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29/07/2012

RAPOSA TENTA FICAR MAIS PERTO DO G4

29/07/2012

fonte:SUPER ESPORTES

Celso Roth cobra reação para que Cruzeiro siga próximo do topo da tabela do Brasileirão

A derrota para o Corinthians, por 2 a 0, na última rodada, interrompeu uma série de duas vitórias e ainda deixou o Cruzeiro a quatro pontos da zona de classif**ação para a Copa Libertadores. Neste domingo, a equipe comandada por Celso Roth tenta aproveitar o apoio de sua torcida no Independência para encurtar a distância do G-4. O time celeste enfrenta o Palmeiras a partir de 18h30.

Para vencer o campeão da Copa do Brasil, o Cruzeiro terá de superar problemas no sistema defensivo. São três as dúvidas de Celso Roth no setor: o lateral-direito Ceará, que sente dores na coxa direita; o zagueiro Rafael Donato, com uma fratura no nariz, e o zagueiro Mateus, ainda gripado.

Caso Mateus e Rafael Donato fiquem fora da partida, Celso Roth terá como opções para a zaga Victorino e Thiago Carvalho. O defensor Leo, titular do setor, cumprirá suspensão, assim como o volante Sandro Silva. Em contrapartida, Charles retorna ao time.

Roth pode alterar ainda o ataque. Na preparação para enfrentar o Palmeiras, o treinador testou nova dupla de ataque em uma atividade tática. Ao lado de Borges atuou Wallyson, que voltou a ser relacionado depois de quatro jogos. O treinador admitiu, inclusive, que poderá aproveitá-lo neste domingo.

A preocupação de Celso Roth está centrada na vontade demonstrada pelo time adversário. “O Palmeiras defende muito, tem muita entrega. Já deu sinais que o resultado negativo (derrota para o Bahia, por 2 a 0) fez a luz de alerta acender, e vem forte para fazer jogo com Cruzeiro. Sabemos da qualidade do Palmeiras, campeão da Copa do Brasil, mas temos nossos objetivos e vamos tentar fazer o melhor”, observou.

Porém, o Cruzeiro encontrará um Palmeiras repleto de desfalques. Valdívia, Marcos Assunção e Wesley estão contundidos, enquanto Juninho cumprirá suspensão. Com dez pontos somados, a equipe comandada por Felipão tenta se distanciar da zona de rebaixamento.

Cruzeiro x Palmeiras

Cruzeiro
Fábio; Ceará (Diego Renan), Mateus (Thiago Carvalho), Rafael Donato (Victorino) e Diego Renan (Marcelo Oliveira); Leandro Guerreiro, Charles, Willian Magrão (Tinga) e Montillo; Wellington Paulista (Wallyson) e Borges
Técnico: Celso Roth

Palmeiras
Bruno; Artur (Cicinho), Wellington, Leandro Amaro e Fernandinho; Henrique, Márcio Araújo, João Vítor e Daniel Carvalho; Mazinho e Obina
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Motivo: 13ª rodada do Campeonato Brasileiro
Estádio: Independência, em Belo Horizonte
Data: 29 de julho (domingo), às 18h30
Árbitro: Fabrício Neves Correa
Assistentes: Roberto Braatz e José Eduardo Calza

29/07/2012

GALO EM BUSCA DE MAIS UMA VITÓRIA

29/07/2012

GALO PARTI PARA MAIS UMA VITÓRIA

29/07/2012

fonte:SUPER ESPORTES

Dono do melhor ataque do Campeonato Brasileiro, Atlético tenta sexta vitória fora de casa

Líder do Campeonato Brasileiro há seis rodadas consecutivas, o Atlético tem difícil missão para manter sua série invicta na competição. Neste domingo, o Galo encara o Fluminense, às 16h, no Engenhão, em busca da oitava vitória seguida. Embalados, os comandados de Cuca tentam o resultado positivo para se isolarem na ponta da tabela, mas terão que superar a forte equipe de Abel Braga, quarta colocada do Brasileirão.

Em 12 rodadas, o Atlético conquistou 31 pontos e chegou à liderança do Brasileiro com melhor início de uma equipe na era dos pontos corridos. Ao todo, foram dez vitórias, um empate e apenas uma derrota. A equipe mineira tem impressionante série de sete vitórias consecutivas: Náutico, Grêmio, Portuguesa, Figueirense, Inter, Sport e Santos. Mesmo em caso de derrota, o Galo não perde a liderança, já que o Vasco, vice-líder com 30 pontos, empatou com Internacional na rodada.

Com 84% de aproveitamento, o Galo é dono do melhor ataque (25 gols marcados) e da melhor defesa (oito gols sofridos, ao lado do Fluminense). Outro aspecto positivo ao Atlético é a melhor campanha como visitante. Nenhum dos 20 clubes da Série supera os 83% de rendimento do Atlético fora de casa, com cinco vitórias e uma derrota.

O Fluminense, por sua vez, busca a reabilitação após conhecer o primeiro revés no Nacional, diante do Grêmio, no Olímpico, por 1 a 0. Com o resultado negativo, a equipe das estrelas Deco, Fred e Thiago Neves caiu para o quarto lugar, com 25 pontos, sendo sete vitórias e quatro empates.

Com o retorno do volante Leandro Donizete, que cumpriu suspensão automática na rodada passada, Cuca terá à disposição todo o elenco para a partida no Rio de Janeiro. O treinador deverá manter a equipe da vitória sobre o Santos, na última quinta-feira, no Independência, por 2 a 0, com exceção de Serginho, que volta ao banco para entrada de Donizete. Em grande fase, o quarteto ofensivo formado por Bernard, Danilinho, Ronaldinho e Jô também está confirmado para o duelo.

O capitão Rever acredita que o Atlético terá muita dificuldade para conquistar mais três pontos. “Temos uma guerra pela frente, tomara que voltemos do Rio de Janeiro com um bom resultado. Temos uma decisão, e o Fluminense vai tentar tirar pontos do nosso time jogando em casa. Mas vamos buscar a vitória”, comentou.

Poupado na derrota para o Grêmio, o meia Deco tem retorno garantido contra o Atlético. O luso-brasileiro é umas das principais armas do técnico Abel Braga para derrubar o Galo. Além do camisa 20, Fred, Thiago Neves e Wellington Nem, outros destaque do time, estão confirmados para o jogo deste domingo. Único desfalque será o volante Edinho, suspenso.

FLUMINENSE X ATLÉTICO

Fluminense: Diego Cavalieri; Wallace, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Digão, Jean, Deco e Thiago Neves; Wellington Nem e Fred
Técnico: Abel Braga
Atlético: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Rever e Junior César; Pierre, Leandro Donizete, Danilinho, Ronaldinho e Bernard; Jô
Técnico: Cuca
Motivo: 13ª rodada do Campeonato Brasileiro
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro
Data: 29 de julho, domingo, às 16h
Árbitro: Rodrigo Braghetto (SP)
Assistentes: Carlos Berkenbrock e Vicente Romano Neto (SP)

29/07/2012

MINAS EM CRESCIMENTO

29/07/2012

MINAS EM CRESCIMENTO

29/07/2012

Minas dá a receita do crescimento
Contrariando indicadores negativos, que surgem a todo momento dentro e fora do país, alguns setores e cidades de Minas Gerais resistem e mantêm sua expansão com trabalho e criatividade

Marta Vieira
Paulo Henrique Lobato -
Pedro Rocha Franco -
Publicação: 29/07/2012 07:04 Atualização:
Longe do radar dominado pelas projeções sombrias dos analistas de bancos e corretoras indicando baixas taxas de crescimento do país neste ano, empresas e investidores de segmentos importantes da economia mantêm planos de crescer e se aproveitar do ambiente de indicadores ainda positivos de emprego e renda em Minas Gerais. Nessa porção do estado que dribla os efeitos da crise externa principalmente sobre a produção da indústria, há casos de prosperidade nos ramos de alimentos e bebidas, construção civil, fabricação de calçados e acessórios, nos serviços de telecomunicações e na extração de minerais. São investimentos que abrem novas oportunidades em boa parte dos polos mais desenvolvidos de Minas, do Noroeste ao Triângulo, passando pelo Centro-Oeste e a Região Central.
Patrocínio, no Noroeste de Minas, poderia ser classif**ada como uma dessas ilhas de expansão. Campeã na geração de empregos em junho, a cidade parece desconhecer os índices que vêm mostrando o desaquecimento da economia brasileira, com base na queda da produção industrial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do nível de confiança dos empresários, conforme pesquisas recentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Sócio de uma construtora e de um posto de combustíveis no município, João Batista da Silva não vê motivos para deixar de ampliar os negócios. “Nos últimos dois anos, construímos mais de 2 mil moradias”, conta o empresário, que inaugurou em janeiro uma loja de material de construção. Agora, decidiu aplicar R$ 8,5 milhões para erguer na cidade um hotel com 84 apartamentos e 12 suítes, que será inaugurado no ano que vem.

Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, os serviços de telecomunicações são exemplo de um setor que não pode parar os projetos de expansão, respondendo por quase 5% da população empregada da cidade. Há 11 anos, André Luiz Abadio era fatiador de frios em um supermercado local, mas sonhava com dias melhores fora das câmaras frigoríf**as. Por isso, aceitou o salário inicialmente menor e ingressou num call center. De lá para cá, foi promovido três vezes e, atualmente, gerencia uma equipe com quase 650 funcionários. Aos 31 anos, para os padrões brasileiros de profissionais com ensino médio completo, ele se considera uma espécie de milionário, com o salário mensal de R$ 7 mil. "Sou apaixonado pelo trabalho com gente. Todos os dias sou o primeiro a chegar e o último a sair da empresa", afirma.

Belo Horizonte não f**a atrás em matéria de oportunidades de trabalho. A capital mostrou em junho um saldo de 1.250 empregos formais, um acréscimo de 0,12% frente ao estoque de empregados de dezembro do ano passado, ocupando a segunda posição do ranking de municípios com mais de 30 mil habitantes que mais criaram vagas no estado. O setor de serviços e a construção civil foram os que mais contribuíram para o resultado também positivo no ano e nos últimos 12 meses. Embora algumas construtoras estejam revendo os lançamentos, a atividade deverá repetir o crescimento de 5% verif**ado em 2011, segundo Luiz Fernando Pires, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG).

“A redução dos lançamentos está dentro do esperado. Independentemente do desaquecimento da economia, teremos um desempenho melhor que a média da economia”, afirma. A atividade já vinha apresentando um ritmo forte de crescimento, favorecido pela oferta de crédito e o programa federal Minha casa, minha vida, de incentivo às moradias populares.

Fernando Pires lembra que em Belo Horizonte, até 2004, as empresas conseguiram aprovar 800 mil metros quadrados de metragem para construção. Nos últimos sete anos, foram aprovados 5 milhões de metros quadrados por ano. Na esteira do setor, a indústria de material de construção também mostra índices positivos de faturamento, com base nos indicadores da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). De janeiro a maio, a receita do segmento teve ligeiro aumento de 0,30%, apresentando acréscimos em todas as bases de comparação neste ano, com destaque para 8,59% sobre maio de 2011.

MAIS GÁS O tradicional aquecimento da economia no segundo semestre, com a maior circulação de dinheiro estimulada pelo décimo terceiro salário, se junta à expectativa de que as medidas adotadas pelo governo federal para reanimar a indústria surtam efeito. Esse é o cenário que pode levar a resultados melhores para o conjunto da indústria mineira, observa Lincoln Gonçalves Fernandes, presidente do Conselho de Política Econômica e Industrial da Fiemg. “O segundo semestre tende a ser melhor, sem dúvida, mas por melhor que seja f**a a pergunta se vamos conseguir salvar o ano”, diz.

A Fiemg acompanha as projeções de crescimento de 1,5% da economia brasileira neste ano, mas já considera uma retração no faturamento global do setor. Lincoln Fernandes destaca entre os ramos menos afetados pela crise as indústrias do cimento, de material de construção e de alimentos, além de parte dos fabricantes de calçados e couro, que têm conseguido contornar a pressão dos concorrentes estrangeiros no mercado nacional.

Palavra de especialista
Plínio de Campos Souza, coordenador técnico da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) pela Fundação João Pinheiro

Segundo semestre será decisivo
“Ainda é cedo para imaginarmos como será o comportamento do mercado de trabalho até o fim do ano. Entre as regiões metropolitanas que a PED abrange, só as de São Paulo e Salvador tiveram uma pequena elevação do desemprego em junho (a pesquisa feita junto ao Dieese inclui, além da Grande BH, Porto Alegre, Fortaleza, Recife e o Distrito Federal). A nossa expectativa é de que os próximos meses tragam um período mais favorável conforme surtirem efeito as medidas adotadas pelo governo federal para reanimar a economia. E não podemos nos esquecer de que em alguns segmentos da atividade econômica existe escassez de mão de obra. Como o segundo semestre é mais aquecido, deverá também contribuir positivamente. Quanto aos rendimentos (os vencimentos relativos a maio sofreram queda de 2,1% na Grande BH frente a abril), esperamos que o mercado que alçou as classes de menor renda à condição de consumidoras permita que elas tenham longevidade nessa condição. Na Grande BH, o salário médio dos 25% de trabalhadores mais ricos tem caído, mas ainda há aumento de 0,5% nos rendimentos dos 25% a 50% mais pobres.”
fonte:UAI

28/07/2012

Prefeito cassado de Guaraciama não pode mais recorrer

Do Portal HD





O prefeito de Guaraciama, Francisco Adevaldo Soares Praes, não pode mais recorrer da decisão que cassou seu mandato em abril deste ano e f**ará inelegível por até oito anos.

Condenado pela contratação ilegal de servidores públicos durante seu primeiro mandato como prefeito, entre 2001 e 2004, Francisco Adevaldo (DEM) era candidato à reeleição no município. Agora, Guaraciama, localizada no Norte de Minas, passa a fazer parte da lista de mais de cem municípios mineiros com apenas um candidato concorrendo à prefeitura.

Filomeno Afonso de Figueiredo (PSDB), conhecido como Filó, será o único na disputa e precisa de apenas um voto válido para sair vitorioso das eleições.

Condenação

Francisco Adevaldo Soares Praes foi condenado pela contratação ilegal de servidores durante o primeiro mandato do agente político como prefeito da cidade do Norte do Estado, entre 2001 e 2004. Quatro anos depois, ele foi eleito novamente para cumprir o atual mandato.

A denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) constatou que houve a contratação temporária de 15 pessoas, sem a realização de concurso público, no período compreendido entre os três meses anteriores e três meses posteriores à realização das eleições de outubro de 2004.

Segundo o promotor de Justiça e autor da ação, Danniel Librelon Pimenta, várias irregularidades foram constatadas no processo. Primeiro a renovação constante dos contratos de trabalho, que foram celebrados como temporários, e a não realização do concurso público. Além disso, as contratações aconteceram em período eleitoral, o que também é proibido pela lei.

Além da perda do mandato, Francisco Adevaldo perdeu seus direitos políticos por cinco anos e foi condenado ao pagamento de uma multa que corresponde a 50 vezes o valor que ele recebia como remuneração à época de seu primeiro mandato.

Ainda de acordo com o promotor, o prefeito agiu "sem observar os preceitos legais, em clara violação aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência, postulados indissociáveis da Administração Pública".

Endereço

Montes Claros, MG
39400074

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