30/04/2019
Quase meio século de vida não nos faz velhos.
Lá se vão muitos janeiros, aliás, muitos maios, que estamos numa luta que teve dia para começar – dois de maio – mas que não acabará jamais. Seguia o ano de 1975 e com ele nascia a Gráfica Cearense, concretização de um sonho meu, um jovem sonhador que, depois de alguns empregos, optei por seguir a carreira do pai, que começara a arte de tipógrafo ainda no Ipu, em plena Serra Grande.
A Cearense cresceu e acompanhou o desenvolvimento do Estado que a viu nascer. A Cearense fortalecida pulou os muros do Ceará e assumiu lideranças industriais em outros Estados. E ficou conhecida da Bahia ao Pará como uma Indústria Gráfica.
Chegamos a reunir quase uma centena e meia de colaboradores, proporcionando muitos empregos. Famílias inteiras crescendo debaixo da logomarca da Gráfica Cearense. Na mesma proporção do crescimento da empresa tomaram lugar às crises de toda sorte. Mantivemos o mesmo padrão dos impressos para termos a garantia dos clientes que ele continuava sendo a luz dos nossos olhos.
Os custos tomaram rumos estratosféricos, mas mantivemos a mesma qualidade que sempre oferecemos em tudo o quanto fazemos. As intempéries têm sido uma constante na administração de uma empresa que chega aos 44 anos.
Mas elas não nos abatem. Somos mais fortes, uma fortaleza para trabalhar como um gigante. Vender soluções e fazer amigos. Aprendemos a fazer de cada cliente um parceiro. E assim vamos levando a vida.
A jornada é longa, extenuante e, sobretudo desigual. Mas com muito amor ao trabalho e respeito ao mercado haveremos de palmilhá-la sem denodo, mas com muita fé naquele que nos ajudou até aqui. Meu muito obrigado a tantos amigos, fornecedores, parceiros, clientes que estão conosco nesses 16060 dias.
Agradeço profundamente a presença de Deus em minha vida e com essa benção vou assentando os tijolos na construção da felicidade.
Com carinho
José Mozart Martins