Débora Brandão - Marketing Digital

Débora Brandão - Marketing Digital Marketing Digital Humanizado, buscando soluções únicas e com resultados para cada cliente, de maneira

20/02/2025

Quem trabalha com SEO e não teve um mini infarto recentemente, não está analisando direito.

A recente implementação do Search Generative Experience (SGE) do Google, que utiliza inteligência artificial para fornecer respostas diretas na página de resultados, está gerando uma preocupação crescente: a canibalização do tráfego orgânico.

A promessa de respostas instantâneas, extraídas dos sites que antes disputavam arduamente as primeiras posições, ameaça esvaziar a relevância de estratégias de SEO, muitas que levaram anos para serem construídas (enxugando as lagrimas aqui).

O problema é claro: se o usuário encontra a informação que procura diretamente na página do Google, por que ele clicaria no seu site?

O SGE, ao priorizar a conveniência do usuário, pode estar, inadvertidamente (ou não), prejudicando os criadores de conteúdo que alimentam a própria IA. Aquele tráfego orgânico, conquistado com tanto esforço em SEO, corre o risco de se tornar cada vez mais escasso.

Não se trata de ser pessimista, mas realista. O cenário mudou.

Aquele modelo tradicional de SEO, focado em palavras-chave e backlinks, pode não ser mais suficiente. Estamos diante de um ponto de inflexão, em que a própria lógica da busca online está sendo redefinida.

😵‍💫 Impactos preocupantes:

- Diminuição drástica do tráfego: a principal fonte de visitas orgânicas pode secar, afetando a visibilidade, a geração de leads e, consequentemente, as vendas.
- Desvalorização do conteúdo aprofundado: se o usuário se contenta com respostas superficiais, o investimento em artigos detalhados e pesquisas originais pode perder o sentido.

Soluções? Não sei vocês, mas ainda estou buscando e estudando sobre o assunto...

As estratégias tradicionais de SEO precisam ser repensadas e adaptadas, mas ainda não está claro qual será o caminho mais eficaz.

🥲 Algumas possibilidades que estou explorando:

- Conteúdo ultra especializado: com detalhes e perguntas que a IA do Google tenha dificuldade em responder de forma completa. Isso exige uma pesquisa de palavras-chave ainda mais minuciosa e a criação de conteúdo "na unha".
- Diversificação de fontes de tráfego: reduzir a dependência do Google (o que dói meu coração, pela qualidade dos leads B2B na minha realidade), investindo em redes sociais, e-mail marketing, etc. O tráfego direto e o reconhecimento da marca se tornam ainda mais importantes.
- Conteúdo "Anti-IA": assunto pra outro post.

O Futuro do SEO é incerto?

Estamos em um período de transição. É fundamental acompanhar de perto as mudanças do Google, testar novas estratégias e, acima de tudo, questionar o modelo atual.

A colaboração entre profissionais de marketing e SEO será crucial para esse novo cenário. A discussão está aberta.

Precisamos buscar alternativas para garantir que o conteúdo de qualidade continue a ser encontrado e valorizado na era da IA.

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Como profissional de marketing há quase duas décadas, sendo os últimos 6 anos focados no marketing B2B, vejo a extinção ...
08/08/2024

Como profissional de marketing há quase duas décadas, sendo os últimos 6 anos focados no marketing B2B, vejo a extinção dos cookies de terceiros não apenas como um desafio, mas também como uma oportunidade única para nossa área.

Os cookies de terceiros sempre foram essenciais para rastrear o comportamento dos usuários e personalizar campanhas. No entanto, com o seu fim, anunciado para 2025, precisamos explorar novos métodos para obter dados e insights valiosos, algo que muitos da área já vem fazendo, de forma automática.

Essa mudança exige que estabeleçamos relações mais diretas e transparentes com nossos parceiros e clientes.

Uma das estratégias mais promissoras é a coleta de dados diretamente através de interações em nossos sites, campanhas de e-mail e outros canais.

A precisão dos dados pode ser comprometida, mas a hiper personalização pode ser alcançada com o uso de tecnologias avançadas e machine learning para identificar padrões de comportamento.

Além disso, é crucial que sejamos transparentes sobre a coleta de dados: informar quais dados serão coletados, como serão utilizados e os benefícios dessa coleta.

A adoção de técnicas de anonimização também será fundamental para proteger a identidade dos usuários e construir uma relação de confiança.

A era "pós-cookies" nos desafia a sermos mais criativos e estratégicos, focando em interações valiosas e na construção de relacionamentos sólidos com nossos parceiros. Acredito que, com essas mudanças, teremos a oportunidade de fortalecer nossas estratégias de marketing e gerar resultados ainda mais significativos.

Quero compartilhar com vocês meu novo site, que mostra mais sobre a minha experiência profissional e os serviços que ofe...
24/01/2024

Quero compartilhar com vocês meu novo site, que mostra mais sobre a minha experiência profissional e os serviços que ofereço.

O site ainda possui seções em construção, pois estamos compilando os cases e materiais para portfólio e em breve estará com um blog ativo.

Convido todos a acessarem e aproveito para divulgar o meu trabalho, oferecido no site, e o trabalho do Rodrigo Balan como desenvolvedor Web, com a construção desse site lindão.

Com 18 anos de experiência, foco em Marketing Digital e criação de estratégias eficazes para redes sociais e comunicação digital.

12/06/2023

Vivemos um enorme salto tecnológico nos últimos anos, isso é indiscutível.

Mas com aumento da democratização do acesso à informação, criando novas oportunidades, é fácil esquecer que muitos estão sendo deixados para trás. A exclusão digital - que deixa indivíduos sem acesso a serviços básicos devido à dificuldade com a tecnologia - está se tornando cada vez mais prevalente.

Por exemplo, recentemente vi a dificuldade de um conhecido em agendar um serviço médico pois a única forma era através de um aplicativo, algo que pode ser difícil se você tem mais de 60 anos. A clínica não dava a opção de agendamento por ligação telefônica.

Outra situação, que chegou a virar motivos de muitos memes pela internet, são os muitos restaurantes que só disponibilizam cardápio por QR Code, não é preciso dizer que muitas pessoas possuem aparelhos sem essa função...

Ou seja, essas "comodidades" podem, ironicamente, se tornar barreiras para aqueles menos versados em tecnologia, como idosos, pessoas com deficiência ou aqueles sem smartphones avançados.

É aqui que o Marketing tem um papel crucial.

As empresas devem reconhecer que seus consumidores são diversos, com diferentes habilidades e necessidades. Uma abordagem única não é mais suficiente. Cabe ao Marketing garantir que todos possam acessar e usar seus serviços.

Isso pode ser alcançado simplificando a interação do usuário, mantendo alternativas não digitais disponíveis, oferecendo treinamento em tecnologia para clientes necessitados, e garantindo a acessibilidade em todos os canais de comunicação.

As empresas que adotam uma abordagem inclusiva e acessível à experiência do usuário não apenas ganham a lealdade de um público muitas vezes esquecido, mas também fortalecem sua reputação como uma marca ética e responsável.

O marketing ético se tornou um imperativo em uma era onde a confiança do consumidor é um ativo cada vez mais precioso e ...
05/06/2023

O marketing ético se tornou um imperativo em uma era onde a confiança do consumidor é um ativo cada vez mais precioso e a responsabilidade social corporativa é mais do que um slogan. No cerne do marketing ético está a ideia de que as empresas devem operar de uma forma que seja justa, honesta e socialmente responsável. Contudo, chega-se a um ponto crucial: O que é realmente ético em um mundo de negócios complexo e interligado?

A prática de marketing ético transcende a mera conformidade com as leis e regulamentos. Enquanto o marketing tradicional se concentra na maximização dos lucros, o marketing ético leva em conta o bem-estar de todas as partes interessadas - incluindo clientes, funcionários, comunidade e meio ambiente. No entanto, operar de forma ética em um mercado globalizado apresenta desafios significativos.

Por exemplo, como garantir que todos os participantes na cadeia de fornecimento de uma empresa estejam operando de acordo com os mesmos padrões éticos? Como uma empresa pode equilibrar a necessidade de lucro com o respeito aos direitos humanos e ao meio ambiente? Estas são perguntas complexas que requerem uma reflexão cuidadosa.

Contudo, a transparência é um elemento crucial para o marketing ético. De acordo com o estudo da Label Insight (2020), 94% dos consumidores têm mais probabilidade de serem leais a uma marca que oferece total transparência. Isso implica em honestidade nas práticas de negócios, clareza nas mensagens de marketing e abertura sobre as consequências ambientais e sociais das operações de uma empresa.

Outro aspecto importante do marketing ético é o respeito à privacidade do consumidor. Na era digital, as empresas têm acesso a uma quantidade sem precedentes de dados pessoais. No entanto, a exploração desses dados para fins de marketing deve ser feita de maneira ética e respeitando as leis de proteção de dados.

O marketing ético é um campo em rápido desenvolvimento que promete redefinir a forma como as empresas interagem com os consumidores. Enquanto o caminho para a ética no marketing pode ser complexo e cheio de desafios, as empresas que estão dispostas a se comprometer com a prática serão recompensadas com a lealdade do cliente, reputação positiva e, no final das contas, resultados comerciais sustentáveis.

Em um mundo hiperconectado e repleto de informações, somos constantemente bombardeados por uma variedade de opções sem p...
01/06/2023

Em um mundo hiperconectado e repleto de informações, somos constantemente bombardeados por uma variedade de opções sem precedentes.

O jantar pode ser escolhido entre centenas de restaurantes listados em um aplicativo. Nos sites de streaming, milhares de filmes e séries competem por nossa atenção. E quando se trata de fazer compras, somos apresentados a uma miríade de produtos e serviços, cada um prometendo ser melhor do que o último. Mas é realmente benéfico ter tantas escolhas? Essa pergunta traz à tona o conceito intrigante de "Paradoxo da Escolha".

O "Paradoxo da Escolha" é um conceito proposto pelo psicólogo americano Barry Schwartz em seu livro de 2004 com o mesmo nome [1]. Schwartz argumenta que, embora a escolha seja, em princípio, uma coisa boa, ter muitas opções pode levar a um aumento da ansiedade, da paralisia da decisão e, finalmente, à insatisfação.

Colocando isso no contexto do marketing, nos deparamos com um desafio. Como profissionais de marketing, queremos dar aos nossos clientes uma ampla gama de opções e personalizar a experiência deles ao máximo. No entanto, Schwartz sugere que, ao fazer isso, podemos inadvertidamente estar tornando a experiência do cliente mais estressante.

Estudos subsequentes reforçaram os pontos levantados por Schwartz. Uma pesquisa publicada na "Journal of Personality and Social Psychology" em 2000, por exemplo, descobriu que as pessoas eram menos propensas a fazer uma escolha quando apresentadas a uma gama mais ampla de opções [2]. Outro estudo, publicado no "Journal of Consumer Research" em 2010, descobriu que ter muitas opções pode levar a escolhas piores e a uma maior insatisfação [3].

Portanto, o desafio para os profissionais de marketing é encontrar o equilíbrio certo. Em vez de oferecer uma gama de opções, talvez devêssemos focar em oferecer as escolhas mais relevantes e significativas para cada cliente individualmente. Afinal, a personalização não é apenas sobre quantidade, mas sobre relevância. E, com a minha experiência diária de planejamentos de marketing e execuções, percebo a dificuldade entre equilibrar o que o cliente quer e o que ele precisa e dar o direcionamento mais adequado para que venham os resultados.

Então, no final das contas, o que parece um paradoxo pode ser, na verdade, uma oportunidade: a chance de aprofundar nosso entendimento de nossos clientes, de nos concentrar na qualidade em vez da quantidade e de tornar a experiência do cliente mais satisfatória.

Ao refletir sobre a sua estratégia de marketing, pergunte-se: você está oferecendo um mar de opções ou uma seleção cuidadosamente curada que atende verdadeiramente às necessidades e desejos de seus clientes, levando-os aos resultados que esperam?



Fontes:
Schwartz, B. (2004). The Paradox of Choice: Why More Is Less. Harper Perennial.

Iyengar, S. S., & Lepper, M. R. (2000). When choice is demotivating: Can one desire too much of a good thing? Journal of Personality and Social Psychology, 79(6), 995–1006.

Scheibehenne, B., Greifeneder, R., & Todd, P. M. (2010). Can There Ever Be Too Many Options? A Meta-Analytic Review of Choice Overload. Journal of Consumer Research, 37(3), 409–425.

Feliz com os resultados desse cliente da Comuni-k, que assumi todo o planejamento de marketing e direcionamento da execu...
03/05/2023

Feliz com os resultados desse cliente da Comuni-k, que assumi todo o planejamento de marketing e direcionamento da execução, com a estratégia B2R que desenvolvemos na agência.

O resumo do case está no site: www.comunikagencia.com.br

E se quiser saber mais sobre como entregamos RESULTADOS para empresas B2B, entre em contato!

A criação e o estudo de "Personas" é essencial no trabalho com marketing e daquelas matérias que tem em todos os cursos....
02/12/2021

A criação e o estudo de "Personas" é essencial no trabalho com marketing e daquelas matérias que tem em todos os cursos.

F**a aí um exemplo de como a criação e manutenção de "personas" é somente uma parte dentro de todas as estratégias de marketing (e é diferente de segmentação).

Essa imagem veio do Linkedin.
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"Personas não deveria ser sobre demografia. Deveriam ser sobre os problemas e desafios que as pessoas enfrentam." - David Pasztor

Meu novo precioso chegou 😍 Se tem Kotler, tem que absorver esse conteúdo todo hein.
29/11/2021

Meu novo precioso chegou 😍
Se tem Kotler, tem que absorver esse conteúdo todo hein.

"Quando se rejeita as premissas fundamentais do paradigma da patologia e aceita-se as premissas fundamentais do paradigm...
16/09/2021

"Quando se rejeita as premissas fundamentais do paradigma da patologia e aceita-se as premissas fundamentais do paradigma da neurodiversidade, o que acontece é que, no fim das contas, você não tem um transtorno. E talvez você funcione exatamente como você deve funcionar; você apenas vive em uma sociedade que ainda não é suficientemente esclarecida para acomodar e integrar, de forma eficaz, pessoas que funcionam como você." Nick Walker.

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