Kamila Cunha

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demorei pra postar sobre o rd summit → e isso diz muito sobre onde eu estava.✨no mês passado, estive lá. mas não postei ...
18/12/2025

demorei pra postar sobre o rd summit → e isso diz muito sobre onde eu estava.✨

no mês passado, estive lá. mas não postei nada.

tinha acabado de trocar de empresa, estava vivendo um recomeço bonito, intenso e feliz demais. às vezes a vida pede presença antes de postagem.

mas eu fui. e saí diferente.

entre palestras de nomes gigantes, uma coisa ficou clara: tudo está voltando para o humano.

→ ia como catalisadora de mudança, não como ameaça (pedro bial)
→ creator economy e comunidade gerando conexão real (flow)
→ a urgência de voltar a prestar atenção nas pessoas (fábio porchat)
→ saturação da publicidade e a necessidade de reinventar através de emoção e micro-alegrias (priscila serpieri | wgsn)
→ marcas como experiências vivas, criando senso de comunidade (beatriz guarese)

mas o momento mais marcante? conhecer o joão branco. 🤍

ouvir que marketing é ativar o coração. que seu negócio não é pra todo mundo. que cada cliente é uma bênção, porque do outro lado sempre tem alguém que ama o que você faz.

colocar coração não é romantizar → é estratégia.

no fim, tudo se conecta. as palestras, as tendências, as conversas e o que eu tô vivendo agora.

as pessoas querem sentir. querem pertencer. querem marcas que criem pequenas alegrias e experiências que façam a vida parecer mais viva.

talvez o futuro do marketing não seja sobre falar mais, mas sobre fazer sentir melhor.

e eu sigo animada → pelo que vivi no rd, pela nova fase e por tudo que ainda dá pra construir quando marcas e pessoas se encontram pelo mesmo motivo. 💛

rganizei meu primeiro evento sozinha do zero → e ainda tô processando. ☝🏼o agents day foi mais do que um evento corporat...
11/10/2025

rganizei meu primeiro evento sozinha do zero → e ainda tô processando. ☝🏼

o agents day foi mais do que um evento corporativo com ceos, diretores e tomadores de decisão. foi a prova de que eu conseguia segurar uma produção inteira nas minhas mãos.

em parceria com a Fundação Dom Cabral (sim, conseguimos essa parceria!), assumi literalmente tudo: organização, logística, jornadas de comunicação, lista de presença, contratações, intermediação com palestrantes, conversa com parceiros, compra de brindes, alimentação, até as gravações.

do primeiro email ao último ajuste de som, era eu.
não vou mentir: teve momentos de pânico. aquele tipo de “será que esqueci algo?” que te acorda às 3h da manhã.

mas sabe o que foi mais gratificante? ver tudo funcionando. ouvir os elogios dos clientes e parceiros. sentir o próprio time da smart consulting reconhecendo o resultado. e principalmente: a pesquisa de satisfação com todo mundo pedindo o próximo evento.

essa foi a diferença entre “ajudar a organizar” e “ser responsável por”.
você aprende mais em um evento que você comanda sozinha do que em dez onde você só auxilia.

cada detalhe importa. cada conversa conta. cada decisão tem peso.
e quando dá certo? você percebe que é capaz de muito mais do que imaginava.

já tô pensando no próximo. 🥹

quando a teoria encontra a prática: gravação do The Noite no  existe algo sobre ver os bastidores que muda completamente...
09/05/2025

quando a teoria encontra a prática: gravação do The Noite no

existe algo sobre ver os bastidores que muda completamente nossa percepção.

semana passada, junto com o Grupo Anchieta, fui conhecer o universo televisivo durante a gravação do .

como estudante de publicidade, observar a dinâmica com a plateia, a montagem do estúdio e toda a organização por trás das câmeras foi uma verdadeira aula prática.

↳ cada função tinha seu momento exato
↳ cada movimento era estrategicamente planejado
↳ cada entrevista revelava algo sobre nosso mercado

duas entrevistas em particular abriram minha mente para o comportamento do consumidor de televisão e o poder das grandes franquias.

a teoria é importante, mas testemunhar o processo na prática é totalmente transformador.

como celebrar o dia do rei no brasil? a  mostrou o caminhovivi uma experiência laranja no villa-lobos ontem.o king’s day...
05/05/2025

como celebrar o dia do rei no brasil? a mostrou o caminho

vivi uma experiência laranja no villa-lobos ontem.

o king’s day (dia do rei na holanda - 26 de abril) ganhou sotaque brasileiro nas mãos da amstel.

↳ cenário que te transporta direto pra amsterdã
↳ sons de bicicletas e tulipas por todo lado
↳ comidas típicas holandesas que valem cada mordida
↳ um passeio de balsa no pinheiros com trilha sonora ao vivo
↳ e fechando tudo com samba de primeira

o que mais me impressionou foi ver como cada detalhe contava uma história: das casinhas com telhados pontudos ao palco em formato de coroa.

26 de abril é feriado nacional na holanda, com ruas tomadas pela cor laranja e muita celebração.

a amstel trouxe essa energia pra cá e mostrou que entendeu o recado: a geração atual não quer só ver marcas. quer viver marcas.

esqueça o puro marketing de produto, foque em experiências.

qual outra marca tem criado experiências que te fazem querer participar?

esses dias eu tive uma conversa, e percebi uma coisa: as tribos não existem mais. e isso muda tudo para as marcas.lembra...
30/04/2025

esses dias eu tive uma conversa, e percebi uma coisa: as tribos não existem mais. e isso muda tudo para as marcas.

lembra quando era fácil saber quem gostava do quê?

↳ nerds só curtiam jogos e tecnologia
↳ quem escutava rock tinha alergia a funk
↳ esportistas viviam na academia e só
↳ pessoas espiritualizadas não pisavam em festas

hoje? tudo isso virou poeira.

estamos vivendo o fim das tribos culturais e o nascimento de uma identidade muito mais fluida. o mesmo jovem que faz yoga pela manhã, vai ao rock in rio à tarde e termina a noite jogando league of legends.

por que isso está acontecendo?

as redes sociais democratizaram o acesso a absolutamente tudo.

somos bombardeados com mil referências diferentes todos os dias, e isso moldou uma geração que não quer ser rotulada. queremos experimentar tudo, sem compromisso com uma “personalidade única”.

e as marcas? precisam urgentemente se adaptar a esse novo consumidor.

não dá mais pra criar produtos apenas para “o público esportista” ou “o público gamer”. as pessoas já não se enxergam mais nesses rótulos tão específicos.

as marcas que entendem isso estão criando comunidades baseadas em valores, não em estereótipos. porque hoje ninguém compra apenas produtos — compramos a sensação de pertencimento, a identificação com o que a marca representa.

ou seja: sua marca precisa ser coringa. precisa dialogar com múltiplos interesses, criar pontes entre diferentes mundos.

as tribos se dissolveram. agora somos todos um pouco de tudo.

as marcas que entendem isso saem na frente. as que insistem em falar com “tribos” fechadas vão ficar falando sozinhas.

e você, já tinha percebido essa mudança?

marketing não é matemática pura. nem poesia absoluta.é o meio termo que ninguém consegue encontrar.b2c já entendeu essa ...
25/04/2025

marketing não é matemática pura. nem poesia absoluta.

é o meio termo que ninguém consegue encontrar.

b2c já entendeu essa dança: storytelling + dados = conexão
b2b ainda está nos passos iniciais, tropeçando entre números e humanidade.

as empresas b2c já sabem:
→ dado não é tudo
→ história importa
→ emoção vende tanto quanto estatística

mas no b2b?
→ ainda querem vender só com planilhas
→ números gritam mais alto que narrativas
→ resultados imediatos são o único objetivo

o problema? quem compra são pessoas, não máquinas.

e pessoas precisam:
→ se sentir conectadas
→ entender o impacto real
→ ver além dos gráficos

o storytelling não é sobre substituir dados. é sobre dar alma para eles.
inteligência artificial não conta histórias. pessoas sim.

e você, já viu uma empresa b2b que consegue esse equilíbrio?

ser coringa não significa perder sua essência.já pensou em como algumas marcas conseguem falar com todo mundo, sem parec...
23/04/2025

ser coringa não significa perder sua essência.

já pensou em como algumas marcas conseguem falar com todo mundo, sem parecer que estão tentando agradar a massa?

vivemos num mundo onde a autenticidade vale mais que qualquer estratégia elaborada. e as marcas que entenderam isso estão dominando todos os canais.

hubspot? transforma marketing em piada no linkedin
duolingo? rei das trends no tiktok
netflix? mestra do sarcasmo no twitter

não é sobre estar em todos os lugares. é sobre estar em todos os lugares sendo 100% você.

a geração z não quer mais empresas engessadas.

quer marcas que:
→ entendam seu universo
→ falem sua língua
→ sejam transparentes
→ tenham personalidade

o grande segredo? manter seus valores intactos, só mudando o formato.

uma marca forte não tenta agradar todo mundo. ela é tão autêntica que naturalmente atrai diferentes públicos.

o objetivo final não é vender. é criar uma comunidade tão fiel que as pessoas vão indicar seu produto mesmo sem você pedir.

porque no marketing de hoje, o produto é só o começo. a história por trás dele que importa.

qual marca te faz sentir parte de algo maior?

a formalidade corporativa morreu. e está ótimo assim.lembra quando evento de trabalho era sinônimo de tédio?↳ salas fech...
18/04/2025

a formalidade corporativa morreu. e está ótimo assim.

lembra quando evento de trabalho era sinônimo de tédio?

↳ salas fechadas
↳ apresentações intermináveis
↳ pessoas dormindo de olhos abertos (e sinceramente, eu mesmo já passei por isso)

trabalho deixando de ser sinônimo de cara fechada e terno apertado.

no rd summit, vi empresas fazendo piada de si mesmas:
→ a swile com placa “yoga antes do trabalho não deveria ser benefício”
→ adesivos dizendo “esta reunião poderia ser um e-mail”

as marcas entenderam: leveza não significa desrespeito. significa humanização.

a vende-c fez uma escalada real como ativação de marca. ganhar o curso era só o brinde. a experiência que importava.

o que mudou? as pessoas cansaram de separar trabalho de vida (alô severance!)

as novas gerações querem:
→ trabalho com propósito
→ empresas com personalidade
→ experiências, não só produtos

porque no fim, vendemos produtos. vendemos sensações, memórias, histórias.

quer ver uma revolução? transforme seu próximo evento em uma experiência inesquecível.

marketing sem história é como filme sem roteiro.as pessoas cansaram de propaganda. elas querem conexão.storytelling é a ...
17/04/2025

marketing sem história é como filme sem roteiro.
as pessoas cansaram de propaganda. elas querem conexão.

storytelling é a nova moeda de troca no mundo dos negócios.

imagine transformar um produto qualquer em uma narrativa que:
→ desperta emoções
→ cria comunidade
→ gera identificação

não é sobre vender. é sobre fazer as pessoas se sentirem parte da sua jornada.

uma marca que conta histórias:
→ ativa o lado criativo do cérebro
→ comprova resultados com dados
→ gera conexões autênticas

os números não mentem: quantas pessoas estão compartilhando? qual o engajamento real? estou realmente ajudando alguém?

porque no marketing de hoje, a métrica mais importante é o impacto real na vida das pessoas.

storytelling não é técnica. é humanidade aplicada aos negócios.

qual história de marca te fez sentir algo de verdade?

Hoje o dia vai ser OFF! 😅E aí, vai fazer o que nesta sexta-feira? Comenta aí!😍Segunda-feira estou de volta!             ...
24/09/2021

Hoje o dia vai ser OFF! 😅

E aí, vai fazer o que nesta sexta-feira? Comenta aí!😍

Segunda-feira estou de volta!

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Praia Grande, SP

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