08/04/2026
A pergunta “quem sou eu” deveria vir antes do “o que vou vestir hoje”. Na verdade, essa pergunta já deveria ter sido respondida antes e, através dela, a gente já conseguir discernir o que vestimos ou usamos.
A verdade é que essa falta de encontro real consigo mesmo, somada ao absurdo de informações fragmentadas que temos acesso hoje em dia, cria uma crise que se expõe através da nossa estética.
Cada vez mais somos movidos a tendências que não duram uma temporada, a compras “indo na onda” porque tá barato, a uma imagem que, no fim das contas, pode ser de todo mundo, e sendo de todo mundo, acaba não sendo você.
Se inspirar em algo novo que você viu por aí e achou que bate com o seu estilo é uma coisa. Viver entre tendências em uma imagem que se encaixa na estética vigente, bem transitória inclusive, mas não fala com quem você é, acaba em auto sabotagem.
Eu sei, seria mais fácil eu generalizar. Seria mais fácil eu também dar dicas genéricas pra você encaixar dentro de si, como quem tenta montar uma cozinha pré-fabricada que era de alguém com uma possibilidade de espaço diferente do seu. Consegue visualizar?
A verdade é que, em um mundo com tantas possibilidades, estamos cada vez mais genéricos. E uma imagem genérica é quase como o uniforme de uma empresa sem dono.
Sua imagem precisa ser reflexo de quem você é. A parte que você mais gosta de si. Aquilo que faz com que você seja você, não sua irmã ou a influencer americana.
Para isso, existem ferramentas, e estou aqui justamente pra te ajudar. Quer me contar aqui nos comentários o que mais te dificulta na hora de se vestir?