tantos ELOS que ninguém percebe quando se rompem… os ELOS PERDIDOS!

Mas, tudo aquilo que faz parte da nossa história (como ovelhas desgarradas, energias “excluídas”), de algum jeito, pede pra voltar!

E foi assim que o meu Aguillar reintegrou um L que parece ter pedido pra voltar pra casa…
(eu conto essa história direitinho no video do final do carrossel)

L de Ligação, L de Laços, L de Linhagem, L de Lavagem, L de Livramento, L de eLo e, por honra e graça da evolução, L de LEVEZA!!!

Às vezes, aquilo que a gente toma como falta não é ausência e sim a saudade que a alma sente de um “pertence” que caiu da “carroça” em algum tempo e lugar!

Já parou para “ouvir” suas saudades? Haverão, também, eLos perdidos na sua história?

21/03/2026

Eis a numerologia de me acordando para reintegrar partes da minha Linhagem caídas da “carroça”.

No fim de agosto, quando o ipê amarelo da Vila Tiradentes rompe o silêncio em flores, recordo a essência do meu ofício.....
27/08/2025

No fim de agosto, quando o ipê amarelo da Vila Tiradentes rompe o silêncio em flores, recordo a essência do meu ofício...

Ser psicóloga, para mim, é reconhecer que ninguém entra no consultório sozinho.

Chega acompanhado de gerações, lealdades ocultas, ordens que ditam amores e feridas. Meu trabalho é olhar essas tramas com precisão e respeito, devolver lugares que foram tomados, nomear o não dito e proteger o vínculo entre passado e presente.

Isso exige disciplina e reverência, ciência que aprende com a história e sensibilidade que escuta o silêncio.

Não apresso processos, não anulo destinos.

A cura não é apagar histórias, é reordená-las para que a vida possa retomar seu curso.

O ipê me ensina todo ano: florescer depende de raízes.

E sua força silenciosa é também um lembrete para você — que a vida pode florescer em você, no tempo certo, quando há respeito pelo que veio antes e coragem para ocupar o seu lugar.

Um feliz Dia do Psicólogo a mim e a cada colega que, com respeito e coragem, se dedica a acompanhar o florescer humano.

Endereço

Rua Figueroa
Divinópolis, MG
3500000

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