Biografia de uma jornalista
Jaqueline Dias começou sua carreira de jornalista em 2001, como repórter do jornal Gazeta RegJornal, de Ubá/MG, ainda antes de se formar em Comunicação Social pela Faculdade Governador Ozanan Coelho. Logo depois foi convidada a trabalhar no Jornal O Noticiário, também em Ubá. Ali ficou até 2006, tendo sido uma das repórteres destacadas para a equipe. Início o projeto d
e criação do jornal e alavancou sua carreira profissional. Exerceu também as funções de redator e, interinamente, de chefe de reportagem do jornal. Em 2007, mudou-se para Juiz de Fora, acumulando com o trabalho de assessoria de comunicação do SENAR – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, sua pós-graduação em Comunicação Empresarial. Essa experiência, a colocou em contato, pela primeira vez, com o mundo publicitário e foi a base para o passo seguinte de sua carreira: o início do curso em Publicidade e Propaganda, pela Estácio de Sá, formando-se em 2009. Paralelo à faculdade assumiu o cargo de redação publicitária na agência ArtrWork Propaganda, foi assessora do Hospital Albert Sabin e continuo com seus trabalhos no SENAR. Em julho de 2009, assumiu a revista Pleased, como jornalista responsável e chefe de redação, onde permaneceu até março de 2013. Foi ainda durante sua experiência na revista, que aprimorou seus conhecimentos de comunicação, iniciando seu mestrado em Comunicação e Identidade, pela Universidade Federal de Juiz de Fora, o que lhe abriu novas oportunidades. Em abril de 2013, abriu sua própria agência: Urbânica Comunicação Integrada. Até poucas décadas atrás, o Brasil era um país de economia agrária e população majoritariamente rural. Assim, a ideia de urbanização está associada à concentração de pessoas nos centros urbanos, trazendo uma série de implicações, sejam elas de ordem social, econômica ou ambiental. O sentido mais usual, da urbanização, é o de crescimento urbano, ou seja, refere-se à expansão física das cidades, mediante o aumento do número de ruas, praças, prédios, etc. O fato é que com o crescimento populacional e a urbanização, a natureza passou a ser também questão de suma preocupação. Com esses princípios, a Urbânica Comunicação Integrada surge para tornar sua marca/serviço visível ao mercado, sem ultrapassar a capacidade de carga da natureza ou destruir o capital natural. A sustentabilidade também é um processo criativo e de procura de equilíbrios. Somos uma agência que trabalha com a comunicação integrada, nos seus 360°, pesquisando o cliente e trazendo de fato soluções criativas para sua marca/empresa. Confiamos na comunicação como a grande força para o sucesso de qualquer empreendimento. Por isso, antes de qualquer tomada de decisão, através de pesquisas, visualizamos oportunidades e encontramos soluções criativas que gerem resultados. Sempre atentos ao perfil de cada cliente e suas necessidades. Nosso objetivo é trazer soluções criativas para sua empresa! O que é fazer jornalismo nos dias atuais? Esta é uma das perguntas que nós, comunicadores, devemos nos fazer diariamente e ainda com mais ênfase neste ano em que se debateu tanto a importância e a validade de nossos diplomas. Nossa área de atuação está em franco desenvolvimento, absorvendo novos players que se mostram tão ou mais competentes do que nós em algumas áreas, mas ainda francamente amadores em outras. E onde nós ficamos nisso tudo? Muitas das mudanças discutidas na última década como parte da futura realidade do jornalismo já ocorreram; boa parte do futuro vislumbrado para o jornalismo já se converteu em presente. É como disse o escritor William Gibson: “O futuro já chegou, só não está uniformemente distribuído”. Nossa meta, em vez de ficar tecendo conjecturas, é escrever sobre o que já ocorreu, o que está acontecendo neste instante e que lições é possível tirar disso tudo. O papel do jornalista – como porta-voz da verdade, formador de opinião e intérprete – não pode ser reduzido a uma peça substituível para outro sistema social; jornalistas não são meros narradores de fatos. Precisamos, hoje e num futuro próximo, de um exército de profissionais que se dedique em tempo integral a relatar fatos que alguém, em algum lugar, não deseja ver divulgados, e que não se limite apenas a tornar disponível a informação (mercadoria pela qual somos hoje inundados), mas que contextualize a informação de modo que chegue ao público e nele repercuta. A mídia hoje é eletrônica, antes basicamente impressa, o que não deixa de ser um paradoxo. O jornalista de hoje precisa estar afinado e atento com as novas tecnologias da informação e da comunicação (TICs), que envelhecem muito rápido. Nesse meio o processo anda em alta velocidade, torna-se imprescindível se esforçar e acompanhar. O jornalista de hoje, como o de antes, tem que ser um autodidata aberto para inovações que chegam desafiando o profissional de comunicação.