28/08/2026
Você lembra qual era a primeira marca de sabão em pó que vinha à sua cabeça quando era criança?
Para muita gente que cresceu nos anos 90 e 2000, a resposta provavelmente seria OMO.
Não necessariamente porque essa pessoa comparou todas as marcas do mercado.
Mas porque ela viu aquela marca repetidamente.
Na televisão.
Nos comerciais.
No supermercado.
Nas conversas.
Ela se tornou uma referência.
Agora pense nas gerações mais novas.
Pergunte para uma adolescente qual é a sua principal referência quando o assunto é maquiagem.
É muito provável que ela cite uma influenciadora ou criadora de conteúdo que acompanha diariamente.
A referência mudou porque o lugar onde as pessoas passam o tempo também mudou.
E isso vale para a medicina.
Durante muito tempo, a escolha de um médico acontecia principalmente através da indicação:
"Conheço um médico muito bom."
Hoje, a indicação continua importante.
Mas antes de marcar uma consulta, muitas pessoas fazem outra coisa:
pesquisam.
Entram no Instagram.
Procuram seu nome.
Assistam aos seus vídeos.
Observam como você se comunica.
Buscam avaliações.
Tentam entender se você realmente é a pessoa certa para ajudá-las.
E existe uma coisa importante nisso tudo:
você não precisa virar blogueiro.
Não precisa fazer dancinha, seguir toda trend ou transformar sua vida pessoal em conteúdo.
Mas precisa entender que seu posicionamento digital também participa da construção da sua autoridade.
Porque talvez você seja um dos melhores médicos da sua cidade.
Mas se ninguém percebe isso, quem ocupa esse espaço na mente do paciente?
Ser excelente é fundamental.
Ser lembrado pelas pessoas certas também.