14/08/2026
Sete movimentos que mostram a IA saindo do discurso e entrando na operação.
Na mídia, a IA começou a disputar verba de verdade. A OpenAI confirmou o ChatGPT Ads no Brasil, abrindo espaço para as marcas aparecerem enquanto as pessoas pesquisam e decidem dentro da conversa. E o Google levou IA e agentes para dentro do Ads e do Analytics, tirando a automação só da campanha e colocando também na análise.
A parte mais concreta veio da Zapier, que mostrou o time de marketing usando IA para mapear o funil e achar onde a operação perde oportunidade. O processo não é imobiliário, mas o problema é familiar: gerar oportunidade é a parte fácil, não deixar vazar no meio do caminho é que separa quem vende.
No campo dos agentes, dois sinais. A Meta lançou o Muse Glimmer, uma IA que roda direto no computador, sem depender o tempo todo da nuvem. E o Claude Code passou a usar o Auto Mode como padrão, deixando o sistema decidir sozinho o que pode executar e o que precisa de revisão. A IA vai ganhando autonomia, e saber onde ela para importa tanto quanto o que ela faz.
Na criatividade, a K18 rolou uma bola de quase 3 metros de cabelo por Manhattan para falar de queda capilar. Às vezes, chamar atenção começa por tornar o problema literalmente gigante.
E no imobiliário, um dado que gera boa tensão: a intenção de compra chegou a 52%, recorde da série histórica desde 2019, mesmo com juro alto. Só que intenção não é venda. O interesse existe, e quem transforma isso em contrato é quem tem a operação organizada.