02/01/2026
Neste 02 de janeiro, dia em que eu celebraria seu aniversário, preparo um bolo de memórias. Nele, não há velas, apenas estrelas e uma receita cheia de lembranças de bons momentos.
Não há presença, apenas um barulhento silêncio.
Aprendo a passos curtos que amar é aceitar o invisível e que a ausência, quando é amor, não é um vazio, é um eco vivo. E nesse eco, encontro sua alegria, sua gentileza, sua grandeza e simplicidade.
Hoje, mais uma vez a saudade me visita.
Às vezes dói, às vezes acalma. Quando dói, eu choro; quando acalma, eu apenas agradeço a Deus por ter sido seu pai, meu querido Breno.
02 . Janeiro . 2026