25/01/2026
O repórter que atua com integridade não se deixa corromper por pressões políticas, econômicas ou culturais; permanece vigilante, curioso e comprometido com a verdade, mesmo diante de dificuldades ou riscos da profissão.
É dever do jornalista:
- opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos;
- defender os princípios constitucionais e legais, base do estado democrático de direito;
- combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física ou mental, ou de qualquer outra natureza.
O jornalista não pode:
- usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime.
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O Jornalista deve atuar com responsabilidade, precisão e honestidade, assegurando que as informações sejam verif**adas, contextualizadas e apresentadas de forma transparente.
O jornalista deve buscar fontes confiáveis, distinguir claramente entre fato e opinião, e divulgar eventuais conflitos de interesse que possam comprometer a isenção de seu relato.
Além disso, é fundamental que o profissional da imprensa reconheça o papel social do jornalismo como ferramenta de emancipação, educação pública e participação cidadã.
Ao reportar, deve empregar linguagem clara e acessível, evitando sensacionalismo e a exploração de sofrimentos humanos apenas para gerar audiência.
Sempre que houver erro, deve corrigi-lo com prontidão, publicando retratações ou esclarecimentos de maneira explícita e visível.
O compromisso ético inclui proteger a dignidade das pessoas envolvidas, respeitar a privacidade quando não houver interesse público relevante e considerar as consequências de cada publicação.
O jornalista precisa acompanhar os debates públicos com espírito crítico, questionando autoridades, expondo abusos de poder e amplif**ando vozes marginalizadas, sem reverência acrítica a instituições ou interesses estabelecidos.
É essencial que o profissional da imprensa promova a diversidade de perspectivas, evite estereótipos e reconheça que a notícia pode ter diferentes leituras.
Ao tratar de temas sensíveis, como violência, trauma, pobreza ou discriminação, deve adotar salvaguardas humanas e legais, priorizando o bem-estar das vítimas e o respeito às vítimas, sem explorar o sofrimento alheio para ganhos comerciais ou ideológicos.
O jornalismo, neste sentido, compartilha a responsabilidade de fortalecer a democracia: informar com rigor, fiscalizar o poder, incentivar o pensamento crítico e promover o diálogo público fundamentado em evidências.
O repórter que atua com integridade não se deixa corromper por pressões políticas, econômicas ou culturais; permanece vigilante, curioso e comprometido com a verdade, mesmo diante de dificuldades ou riscos.
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by Michael Brugger C. Rezende"
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Acesse o Código de Ética da profissão: https://fenaj.org.br/wp-content/uploads/2016/01/codigo-de-etica-dos-jornalistas-brasileiros.pdf?