Geórgia Maia

Geórgia Maia Ajudando empresas que estão impactadas pela pandemia e desejam ter um saúde financeira, maior visibilidade de seu negócio e obter vendas com lucro.

10/03/2026

Muita gente contrata errado porque não conhece bem quem faz o que!

Cresci em uma casa onde churrasco era quase um ritual. Meu pai fazia, sem exagero, o melhor churrasco da vida. Carne sem...
05/03/2026

Cresci em uma casa onde churrasco era quase um ritual. Meu pai fazia, sem exagero, o melhor churrasco da vida. Carne sempre esteve presente na mesa da família, nas reuniões, nas celebrações. Sempre fui uma grande consumidora e grande apreciadora.

Mas uma coisa é consumir. Outra bem diferente é entender o mercado por trás disso.

Nos últimos meses tenho mergulhado cada vez mais no universo da carne por conta de dois clientes que atuam diretamente nesse setor: a , com sua leitura estratégica do mercado de carnes no Brasil, e a , uma marca que trabalha com gado próprio e indústria própria, acompanhando a cadeia desde a origem até o produto final.

E agora estou em Belém, terra do chamado boi amazônico, ampliando ainda mais esse olhar. Entendendo padrões de consumo, observando o comportamento do varejo local, estudando produto, dados de mercado e como tudo isso se traduz na ponta, onde a decisão de compra realmente acontece.

Essa imersão faz parte do trabalho de construir materiais de merchandising e propor ações pontuais que façam sentido para esse mercado específico. Além de acompanhar também um jantar de lançamento da marca voltado ao público B2B, um momento importante de posicionamento e relacionamento com o setor.

Quando a gente olha de fora, parece apenas carne na gôndola. Mas quando começa a estudar o mercado de verdade, percebe a complexidade que existe entre a indústria e o consumidor final.

E é justamente isso que mais me encanta no marketing: a possibilidade de entrar em universos completamente diferentes, entender suas dinâmicas e transformar esse conhecimento em estratégia.

E quanto mais mergulho em mercados diferentes, mais tenho certeza de que estratégia não nasce da teoria, nasce do entendimento real de como aquele negócio funciona.

Tem algo que aprendi observando empresários ao longo dos anos: quem não prospera financeiramente quase sempre está preso...
02/03/2026

Tem algo que aprendi observando empresários ao longo dos anos: quem não prospera financeiramente quase sempre está preso a um ciclo que já acabou.

F**a preso a uma parceria que não deu certo, a um negócio que não performou, a uma decisão que poderia ter sido diferente ou a um “e se” que nunca vira ação.

E isso não é só emocional.
No marketing acontece o mesmo.

Empresas que não avançam continuam comunicando como comunicavam cinco anos atrás. Continuam insistindo em posicionamentos que já não representam quem elas são hoje. Continuam tentando salvar uma narrativa que já perdeu relevância há muito tempo.

Enquanto isso, o mercado, comportamento e a demanda muda.
Prosperar exige leitura de ciclo.

Nem todo produto deve ser mantido.
Nem toda marca deve continuar igual.
Nem todo público continua sendo o mesmo.

Mas tem gente que prefere insistir no passado porque ele é conhecido. Mesmo que ele já não seja rentável.

E aqui está o ponto: prosperidade financeira não é apenas sobre vender mais. É sobre ter coragem de reposicionar, de ajustar rota e de abandonar o que já não sustenta crescimento.

Pessoas de sucesso não ignoram o passado. Elas extraem aprendizado e seguem. Negócios de sucesso fazem o mesmo.
E o Marketing, para mim, sempre foi isso: leitura de momento e decisão de movimento.
Porque f**ar preso ao que já foi pode ser confortável, mas raramente é lucrativo.

25/02/2026

Para quem tem interesse em saber um pouco mais sobre o nosso trabalho e como ele pode te ajudar!

📍 Casa | 19

Nos últimos dias estamos sendo bombardeados com o assunto Mounjaro e vi uma análise interessante sobre o impacto do medi...
25/02/2026

Nos últimos dias estamos sendo bombardeados com o assunto Mounjaro e vi uma análise interessante sobre o impacto do medicamento em mercados que, aparentemente, não tinham nenhuma relação com ele. O Mounjaro que foi desenvolvido para diabetes passou a influenciar padrões de peso, autoestima, rotina alimentar e percepção corporal e, a partir daí, começou a provocar deslocamentos silenciosos em diversos setores.

Não se trata do remédio em si. Trata-se do comportamento, pois quando milhões de pessoas mudam hábitos, reorganizam prioridades e alteram a forma como se percebem, o consumo se reestrutura. E quando o consumo se reestrutura, cadeias inteiras são afetadas, mesmo aquelas que acreditavam estar distantes do epicentro da mudança.

Ao olhar para a minha própria carteira, composta por negócios de segmentos distintos, como mercado de carnes, advocacia empresarial, educação, médicos, consultorias especializadas, f**a evidente que nenhuma área está isolada dessas ondas comportamentais. A mudança não é setorial e sim cultural.

Se o consumidor passa a valorizar performance e longevidade, isso impacta desde a escolha alimentar até decisões patrimoniais de longo prazo. Se há maior preocupação com imagem e percepção social, isso altera narrativas de marca. Se cresce o imediatismo, cresce também a ansiedade por resultados rápidos e a dificuldade de sustentar construção estratégica.

O que o Mounjaro simboliza é algo maior: estamos vivendo uma era de otimização da vida. As pessoas querem mais eficiência, mais controle, mais resultado. E isso reconfigura expectativas em relação a produtos, serviços e posicionamento.

Marketing, nesse contexto, deixa de ser ferramenta e volta a ser leitura. Leitura de comportamento, de desejo, de deslocamento de valor. Porque o risco não está apenas em não acompanhar uma tendência, mas em não perceber a transformação silenciosa que acontece antes da tendência virar óbvia.

E talvez a pergunta mais relevante hoje não seja “qual estratégia está funcionando?”, mas “qual mudança cultural já começou e ainda não foi corretamente interpretada?”.

Eu como profissional de MKT, estou amando acompanhar esse movimento.

23/02/2026

Uma pergunta muito frequente! E se não é pergunta, é dúvida!!

10/02/2026

Esse post não é sobre elogio.
Não é sobre ego, validação ou aplauso.

Reconhecimento é bom, claro que é.
E quem não gosta de ser reconhecido?

Mas postar esse vídeo, pra mim, é muito mais sobre reflexão.

Porque, muitas vezes, a gente espera que o reconhecimento venha de fora.
Do mercado.
Dos números.
Dos resultados visíveis.

E mesmo que os dados não mintam, reconhecer alguém ou um processo exige humildade de quem olha. E isso vale pra tudo.

Tem um ditado que sempre me vem à cabeça:
“O povo vê as pingas que eu bebo, mas não vê os tombos que eu levo.”

É exatamente isso.

Quem está no dia a dia vê o que quase ninguém vê:
o processo,
as dúvidas,
as decisões difíceis,
a constância quando não tem plateia.

Minha entrega tem sido cada vez mais alta…quase como um compromisso diário de me superar.
E isso não acontece por acaso.
Exige escolhas conscientes, dedicação e muitas horas de trabalho quando ninguém está olhando.

E quando eu falo de processo, não falo de teoria.

Aqui já somam mais de 25 anos de marketing observando mercados, pessoas, comportamentos e negócios.
Errando, ajustando, recalculando rotas.
Lapidando o olhar para enxergar o que, muitas vezes, ainda não está óbvio.

Crescimento não é pressa.
É leitura.
É maturação.
É constância aplicada com inteligência.

E talvez seja exatamente isso que muita gente esteja pulando:
o tempo necessário para se tornar sólido.

Obrigada , por estar ao meu lado, apoiando e vibrando com minhas conquistas e por ter esse olhar interessado e que sempre agrega quando compartilho coisas do me lado workaholic.❤️

Quando tudo começa a irritar: o barulho, as pessoas, as pequenas demandas;  não é porque você “ficou difícil”.É porque a...
05/02/2026

Quando tudo começa a irritar: o barulho, as pessoas, as pequenas demandas; não é porque você “ficou difícil”.

É porque algo por dentro está cansado demais para sustentar mais estímulos.

A irritabilidade costuma aparecer quando:
• o emocional está sobrecarregado
• o descanso não está sendo suficiente
• as emoções estão sendo engolidas há tempo demais

O corpo perde tolerância porque a energia interna está no limite.

Isso não é falha de caráter.
É um pedido de cuidado.

Antes de se cobrar mais controle, vale escutar o que essa irritação está tentando sinalizar.

✨ Cuidar da saúde emocional não muda quem você é, apenas devolve o espaço interno que o esgotamento ocupou.

📲Se essa mensagem fez sentido pra você, me chama no direct. Às vezes, conversar já é um primeiro alívio.

02/02/2026

Aposto que você já trabalhou com uma agência que entrega no prazo; mas que entrega de forma antecipada?

Vale à pena ver esse video!

Vira e mexe eu fico me perguntando: “Por que algumas pessoas e alguns negócios avançam, enquanto outros f**am girando no...
28/01/2026

Vira e mexe eu fico me perguntando: “Por que algumas pessoas e alguns negócios avançam, enquanto outros f**am girando no mesmo lugar, mesmo tendo acesso às mesmas ferramentas?”

Eu, como uma boa libriana, que quero ver sentido em tudo, tento entender, porque é entendendo que talvez eu consiga ajudar mais do que apenas entregar ferramentas.

E algumas conclusões que chego são:

Não! Não é falta de informação. Não é falta de Instagram, tráfego, automação ou tecnologia.

O que muda é outra coisa.

Eu observo comportamento. Padrões que se repetem. A energia que a pessoa coloca (ou retira) do próprio negócio. As decisões que ela evita tomar.
E, principalmente, o nível de clareza ou a ausência total dela.

Ferramentas não decidem. Pessoas decidem.
Ferramentas não executam. Pessoas executam.
Ferramentas não sustentam um negócio. Postura sustenta.

É por isso que alguns avançam e outros só se ocupam, porque não é sobre o que você usa; é sobre como você pensa, escolhe e age.

Eu não falo de ferramenta, eu falo da causa. E quase sempre, a causa está antes do marketing. Pra não falar sempre!

Então é isso! Mais um reflexão minha que compartilho com vocês!! 😉😉

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Goiânia, GO

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