08/05/2021
Quando pequeno, ouvi repetidas vezes dona Carminha dizendo para “não confiar em estranhos”. Caso o estranho generoso insistisse oferecendo uma bala Juquinha, por exemplo, aceitava por educação para jogar no lixo assim que o forasteiro desaparecesse da minha frente.
Acredito que o “conselho” da minha mãe (tradução: ordem) tenha de alguma forma chegado até você. Era super famoso na época, uma pena ela não ter patenteado.
Hoje a gente entra no Uber e até aceita a balinha, mas isso não signif**a que a desconfiança encucada por anos tenha perdido a validade - muito pelo contrário, percebo seu desdobramento para diferentes ocasiões. Inclusive, no principal assunto deste post: marca mãe.
Marca mãe, marca guarda-chuva, umbrella branding... é um modelo de negócio que transforma o estranho em alguém confiável. Existe uma marca principal e, debaixo das asas dela, uma infinidade de produtos/serviços diferentes.
Coca-cola: além da Zero e da Light, para os que não querem consumir mais tanto açúcar, a marca também aposta em produtos que não têm nada a ver com refrigerante, como roupas e tênis para que você “vista a felicidade”, por exemplo.
Essa é uma das grandes vantagens em desenvolver uma estratégia de branding, expandindo presença e multiplicando pontos de conexão. Mesmo que você seja um pequeno empreendedor, trabalhar bem a sua marca para conquistar espaço (não apenas no mercado, mas igualmente nos corações dos clientes) pode sim fazer de você - o proprietário - um Gene Kelly cantando na chuva. Pense nisso e, caso conheça o meu trabalho, aceite: 🍬