15/04/2026
O que um par de furos na camiseta custa para o seu faturamento? 🤔
Semana passada uma cliente chegou até mim com uma dor que talvez você sinta hoje: “Andreza, eu sei que sou uma das melhores na minha área, tenho anos de experiência, mas sinto que preciso provar meu valor o tempo todo. Por que meus clientes questionam meus preços?”
Para mostrar a ela o que estava acontecendo, eu fiz um teste prático. Tirei essas duas fotos com um intervalo de poucos minutos entre elas. No mesmo dia, com a mesma pessoa.
❌ À esquerda: A Andreza do “conforto desleixada” Ela é competente? Absolutamente. Mas ela comunica autoridade? Não. Ela parece alguém que gerencia grandes negócios? Dificilmente.
A percepção que ela passa é de informalidade e desequilíbrio entre o ser e o parecer.
À direita: Eu não mudei meu currículo. Eu apenas apliquei estratégia, contraste e intencionalidade. O look comunica segurança, sofisticação e, acima de tudo, VALOR. É a imagem que rompe a barreira da dúvida e acelera a confiança.
O resultado do teste que fiz para a minha cliente foi claro:
Na esquerda, o cliente pede desconto.
Na direita, o cliente pede o contrato.
A dor dessa cliente era o “ruído de imagem”. Ela gritava competência com a voz, mas sussurrando desleixo com o visual.
E a verdade dói: no mundo corporativo e no digital, a sua imagem é o “primeiro aperto de mão”. As pessoas te compram pelos olhos antes de te ouvirem.
Na sua carreira ou negócio, a imagem não é sobre vaidade, é sobre posicionamento. Se a sua “embalagem” não condiz com o seu valor real, você está deixando dinheiro na mesa.
Quero saber de você aqui nos comentários:
Você acredita que a competência técnica deveria ser o único critério, ou concorda que a “embalagem” é o que abre as portas para essa competência ser ouvida?
Comenta aqui: Você já sentiu que seu visual ajudou (ou atrapalhou) na hora de fechar um negócio?