Geórgia Maia

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Geórgia Maia Ajudando empresas que estão impactadas pela pandemia e desejam ter um saúde financeira, maior visibilidade de seu negócio e obter vendas com lucro.

Há pouco mais de um mês, assisti à palestra do Alessandro Cunha | Empreendedor  e Conselheiro no G4 pelo Brasil aqui em ...
08/10/2026

Há pouco mais de um mês, assisti à palestra do Alessandro Cunha | Empreendedor e Conselheiro no G4 pelo Brasil aqui em Goiânia. Foi com certeza uma das que mais gostei e que mais me fizeram refletir.

Hoje, tive a oportunidade de ser recebida por ele na BC Energia, dessa vez para estarmos juntos em um bate-papo sobre marketing.

E sabe o que é mais interessante? Perceber como boas conversas ampliam nossa visão, provocam novas ideias e nos fazem repensar até aquilo que já fazemos todos os dias.

Foi uma manhã de muita troca, aprendizado e conexões. Por mais experiência que a gente tenha, sempre existe algo novo para aprender. E eu adoro estar em ambientes que me lembram disso!

Cara de cansada? Sim! Na verdade, eu diria cara de esgotada.😅Empreender esgota, mas esse cansaço também me transforma, m...
07/10/2026

Cara de cansada? Sim! Na verdade, eu diria cara de esgotada.😅

Empreender esgota, mas esse cansaço também me transforma, me tira da zona de conforto e me faz avançar mais.

Foram dois dias de imersão falando sobre gestão, processos, crescimento, pessoas e, principalmente, sobre a coragem de olhar para dentro do próprio negócio. E dessa imersão, o maior aprendizado foi com certeza o mais desconfortável:

para a minha empresa crescer, eu não posso continuar sendo necessária para tudo.

Não adianta querer mais clientes, mais faturamento, mais estrutura, se cada decisão, cada entrega e cada problema continuam dependendo de mim.
E isso não significa me afastar daquilo que faço melhor, pelo contrário, significa entender onde a minha presença realmente gera valor, construir processos para o restante funcionar sem mim e confiar mais nas pessoas que estão construindo isso comigo.

Agora é voltar com várias ideias, algumas respostas, muitas perguntas e sobretudo grata em especial às conexões feitas nestes dias!!
🙏🏻

Insight do dia no Scale Meeting: ninguém tem o negócio perfeito. E todo mundo precisa, em algum momento, de alguém olhan...
06/10/2026

Insight do dia no Scale Meeting: ninguém tem o negócio perfeito. E todo mundo precisa, em algum momento, de alguém olhando de fora.

Eu falo isso o tempo inteiro para os meus clientes: quando você está dentro do olho do furacão, nem sempre consegue enxergar o negócio com a mesma clareza de quem está de fora.

Você conhece cada detalhe, vive os problemas, carrega as decisões, sabe onde aperta. Mas justamente por estar tão perto, algumas coisas deixam de ser óbvias.

E hoje foi a minha vez de colocar a Casa 19 na mesa, ouvir perguntas, provocações e outros olhares me lembrou de uma coisa importante: experiência não elimina ponto cego.
Não importa o tamanho da empresa, o tempo de mercado ou o quanto você conhece o seu próprio negócio e a resposta nem sempre está em saber mais, mas em conseguir olhar de outro lugar.

Quem está de fora não conhece o seu negócio como você. Mas pode enxergar aquilo que, de tão perto, você já não consegue ver.

Cabeça pilhada por aqui!!! 🤯🔥

01/10/2026

Meu posicionamento em 4’34” e o instagram já veio me boicotando dizendo que não vai entregar para novos públicos!! Tá bom!! Nem quero viralizar mesmo!😅

Mas eu preciso me posicionar, porque isso é uma coisa que começou a me incomodar de verdade.

A IA ficou tão acessível que muita gente começou a confundir ferramenta com solução completa.😢
E eu acho que esse é o ponto mais perigoso, porque produzir ficou mais fácil, mas pensar melhor não ficou automático.

A gente consegue gerar texto, imagem, ideia, roteiro, campanha, legenda, tudo em segundos. Só que quando todo mundo começa a usar a mesma lógica, o mesmo tipo de comando e o mesmo padrão visual, tudo começa a parecer igual e é óbvio que o público percebe.

Percebe no texto genérico, percebe na imagem com cara de IA, quando falta repertório e quando a marca deixa de ter personalidade.

O problema, para mim, nunca foi usar IA e aqui a gente usa muito.
O problema é terceirizar para ela aquilo que deveria continuar sendo humano: visão, senso crítico, estratégia, leitura de contexto e decisão.

Na Casa | 19, eu quero usar IA para acelerar o que faz sentido acelerar, mas não para deixar todas as marcas com a mesma cara.

Porque, se o seu cliente começa a olhar para a sua comunicação e pensar “isso foi feito por IA”, o problema não é a ferramenta e sim o quanto você abriu mão daquilo que fazia a sua marca ser reconhecida.

IA boa é a que melhora o seu trabalho sem apagar a sua identidade. Quando até meus filhos já sinalizam rejeiçao com o que é produzido pela IA; eu tenho certeza de que o adulto que escolhe bem não é bobo e ele também vai rejeitar.

Falou a pessoa que mais uma vez vai contra a manada!! 🙋🏼‍♀️

𝐄𝐬𝐭𝐨𝐮 𝐚𝐛𝐫𝐢𝐧𝐝𝐨 𝟓 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐭𝐞𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐢𝐬𝐞𝐫 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐜𝐨𝐦𝐢𝐠𝐨 𝐧𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚.No dia 08/10, estarei no Café da Manhã de Negócios...
30/09/2026

𝐄𝐬𝐭𝐨𝐮 𝐚𝐛𝐫𝐢𝐧𝐝𝐨 𝟓 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐭𝐞𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐢𝐬𝐞𝐫 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐜𝐨𝐦𝐢𝐠𝐨 𝐧𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚.

No dia 08/10, estarei no Café da Manhã de Negócios do Grupo BC Energia Grupo BC Energia falando sobre uma questão que vejo todos os dias nas empresas:

𝐦𝐚𝐫𝐤𝐞𝐭𝐢𝐧𝐠 𝐠𝐞𝐫𝐚 𝐯𝐢𝐬𝐢𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐞 𝐨𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞. 𝐌𝐚𝐬 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐜𝐞 𝐝𝐞𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐥𝐞𝐚𝐝 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐚?

Vamos conversar sobre posicionamento, atendimento, operação comercial, experiência e os pontos em que boas oportunidades acabam se perdendo pelo caminho.

O encontro terá vagas limitadas e eu separei 𝟓 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐭𝐞𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐩𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚𝐬 𝐝𝐚 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐫𝐞𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐞𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐭𝐞𝐧𝐡𝐚𝐦 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐧𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐝𝐢𝐬𝐜𝐮𝐬𝐬ã𝐨.

Se você lidera uma empresa, investe em marketing e sente que o resultado comercial ainda poderia ser melhor, talvez essa conversa seja para você.

𝐐𝐮𝐞𝐫 𝐮𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝟓 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐭𝐞𝐬? 𝐌𝐞 𝐜𝐡𝐚𝐦𝐚 𝐧𝐨 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐜𝐭 𝐜𝐨𝐦 𝐚 𝐩𝐚𝐥𝐚𝐯𝐫𝐚 𝐂𝐀𝐅É.

Sim, é um DUMP de julho sendo postado em setembro.😉
24/09/2026

Sim, é um DUMP de julho sendo postado em setembro.😉

  de 2022. E de uma coisa que eu faço há muito tempo: buscar repertório fora da bolha do marketing.Essa foto foi durante...
10/09/2026

de 2022. E de uma coisa que eu faço há muito tempo: buscar repertório fora da bolha do marketing.

Essa foto foi durante o curso O Luxo Aplicado à Gestão, com Carlos Ferreirinha (Ferreirinha), ex-presidente da Louis Vuitton Brasil e uma das grandes referências em gestão do luxo no país.

Foram dois dias falando de branding, comportamento de consumo, desejo, experiência, gestão e construção de valor. Trabalho com marketing há muitos anos e continuo acreditando que, para fazer marketing de verdade, é preciso entender muito mais do que comunicação, conteúdo, campanha ou mídia.
É preciso entender gente, negócio, comportamento, venda e experiência.

Repertório não serve para parecer que você sabe muito, serve para enxergar possibilidades que talvez você não enxergasse antes.

Anos 80: outdoor, anúncio de revista, comercial de TV, panfleto, telefone fixo e muita verba para conseguir atenção.👀 Nã...
07/09/2026

Anos 80: outdoor, anúncio de revista, comercial de TV, panfleto, telefone fixo e muita verba para conseguir atenção.

👀 Não existia Instagram.
📺 Campanha boa precisava comprar espaço.
☎️ Lead chegava pelo telefone, quando chegava.
📊 Métrica? Muitas vezes era alcance estimado, lembrança de marca e venda no fim do mês.
🗞️ E, para aparecer de novo, era preciso investir de novo.

Hoje a gente tem muito mais recurso. Mais canal, mais dado, mais segmentação, mais velocidade, mais ferramenta. E mesmo assim eu ainda vejo muita empresa fazendo marketing quase como se estivesse nos anos 80.

Investe em campanha, produz conteúdo, acompanha alcance, comemora número bonito… mas o marketing continua longe do comercial e, muitas vezes, longe das decisões que realmente mexem no negócio.
E isso, para mim, não faz sentido.
Hoje a gente consegue entender muito melhor quem está chegando, o que está funcionando, onde a jornada trava, o que o cliente está respondendo e o que precisa ser ajustado.

Então por que ainda tratar marketing como uma área isolada?
Eu acredito em marketing quando ele ajuda a empresa a tomar decisão, ajustar rota, apoiar o comercial e entender melhor onde vale colocar energia e investimento.

A tecnologia mudou muito e eu adoro tudo o que ela possibilitou. Mas, para mim, ferramenta nunca foi o ponto principal.

O ponto continua sendo saber para onde ir.

(Imagem criada por IA e texto autoral)

𝙍𝙚𝙛𝙡𝙚𝙭õ𝙚𝙨 𝙙𝙚 𝙙𝙤𝙢𝙞𝙣𝙜𝙤 𝙨𝙚𝙢 𝙄𝘼.Uma palavra fez muito sentido para mim esta semana: antifragilidade.Até pouco tempo atrás, e...
22/06/2026

𝙍𝙚𝙛𝙡𝙚𝙭õ𝙚𝙨 𝙙𝙚 𝙙𝙤𝙢𝙞𝙣𝙜𝙤 𝙨𝙚𝙢 𝙄𝘼.

Uma palavra fez muito sentido para mim esta semana: antifragilidade.

Até pouco tempo atrás, eu acreditava que ser forte era resistir, aguentar, suportar a pressão sem quebrar. Mas a antifragilidade traz uma reflexão diferente.

Existem coisas que quebram diante das dificuldades, existem coisas que resistem às dificuldades e existem aquelas que se tornam melhores por causa delas.

Não estou falando de gostar dos problemas ou romantizar momentos difíceis, até porque creio que muito disso está ligado às nossas histórias e crenças. Estou falando sobre a capacidade de transformar desafios em aprendizado, experiência, maturidade e crescimento.

Quando olho para a minha própria trajetória, percebo que os momentos que mais me desenvolveram não foram os mais tranquilos. Foram justamente aqueles que me obrigaram a me reinventar, rever planos, tomar decisões difíceis e encontrar forças que eu nem sabia que tinha.
Quando a vida aperta, a gente imagina que existem apenas duas possibilidades: quebrar ou resistir. Hoje, eu acredito que existe uma terceira: crescer.

O divórcio me obrigou a reconstruir uma vida inteira. Os conflitos me ensinaram a escolher minhas batalhas. Os desafios da maternidade me fizeram desenvolver forças que eu nem sabia que existiam. O empreendedorismo me ensinou que não existe estabilidade maior do que a capacidade de se adaptar.

Nada disso é confortável, mas tudo isso é transformador. É honroso!!

Por muito tempo, achei que força era suportar e hoje entendo que força também é evoluir.
E é muito interessante perceber que algumas pessoas sobrevivem às tempestades, outras aprendem a navegar nelas e algumas simplesmente sucumbem.

E há aquelas que descobrem que foi justamente a tempestade que as tornou capazes de chegar mais longe. Isso, para mim, é ser antifrágil.

Eu não gosto do sofrimento. Na verdade, faço parte do time que tenta evitá-lo sempre que possível, mas quando ele chega, prefiro não desperdiçar nenhum dos aprendizados que ele pode trazer.

Uma boa reflexão para este domingo.

Endereço

Goiânia, GO

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