29/07/2026
Talvez você já tenha dito isso sobre você mesma:
“Eu sou assim.”
“Sou ciumenta mesmo.”
“Eu me apego demais.”
“Sou insegura.”
“Eu explodo, mas depois passa.”
“Preciso ter tudo sob controle.”
E, depois de repetir isso tantas vezes, você começou a acreditar que essas coisas simplesmente fazem parte de quem você é.
Mas eu quero que você pense comigo:
Quantas vezes você já reagiu de uma maneira que não gostaria… e depois se perguntou por que fez aquilo de novo?
Quantas vezes prometeu que, na próxima discussão, não iria agir da mesma forma… mas quando percebeu, estava repetindo exatamente o mesmo comportamento?
Quantas vezes você pensou:
“Eu sei que isso me prejudica. Então por que continuo fazendo?”
É aqui que o “eu sou assim” precisa começar a ser questionado.
Porque uma coisa é quem você é.
Outra coisa são os padrões que você aprendeu, repetiu e reforçou ao longo da sua história.
E quando você não consegue distinguir uma coisa da outra, pode acabar protegendo como identidade justamente aquilo que precisa ser amadurecido.
Então, da próxima vez que você se ouvir dizendo:
“Eu sou assim…”
não termine a frase tão rápido.
Pergunte:
“Eu realmente sou assim ou aprendi a reagir assim?”
Talvez essa pergunta revele mais sobre você do que muitas respostas que você já encontrou.
Salve este conteúdo e observe durante esta semana quantas vezes o “eu sou assim” aparece para justificar um comportamento que, no fundo, você gostaria de conseguir mudar.