Vânia Benvenuto

Vânia Benvenuto Desenvolvimento de autoexpressão como caminho pra um vestir de dentro pra fora! Jamais passaria a vida fazendo uma única coisa. Ama gente. Ama brincar.

Vânia Benvenuto é Consultora de Estilo Pessoal, com formação em Moda pela Faculdade Santa Marcelina. Depois de especializações na área de Consultoria de Imagem e Estilo, com Manu Carvalho, Silvana Bianchini e Oficina de Estilo, criou a Vania Benvenuto – Imagem & Estilo, empresa de Consultoria de Moda, pioneira na cidade de Ribeirão Preto e região, que presta serviços de consultoria de estilo, styl

ing, produção e conteúdo de moda para mídias digitais. Trabalha como Personal Shopper no RibeirãoShopping (grupo Multiplan) em Ribeirão Preto, colabora para mídias digitais e impressas e é idealizadora e editora do blog Fazendo a Phina.

É responsável pelo atendimento individual de mulheres com vidas reais e entre os seus clientes estão: RibeirãoShopping (Multiplan), Fernanda Leme (Miss São Paulo e vice Miss Brasil 2014), Jéssica Vilela (Miss São Paulo e terceira colocada no Miss Brasil 2015), Patricia Abravanel, a atriz global Débora Nascimento, as cantoras Verônica Ferriani e Karina Zeviani, as marcas Fause Haten (São Paulo), Melissa (Grendene), Le Lis Blanc (grupo Restoque), Bobstore (grupo InBrands), Brooksfield (São Paulo), Karlla Girotto (São Paulo), Cia Paulista de Moda (São Paulo), Richards (grupo InBrands) e a banda francesa Nouvelle Vague.

É apaixonada por tatuagens, sua marca registrada (além do batom vermelho!) tem uma mente criativa e um coração inquieto e ávido. Jamais vai chegar onde sempre sonhou porque não sonha com isso. E por isso, hoje, pode dizer que ama o que faz. http://www.vaniabenvenuto.com.br/blog/

terminando o domingo entre pesquisa de lojas e uma foto num espelho em estado questionável 😅😂
12/04/2026

terminando o domingo entre pesquisa de lojas e uma foto num espelho em estado questionável 😅😂

tem fase que a gente abre o armário e pensa: não é possível. nada ali é feio, o corpo não virou outro do dia pra noite e...
07/04/2026

tem fase que a gente abre o armário e pensa: não é possível. nada ali é feio, o corpo não virou outro do dia pra noite e nem é que o gosto sumiu, mas parece que nada encaixa direito. aí você põe uma coisa, tira, testa outra, dobra uma terceira, joga duas na cama e volta pra primeira como se ela fosse funcionar cinco minutos depois. dá uma irritação bem específ**a, né? geralmente a gente acha esse sentimento exagerado ou desproporcional, e na verdade ele é mais comum do que a gente imagina.

a princípio parece um problema de roupa, mas não é. ou não só. no fundo, é mais um problema de tradução. a rotina mudou, o trabalho é outro, o corpo ganhou novas formas ou o jeito de estar nele mudou. até a tolerância com certos lugares e pessoas já não é a mesma. enfim, claramente a fase é outra e o armário segue tentando acompanhar um ritmo antigo.

acho que é por isso que a sensação que aparece primeiro costuma ser essa de que você desaprendeu a se vestir, perdeu a mão ou ficou sem estilo quando, muitas vezes, não tem nada disso. o que aconteceu é que uma versão sua já foi, mas as escolhas ainda estão organizadas em volta dela. e claro que isso impacta a maneira de se vestir. o armário quase sempre denuncia antes da cabeça entender ou até antes da coragem de mexer em alguma coisa aparecer.

na vida real começa assim mesmo: um tanto de roupa em cima da cama, mais um tanto de raiva, uma sensação esquisita de não se reconhecer e a impressão de que nada serve. e pode ser que parte das coisas realmente não funcione tão bem agora. e não porque você desandou, mas porque a fase mudou. a gente sempre acha que precisa se reinventar correndo, mas talvez o que faça mais sentido seja só parar de cobrar que a sua imagem siga sustentando uma vida que já mudou faz tempo.

27/03/2026

essa semana vi um story da comentando o livro a expulsão do outro, do byung-chul han, e na mesma hora meu pensamento foi pro estilo pessoal. fiz um story sobre isso e depois achei que valia trazer pro feed também, até porque não é só uma reflexão sobre roupa. é sobre presença, percepção e o jeito como a gente vai estreitando ou ampliando as próprias possibilidades de existir.

acho que a gente tá vivendo um tempo de excessos. excesso de imagem, de comparação, de performance, de fórmula pronta de como parecer, se mostrar, existir. e tudo isso vai apertando o espaço interno de um jeito quase sutil mesmo.
a gente nem percebe, mas começa a se autorizar menos, testar menos, se arriscar menos e vai diminuindo as próprias possibilidades. e claro que o vestir acompanha esse encolhimento, f**ando mais rígido, mais roteirizado, mais seguro, mais previsível.

e o curioso (ou talvez nem tão curioso assim) é que isso não aparece só nas escolhas de roupa ou na forma como a gente se mostra. aparece também no jeito de olhar pro outro.
muitas vezes, o que a gente chama de julgamento é só dificuldade de tolerar aquilo que ainda desorganiza alguma coisa na gente. ou de ver alguém ocupando um espaço que a gente desaprendeu, ou talvez nunca tenha aprendido a ocupar.

talvez por isso estilo, pra mim, nunca tenha sido só sobre roupa. é também percepção e espaço interno pra sustentar diferença, nuance e mudança.

enfim, talvez faça sentido pra você.

27/03/2026

essa semana vi a comentando o livro a expulsão do outro, do byung-chul han, e na mesma hora meu pensamento foi pro estilo pessoal.
fiz um story sobre isso e depois achei que valia trazer pro feed também, até porque não é só uma reflexão sobre roupa. é sobre presença, percepção e o jeito como a gente vai estreitando ou ampliando as próprias possibilidades de existir.

acho que a gente tá vivendo um tempo de excessos. excesso de imagem, de comparação, de performance, de fórmula pronta de como parecer, se mostrar, existir. e tudo isso vai apertando o espaço interno de um jeito quase sutil mesmo.
a gente nem percebe, mas começa a se autorizar menos, testar menos, se arriscar menos e vai diminuindo as próprias possibilidades. e claro que o vestir acompanha esse encolhimento, f**ando mais rígido, mais roteirizado, mais seguro, mais previsível.

e o curioso (ou talvez nem tão curioso assim) é que isso não aparece só nas escolhas de roupa ou na forma como a gente se mostra. aparece também no jeito de olhar pro outro.
muitas vezes, o que a gente chama de julgamento é só dificuldade de tolerar aquilo que ainda desorganiza alguma coisa na gente. ou de ver alguém ocupando um espaço que a gente desaprendeu, ou talvez nunca tenha aprendido a ocupar.

talvez por isso estilo, pra mim, nunca tenha sido só sobre roupa. é também percepção e espaço interno pra sustentar diferença, nuance e mudança.

enfim, talvez faça sentido pra você.

acho curioso como a maioria das conversas sobre estilo ainda começa numa peça de roupa. ou então na tendência, na fórmul...
17/03/2026

acho curioso como a maioria das conversas sobre estilo ainda começa numa peça de roupa. ou então na tendência, na fórmula, no efeito que aquilo promete.

e pra mim, sinceramente, quase nunca começa por aí, porque tem imagem que funciona na ideia, mas ainda não encontra apoio na vida real de quem vai usar aquilo.

e às vezes a pessoa começa a se estranhar. acha que perdeu a mão, que desaprendeu, que já não sabe mais se vestir como antes. quando, na verdade, o que falta nem sempre é estilo. às vezes, falta um olhar que ajude aquilo a fazer sentido de novo.

uma das coisas que eu mais gosto no meu trabalho é mostrar que boa parte das peças do armário não precisa esperar evento...
15/03/2026

uma das coisas que eu mais gosto no meu trabalho é mostrar que boa parte das peças do armário não precisa esperar evento, convite ou alinhamento planetário pra sair de casa. na maioria das vezes, o que falta nem é ocasião, é permissão mesmo.

e ó, fim de semana é um ótimo momento pra testar combinação nova, botar pra jogo o que anda “especial demais” e fazer o armário respirar de um jeito menos burocrático.

um pouco mais de abertura, um tiquinho de curiosidade e menos cerimônia já bastam pra nascer lãks novos sem comprar nada. 😌

tem armário que não tá sem roupa. tá sem sintonia com a mulher que abre aquela porta de manhã.e eu acho isso muito curio...
12/03/2026

tem armário que não tá sem roupa. tá sem sintonia com a mulher que abre aquela porta de manhã.

e eu acho isso muito curioso porque, muitas vezes, o problema não tá onde todo mundo acha que tá. não é um armário vazio, nem necessariamente um armário largado. muitas vezes tem peça boa, tem variedade, tem roupa bonita mesmo. só que quase nada ali parece fácil de usar de verdade.

você abre, olha, pensa demais. pega uma peça, devolve. coloca outra, estranha. testa uma combinação que na teoria até funciona, mas em você não desce direito. e o dia, que mal começou, já ganha um atritozinho meio besta, só que real.

pra mim isso costuma dizer bastante coisa.

quando se vestir começa a pedir energia demais, quase nunca é só falta de roupa. muitas vezes é falta de combinação possível, de clareza sobre o que faz sentido hoje, de intimidade com o que já existe ali. falta um olhar que ajude aquele armário a conversar melhor com a vida real, com a rotina, com a mulher que você é hoje.

porque a vida muda né. o corpo muda, a fase muda. até a paciência muda junto. e claro que o jeito de querer ser vista muda também. mas o armário muitas vezes continua respondendo com as mesmas frases de sempre: isso emagrece, isso é coringa, isso combina com tudo, isso não chama atenção, isso aqui vai. e nisso, sem perceber muito, a pessoa vai se vestindo mais pra evitar erro do que pra se acompanhar de verdade.

e é nessa hora que muita gente acha que o problema é compra. e olha, nem sempre é.

às vezes o que tá faltando não é roupa nova. é conseguir ver melhor o que já tem, abrir possibilidade, destravar combinação, tirar peso da escolha. fazer o armário colaborar mais e exigir menos, porque já basta o resto da vida (e do mundo) pedindo uma energia que roupa nenhuma precisava estar exigindo.

tem armário que não tá sem roupa. tá sem sintonia com a mulher que abre aquela porta de manhã.e eu acho isso muito curio...
12/03/2026

tem armário que não tá sem roupa. tá sem sintonia com a mulher que abre aquela porta de manhã.

e eu acho isso muito curioso porque, muitas vezes, o problema não tá onde todo mundo acha que tá. não é um armário vazio, nem necessariamente um armário largado. às vezes tem peça boa, tem variedade, tem roupa bonita mesmo. só que quase nada ali parece fácil de usar de verdade.

você abre, olha, pensa demais. pega uma peça, devolve. coloca outra, estranha. testa uma combinação que na teoria até funciona, mas em você não desce direito. e o dia, que mal começou, já ganha um atritozinho meio besta, só que real.

pra mim isso costuma dizer bastante coisa.

quando se vestir começa a pedir energia demais, quase nunca é só falta de roupa. muitas vezes é falta de combinação possível, de clareza sobre o que faz sentido hoje, de intimidade com o que já existe ali. falta um olhar que ajude aquele armário a conversar melhor com a vida real, com a rotina, com a mulher que você é hoje.

porque a vida muda né. o corpo muda, a fase muda. até a paciência muda junto. e claro que o jeito de querer ser vista muda também. mas o armário muitas vezes continua respondendo com as mesmas frases de sempre: isso emagrece, isso é coringa, isso combina com tudo, isso não chama atenção, isso aqui vai. e nisso, sem perceber muito, a pessoa vai se vestindo mais pra evitar erro do que pra se acompanhar de verdade.

e é nessa hora que muita gente acha que o problema é compra. e olha, nem sempre é.

às vezes o que tá faltando não é roupa nova. é conseguir ver melhor o que já tem, abrir possibilidade, destravar combinação, tirar peso da escolha. fazer o armário colaborar mais e exigir menos, porque já basta o resto da vida (e do mundo) pedindo uma energia que roupa nenhuma precisava estar exigindo.

não sei se você já reparou, mas eu vejo isso o tempo todo (em mim e nas clientes): a gente desconfia da própria percepçã...
04/03/2026

não sei se você já reparou, mas eu vejo isso o tempo todo (em mim e nas clientes): a gente desconfia da própria percepção.

antes de assumir um “não curti isso”, a gente tenta justif**ar. pede opinião, procura validação, tenta se convencer de todas a maneiras. e aí o tempo passa e você percebe que já sabia, só não quis admitir.
isso acontece na vida e sim, também acontece no armário.

tem peça que é perfeita na teoria: marca legal, modelagem boa, cor bonita. todo mundo aprova.
você veste e f**a ok, mas não esquece que tá usando. pelo contrário. você f**a incomodada ajeitando toda hora, puxando, arrumando a gola, mexendo na barra, encanada com o caimento…
e isso, pra mim, é um dos sinais mais simples de ler: se você passa o dia administrando a roupa, ela não tá trabalhando a seu favor.

vai por mim, estilo não deveria dar mais trabalho do que a própria vida já dá.

27/02/2026

cê já reparou que a roupa provoca um efeito no corpo antes mesmo da gente perceber?

tem dia que você põe um moletom e dá uma desacelerada na alma. em outro, você veste uma calça mais firme, mais estruturada, e seu corpo meio que… “opa”, e endireita junto. nem é consciente, viu. só rola.

tem um nome pra isso (cognição indumentária, olha que chique). mas eu gosto mais de pensar que a roupa participa do pensamento, sabe? ela mexe com foco, postura, humor e com o jeito que você se reconhece. ajuda a organizar por fora o que por dentro ainda tá meio bagunçado. e aí muda tudo, porque não é só “como eu tô parecendo”. é “como eu tô me sentindo aqui dentro”.

por isso que roupa não serve só pra te deixar bonita ou mais estilosa. tem mais a ver com o jeito que você se trata. às vezes pra se proteger. às vezes pra se lembrar. às vezes pra se reconhecer de novo.

pós-aniversário e ainda tô lembrando do tanto de versões minhas que já passaram por aqui e como a vida vai afinando a ge...
07/12/2025

pós-aniversário e ainda tô lembrando do tanto de versões minhas que já passaram por aqui e como a vida vai afinando a gente no susto e no carinho. algumas eu precisei deixar ir, outras eu tive que puxar de volta pelos cabelos 😅 e tem uma parte nova que ainda tô parindo.
engraçado como, no meio dessa morte e renascimento, eu sigo descobrindo um jeito mais honesto de existir na minha própria pele. e, olha… ando gostando demais da mulher que tô virando.

esse ano me lembrou que confiar em mim dá trabalho, mas compensa. que me impor e colocar limite não é drama. que escolha tem preço. e que ser honesta comigo mesma ainda é o presente mais caro e mais libertador que eu sei me dar.

talvez esse seja o presente de verdade pra esse ciclo dos 4.2: caber em mim sem precisar apertar, esticar ou disfarçar. vestir minha história mesmo quando ela cutuca por dentro. parar de tentar ser a versão que o mundo acha confortável e assumir, de vez, a que faz sentido pra mim.

brindo a isso. a mim. e ao tanto que ainda vou aprender a vestir por dentro e por fora.
e sou muito grata pelas pessoas que deixam meu caminho mais leve, mais gostoso, mais luminoso.

é isso. mais um ano.
seguimos! 🎉✨🎂🙏🏻

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