27/08/2026
A zona de conforto nunca foi o meu lugar.
Talvez porque eu tenha aprendido cedo que, para conquistar alguma coisa, precisaria me arriscar, errar, recomeçar e, muitas vezes, seguir mesmo sem ter certeza de onde aquilo iria me levar.
Já enfrentei dificuldades que pouca gente conhece. Vivi momentos em que desistir teria sido muito mais fácil. E também aprendi a perceber os silêncios, os olhares e até quando a torcida não é exatamente para que eu vença. Faz parte.
Mas nunca foi isso que me moveu.
O que me impulsiona é uma inquietação que carrego comigo: eu nunca estou completamente satisfeito com aquilo que conquisto. Sempre acredito que posso ir além.
Talvez, para algumas pessoas, o que construí até aqui pareça pouco. Mas eu sei de onde vim. Sei o que enfrentei. Sei quantas vezes precisei começar novamente. Por isso, aprendi a respeitar cada uma das minhas conquistas.
Só existe uma ausência que, em determinados momentos, transforma orgulho em saudade: minha mãe. 💔
Em muitas conquistas, meu primeiro pensamento é imaginar como seria olhar para o lado e vê-la ali. Queria muito que ela pudesse acompanhar tudo isso de perto. E talvez essa seja uma das saudades que o tempo nunca consiga explicar.
Por outro lado, Deus me deu razões enormes para continuar.
Minha esposa e meu filho são meu combustível. São eles que dão sentido às minhas batalhas e me fazem acordar querendo construir mais, viver mais e proporcionar mais.
Eu não quero uma vida morna.
Quero dias intensos. Novos desafios. Novas histórias. Novas conquistas.
Ainda tenho muito para realizar.
E se existe uma coisa que a vida já me ensinou é:
eu posso até sentir medo do próximo passo… mas dificilmente vou escolher ficar parado.