GlobalSieg

GlobalSieg GLOBALSIEG is a company of Representation and Management in Foreign Trade.

Founded in April 2012, GLOBALSIEG company of Representation and Management in Foreign Trade, which was highlighted in the national and international markets since the first day of operation, and it is heading to become one of the most important and prestigious companies.

G20 2017 - in Hamburg
03/07/2017

G20 2017 - in Hamburg

Schon vor dem offiziellen Beginn des G20-Gipfels in Hamburg will Bundeskanzlerin Angela Merkel sich offenbar mit US-Präsident Donald Trump treffen. Das geht aus einem Medienbericht hervor.

Antes de contratar um consultor financeiro para lhe aconselhar que decisões tomar, procure respostas em você mesmo!!!
18/06/2017

Antes de contratar um consultor financeiro para lhe aconselhar que decisões tomar, procure respostas em você mesmo!!!

Many people turn to financial advisers when they want to ease anxieties about a big money question. Here’s what to ask yourself when choosing a pro.

11/05/2016

Somente nos primeiros 65 dias de 2016 as operações de comércio exterior renderam US$ 5,2 bilhões. O resultado é bem melhor se considerado que em igual período do ano passado essas operações tiveram resultado negativo de US$ 6 bilhões. Com as exportações mais valorizadas e queda nas importações, o Mi…

Que este ano traga junto a si, muita prosperidade e conquistas a todos os  que mantém negócios com a GLOBALSIEG e a todo...
01/01/2015

Que este ano traga junto a si, muita prosperidade e conquistas a todos os que mantém negócios com a GLOBALSIEG e a todos os que ainda vão ter!

Superávit Comercial da Zona do Euro Sobe por ExportaçõesO superávit comercial da zona do euro aumentou em julho na compa...
16/09/2014

Superávit Comercial da Zona do Euro Sobe por Exportações

O superávit comercial da zona do euro aumentou em julho na comparação com o mesmo mês do ano anterior, uma vez que as exportações cresceram mais rapidamente do que as importações, indicando contribuição positiva para o crescimento econômico no início do terceiro trimestre, de acordo com dados da agência de estatísticas da União Europeia.

A Eurostat informou que o superávit comercial externo não ajustado sazonalmente dos 18 países que usam o euro atingiu 21,2 bilhões de euros (27,39 bilhões de dólares) em julho, contra 18,0 bilhões de euros em julho de 2013.

As exportações cresceram 3 por cento na comparação anual enquanto as importações aumentaram apenas 1 por cento.

Entretanto, ajustadas às variações sazonais e na comparação mensal, as exportações caíram 0,2 por cento em julho contra junho e as importações subiram 0,9 por cento.

O superávit da balança comercial ajustada sazonalmente atingiu 12,2 bilhões de euros, contra 13,8 bilhões em junho e 15,2 bilhões em maio.

Não foram divulgados detalhes da balança de julho ainda, mas a Eurostat informou que nos seis primeiros meses do ano o déficit comercial da zona do euro em energia diminuiu para 144,9 bilhões de euros, contra 157,8 bilhões nos seis primeiros meses de 2013.

Fonte: Exame

O Que Causa o Pinote do Dólar em SetembroAos poucos, sem alarde, o dólar comercial se desloca, segundo especialistas, pa...
16/09/2014

O Que Causa o Pinote do Dólar em Setembro

Aos poucos, sem alarde, o dólar comercial se desloca, segundo especialistas, para novo patamar de preços, em torno de R$ 2,30. Foi nesse nível de cotação, a mais elevada em mais de cinco meses, que a moeda americana fechou na última quinta-feira (11), após seis valorizações consecutivas, e acumulou alta de 2,60% no mês.

Conforme analistas, o preço do dólar comercial sobe puxado basicamente por três fatores. O primeiro está associado à proximidade da eleição presidencial, em que crescem as incertezas políticas e econômicas com o governo que assumirá o mandato em 1º de janeiro de 2015.

Maior demanda

A insegurança com o atual cenário tem levado à procura maior por dólar, considerado refúgio em momentos de insegurança e transição política. Outro fator que estimulou o interesse por dólar e alimentou a alta de preços foi a decisão da agência de classif**ação de risco (rating) Moody's de revisar de estável para negativa a perspectiva de nota de crédito do Brasil.

O País não perde a condição de grau de investimento com a decisão, considerada, por enquanto, uma espécie de cartão amarelo. Ela representa, dizem analistas, mais um aviso de que, se persistir no caminho dos desmandos fiscais, o Brasil poderá ser rebaixado para um grau especulativo na classif**ação de risco, o que tenderia a afugentar o investidor estrangeiro.

Grau de investimento

Eventual perda de grau de investimento põe os títulos brasileiros sob suspeição, o que dificulta a atração de capitais para investimento no País e encarece a captação de recursos no exterior, já que serão cobrados juros mais elevados para compensar o risco de eventual calote. A perspectiva de redução de ingresso de dólares, alimentada também pela expectativa de elevação dos juros americanos, reforçou a mobilidade de preços da moeda americana, apesar da continuidade de intervenções do Banco Central no mercado, notadamente com oferta de contratos de swap cambial, ainda que em volume mais baixo.

Os contratos de swap cambial servem como proteção (hedge) para o comprador, porque a operação equivale à compra de dólar no mercado futuro. Mas o detentor do contrato só recebe o dólar papel, no vencimento, se quiser. Em geral, se a moeda americana subir além das expectativas, o detentor do contrato receberá o dinheiro aplicado mais a correção cambial do período em reais.

De acordo com especialistas em câmbio, a retomada de valorização do dólar reflete um momento que combina saída mais acentuada de moeda americana do País com expectativa de redução de ingresso de capitais. Um movimento que pode continuar pressionando as cotações, que tenderiam a trafegar no intervalo entre R$ 2,25 e R$ 2,30 e daí para cima, deixando para trás o intervalo anterior, entre R$ 2,20 e R$ 2,25.

Fonte: O Diário do Nordeste

Alemanha é a maior consumidora de cachaça brasileiraPinga, branquinha, malvada.. com vários nomes e um sabor genuinament...
16/09/2014

Alemanha é a maior consumidora de cachaça brasileira

Pinga, branquinha, malvada.. com vários nomes e um sabor genuinamente brasileiro, a cachaça rende milhões dentro e fora do país – e a Alemanha é o principal consumidor do produto no exterior.

Os dados são do Instituto Brasileiro da Cachaça.

Apenas em 2013, a bebida alcoólica foi vendida por empresas para 59 países e faturou 16,59 milhões de dólares só com as vendas para países estrangeiros – número 10,71% superior ao ano anterior.

Os alemães consomem 17,69% dos 9,21 milhões de litros exportados, seguida por Estados Unidos (11,43%), Portugal (9,18%), França (9,12%), Paraguai (7,07%) e Itália (6,26%).

No Brasil, a bebida é produzida por 12.000 empresas – número que, estima-se, chega a 15.000 quando levado em conta as associações regionais para fabricação de cachaça.

Mais de 4.000 marcas da bebida são comercializadas oficialmente hoje, segundo o IBGE, e os maiores produtores estão nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraíba, Ceará e Pernambuco.

Os estados mais consumidores são São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro, Ceará, Bahia e Minas Gerais.

Fonte: Exame

Aprovados novos incentivos para investimentos industriais.Foram publicadas hoje, no Diário Oficial da União (DOU), duas ...
16/09/2014

Aprovados novos incentivos para investimentos industriais.

Foram publicadas hoje, no Diário Oficial da União (DOU), duas novas Resoluções Camex contendo a relação de 439 ex-tarifários que diminuem custos de aquisição no exterior de máquinas e equipamentos industriais sem fabricação no Brasil. A Resolução Camex nº 80 reduz de 14% para 2% o Imposto de Importação para 433 bens de capital (256 novos e 177 renovações). Já a Resolução Camex nº 79 diminui a alíquota de 16% para 2%, nas compras externas de 6 bens de informática e telecomunicação (quatro novos e duas renovações).

Segundo informações das empresas que solicitaram o benefício, os itens com redução de imposto serão utilizados em projetos que somam US$ 1,7 bilhão em investimentos globais e US$ 1,3 bilhão em importações de equipamentos. Os principais setores beneficiados, em relação aos investimentos globais, são os de bens de capital (31,16%), o automotivo (21,20%), o farmacêutico/químico (13,44%) e o de construção civil (4,19%). Os itens com alíquota reduzida serão importados principalmente dos Estados Unidos (48,75%); da Alemanha (20,76%); da Finlândia (6,12%); do Japão (5,57%) e da Itália (5,26%).

Entre os projetos que terão redução de custos, em função da queda do Imposto de Importação, estão a implantação de uma fábrica para produzir 32 mil veículos por ano; o aumento da capacidade de processamento de rejeitos na mineração de bauxita; a produção de biomassa a partir da cana de açúcar; o aumento da capacidade de produção de peças estampadas em aço para automóveis e motos; o aumento da capacidade de produção de amido e adoçante; e a implantação de uma fábrica de polímeros, utilizados nos sistemas de segurança (covers para airbags) e selantes para o mercado automotivo.

O que são ex-tarifários

O regime de ex-tarifários visa estimular os investimentos para ampliação e reestruturação do setor produtivo nacional de bens e serviços, por meio da redução temporária do Imposto de Importação de bens de capital e bens de informática e telecomunicações sem produção no Brasil. Cabe ao Comitê de Análise de ex-tarifários (Caex) verif**ar a inexistência de produção nacional dos bens pleiteados, bem como a análise de mérito dos pleitos tendo em vista os objetivos pretendidos, os investimentos envolvidos e as políticas governamentais de desenvolvimento. As fabricantes brasileiras de máquinas e equipamentos industriais também participam do processo de análise de produção nacional.

Fonte: Aduaneiras

Funcaju pode salvar a cultura no NordesteO Fundo de Apoio à Cultura do Caju (Funcaju) é uma medida que poderá salvar ess...
16/09/2014

Funcaju pode salvar a cultura no Nordeste
O Fundo de Apoio à Cultura do Caju (Funcaju) é uma medida que poderá salvar essa importante agroindústria para os estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, responsáveis por cerca de 95% da produção nacional. O Ceará concorre com 51% desse total, representando a movimentação de US$ 150 milhões em exportações de amêndoas.

Nessa atividade, o Nordeste chegou a empregar mais de 300 mil pessoas, das quais grande parte, quase 65%, são agricultores familiares. Hoje, entretanto, o número de pessoas que sobrevivem da atividade já caiu pela metade.

Tudo isso tem levado a uma perda superior a 1,2 milhão de toneladas de pedúnculo de caju no campo, que poderia estar sendo amplamente utilizado em indústrias para a fabricação de um complemento alimentar fortíssimo - uma vez que é rico em ferro e vitamina C -, importante para a merenda escolar. Inclusive, já aprovado em projeto da Comissão de Agropecuária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará e sancionado pelo governador Cid Gomes, tendo em vista o baixo custo que representaria, face o elevado grau de substâncias necessárias para o desenvolvimento de crianças carentes nos 184 municípios cearenses.

Associada ao caráter social e econômico do cajueiro existe, ainda, a característica de tolerância à seca, credenciando-o como espécie capaz de gerar riquezas e ser importante para fixar o homem no campo. “Dessa maneira, estaríamos dando a oportunidade dos produtores rurais terem uma nova possibilidade de geração de renda e novos postos de trabalho no interior, combatendo, simultaneamente, o êxodo rural e o inchaço das grandes cidades.

Nesta compreensão, evitaríamos que empresários cearenses migrassem para outros países, especialmente para o continente africano, como já está acontecendo, devido à escassez de matéria-prima de qualidade no mercado brasileiro”, ressaltou Paulo de Tarso Meyer Ferreira.

Fonte: O Estado do Ceará

Ceará f**a em quinto lugar na exportação de couros e pelesO Ceará foi o quinto maior estado exportador de couro e peles ...
10/09/2014

Ceará f**a em quinto lugar na exportação de couros e peles
O Ceará foi o quinto maior estado exportador de couro e peles do País, de acordo com um estudo formulado pela Inteligência Comercial do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), no acumulado de janeiro a agosto deste ano, com 7,5% do total e US$ 149,37 milhões.

Com base em informações apontadas pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), o relatório detalha, por meio de estatísticas, o valor alcançado no mês passado, que foi de US$ 266,64 milhões, representando um aumento de 28,3% em relação ao mesmo mês do ano passado e um novo recorde. Já na comparação com julho deste ano, ocorreu um crescimento de 7,1%.

ACUMULADO

Na disputa entre os estados brasileiros na exportação desse tipo de produto, nos oito primeiros meses deste ano, o Ceará ficou atrás, apenas, do Paraná (11,1%), Goiás (14,3%), São Paulo (18,9%) e do líder Rio Grande do Sul (19,8% e US$ 391,30 milhões). Já com relação às quantidades de couros e peles exportadas, apenas no mês passado, foram embarcadas 2,91 milhões de unidades. Os países que mais receberam este tipo de material foram China (27,3%), Itália (15,9%), Estados Unidos (10,2%), Hong Kong (8,5%) e outros (38%).

O presidente executivo do CICB, José Fernando Bello, destaca a participação do projeto Brazilian Leather – uma iniciativa da entidade e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) –, para os números positivos do ano e a boa colocação do Brasil frente ao mercado internacional. Segundo o gestor, dentro de um cenário mundial aquecido para o segmento de couros, o Brasil conseguiu se sobressair frente a outras nações por meio de ações ligadas à qualidade, sustentabilidade e imagem do produto feito pela indústria nacional.

Fonte: O Estado do Ceará

Ineficiência do governo faz Brasil perder uma posição em ranking globalO Brasil perdeu uma posição no ranking global de ...
03/09/2014

Ineficiência do governo faz Brasil perder uma posição em ranking global
O Brasil perdeu uma posição no ranking global de competitividade, neste ano, e agora ocupa a 57ª posição entre 144 países. Feito pelo Fórum Econômico Mundial, o estudo aponta para a ineficiência do governo como o principal fator de piora do ambiente econômico entre 2013 e 2014.

Educação superior e qualidade da saúde, por outro lado, foram os quesitos que o país apresentou evolução no último ano.

Segundo Carlos Arruda, coordenador do Núcleo de Inovação da Fundação Dom Cabral e responsável pelos dados do Brasil que compõem o ranking, o levantamento mostra que o país precisa fazer reformas necessárias, como trabalhista e tributária, o quanto antes.

No quesito instituições, que mede justamente a atuação de órgãos governamentais, o Brasil ficou em 94º lugar. Em 2013, estava em 80º.

O país está entre os últimos colocados em alguns dos componentes que integram esse índice, como peso das regulações governamentais (143), confiança nos políticos (140), desperdício do governo (137) e desvios de recursos públicos (135).

Arruda esclarece que o estudo é feito junto de empresários e o cálculo representa uma percepção do setor produtivo.

Nem mesmo as aprovações no Congresso do código florestal, do marco civil da internet ou da partilha dos royalties do pré-sal, ajudaram na melhora dessa percepção.

"Apesar do Brasil ter feito essas reformas, elas têm avançado de forma mais lenta do que outros países. O Brasil está fazendo menos do que é preciso", afirma.

O ambiente macroeconômico também foi outro fator de perda de competitividade. Pioras na poupança nacional bruta, inflação e dívida bruta, contribuíram para a queda de 10 posições nesse quesito.

O ranking revive uma polêmica em torno da legislação trabalhista. Nesse quesito, o Brasil perdeu 17 posições e ocupa atualmente o 107º lugar.

"As leis trabalhistas brasileiras não são compatíveis com o trabalho no século 21", diz Carlos Arruda.

Ele lembra da lei da terceirização, que ainda não foi aprovada, como um fator desestimulante. "A comunidade empresarial entende que nada está sendo feito para melhorar essa questão", complementa.

EMERGENTES

O Brasil está a frente da maioria de seus parceiros comerciais na América Latina, mas é o quarto colocado entre os Brics, atrás de China (28º), Rússia (53º) e África do Sul (56º), e somente à frente da Índia (71º).

Entre as principais economias latino-americanas, o Chile se destaca, em 33º lugar. O Brasil, entre esses países, é o segundo. Está à frente do México (61º), Peru (65º), Colômbia (66º), Argentina (104º) e Venezuela (131º).

Arruda afirma que esses países têm maiores dificuldades para avançar no ranking devido ao peso do estado em suas economias. "São países parecidos na ineficiência de seus governos. O Brasil faz parte de um grupo crítico, que possuem práticas aquém da comunidade internacional", diz.

O ranking completo será publicado nesta quarta-feira (3).

AGORA A COISA FICOU NEGRA PARA DILMA, LULA, PT E PTRALHADA COLIGADA. COMANDANTE DO EXERCITO COLOCA A PRESIDENTE DA REPÚB...
26/08/2014

AGORA A COISA FICOU NEGRA PARA DILMA, LULA, PT E PTRALHADA COLIGADA. COMANDANTE DO EXERCITO COLOCA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA EM XEQUE-MATE E EM DECISÃO EXTREMAMENTE DELICADA PARA DUAS OPÇÕES DE SEU GOVERNO: OU DEMITE O GENERAL DE EXERCITO ENZO PERI OU EXTINGUE EM DEFINITIVO A CNV (Comissão Nacional da Verdade). SEJA LÁ QUAL FOR A OPÇÃO ESCOLHIDA, DILMA PERDE O CONTROLE DAS FFAA OU SEJA, NÃO MAIS SERÁ A SUPREMA COMANDANTE DAS FFAA... ABREM-SE ASSIM OS CAMINHOS PARA QUE AS FFAA TOMEM MEDIDAS URGENTES, NO QUE ESTABELECE A CONSTITUIÇÃO FEDERAL(art. 142) FACE AO ESTADO CAÓTICO DA NAÇAO QUE CAI DE JOELHOS DIANTE DA SANHA GOLPISTA COMUNISTA. O MOMENTO É EXTREMAMENTE GRAVE POIS ESTÁ ESTABELECIDA A SUPREMACIA DAS FFAA NÃO MAIS SUBALTERNA AO MINISTRO DA DEFESA E NEM A PRESIDENCIA DA REPÚBLICA.
Sempre foi dito que o silencio das FFAA é um procedimento estratégico e tático de combate, e extremamente preocupante nos cenários dos embates políticos com os quais as FFAA não tem nenhum compromisso pois constitucionalmente tem seus focos voltados para a Nação, para a Pátria e suas instituições Democráticas. Se para defesa você tem que desfechar um ataque fulminante, o silêncio é arma fundamental e letal... as FFAA jamais f**ariam com bla...bla...bla ameaçadores. Revela-se a Nação, a postura firme de um General em Campo de Combate - General de Exército ENZO PERI - em processo de Xeque-Mate ao Governo Comunista marcado pelo total desrespeito, desprestígio e humilhações as FFAA. Estamos bem próximo de uma ação que mais uma vez irá repetir-se na História do Brasil, tendo as FFAA no cenário principal assumindo suas HISTÓRICAS MISSÕES CONSTITUCIONAIS.
(Por: Roberto Mezian)

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BOMBA...BOMBA...BOMBA... LEIAM E VEJAM A GRAVIDADE DO FATO - O GLOBO - Sexta feira 22 de agosto de 2014 - URGENTE E GRAVE - No final leia o Manifesto do General de Brigada Paulo Chagas referente ao fato que coloca em conflito extremamente grave, a Presidencia da República, Ministro da Defesa e Comandante do Exercito General Enzo Peri

A presidente Dilma Rousseff acordou estarrecida nesta sexta-feira, 22, como qualquer brasileiro que se respeita. E diante de um dilema inadiável, indelegável, inquestionável:

Ou Dilma demite o Comandante do Exército ou Dilma extingue a Comissão Nacional da Verdade (CNV).

oficio enzo peri
O ofício cala-boca do Comandante do Exército…

Não há mais clima de convivência possível entre o general Enzo Peri, chefe do Exército, e os seis comissários da CNV, diante da espantosa manchete de hoje do jornal O Globo: “Anos de chumbo: comandante impõe silêncio ao Exército.”

O repórter Chico Otávio recebeu do procurador Sérgio Suiama, da Procuradoria da República do Rio de Janeiro, um inacreditável ofício enviado em 25 de fevereiro passado aos quartéis de todo o País pelo comandante do Exército, general Enzo Peri, proibindo qualquer colaboração para apurar crimes da ditadura que derrubou o presidente João Goulart. O general Peri chega ao requinte de mandar um modelo de ofício, em branco, instruindo cada quartel a rebater pedidos do Procurador-Geral da República para o seu gabinete em Brasília, no quarto andar do Bloco A do QG do Exército (veja cópia abaixo].

O cala-boca nacional do general Peri abrange qualquer pedido ou requisição de documentos feitos pelo “Poder Executivo (federal, estadual e municipal), Poder Legislativo (federal, estadual e municipal), Ministério Público, Defensoria Pública e missivistas que tenham relação ao período de 1964 a 1985”). Só quem pode responder a tudo isso, esclarece o ofício, é o Gabinete do Comandante do Exército, ou seja, o próprio general Peri, erigido agora com uma autoridade que transborda todas as esferas de poder.

É útil lembrar que os desmandos e abusos cometidos entre 1964 e 1985 constituem o foco principal da investigação da CNV, que apresentará ao País em dezembro próximo o seu relatório final.

A solução do impasse agora revelado cabe exclusivamente à Suprema-Comandante das Forças Armadas (FFAA), a quem o general se subordina nos termos da Constituição, e à Presidente da República, que criou a CNV em 2011 e a instalou no ano seguinte justamente para apurar graves violações dos direitos humanos no País. Dilma acumula as duas funções e a dupla responsabilidade.

Cabe a ela, e a mais ninguém, repor a autoridade de seu comando e o prestígio de seu cargo. Se nada fizer, Dilma perderá ambos — a autoridade e o prestígio. Tudo isso em meio a uma brava campanha eleitoral, que não permite hesitações ou fraquezas. À esquerda ou à direita.

É útil lembrar que o ofício do general Peri foi remetido a todas OM (organizações militares) e com difusão para todos os Comandantes de OM e Estado-Maior, ou seja, todos os 108 generais da tropa – os 14 generais de Exército, os 32 generais de Divisão e os 62 generais de Brigada que integram a maior e mais poderosa força militar terrestre da América Latina, com 220 mil homens e a maior concentração de blindados do continente, com 2.000 tanques, 500 deles pesados.

modelo oficio enzo peri
…e o modelo de resposta-padrão para não dizer nada e desviar tudo para o QG do Exército.

Existe aqui uma clara confrontação da estrela máxima da República, a da presidente Dilma, com o firmamento das 276 estrelas que comandam a tropa — 14 generais de exército (quatro estrelas), 32 de divisão (três estrelas) e 62 de brigada (duas estrelas). A estrela maior deve brilhar sobre todas as outras, nos termos da Constituição e da hierarquia militar, ou então se apaga irremediavelmente.

O grave tom de insubordinação do general Peri se constata pela data em que enviou o ofício cala-boca a seus subordinados de todo o País: 25 de fevereiro de 2014, exatamente uma semana após a entrega pela CNV de seu relatório ao ministro Celso Amorim pedindo informações às Forças Armadas. Quatro meses depois a CNV recebeu um insolente, imprestável conjunto de 455 páginas de relatórios das FFAA que não investigam, não relatam e não respondem às perguntas objetivas e documentadas da Comissão da Verdade.

O relatório minucioso da Comissão da Verdade relacionava, com nomes e datas, graves violações aos direitos humanos nos sete endereços mais notórios da repressão coordenada pelos militares, situados no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco. São cinco quartéis do Exército — incluindo os DO-CODI do Rio e São Paulo, os endereços mais letais da repressão, onde morreram pelo menos 81 pessoas, segundo levantamento da CNV —, uma base da Marinha e outra da Aeronáutica, com os nomes, sobrenomes, datas, depoimentos e horrores sobre nove casos de mortes sob tortura e de outros 17 presos políticos torturados. O relatório do Exército de Peri tinha 42 páginas e, como constatou o procurador Suiama, cobria uma encenação.

O Exército, descobriu o procurador, fingiu que trabalhou durante quatro meses para atender ao pedido da CNV, mas uma semana após a solicitação já cumpria uma determinação exatamente oposta de seu comandante em chefe, o general Enzo Peri.

O dúplice comportamento do comandante da corporação, de um lado chefiando uma investigação e de outro lado impondo o silêncio aos quartéis, lança um manto de dúvida sobre o objetivo real do Exército. Na prática, o ofício cala-boca de Peri submete a CNV à zombaria pública de militares insubmissos e de generais refratários ao interesse nacional, à hierarquia e à verdade, escancarando um deboche corporativo que tripudia sobre a inteligência dos cidadãos e a própria democracia.

O documento da Procuradoria da República revelado pelo O Globo lança uma suspeita terrível sobre o Exército: a CNV foi vítima inocente de uma fraude, de uma farsa? Como o Exército poderia produzir um relatório consistente e crível diante de uma ordem de silêncio imposta por seu comandante?

O Brasil não pode mais conviver com esta grave contradição.

Ou o Exército leva a sério a missão institucional da Comissão da Verdade, ou não.

instalacao da comissao da verdade
Instalação da Comissão da Verdade, em maio de 2012: é mesmo Dilma a chefe suprema?

A presidente da República, num gesto altivo e corajoso, instituiu a CNV em 2012 com a missão expressa de apurar tudo. Agora, o comandante do Exército ordena o contrário: ninguém subordinado a ele pode ajudar nas apurações.

O general Peri não está zombando apenas da CNV.

Está achincalhando a autoridade da comandante-suprema, a presidente da República.

O Brasil deve agora se perguntar: o que fará a CNV?

O que fará o Ministro Celso Amorim?

O que fará a presidente Dilma Rousseff?

Se ninguém fizer nada, já, agora, de forma clara, decisiva, contundente, todos se desmoralizam perante o País e os brasileiros.

Os comissários da CNV precisam dar ao país uma resposta urgente, clara, digna, altiva.

O ministro Amorim precisa explicar ao país que confusão é esta. A quem ele presta contas: à presidente Dilma, que criou uma CNV para apurar, ou ao seu subordinado, o general Peri, que impôs o silêncio sobre a tropa?

A presidente Dilma precisa esclarecer ao país quem manda no Governo Federal.

É Dilma, chefe suprema do Executivo, ou é o comandante do Exército?

O Exército, que sonegou em seu relatório a constatação de que a guerrilheira Dilma é uma das torturadas no DOI-CODI da rua Tutoia onde o Exército jura não ter havido tortura, precisa explicar agora que confusão essa.

Quem manda, afinal: Dilma ou Peri? A presidente ou o general?

Os atuais comandantes, se não a compostura, perderam o prazo de validade.

Os três comandantes das FFAA — o general Peri, o brigadeiro Saito e o almirante Moura Neto — são gente do bem, fichas limpas em relação à repressão e aos abusos da ditadura. Nada têm a ver com elas, como o esmagador conjunto de seus 330 mil companheiros de farda no Exército, na Aeronáutica e na Marinha. Todos os três chegaram ao generalato, por nomeação do presidente Fernando Henrique Cardoso, apenas em 1995, quando a ditadura já era defunta há uma década.

São boa gente, mas atuam e agem como comandantes fracos e acomodados.

Estão em seus cargos desde 2007, como herança gelatinosa de Lula para a Dilma. Estão, portanto, há sete anos no cargo, mais do que o mandato de um presidente, quase o mandato de dois presidentes…

O DIÁRIO DO PODER contou que, na terça-feira, logo após ler o estarrecedor relato da jornalista Miriam Leitão sobre as torturas sofridas durante três num quartel do Exército em Vila Velha, ES, a partir de dezembro de 1972, o senador Cristovam Buarque mandou por fax um bilhete ao ministro Celso Amorim, fortalecendo o pedido de desculpas das FFAA à jornalista torturada. “Nenhum soldado de hoje pode ser acusado de responsabilidade por fatos do passado, mas serão responsabilizados por esconderem os fatos, o que também macula a História, ferida por escondida. O silêncio é uma conivência e cumplicidade”, ensinou Buarque.

Amorim ligou de volta, na manhã de quarta-feira, 20, dizendo-se também ‘impactado’ pelo depoimento de Míriam Leitão. E completou com uma frase enigmática: “Eu sei das coisas que precisam ser ditas, mas tenho algumas limitações…”.

As únicas duas limitações que Amorim tem para cima são o vice-presidente Michel Temer e a presidente Dilma Rousseff. Se um ou outro estão limitando o Ministro da Defesa são passíveis de crime de prevaricação.

As limitações que Amorim tem para baixo só podem ser os 108 oficiais que compõem sua tropa de generais. Se algum deles está limitando o Ministro da Defesa são passíveis do crime de insubordinação.

Amorim está obrigado a esclarecer quem limita suas ações na pasta da Defesa.

A presidente da República, chefe de Amorim e comandante do general Peri, está obrigada a procurar esta resposta.

Nenhuma eleição, nenhuma conveniência eleitoral justif**a agora o silêncio, a omissão, a covardia, a inércia da Dilma.

Não se investiga o passado em cima do silêncio.

Não se constrói um país em cima do medo.

Não se consolida a democracia em cima da mentira.

A presidente Dilma precisa escolher entre o general Peri e a Comissão da Verdade.

Os dois não podem mais conviver no Estado Democrático de Direito.

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GRAVE CRISE INSTITUCIONAL: A PRESIDENTE DA REPÚBLICA ENTRE DUAS DECISÕES - DEMITE O COMANDANTE DO EXERCITO GENERAL ENZO PERI OU ESTINGUE EM DEFINITIVO A COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE - Sexta feira 22/08/2014 - Jornal O GLOBO

MENSAGEM DO GENERAL DE BRIGADA PAULO CHAGAS
A “versão” é inimiga da “conciliação” // PChagas 22/08/2014

Caros amigos
Como determina o princípio da unidade de comando, a boa prática da liderança e o respeito à precisão dos relatos, das declarações e dos documentos de origem militar, o comandante do Exército, General Enzo Martins Peri, muito acertadamente, tomou a si qualquer resposta às demandas das “comissões da versão”, espalhadas pelo Brasil.

Qualquer solicitação sobre qualquer assunto deve ser respondida pelo Comandante, impondo, assim, às respostas a precisão, o respaldo e o crivo de ser a palavra do Exército!

O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ), por desconhecimento desta prática militar, pretende pedir à Procuradoria Geral da República que ingresse com representação contra o Comandante. Lamentável atropelo que põe em dúvida a isenção jurisdicional daquela importante instituição do Estado, essencial à defesa do regime democrático e dos interesses dos cidadãos.

O Hospital Central do Exército (HCE), ao negar ao MPF-RJ o prontuário médico do engenheiro Raul Amaro Nin Ferreira, que morreu enquanto estava baixado e sendo atendido por aquela Organização Militar de Saúde, em agosto de 1971, cumpre com um compromisso fundamental da instituição militar que, ao contrário de outras, não deixa dúvidas quanto à sua estrutura, necessariamente, hierarquizada e responsável.

O Ministério Público, em lamentável atitude quixotesca, certamente por ignorar as regras de procedimento do estamento militar organizado, está tomando medidas desnecessárias visando a remover obstáculos imaginários às investigações.

A busca obstinada por este tipo de informações e o frisson artificial que a acompanha tem dois objetivos principais, quais sejam, a vã tentativa de validar o invalidável, inócuo, inútil e caríssimo relatório da “comissão nacional da versão” e a desconstrução da imagem positiva das Forças Armadas, último e definitivo recurso da Nação em seus momentos de apreensão, inquietude e angústia como os que antecedem as eleições de outubro e que não deixam dúvidas quanto às ameaças do seu depois, seja qual for a decisão das urnas.

Fossem as comissões e suas investigações voltadas para a CONCILIAÇÃO nacional e não para a VERSÃO facciosa dos fatos, haveria a confiança necessária e suficiente para que se construísse um verdadeiro anteparo histórico à repetição dos equívocos que, meio século depois, com os mesmos personagens, voltam a ameaçar a harmonia institucional.

Sempre há tempo para aprender e reconsiderar...

Gen Bda Paulo Chagas.
Nenhuma ditadura serve para o Brasil – Grupo Ternuma =
— com Paulo Chagas.

Endereço

Fortaleza, CE
60711-442

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