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Pare de confundir marketing com vaidade.Post bonito não paga boleto.Embalagem sozinha não sustenta crescimento.Rede soci...
21/02/2026

Pare de confundir marketing com vaidade.

Post bonito não paga boleto.
Embalagem sozinha não sustenta crescimento.
Rede social sem estratégia não constrói lucro.

Nós podemos fazer você faturar mais.
Porque o nosso marketing vai muito além de publicidade, redes sociais e embalagem.

Trabalhamos posicionamento, arquitetura de oferta, estratégia de preço, diferenciação competitiva e construção de demanda real.

Marketing não é estética.
É engenharia de receita.

Se o seu marketing não aumenta seu faturamento, ele é só custo.

Durante décadas, a sidra no Brasil foi “aprisionada” a um único território simbólico: o ritual de fim de ano. Um produto...
20/02/2026

Durante décadas, a sidra no Brasil foi “aprisionada” a um único território simbólico: o ritual de fim de ano. Um produto com presença concentrada em dezembro, baixa recorrência e forte dependência sazonal.

O movimento da Cereser, marca líder da categoria e pertencente à CRS Brands, revela uma estratégia clássica — porém complexa — de desconstrução de código cultural.

Romper a sazonalidade não é apenas ampliar distribuição.
É reposicionar mentalmente a categoria.

Estamos falando de uma transformação apoiada em três vetores estratégicos:

1️⃣ Expansão de ocasiões de consumo
A sidra precisa sair do “brinde anual” e entrar em micro-momentos: encontros casuais, happy hours domésticos, celebrações cotidianas. Isso significa reconstruir o mapa de ocasiões no funil comportamental do consumidor.

2️⃣ Diversificação de formatos e portfólio
Novos tamanhos, versões, sabores e propostas de uso reduzem barreiras de experimentação e ampliam penetração. Portfólio é ferramenta de mudança cultural.

3️⃣ Reengenharia de comunicação
Se historicamente a categoria foi construída ao lado de espumantes e champanhes, o desafio agora é deslocar o código simbólico: de “celebração formal anual” para “brinde possível, acessível e recorrente”.

Do ponto de vista técnico, trata-se de:
✔️ Aumentar frequência média por consumidor
✔️ Reduzir dependência de pico sazonal
✔️ Expandir território sem diluir identidade
✔️ Criar novos rituais sociais

Mudar hábito é mais difícil do que lançar produto.
Porque hábito é cultura internalizada.

Se a estratégia for bem-sucedida, a sidra deixa de ser lembrada apenas em dezembro — e passa a disputar espaço no calendário inteiro.

Reposicionar categoria não é campanha.
É construção de novo significado.

📊 O que está acontecendo com o consumo de cerveja no Brasil?Os recentes movimentos de reestruturação na indústria cervej...
19/02/2026

📊 O que está acontecendo com o consumo de cerveja no Brasil?

Os recentes movimentos de reestruturação na indústria cervejeira não são pontuais — eles refletem uma transformação estrutural da categoria.

Segundo dados da Worldpanel by Numerator:

🔻 As ocasiões anuais de consumo dentro do lar caíram 19,4% nos 12 meses encerrados em junho de 2025, totalizando 167,7 milhões de ocasiões.
🔻 Nos finais de semana (sexta a domingo), a retração foi ainda maior: -25,4%.
🔺 Já de segunda a quinta-feira, houve aumento relativo de 6,2% na participação das ocasiões.

📉 O número de usuários semanais caiu 24,1%.
Hoje, apenas 4,5% dos consumidores ingerem cerveja ao menos uma vez por semana.

🔎 O que isso sinaliza?

• Redução da presença da cerveja no cotidiano
• Enfraquecimento do ritual coletivo de fim de semana
• Migração para ocasiões mais individuais e rotineiras
• Queda de frequência entre consumidores mais assíduos

Estamos diante de uma mudança de comportamento — menos volume por hábito social e mais consumo pontual, contextual e possivelmente racionalizado.

Para marcas, isso exige:
✔️ Revisão de posicionamento
✔️ Novas ocasiões de consumo
✔️ Estratégias de portfólio e preço
✔️ Releitura do papel cultural da categoria

A pergunta não é apenas “quanto está sendo vendido?”,
mas “em que contexto a cerveja ainda faz sentido para o consumidor brasileiro?”. 🍺📉

Simples assim…
30/01/2026

Simples assim…

25/01/2026

É posicionamento

Quando uma marca ganha vida, espaço e autoridade, ela passa a operar como um sistema simbólico e funcional integrado, co...
21/01/2026

Quando uma marca ganha vida, espaço e autoridade, ela passa a operar como um sistema simbólico e funcional integrado, conforme os pressupostos da teoria do branding estratégico, da semiótica aplicada e do design ambiental. Nesse estágio, a marca deixa de ser um signo isolado e passa a constituir um campo de significação, no qual identidade, experiência e contexto espacial se inter-relacionam.

Sob a ótica da arquitetura de marca no espaço (spatial branding), o ambiente construído atua como um meio comunicacional tridimensional, no qual elementos como escala, materialidade, ritmo, luz, cor e fluxo orientam a percepção do usuário e reforçam os atributos da marca. De acordo com os estudos de experiência do usuário (UX) e experiência do cliente (CX), a coerência entre identidade visual e espaço físico reduz ruído cognitivo, aumenta reconhecimento e fortalece associações simbólicas.

A autoridade da marca, nesse contexto, é resultado da consistência semântica e operacional ao longo dos pontos de contato (touchpoints). A repetição estruturada de signos — tipografia, formas, proporções e códigos visuais — associada à funcionalidade do espaço, contribui para a formação de memória de marca, conceito amplamente discutido na psicologia cognitiva e no marketing científico.

Assim, o alinhamento entre marca e arquitetura não é estético, mas estratégico: o espaço torna-se um ativo de branding capaz de legitimar posicionamento, sustentar reputação e gerar valor simbólico e econômico no longo prazo, conforme os princípios da gestão de marcas orientada por sistemas.

O desenvolvimento de identidade visual para personalidades e profissionais liberais — como escritores e palestrantes — d...
21/01/2026

O desenvolvimento de identidade visual para personalidades e profissionais liberais — como escritores e palestrantes — demanda uma abordagem estratégica orientada por branding, semiótica e posicionamento de marca. O logotipo deve funcionar como um sistema de significados capaz de traduzir trajetória, autoridade e coerência narrativa.

No projeto de Agnes Bastos Junqueira, partiu-se do princípio da continuidade simbólica entre suas frentes profissionais, reconhecendo a Fazenda Monte Belo como um ativo identitário preexistente e a cana-de-açúcar como elemento econômico e cultural central, incorporado como referência conceitual da marca.

A escolha tipográfica seguiu critérios de legibilidade, atemporalidade e neutralidade semântica, com fontes de caráter clássico, adequadas a múltiplos contextos de aplicação e acessíveis a diferentes perfis de público. O resultado é uma identidade visual orientada à construção de reputação, clareza de posicionamento e facilitação de conexões estratégicas (networking), preservando consistência, reconhecimento e valor de marca no longo prazo.

12/01/2026

O novo marketing vem aí…

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