22/05/2026
Quando todo mundo tem o mesmo símbolo, o luxo procura outro código.
Virgínia Fonseca apareceu em Dubai com um Vertu Agent Q, smartphone britânico artesanal que custa cerca de R$ 27 mil.
Na mesma foto, estavam um Richard Mille e uma Birkin Himalaya. O detalhe: o Vertu era o item mais barato do conjunto.
Por anos, o iPhone foi símbolo de status. Mas quando algo se torna acessível demais, perde parte da exclusividade que sustentava o desejo.
A Vertu entra justamente nesse espaço: produção limitada, couro feito à mão, concierge 24h e um posicionamento que não tenta competir por ficha técnica.
Sem publi. Sem campanha. Sem mídia paga.
Apenas escolha.
E talvez seja isso que toda marca premium precisa observar: quando o luxo vira comum, o desejo muda de lugar.