Grupom Consultoria e Pesquisa

Grupom Consultoria e Pesquisa Empresa que nasceu em 1972 desenvolvendo projetos de pesquisa de opinião e mercado.

Continuamos com a pesquisa em nosso DNA, mas hoje nos consideramos uma empresa que busca resolver problemas de marketing usando dados.

Baseado no artigo “O Paradoxo da Governabilidade e o Desgaste da Esquerda Não Lulista”, do cientista político e Diretor ...
20/05/2026

Baseado no artigo “O Paradoxo da Governabilidade e o Desgaste da Esquerda Não Lulista”, do cientista político e Diretor da GRUPOM, Leandro Rodrigues ( ), este carrossel aborda uma tensão central do sistema político brasileiro: o conflito entre identidade ideológica e governabilidade.

No presidencialismo de coalizão, qualquer governo precisa:
✅ negociar;
✅ ampliar alianças;
✅ ocupar espaços mais moderados;
✅ construir maioria institucional.

E isso inevitavelmente produz desgaste político.

O ponto central não está apenas na esquerda ou no lulismo.

O dilema é estrutural.

Quanto mais um governo se aproxima do centro para garantir estabilidade e capacidade de governar, maior tende a ser o desconforto das alas mais ideológicas — seja na esquerda ou na direita.

Na prática:
* se radicaliza demais, perde governabilidade
* se modera demais, perde parte da militância

É justamente esse equilíbrio delicado que molda grande parte da política brasileira contemporânea.

📊Na GRUPOM, entendemos que boa análise política exige mais do que observar discursos e disputas ideológicas.

Ela exige compreender:
☑️ os limites institucionais;
☑️ os mecanismos de governabilidade;
☑️ os incentivos do sistema político;
☑️ e as tensões estruturais que organizam o funcionamento real do poder no Brasil.

Porque interpretar a política brasileira exige entender não apenas quem vence eleições — mas também como o sistema condiciona quem governa.

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GRUPOM - Pesquisa aplicada à decisão política. 🎯

A nova pesquisa Genial/Quaest reacendeu o debate político tradicional: aprovação presidencial, força eleitoral e disputa...
17/05/2026

A nova pesquisa Genial/Quaest reacendeu o debate político tradicional: aprovação presidencial, força eleitoral e disputa para 2026.

Mas talvez o dado mais importante esteja em outro lugar.

Baseado no artigo “Os independentes e o desgaste da polarização”, do cientista político e Diretor da GRUPOM, Leandro Rodrigues ( ) , este conteúdo analisa um movimento mais silencioso — e potencialmente mais decisivo — da política brasileira atual.

➡️ O crescimento relativo dos eleitores independentes.

Mais do que uma simples oscilação de aprovação, o que começa a aparecer é um possível desgaste emocional da lógica de polarização permanente.

E isso muda a dinâmica política.

Durante quase uma década, grande parte da sociedade passou a interpretar a realidade a partir do pertencimento político.
O voto deixou de ser apenas preferência eleitoral.

Virou identidade social.

Mas sistemas políticos organizados exclusivamente pelo conflito também acumulam desgaste:
* fadiga emocional
* exaustão do antagonismo
* redução da mobilização permanente

E esse processo nem sempre aparece primeiro nas urnas.

Na maioria das vezes, ele surge antes:
na percepção, no comportamento e no distanciamento afetivo do eleitor.

É justamente nesse espaço intermediário que os independentes parecem ganhar relevância.

Na prática, isso ajuda a entender por que temas concretos da vida cotidiana — como inflação, renda, estabilidade e expectativa econômica — voltam a ganhar peso político.

Quando a identidade perde intensidade, a experiência prática recupera centralidade.

📊 Na GRUPOM, entendemos que boa análise política não observa apenas os polos mais barulhentos.

Ela observa também:
* os deslocamentos silenciosos
* os sinais de fadiga social
* e as mudanças graduais de comportamento que antecedem grandes transformações eleitorais.

Porque, muitas vezes, as placas tectônicas da política começam a se mover muito antes do terremoto aparecer nas pesquisas.

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A sensação de “Rua 44 vazia” no Dia das Mães de 2026 revelou algo maior do que uma simples discussão sobre vendas.Ela mo...
15/05/2026

A sensação de “Rua 44 vazia” no Dia das Mães de 2026 revelou algo maior do que uma simples discussão sobre vendas.

Ela mostrou uma transformação silenciosa no comportamento do consumo em Goiânia.

Enquanto parte dos lojistas media o mercado pelo fluxo nos corredores, outra parte já estava vendendo:
✅ pelo digital
✅ no atacado antecipado
✅ via redes sociais
✅ por WhatsApp
✅ e através de operações mais estruturadas.

👉 O consumidor mudou.
E os polos comerciais que entenderem isso primeiro terão vantagem competitiva nos próximos anos.

A Região da 44 continua sendo uma potência econômica.
Mas o modelo de consumo que sustentou seu crescimento por décadas está evoluindo rapidamente.

📊 Na GRUPOM acreditamos que o comportamento pode ser observado não apenas através de indicadores, mas nas pequenas sutilezas qualitativas do dia a dia.

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Antes de agir, entenda o mercado.

A polarização já chegou à disputa pelo Governo de Goiás em 2026?Ainda não. E os dados mostram isso.Na pesquisa Genial/Qu...
11/05/2026

A polarização já chegou à disputa pelo Governo de Goiás em 2026?

Ainda não. E os dados mostram isso.

Na pesquisa Genial/Quaest, divulgada recentemente, mais da metade dos eleitores goianos ainda afirmam que podem mudar de voto. Além disso, os índices de desconhecimento dos pré-candidatos continuam elevados.

O que isso revela?

Que o eleitor médio ainda não entrou plenamente no debate eleitoral estadual.

Existe uma diferença importante entre:
→ a temperatura política das redes sociais
e
→ o comportamento real do eleitorado.

Hoje, parte significativa da população ainda está na fase de reconhecimento dos nomes, não da decisão definitiva.

Como destacou o cientista político Leandro Rodrigues e Diretor da GRUPOM:
“A pesquisa mostra uma fotografia do momento, não o filme completo da eleição.”

Outro ponto relevante:
a polarização nacional já existe no cenário presidencial, mas ainda não foi completamente transferida para os candidatos ao governo de Goiás.

Isso tende a mudar?

Possivelmente sim.

À medida que a campanha avançar, os candidatos serão mais associados aos grandes polos políticos nacionais — e isso pode reduzir indecisão, aumentar rejeição e consolidar votos.

Ou seja:
o cenário atual ainda é altamente volátil.

E é exatamente por isso que análise eleitoral séria não pode se limitar apenas ao número do momento.

Ela precisa interpretar comportamento, tendência e maturação do eleitorado.

GRUPOM | Inteligência aplicada à análise política.

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"A eleição de 2026 já começou nos bastidores, mas o que dizem os dados da Genial/Quaest sobre o eleitor goiano? 🤔Nosso D...
07/05/2026

"A eleição de 2026 já começou nos bastidores, mas o que dizem os dados da Genial/Quaest sobre o eleitor goiano? 🤔

Nosso Diretor e Cientista Político, Leandro Rodrigues, analisou os números fresquinhos da pesquisa Genial/Quaest em entrevista ao O Popular e trouxe uma sacada essencial: estamos vivendo um momento de 'maturidade eleitoral'.

O que isso significa na prática?

1️⃣ Fase de Reconhecimento: 37% não conhecem Daniel Vilela, 62% desconhecem Wilder Morais (Genial/Quaest)
2️⃣ Alta Volatilidade: 52% podem mudar o voto para governador, 63% para senador
3️⃣ Cenário Aberto: Polarização nacional ainda não cristalizou as escolhas estaduais

💡 O jogo está aberto. Campanha, alianças e enquadramentos ainda vão definir 2026.

Na GRUPOM, traduzimos dados em direção estratégica. Acompanhamos o comportamento eleitoral goiano com método científico, desde o primeiro número até a urna.

Você sente que essa eleição terá um tom diferente? O que tem observado na sua região? 👇

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Não é opinião. É leitura de cenário.📈Ao longo desta série postagens ANTES DA DISPUTA, uma coisa ficou evidente:Campanhas...
05/05/2026

Não é opinião. É leitura de cenário.📈
Ao longo desta série postagens ANTES DA DISPUTA, uma coisa ficou evidente:

Campanhas não começam quando a comunicação entra no ar.
Começam muito antes — na forma como o cenário é interpretado.

☑️ Intenção de voto não é decisão.
☑️ Rejeição impõe limite.
☑️ Crescimento não garante vitória.
☑️ Apoio não se transfere automaticamente.

E, na prática, o erro mais caro não está na execução.
Está no diagnóstico.

Quando a leitura é imprecisa,
a estratégia tenta compensar —
e a campanha passa a reagir, não a decidir.

É por isso que algumas estruturas bem montadas,
com boa presença e investimento,
não conseguem avançar.

Não falta esforço.
Falta direção.

Se hoje a sua campanha precisa insistir mais do que avançar,
vale uma pergunta simples:
👉 o problema está na comunicação… ou na leitura do cenário?

Porque, quando o diagnóstico está claro,
as decisões ficam mais objetivas,
os caminhos mais definidos
e o desperdício diminui.

📌 E, em eleição,
quem erra menos, chega mais longe.

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Pesquisa aplicada à decisão política.

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O que decide uma eleição não aparece só nos números.Enquanto muita gente ainda olha apenas para gráficos e percentuais, ...
29/04/2026

O que decide uma eleição não aparece só nos números.

Enquanto muita gente ainda olha apenas para gráficos e percentuais, existe uma camada mais profunda — feita de emoções, percepções e contradições — que realmente influencia o voto.

📊É aí que entra a pesquisa qualitativa.

Ela não mede apenas o que o eleitor pensa…
Ela revela por que ele pensa assim.

E é exatamente nesse “porquê” que nascem as estratégias mais fortes.

Ao longo desse carrossel, você viu que:
* Perguntas certas geram insights reais
* Diversidade não é detalhe — é método
* E dados confiáveis dependem de técnica, não de achismo

No fim, estratégia boa não vem de opinião.
Vem de interpretação profunda.

👉 Quer entender de verdade o seu eleitor e tomar decisões mais assertivas?

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A campanha organiza. A estrutura decide.Um dos equívocos mais recorrentes em campanhas eleitoraisé superestimar o poder ...
27/04/2026

A campanha organiza. A estrutura decide.

Um dos equívocos mais recorrentes em campanhas eleitorais
é superestimar o poder da execução.

Comunicação, presença e mobilização são necessárias.
Mas não criam maioria do zero.

Toda eleição já começa com uma estrutura definida:

✔ base consolidada
✔ rejeição estabelecida
✔ limites claros de crescimento
✔ espaços reais de expansão

Campanha eficiente organiza essa realidade.
Não substitui.

Quando a estratégia ignora essa base,
o esforço aumenta — mas o resultado não acompanha.

Não é falta de intensidade.
É erro de leitura.

E erro de leitura leva a decisões erradas.

É nesse ponto que o diagnóstico deixa de ser etapa
e passa a ser o que orienta toda a campanha.

📊 Faz parte do "DNA" da GRUPOM: Mapear limites, identificar onde há espaço real de crescimento e entender o que é viável e evita desperdício de tempo, recurso e capital político.

Se a sua estratégia depende apenas de execução,
o problema pode não estar na campanha —
mas na forma como ela está sendo interpretada.

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📊 Você chegou até aqui.E já viu que:✅ o problema não aparece do nada✅ o cliente decide antes✅ campanhas falham por leitu...
24/04/2026

📊 Você chegou até aqui.
E já viu que:

✅ o problema não aparece do nada
✅ o cliente decide antes
✅ campanhas falham por leitura desatualizada
✅ decisões sem dados são risco

Agora a pergunta é outra:
👉 Você vai continuar decidindo assim?

Porque, na prática, existem três cenários:

1) Ou você monitora o mercado
ou você reage ao que já aconteceu.

2) Ou você antecipa
ou você paga o custo depois.

3) Ou você decide
ou você aposta.

👉 A maioria das empresas não quebra por falta de esforço.
Quebra por tomar decisões erradas repetidas vezes — sem perceber.

A GRUPOM existe para interromper esse ciclo.

Nós não entregamos relatórios.
Entregamos leitura de mercado para decisões mais eficientes, estratégicas e seguras.

Se você ainda está decidindo com base em percepção interna, histórico ou tentativa e erro, você não está sendo estratégico.
Está exposto.

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Se não for agora, vai ser depois.
A diferença é o custo.

📊 Este conteúdo é baseado no artigo“Quando o segundo turno começa antes do primeiro”, de Mario Rodrigues Neto ((Diretor ...
21/04/2026

📊 Este conteúdo é baseado no artigo
“Quando o segundo turno começa antes do primeiro”, de Mario Rodrigues Neto ((Diretor Técnico e Comercial da GRUPOM).

Existe um erro recorrente na leitura de pesquisas eleitorais:

tratar cenários de segundo turno como previsão de resultado.

Não são.

Cenários estimulados de 2º turno não operam como projeção futura —
operam como instrumentos de análise relacional do eleitorado.

Quando bem interpretados, permitem identificar:

* eleitores comuns entre candidaturas
☑ padrões de migração de voto;
☑ compatibilidades e limites de alianças;
☑ e estruturas de convergência possíveis do 1º para o 2º turno.

O valor não está no número isolado —
está no cruzamento entre cenários.

É nessa leitura que se torna possível compreender:
quem compartilha base eleitoral,
quem disputa o mesmo espaço
e quais composições fazem sentido estratégico.

Quando esse tipo de análise é ignorado, campanhas operam no escuro —
sem clareza sobre seus próprios limites e oportunidades de expansão.

A GRUPOM atua exatamente nessa camada:
transformando dados eleitorais em inteligência estratégica aplicada, com foco na leitura cruzada de cenários e na estrutura real de disputa.

📌 Em eleições competitivas, vantagem não está em prever o resultado —
mas em entender como os votos se organizam antes dele acontecer.
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Baseado no artigo “Números, Percepção e Realidade Social – Quando os números não bastam”, do cientista político Leandro ...
16/04/2026

Baseado no artigo “Números, Percepção e Realidade Social – Quando os números não bastam”, do cientista político Leandro Rodrigues, este conteúdo expõe um dos erros mais comuns — e mais caros — na análise política: acreditar que os dados, por si só, explicam a realidade.

Os números são indispensáveis.
Sem eles, não há rigor.
Mas existe um ponto crítico que muitos ignoram:
a sociedade não reage apenas ao que acontece — ela reage ao que entende que está acontecendo.

E isso muda tudo.

☑️ Uma candidatura pode não crescer nas pesquisas e, ainda assim, ganhar força.
☑️ A sensação de insegurança pode aumentar sem que os indicadores acompanhem.
☑️ A percepção de crise pode existir antes da própria crise.

Isso não é erro da população.
É funcionamento normal da realidade social.

➡️ O dado mede.
➡️ A percepção move.

Na prática, decisões políticas, comportamento eleitoral e clima público são profundamente influenciados por esse campo intermediário — onde fatos são interpretados, narrativas se consolidam e crenças se tornam ação.

É exatamente aqui que a análise superficial falha.

Na GRUPOM, não tratamos dados como resposta final.
Tratamos dados como ponto de partida.

Nosso diferencial está em compreender:
* o que os números mostram;
* como eles são percebidos;
* e o que isso produz no comportamento real.

Porque estratégia não se constrói apenas com indicador.
Se constrói com leitura de contexto.

E contexto é, sempre, percepção + realidade.

Quer entender o que os números ainda não estão mostrando?
A resposta começa antes dos dados aparecerem.

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