14/09/2026
As pesquisas eleitorais ajudam a revelar movimentos importantes do eleitorado. Mas também é preciso olhar para aquilo que os números ainda não conseguem mostrar.
Este carrossel tem como referência o artigo “A eleição de 2026 pode estar mais indefinida do que as pesquisas sugerem”, de Mario Rodrigues Neto, diretor-executivo da GRUPOM, que chama atenção para um fenômeno que merece ser acompanhado: a elevada taxa de recusa em participar das pesquisas, especialmente entre as mulheres.
Isso não significa que as pesquisas estejam erradas. Amostras bem construídas, controle de campo e ponderação continuam sendo fundamentais para a qualidade dos resultados. A questão é outra: o que podemos estar deixando de enxergar quando uma parcela significativa do eleitorado não é ouvida?
Para quem trabalha com eleições, essa não é uma pergunta secundária. É uma questão de método, interpretação e estratégia.
Na GRUPOM, pesquisa não termina na coleta dos dados. O verdadeiro trabalho começa quando precisamos entender o que eles revelam — e também o que ainda não revelaram.
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