15/09/2020
QUANTO mais EU SEI, mas EU SOU....
Existe algo mais LIBERTADOR que o conhecimento?
O conhecimento e o estudo profundo das ciências do saber, tanto no aspecto histórico, filosófico, comportamental, contribuem para a verdadeira capacidade do desenvolvimento pessoal pleno, unindo o desenvolvimento mental e espiritual, igualmente.
A nenhuma pessoa pode-se proporcionar o ápice do seu florescer, e ser o máximo que nasceu para ser, e não apenas aquilo que deu para ser, sem a abundancia de conhecimento para destes usufruir e aplicar as mais variadas áreas de sua vida.
Mais que isso a qualidade crítica de poder legitimar seu conhecimento e suas escolhas, em fontes cuja vontade de desfrutar a leitura supera a preguiça e a comodidade do supérfluo.
Negar e omitir-se na tarefa edificante. cuja compreensão do proposito aí se atinge, dos estudos, do conhecimento, da experiencia de aplicar tais conhecimento é fugir e negar a própria ideia evolutiva do homem, restando-lhe senão as prisões da ignorância, as limitações do pensar, ser, agir e integrar.
E o mais deletério ainda, a altivez de homens e mulheres ignorantes cuja capacidade crítica e pensante sequer lhes foi desenvolvida, e as atrofias emocionais, intelectuais e espirituais são consequências previsíveis, e se um dia os tiveram agora estão atrofiados, substituída facilmente por qualquer discurso inflamado, de aparente profundidade, e que no seu real intento tem a desinformação com a indução ao mesmo pecado, a ausência de conhecimento em prol da mentira persuasiva.
Ser aprisionado a sua ignorância ou propagar a própria ignorância, revestida de alguma verdade, o que será hoje mais condenável ou deplorável?
Se você quer sentir-se livre, não poderá hoje fazer com o conhecimento que tem ou ainda preserva, a cada desafio mental cuja cognição que o problema poderá lhe exigir, lhe imporá uma nova condição mental em nível de solução, e a expansão de consciência para isso, já bem proclamado por Einstein que a equação de um problema e resolvida no próximo nível mental, o da solução.
As ideologias fervorosas, separatistas, sexistas, racistas, românticas, políticas, extremistas, religiosas, geram a sua catarse e impactos emocionais em mentes cansadas e aprisionadas por seus comportamentos condicionantes, cuja motivação basilar está na própria ausência de motivos para agir, pois a liberdade traz com ela a constante insatisfação positiva, é o alimento do indivíduo, o querer a busca por mais e melhorias.
A ignorância, que de um certo modo tem a soberba como co-irma, condena os mais variados indivíduos a valência da satisfação, totalmente diverso da emoções elevadas como a gratidão, e nesse estado o hospedeiro sem motivações, sem buscas, e gerador de estados psicológicos de desânimos e em níveis mentais próximos a depressão, a estes qualquer coisa os mesmos aceitam sem contestar, e promovem e vivem paixões ideológicos que sequer foram capazes de sentir, pois lhes foi negado o estado essencial e primordial de qualquer mudança, seja de qual ordem, a insatisfação, sendo o comportamento condicionado a única oferta, a aquele que aprisiona-se na falta de conhecimento, ou na estagnação do saber.
A sua própria necessidade de pertencimento, cuja caraterística é ainda enraizado em nosso comportamento ancestral e que as pesquisa da era do cérebro, nos proporcionarão artigos dos mais variados ramos do saber, onde áreas como o neuromarketing e especialistas comportamentais, poderão desfrutar, induzir, colaborar ou ate mesmo deturpar, qualquer individuo quando se fere, apela ou recorre a seu sentimento de pertencimento, irão concordar – mude o nível de conhecimento de alguém e seus grupos e necessidade de pertencimento se alterarão –
Bordões clássicos na era do empreendedorismo de palco, e especialistas em comportamentos e gurus de gestão mental, propagam a frase "você é a media das 5 pessoas que convive", o que jaz em precária compreensão, poise se trocarmos a expressão no sentido que você é a media das pessoas que lhe influenciam, teremos ai sim um espectro correto dos seus limites e a qualidade dos seus grupos e referenciais intelectuais ou mentores.
Seja livre em conhecimento para escolher a vida que quiser ser, e andar com as pessoas que fecham com a sua integralidade, mas não deixe de ser o máximo que pode ser, ou acreditar que é um condenado a viver de determinada maneira ou apenas em determinado grupo, que você encontrará sua acolhida, isso e tao estupido quanto a ideia que sozinho você tem plenitude igualmente.
A natureza do homem está na expansão de suas potencialidades, e com conhecimento é que se tem a liberdade para cumprir-se o seu principal proposito, ser o máximo que nasceu para ser.
Luiz Fernando Gama de Medeiros