Agência Mi

Agência Mi A agência Mi tem como objetivo desenvolver projetos implementando ou aperfeiçoando o ambiente digital como principal forma para gerar novos negócios.

25/08/2026

O que o cliente aprova é o card. O que faz o card existir é uma fila de coisas que ninguém mostra.

Antes de qualquer peça existe um briefing escrito, com objetivo, público, formato e o que f**a de fora. Peça que nasce de conversa de corredor volta pra ajuste três vezes.

Depois vem o caminho de aprovação, com revisão interna antes de chegar no cliente. E depois de publicado, cada peça tem número: alcance, salvamento, o que puxou contato.

Nada disso aparece no feed. Tudo isso decide se o que aparece funciona.

19/08/2026

Virou moda dizer que prompt é a habilidade do momento. Saber pedir é o começo do trabalho.

Fluência começa em contexto, porque pergunta genérica devolve resposta genérica todas as vezes. Passa por validação, que exige saber o suficiente do assunto pra reconhecer o que está raso ou inventado. E termina em responsabilidade, porque quando a peça vai pro ar ninguém aceita que a ferramenta errou.

Curso de prompt ensina a pedir. O resto continua sendo trabalho de quem entende do assunto.

Base: Relatório de Tendências de Habilidades e Aprendizado Global 2026, Udemy Business.

13/08/2026

Existe uma regra em experiência digital que virou dogma: tirar todo o atrito do caminho do usuário. Ela funciona até certo ponto e depois começa a atrapalhar.

Cortar passo desnecessário é sempre bom. Formulário de doze campos, cadastro que pede o que ninguém vai usar, confirmação que ninguém lê. Isso sai fora e o resultado sobe.

O problema é quando a régua vira cortar tudo. Compra cara sem página de comparação. Serviço complexo explicado em uma frase. Decisão importante a um clique de distância, sem nada que ajude a pessoa a entender no que ela está entrando.

Alguns passos existem pra construir confiança, e é esse tempo que separa uma conversão que f**a de uma que cancela na semana seguinte.

Base: iF Design Trend Report 2026.

10/08/2026
06/08/2026

Usando IA da forma correta no trabalho 😂🫣

03/08/2026

Produzir ficou barato e ficou instantâneo. Foi a melhor notícia da década pra operação e a pior pra diferenciação.

Enquanto fazer era caro, a execução separava as empresas. Agora qualquer um gera vinte alternativas em dez segundos, e as vinte são medianas. Quem pega a primeira que parece boa entrega o mesmo que outras cem já entregaram.

O que voltou a valer é julgamento. Saber o que descartar, o que ajustar e o que não faz sentido pra aquela marca em específico.

A Mi usa as mesmas ferramentas que todo mundo. A diferença está em quem decide o que f**a de fora.

Base: iF Design Trend Report 2026.

30/07/2026

Tem três níveis de usar inteligência artificial dentro de uma empresa, e a diferença entre eles decide se o investimento vira resultado ou vira hábito individual.

Nível um é ferramenta na mão de uma pessoa. Nível dois é IA dentro do processo, com quem revisa e critério de qualidade definido. Nível três é a operação redesenhada, quando tarefa que existia só porque alguém precisava fazer na mão simplesmente deixa de existir.

A Mi chegou no três em planejamento de conteúdo, abertura de projeto e controle de prazo. Levou tempo e deu trabalho.

Comenta aqui: em qual nível a tua empresa está hoje?

Base: Relatório de Tendências de Habilidades e Aprendizado Global 2026, Udemy Business.

10/07/2026

Toda vez que a gente fala que usou IA num projeto, vem o mesmo olhar: ah, então foi fácil.

Só que aqui a IA entrou pra desenvolver um sistema inteiro, com estrutura e lógica, pra reunir num lugar só tudo o que a Mi entrega pro cliente. Muito além de um textinho de post.

Usada com bagagem, análise e planejamento, ela dá conta de coisa complexa e ainda otimiza tempo. O trabalho de verdade tá em saber usar. E pra isso é preciso saber pensar.

E aí, já te olharam torto por dizer que usou IA?

01/07/2026

Teve um tempo em que começar um site a partir de um tema pronto era a decisão mais sensata do mundo. Colocava a marca no ar rápido, sem pesar no bolso do cliente. E mesmo ali o trabalho ia além do tema: pegávamos aquele começo e personalizávamos até o site ganhar o DNA do cliente e a cara de mais ninguém.

Aí a IA barateou o genérico até virar quase de graça. Hoje qualquer um gera um site parecido em segundos, e parecer com todo mundo virou o ponto de partida de qualquer projeto.

O que segura um site de pé é o que vem antes da primeira tela. Isso tem nome: design system. Cores, tipografia, animações, espaçamentos, tudo decidido e organizado como um DNA que é exclusivo daquela marca. Sem ele, o prompt mais caprichado ainda entrega um site genérico.

Desenhar um site sempre foi decidir como o cliente vai aparecer na internet. Enquanto o genérico durava, dava pra empurrar essa decisão com a barriga. Agora, decidir cada detalhe de propósito é o que separa uma marca de uma cópia.

A Mi pensa antes de fazer.

Endereço

Rua Pereira Franco, 65/Sala 201
Porto Alegre, RS
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Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:30 - 12:00
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Terça-feira 08:30 - 12:00
13:30 - 20:00
Quarta-feira 08:30 - 12:00
13:00 - 18:00
Quinta-feira 08:30 - 12:00
13:30 - 18:00
Sexta-feira 08:30 - 12:00
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Telefone

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